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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

NEW YORK - DIA 3 - TARDE


01/11/2018 - Após o belo almoço no The Modern, era hora de caminhar a esmo pela 5th Ave. Primeiro fomos em direção ao Central Park, passando na frente das lojas de grife, de joalherias famosas, como a Tiffany, e lojas de departamentos chiques. Parávamos, víamos vitrines e seguíamos. Em frente à Trump Tower, muita segurança, muita gente tirando foto, outros protestando e jornalistas. Fomos adiante até chegar em frente à icônica loja da Apple que tem o cubo de vidro como entrada. Tudo em obra, incluindo o cubo, que estava em fase final de recolocação. Enquanto isso, a loja vem funcionando onde era a famosa loja de brinquedos Fao Schwarz. Resolvemos atravessar a rua, parando na Pulitzer Plaza, onde está a Pulitzer Fountain, que não estava funcionando, e o também famoso hotel The Plaza. Pausa para fotos e resolvemos voltar pela 5th Ave, desta vez em direção Downtown. Mais vitrines, mais lojas. Paramos na NBA Store (545 5th Ave). Passamos alguns minutos vendo roupas e artigos esportivos relacionados ao basquete, mas nada compramos. Seguimos descendo a avenida até chegar à New York Public Library (476 5th Ave). Nunca a tinha visitado. Acho o prédio bonito com aqueles dois imponentes leões guardando a entrada da biblioteca. Decidimos por entrar. A visita é gratuita. Passamos pelo controle de segurança, pegamos um folheto em português e outro em espanhol para ver os espaços onde poderíamos entrar. Confesso que fiquei decepcionado. Já visitei outras bibliotecas pelo Brasil e em outras cidades do mundo que são bem mais interessantes. Não sei se fizemos o caminho certo, se é melhor com visita guiada, o certo é que de estantes com livros vimos pouquíssimas. A decoração é austera, parecendo mais um mausoléu. A sala de leitura é interessante e havia muita gente. Foi onde vi livros e também conheci o sistema de empréstimo. O usuário consulta o livro que quer no site da biblioteca, vai até o balcão desta sala de leitura, fazendo o pedido para um funcionário. Depois esse livro, se for de livre empréstimo, é entregue para o usuário. Demos por visto. Ao sair da sala de estudos, há uma breve revista das mochilas para certificarem que ninguém está levando algum livro sem poder.
Na parte de trás da biblioteca está o Bryant Park. Era nosso novo destino. Quando entramos à direita na 40th St, lembrei-me de uma confeitaria francesa que havia estado em 2015 onde havia comido um doce gostoso. Era a Maison Kaiser (8 West 40th St). Antes de conhecer o parque, paramos nesta confeitaria/padaria para tomar algo refrescante. Desta vez a experiência não foi das melhores. Para detalhes, veja o blog Tenho Fome de Que, clicando aqui. Deixamos U$ 28,08 + U$ 1,92 de gorjeta.
Fomos para o parque. Foi só atravessar a rua para entrar. Como sempre, lotadíssimo. Como já estão em clima de inverno, o parque estava preparado para tal. Saiu aquele cenário de gente sentado no gramado tomando sol no verão para entrar um cenário com barracas cobertas, com climatização, vendendo de tudo, desde artesanato, artigos para fumar todos os tipos de cigarro, roupas de frio, gorros, luvas, até comida. No centro do parque, havia uma pista de patinação, que estava em manutenção. E nos quiosques de comida, muita gente, a maioria novaiorquinos, sentada curtindo a happy hour. Sentamos um pouco em uma das cadeiras livres do parque para apreciar o movimento, depois demos uma volta por todo ele, saindo pela 6th Ave com 40th St. Impressiona o prédio do Bank of China que fica na diagonal oposta de onde saímos, com uma arquitetura que privilegia o vidro e uma iluminação vermelha em cada andar. Bem interessante.
No caminho para o descanso de final de tarde no hotel, paramos novamente na Frame Gourmet Eatery (552 7th Ave) para comprar água. Compramos duas garrafas de 1,5 litro cada uma de água sem gás Fiji, pelas quais nos cobraram U$ 11, sem nos dar nenhum tipo de recibo. Os mesmos que nos atenderam na primeira vez em que lá estivemos. Um roubo que confirmaríamos mais adiante, quando achamos a mesma água bem mais barata.
Descanso no hotel de 17:30 horas até 19:30 horas.

domingo, 2 de maio de 2010

NEW YORK - DIA 9

Quando acordei na manhã de domingo, abri as cortinas e vi que a 7th Avenue estava liberada. Liguei a tv para conferir as notícias. Todos os canais especializados passavam reportagens sobre o fracassado atentado a bomba na Times Square. Era um carro bomba que a polícia conseguiu desativá-lo sem que ninguém ficasse ferido. Das vidraças do restaurante do hotel, durante o nosso café da manhã, vimos que o movimento voltara ao normal no local, cheio de turistas. Nosso destino foi o Discovery Times Square Exhibition (226 West 44th Street) onde estava a exposição King Tut sobre Tutankamon e sua tumba. Depois de trinta anos, esta exposição recordista de público retornou a New York em sua última parada antes de retornar definitivamente para o Cairo, Egito. Usamos o segundo voucher de nosso Explorer Pass. Embora com muita gente, a exposição é montada de uma maneira que não tumultua muito. As peças expostas são originais, com exceção da múmia do King Tut, uma réplica perfeita a partir de um scnaeamento feito na original em 2005. A decepção fica por conta da ausência da tumba de ouro que ilustra o cartaz da exposição. De qualquer forma, valeu a pena e nos motivou para uma futura viagem ao Egito. Na saída, pausa para um café e comprar pequenas lembranças na loja do espaço expositivo. Voltamos ao hotel, passando antes no Hotel Edison para conhecer o seu lobby, indicado em um dos muitos guias da cidade que eu trouxe na bagagem (nunca mais carrego tanto guia, um, pequeno, basta). Não gostamos do estilo do lobby, com pinturas murais lembrando os artistas mexicanos, embora com motivos modernos, incluindo o Bart Simpson. Como todos os dias, decidimos por ir às compras. Pegamos um táxi para a 5th Avenue. Entramos na exclusiva loja de departamentos Bergdof & Goodman, onde experimentamos os perfumes Tom Ford, U$ 180 o frasco. A próxima parada foi a Burberry, onde pude comprar a camisa que não havia conseguido quando das compras no Woodbury Outlet. Ric começou a reclamar de fome, como em todos os dias. Separamo-nos de nossos amigos e fomos para as ruas transversais, já que na avenida chique não há muitas opções de comida. Decidimos por um lanche rápido na Subway (149 East 60th Street). Sentado comendo meu sanduíche, vi uma jovem com a sacola da Dylan's Candy Bar (1011 3rd Avenue), loja de doces e balas da filha de Ralph Lauren. Ao sair, resolvemos ir na direção da qual ela tinha vindo e demos de cara com a enorme loja, com três andares. É uma explosão de cores e sabores, com balas de tudo quanto é formato. Fotos e compras. No caminho de volta para a 5th Avenue, paramos em uma das muitas lojas GNC para Ric comprar um destes suplementos alimentares que prometem milagres, no caso, queimar calorias. Passeamos um pouco pela Madison Avenue, além de entrar em uma loja Camper para ver as novidades em sapatos desta marca espanhola que gosto muito. Entramos em contato com nossos amigos pelo rádio (excelente artefato para se viajar em grupo) e nos encontramos na loja Diesel da 5th Avenue. Uma parada rápida para eles comerem um cachorro quente em uma barraca de rua (típico de New York) e entramos na loja de departamentos Saks Fitth Avenue (611 Fifth Avenue) para dar uma olhada. Voltamos a pé para o hotel. Tempo para descanso e atualização deste blog. Resolvi não mais sair, devido ao cansaço.