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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

CORPO DOLORIDO

Acordei nesta terça-feira de carnaval com o corpo muito dolorido, reflexo do esforço físico do dia anterior. Fiquei com a sensação de que estava gripando. Dia de fazer as malas e retornar para Brasília. A manhã foi curta, pois levantamos tarde para tomar o delicioso café da manhã na pousada. Tentamos um late check out, mas não conseguimos. Arrumamos as malas, as colocamos no bagageiro do carro, fizemos o acerto (R$ 1.316,25 para cada quarto por três noites de carnaval). Pedimos para deixar os carros no estacionamento da pousada. Não só deixaram, mas disseram que poderíamos usar de todas as dependências comuns do local a tarde inteira, incluindo a piscina. Saímos para o almoço. Como nas vezes anteriores que estivemos na cidade, fomos comer um tucunaré grelhado com legumes no restaurante Celita (Rua Rui Barbosa, 1, Largo da Ponte de Pedra, Centro Histórico). Já sabendo que o prato era demorado, pedimos para petiscar lambaris fritos. Quando o tucunaré chegou à mesa, uma hora depois de feito o pedido, estávamos famintos. O restaurante ficou lotado. O peixe estava muito bem feito. Não conseguimos comer tudo, especialmente por causa do calor. Eu, particularmente, estava sem fome, tanto que nem a entrada experimentei. Depois de pagar a conta (R$ 146,00), voltamos a pé para a pousada, entramos nos carros e pegamos a estrada. Fiz o percurso em duas horas. A estrada estava bem cheia, com movimento intenso no trecho de volta para Brasília. Cheguei cansado, com sono e dor de cabeça. O suficiente para tomar um remédio, deitar e dormir. Fim do carnaval de 2010. A quarta-feira de cinzas está nas portas. É tempo de reflexão, de penitências, de alterar ritmos e hábitos.

domingo, 16 de agosto de 2009

E VOLTAMOS PARA BRASÍLIA


O dia amanheceu lindo. Da varanda do meu quarto tem uma bela vista das montanhas de Pirenópolis e do céu azul. Ventava forte. Depois do café da manhã, fiquei na varanda do quarto lendo jornais velhos até a hora de fecharmos as contas e colocar as malas no carro. Resolvemos almoçar ainda na cidade, no Celita Restaurante e Bar (Rua Rui Barbosa, 1, Largo da Ponte de Pedra, Centro), um interessante espaço com paredes amarelas e pedaços de chita nelas pregadas, jutamente com quadrinhos representando construções históricas da cidade. O restaurante tem vários níveis, lembrando uma arquibancada. De entrada, pedimos lambari frito e pastéis recheados de camarão com catupiry e de tomate seco com mussarela. Como estou evitando frituras, só comi um pastel de camarão, quentinho e gostoso. Para o prato principal, dividi com Ric, Cris e Marcelo, duas porções de tucanaré assado com legumes. Sensacional. Ro e Emi preferiram pedir uma paella do cerrado, com pequi, linguiça e frango. Os pratos são bem servidos. De lá, pé na estrada. Decidimos pegar um trajeto mais longo, aumentando o percurso em cerca de 25 quilômetros para evitar o trecho em obras próximo a Águas Lindas. Pegamos uma estrada para Abadiânia e de lá, a BR-060. Logo na saída, Ric, como sempre quando quer demonstrar afeto, me deu um soco que acertou meu cotovelo que tem doído nos últimos dias. A dor foi dilacerante. Fiquei com lágrimas nos olhos e parei o carro, pois não conseguia passar a marcha. Emi, no outro carro, estava parado na entrada da estrada. Consegui levar o carro até lá e Cris assumiu o volante, pois Ric havia bebido cerveja. Tomei um analgésico e fiquei com o braço quietinho no banco de trás. Viagem tranquila, pois a BR-060 é toda duplicada até Brasília. Ouvimos sambas gravados na Lapa, Zélia Duncan e Rita Lee. Contudo, prefiro o outro caminho. Chegamos em Brasília depois de duas horas de viagem, por volta de 16:40 horas.