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sábado, 29 de julho de 2017

DE DUBROVNIK PARA PARIS

04/05/2017: quinta-feira, nosso sétimo dia de férias na Europa. Era tempo de deixar Dubrovnik, de deixar a Croácia, seguindo para Paris, França. Acordamos bem cedo, pois ainda queríamos aproveitar a manhã no resort Royal Princess. No café da manhã, escolhemos uma mesa do lado externo do restaurante La Castille, com vista para o Mar Adriático. Foi um gostoso café da manhã, reforçado, pois a hora do almoço seria voando. Depois do café, com as malas já quase prontas, fomos passear nos arredores do hotel. Fizemos uma grande caminhada, passando por outros hotéis da mesma rede, chegando à uma praia particular de outro hotel. Eles deixaram a gente passar, mas não podíamos ficar nas cadeiras e espreguiçadeiras, exclusivas dos hóspedes daquele hotel. A praia era bem pequena, sem ondas no mar. Cercaram uma parte da água, formando uma piscina. A água estava muito gelada. Ninguém se atrevia a entrar. Tiramos algumas fotos, ficamos sentados apreciando a vista, e retornamos ao hotel. Tínhamos pedido um late check out para 12:30 horas, mesmo horário para o qual agendamos nosso transfer para o aeroporto, que custou os mesmos € 39 quando chegamos na cidade. No balcão do check out, fui atendido de maneira muito rápida. O motorista foi pontual. Partimos do hotel às 12:30 horas, chegando ao aeroporto às 13:00 horas. Fomos direto para o balcão da Croatia Airlines, onde fizemos nosso check in, despachando as malas para Paris. Voltamos para o lado de fora do aeroporto para Gastón fumar. O aeroporto é pequeno, mas tinha um bom movimento. Decidimos entrar logo, pois tínhamos que passar pela imigração e nos disseram que estavam muito lentos. Não demoramos nada para esta passagem. Com algumas kunas no bolso, resolvemos torrá-las no Duty Free, comprando produtos croatas, como azeites, vinhos e temperos. O voo estava marcado para partir às 15:05 horas. Como já estava perto da hora de embarque, fizemos um lanche rápido no Caffe Lindo, que fica na área de embarque internacional. Olhei o display, percebendo que nosso voo estava atrasado, mas ninguém da companhia área apareceu para explicar quaisquer motivos. E pensam que isto só acontece no Brasil! Ficamos sem ter notícias por mais de uma hora. Só conseguimos informações quando abordei um empregado da Croatia Airlines que chegou para fazer o embarque de um voo para a Alemanha. Ele se limitou a dizer que o voo estava atrasado, fato que todos já sabiam, e que era para aguardar as informações que apareceriam no display. A primeira a aparecer indicou que o voo sairia às 16:15 horas, o que não ocorreu. A partida foi alterada para 16:40 horas, para 16:55 horas, para, enfim, ocorrer às 17:14 horas. Tínhamos um jantar agendado com minha tia e meu primo em Paris às 21:00 horas e temíamos que não daria tempo de chegar. O voo ocorreu de forma tranquila. Aterrissamos no Aeroporto Charles De Gaulle às 19:45 horas, no Terminal 2D. As malas demoraram a chegar. Ainda fizemos câmbio para, em seguida, pegar um táxi que nos levaria ao nosso hotel, o Le Lapin Blanc. Tomamos o táxi às 20:30 horas. O preço da corrida é fixo: € 55 para quem vai para a Rive Gauche, nosso caso, e € 50 para quem tem como destino a Rive Droite. O trajeto até o hotel durou cinquenta minutos, tempo em que aproveitamos o wi-fi gratuito do táxi. Chuviscava em Paris. Quando entramos na minúscula entrada do Le Lapin Blanc (41 Boulevard Saint-Michel), já eram 21:10 horas, ou seja, estávamos atrasados para o jantar. No balcão do hotel, todo decorado com motivos que lembram as histórias de Alice no País das Maravilhas e no País dos Espelhos, ouvimos mais uma vez a frase que faz bem aos ouvidos: "vocês receberam um upgrade". Era o terceiro hotel nesta viagem, o terceiro com tal regalia. Diferente do hotel em Dubrovnik, tudo era bem pequeno neste hotel parisiense. Ele é bem localizado, perto de estação do metrô e com possibilidades de fazer muitos passeios a pé nos seus arredores. Colocamos as malas no quarto, comemos um dos macarons de boas vindas deixados em um redoma na escrivaninha, agasalhamos bem, pegamos um guarda-chuva, saindo para o jantar. Nesta altura, já tínhamos entrado em contato com minha tia, falado do atraso, havendo mudanças no restaurante. Encontramo-nos em frente ao Café des Flores e seguimos para um agradável jantar no Au Saint Benoit (26, Rue Saint Benoît). Assim começava nosso período de férias na capital francesa.
No retorno ao hotel, paramos em uma unidade do Monoprix para comprar água.
No hotel, um banho demorado, pijama quentinho e cama confortável. Dormi profundamente.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

FOTOS DE PARIS - OUTUBRO/NOVEMBRO 2013

Pont des ArtsLe Comptoir - Hôtel Relais Saint-GermainLe Comptoir - Hôtel Relais Saint-GermainLe Comptoir - Hôtel Relais Saint-GermainLe Comptoir - Hôtel Relais Saint-GermainLe Comptoir - Hôtel Relais Saint-Germain
Le MeuriceLe MeuriceLe MeuriceLe MeuriceLe MeuriceLe Meurice
Le MeuriceLe MeuriceLe MeuricePrédio na Rue DantonPrédio na Rue DantonPrédio na Rue Danton
Autolib - sistema de aluguel de carro self-serviceAutolib - sistema de aluguel de carro self-serviceMusée D'OrsayMusée D'OrsayMusée D'OrsayMusée D'Orsay
Paris - França, um álbum no Flickr.
Enfim, últimas fotos de minhas férias de outubro de 2013, quando completei 50 anos. Desta vez, Paris.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

ATRASO, CONEXÃO PERDIDA, MALA EXTRAVIADA - A VOLTA PARA CASA

A van me deixou na porta do Terminal 1 do Aéroport Charles De Gaulle. Os balcões de despacho da TAM ficam bem próximos desta portaria. Não havia ninguém na fila para o check in de quem viajava de classe executiva. Coloquei a mala maior na esteira e entreguei meu passaporte para o atendente, que falava português com sotaque lusitano. Antes de qualquer coisa, ele informou que o voo estava muito atrasado, com previsão de saída de Paris para depois de 23 horas. O horário inicial era 20:30 horas. Ali mesmo no balcão, já fui informado que minha conexão em Guarulhos estava comprometida e remarcaram meu trecho Guarulhos-Brasília para 12:55 horas, enquanto o previsto era eu sair de lá por volta de sete horas da manhã. Não adiantava reclamar, pois não havia nenhum avião da TAM em solo. Tinha apenas uma opção: esperar. Ainda bem que viajava de executiva, podendo ficar na sala vip da Star Alliance. Com o cartão de embarque nas mãos, bagagem de mão e mochila, segui para a alfândega francesa, onde peguei o carimbo para a restituição dos impostos de duas compras que tinha feito na Itália. Não havia fila. Fui rapidamente atendido e não houve necessidade de mostrar as compras, mas para o casal que estava atrás de mim, pediram para eles abrirem as malas e mostrar tudo que tinham comprado. A seguir, era hora de enfrentar nova fila. Desta vez para receber o dinheiro do imposto. Havia uma senhora fazendo uma espécie de triagem e dando a senha para os turistas. Muitos chineses lentos estavam na minha frente, mas como não tinha pressa, fiquei calmo. Na minha vez, ela disse que para uma das compras, o imposto seria restituído via cartão de crédito, mostrando-me a caixa onde depositar o envelope. A outra poderia ser em dinheiro. Para receber em euros, a espera era de mais de uma hora por causa dos chineses que sempre preferem esta moeda, ao deixar a França. Quis receber em dólar. Recebi a senha e fiquei em pé esperando, pois não há local para sentar. Em menos de dez minutos fui chamado, recebi os dólares, indo, sem seguida, para o portão de embarque, onde meu cartão foi conferido, passei no controle de imigração, quando o funcionário estranhou a minha foto de bigode, mas não criou caso. Já estava na área de lojas. Fui gastar os últimos euros comprando um presente de aniversário para uma amiga, um perfume para mim e uma bolsa expansível da Longchamp, também para mim. Ainda eram 18:30 horas quando terminei tudo. Fui para a sala vip, onde esperei muito para embarcar. A sala tem hora de fechar. Por volta de 22 horas, não havia mais nenhuma comida disponível. Somente passageiros da TAM aguardavam na sala. A companhia estava pagando a hora extra para manter a sala aberta somente para seus passageiros. O chamado foi feito perto de meia noite. Cansado, fui para o portão de embarque. É uma longa caminhada até ele. Até então, não tinha passado por nenhum controle de raio X. Naquele terminal, este controle é feito no satélite de embarque, bem perto do portão. Um monte de gente estava aglomerado em frente aos portões por onde embarcaríamos. Não houve nenhum embarque prioritário. Valeu a lei do mais forte. Deixei a turba passar, entrando no avião quando já estava bem mais calmo. Acomodei-me na primeira fileira da classe executiva, preparando-me para dormir. Avisei à comissária que não queria jantar, pedindo a ela que me acordasse para o café da manhã. Houve muita turbulência, motivo pelo qual dormi picado, muito mal. Em Guarulhos, chegamos com cinco horas de atraso. Como tinha três horas para meu voo, fiquei calmamente na loja Dufry, na qual comprei alguns chocolates e perfumes. Passei sem ser parado na alfândega brasileira. Fui direto para o balcão de conexão da TAM, mas, como de costume, a esteira não estava funcionando. Peguei o elevador e fui despachar a bagagem maior no saguão superior. Fui primeiro no balcão da classe executiva, mas a empregada disse que só atendia voos internacionais, apontando-me o balcão para quem tem o cartão fidelidade vermelho. Fiquei um bom tempo na fila, sem perspectivas de ser atendido. A gerente interviu, levando-me para o mesmo balcão que eu tinha tentado fazer o check in antes. Na hora de sair, a jovem atendente me disse que eu tinha que despachar a minha mala de mão. Tentei argumentar que sempre viajava com ela na cabine, mas ela foi taxativa, dizendo-me para eu não me importar, pois colocaria uma etiqueta de prioridade e as duas malas seguiriam juntas para Brasília. Sem discutir, despachei a mala de mão. O voo saiu no horário, lotadíssimo. Em Brasília, a espera foi longa para sair a primeira mala na esteira. E a minha espera foi mais longa ainda, pois a bagagem maior apareceu logo, mas a menor não. O setor esvaziou. Eu e uma senhora estrangeira ficamos a ver navios, ou melhor, ficamos sem ver nossas malas. Reclamei para o funcionário TAM que estava acompanhando aquele desembarque. Ele passou um rádio para o setor de bagagens e nada mais havia por lá. Era hora de reclamar no setor de malas extraviadas. Fui o primeiro a fazê-lo. Enquanto a moça abria meu processo, ela recebeu uma mensagem que minha mala tinha ficado em Guarulhos e que chegaria em Brasília no próximo voo, por volta de 17:30 horas. Concluiu o processo, afirmando que a mala seria entregue em minha casa até às 21 horas daquele domingo, 03 de novembro. Fui embora. Já em casa, com a mala maior desfeita, depois de um bom banho, recebo uma ligação da TAM perguntando se poderiam entregar a mala. Às 20:10 horas, quando o funcionário da TAM bateu campainha na minha casa, acabava a saga da mala de mão. Era o final de uma viagem curta, mas excelente.

domingo, 24 de novembro de 2013

ÚLTIMA CAMINHADA EM PARIS ANTES DE VOLTAR PARA BRASÍLIA

Saímos do Musée D'Orsay por volta de 14:30 horas. Tinha dua horas antes de deixar o hotel. O tempo estava bom, com um sol tímido esquentando as ruas de Paris. Decidimos voltar a pé para o hotel, margeando o Rio Sena. Muitos turistas resolveram fazer o mesmo na bela tarde de sábado, dia 02 de novembro de 2013. No caminho, paramos várias vezes para tirar fotos. Uma das paradas foi na Pont des Arts, própria para pedestres, com piso de madeira e gradil de ferro, que se transformou em uma atração turística depois que casais apaixonados selam seu amor com cadeados presos nas grades de ambos os lados da ponte. Depois de fechado, a chave do cadeado é jogada no Rio Sena, como um símbolo de amor eterno entre os casais. Hoje, a ponte é parada obrigatória e é conhecida como a ponte dos cadeados. Muita gente procurava uma brecha para tirar uma foto tendo os cadeados e o Rio Sena como pano de fundo. Fizemos o mesmo. Seguindo em direção à Place Saint-Michel, passamos pelas barraquinhas dos chamados bouquinistes, aqueles que vendem livros, cartazes, revistas, vinil, entre outros itens, todos eles antigos. Um autêntico sebo ao ar livre, geralmente comandados por idosos, que mantém a áurea romântica da cidade. Algumas barracas exibiam cartazes de proibido fotografar, mas a maioria ignorava e posava para fotos. A caminhada durou cerca de meia hora. Já no hotel, fui para o quarto de Rogério e Emi, onde estavam minhas malas, pois já tinha feito o check out desde cedo, antes de sair para a visita ao Musée D'Orsay, quando paguei por três noites, taxas locais e o consumo de frigobar a quantia de € 664. Quando estávamos no quarto, o telefone tocou. Era Wilson que tinha ido buscar os meninos para um passeio. Era hora de descer com as malas. Aproveitei para me despedir de todos no saguão do hotel. O transporte para o aeroporto, contratado na Flynet Europe, estava marcado para 16:30 horas, mas a van encostou na porta do hotel meia hora antes. Era o mesmo motorista Manoel que fez o trajeto inverso quando cheguei na cidade. Malas no carro e saímos mais cedo. O trânsito estava bem melhor do que quando cheguei. Embora movimentado, ele fluía bem. Com quarenta e cinco minutos, cheguei ao Terminal 1 do Aéroport Charles De Gaulle. Fui direto para o balcão da TAM. Estava terminando a minha excelente viagem de comemoração dos meus 50 anos de idade.