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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

GALETERIA GAÚCHA - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Ainda respeitando as restrições da dieta da proteína em sua segunda semana, decidi ir a um rodízio de galeto, pois já estava cansado de comer carne vermelha ou peixe. A escolha recaiu na Galeteria Gaúcha, unidade da Asa Sul. Foi só entrar no restaurante para cair uma chuva forte, com direito a trovoadas. A cidade estava precisando deste refresco. Foi ótimo almoçar sentindo um cheirinho de terra molhada.


Endereço: SCLS 108, Bloco D, lojas 21/29, Asa Sul, Brasília, DF.

Fone: (61) 3242 2656

Diferencial: a fartura do rodízio, tanto do galeto, quanto dos acompanhamentos.

Especialidade: galeto assado na brasa, obviamente.

Quando fui: almoço de 24 de setembro 2013, terça-feira. Estava só. Sentei em uma mesa ao lado da janela, o que me permitiu sentir o cheiro de terra molhada enquanto a chuva caía forte. Permanecei no local por 45 minutos.

Serviço: amigável, parecendo serviço de bar. Como o rodízio é o forte da casa, foi só sentar, pedir a bebida e já colocaram na mesa o recipiente com a chapa que permanece quente, onde fica o frango assado e as vasilhas com os diversos e fartos acompanhamentos.

O que bebi: uma lata, 350 ml, de Guaraná Antarctica Zero (R$ 4,00), e uma xícara de café espresso Diletto (R$ 4,00) ao final.

O que comi: seguindo minha rigorosa dieta da proteína, não toquei em vários acompanhamentos colocados à mesa: macarrão à bolonhesa, maionese de batatas, polenta grelhada e polenta frita (estava com uma aparência ótima: douradas, sequinhas e aromáticas). Para acompanhar o galeto assado na brasa com bastante ervas e servido na chapa quente (R$ 45,00), em quantidade para lá de suficiente para uma pessoa, experimentei apenas a salada de alface, tomate, repolho roxo, rúcula, tiras de pimentão vermelho e cebola crua (que deixei de lado), regados com um fio de azeite extra virgem Galo. Além das ervas que já estão nos pedaços do galeto, reguei a carne com o vinagrete que também acompanha o rodízio. O franguinho é bem temperado, carne macia, quente, saboroso. Comi bastante, mas nem precisei pedir que me servissem mais, embora o garçom passou com uma nova leva de pedaços de galeto por duas vezes em minha mesa perguntando se eu estava servido.



Valor que me coube na conta: R$ 49,50

Minha avaliação: * * *. Local simples, mas com qualidade no que serve.


Gastronomia Brasília (DF)

domingo, 26 de julho de 2009

PARABÉNS BRASIL!!!

Domingo de preguiça. Passo algumas músicas para o ipod e leio jornais velhos (tenho este hábito).
Para almoçar, demoramos muito a sair e fomos sentar em um restaurante já depois das 14 horas. Escolhemos o Galeteria Gaúcha (SCLS 108, Bloco D, lojas 21/29, Asa Sul) e comemos o cardápio único da casa: galeto assado na brasa com massa, maionese, salada verde e polenta. Para mim, é a melhor galeteria de Brasília. Ambiente ruidoso e grande, mas com serviço eficiente e muita fartura.

Voltei para casa e fiquei vendo a final da XX Liga Mundial de Voleibol, quando o Brasil derrotou a Sérvia, em plena Belgrado, repetindo a vitória de 2005 e igualando à Itália com oito títulos conquistados da liga. PARABÉNS BRASIL!!!!

Dormi um pouco em seguida.

Para fechar o final de semana conhecendo novos espaços gastronômicos, fui sozinho ao Tio Gu Café e Creperia (SCLS 413, Bloco D, loja 30, Asa Sul). Com sete anos de existência em Itacaré, Bahia, a nova creperia da cidade abriu as portas há três meses e parece que está fazendo sucesso. Os proprietários conseguiram trazer um clima praiano para a secura do cerrado. A decoração tem o bambu como elemento predominante e os atendentes são jovens e bem sorridentes. Há dois tamanhos de crepes, pequeno e grande. Escolhi um crepe simples, de mussarela, tomate fresco e manjericão, no tamanho grande. Para beber um suco de abacaxi, hortelã, manjericão e couve, que eles chamam de Hulk. O crepe grande é pequeno. Assim, quem estiver com fome deve pedir dois crepes, ambos salgados, ou um salgado e um doce. Para o crepe doce aceitei a sugestão do atendente e comi um crepe de banana em rodelas, canela, chocolate ao leite e farinha de castanha de caju. A massa do crepe doce é bem sequinha. O crepe doce estava melhor do que o salgado. A curiosidade é que todos os crepes recebem nomes de praias brasileiras. Enquanto fiquei lá, o local permanceceu cheio o tempo inteiro, com predominância da juventude sarada da cidade. Fui informado, ao pagar a conta, que o local tem música ao vivo às terças e quartas-feiras, no horário de 20 às 22 horas, com cobrança de couvert artístico. Nada mais Bahia, nada mais praiano...