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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

RISTORANTE LIMONCELLO - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Endereço: SCLS 402, Bloco A, Loja 33, Asa Sul, Brasília, DF (www.limoncelloristorante.com.br)

Contato: +55 61 3226 3208.

Especialidade: culinária italiana, sob o comando do chef Evandro Bezerra da Silva.

Quando fui: almoço de 25 de novembro de 2013, segunda-feira. Éramos 02 pessoas, sem reserva. Ficamos no salão ao fundo do primeiro piso, em ambiente belamente decorado com mobiliário antigo e ferragens. Quadros atuais dão o toque moderno à casa. A louça é um destaque do restaurante. Como era dia útil, intervalo de almoço no trabalho, ficamos por volta de uma hora no local.

Serviço: garçons atenciosos, explicando os itens do cardápio que perguntamos. Pratos chegaram em tempo razoável à mesa.

O que bebi: como era dia de trabalho, bebi uma lata de Coca Cola (R$ 5,50) e um bem tirado café espresso Nespresso (R$ 5,00) ao final da refeição. 

O que comi: compartilhei com Karina o couvert da casa (R$ 21,00): cesto de pães quentinhos, azeitonas pretas, bolinhas de mussarela de búfala, tomatinhos temperados (disparado é o melhor do couvert), e azeite temperado com queijo parmesão. Assim que viu as vasilhas pela metade, o garçom perguntou se queríamos reposição. Agradecemos, mas preferimos esperar o prato principal. No meu caso, escolhi um medalhão com presunto de Parma, molho de vinho do porto e mel, escoltado por um risoto de parmesão (R$ 79,00). O prato foi servido em uma bela louça verde em formato de folha de uma verdura, era bem perfumado e estava com bom tempero. Carne macia, no ponto correto, rosadinha por dentro e um risoto al dente. Muito bom. Declinei da sobremesa.





Valor que me coube no total da conta: R$ 120,45.

Minha avaliação: * * * 1/2. Embora tenha gostado das minhas escolhas, achei o restaurante caro para o dia a dia. Deu vontade de voltar à noite, quando a iluminação é feita à luz de velas.

Gastronomia Brasília (DF)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

EL PASO LATINO - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Hora do almoço de terça-feira, dia 22 de outubro. Último dia de trabalho antes da minha viagem de férias. Tinha combinado com Karina de almoçarmos juntos. A opção por mim sugerida e imediatamente acatada por ela foi o El Paso Latino, onde ocorre, até o dia 27 de outubro, o 6º Festival de Ceviches, por David Lechtig, o chef do restaurante. Chegamos mais cedo do que o costume rotineiro em dias de trabalho, por volta de 12:30 horas, deixando o carro com o manobrista.

Endereço: SCLS 404, Bloco C, loja 15, Asa Sul, Brasília, DF.

Contato:  (61) 3323 4618.

Especialidade: culinária latino-americana, com destaque para a cozinha peruana, sob o comando do chef David Lechtig.

Quando fui: almoço de 22 de outubro de 2013, terça-feira. Éramos 02 pessoas. Ficamos em uma mesa localizada no salão ao fundo, à direita de quem entra. Permanecemos no local por mais de uma hora.

Serviço: manobrista exclusivo do restaurante, com o valor (R$7,00) sendo cobrado na conta. Garçons atenciosos, cordiais, com atendimento acima da média do que vemos em Brasília. A casa oferece um cesto de chips de milho, feitos no próprio local, com uma tigela de salsa roja como cortesia, enquanto esperamos o nosso pedido chegar à mesa. Wi-fi gratuito, mediante fornecimento de senha. Minha amiga não gostou de um dos ceviches que ela pediu. O garçom, ao recolher o prato, perguntou se ela não havia gostado, oferecendo um novo sabor para ela. Karina disse que não precisava, pois estava satisfeita, mas o chef fez questão de enviar uma nova porção do mesmo ceviche para ela provar. Karina provou e aprovou, dizendo que os sabores eram completamente diferentes. Este tipo de atitude do chef faz a diferença!


O que bebi: uma lata de 350 ml de Guaraná Antarctica Zero (R$ 5,50), em copo longo com gelo e laranja. Ao final, um bem tirado café espresso Lavazza (R$ 4,00), que é acompanhado por um biscoitinho coberto com chocolate e um pau de canela para mexer o açúcar ou adoçante que colocamos no café. A canela dá um sabor especial à bebida.

O que comi: fui para provar algum prato do 6º Festival de Ceviches. Ao preço fixo de R$ 44,00, o cliente escolhe dois tipos de ceviches criados especialmente para o evento. Além dos dois ceviches, integra o menu uma causa de camote e uma yuca picante a la huncaína. Fiquei em dúvida entre sabores inusitados, como caranguejo, vieiras, pato e pirarucu. Ao final, escolhi o Ceviche Nayarit (camarão com guacamole, cebola, tomate e jalapeño) e o Ceviche Amazônico (pirarucu com folhas de jambu e azeite de sementes da Amazônia Peruana). O prato não demorou a chegar e tem linda apresentação, com os ceviches vindo em duas cumbucas de porcelana branca sendo servidas sobre uma pedra de ardósia, com a causa e a yuca entre elas. Comecei pela versão amazônica. O caldo de limão, o jambu e a cebola roxa picada estava delicioso, entranhando bem na carne consistente do pirarucu. Isto sem falar na leve e gostosa dormência que a folha típica do Norte do país provoca nos lábios e na boca. No entanto, parece-me que este peixe não combina muito bem com os ingredientes do ceviche, pois sua carne não estava macia, mas o sabor era muito bom. O detalhe do chips de banana verde que decora os ceviches é digno de nota, pois tem presença e são saborosos. Em seguida, experimentei a causa de camote. Causa é um prato peruano cuja massa é feita com batata e limão, recheada por diversos ingredientes. No caso, o chef usou a batata doce (camote) na elaboração da massa, colocando um recheio de peixe com passas, provocando um sabor muito doce neste acompanhamento, o que ajudou a neutralizar o ácido do limão dos caldos dos ceviches. A yuca (mandioca) estava levemente picante e derretia na boca. Sensacional. Por fim, o melhor. O ceviche nayarit estava divino. Camarões, cebola picada, tomate,  limão, tudo envolvido com guacamole (abacate) foi um achado do chef. Sabor leve, marcante, daqueles com vontade de repetir muitas e muitas vezes. Espero que esta versão entre no cardápio fixo da casa, pois é muito boa. Fiquei tão empolgado com este ceviche que resolvi pedir uma sobremesa típica peruana, que no El Paso Latino recebe o nome de suspiro de limeña (R$ 16,00). Servida em uma taça grande, consiste de um creme de doce de leite com vinho do Porto, coberto com merengue e canela. O creme é adocicado no ponto, sem ser enjoativo, e o merengue faz a diferença no paladar. Muito bom.

Ceviche Nayarit


Ceviche Amazônico


suspiro de limeña
Valor que me coube da conta: R$ 71,30.

Minha avaliação: * * * *. Local para se voltar muitas e muitas vezes, pois além da comida excelente, o astral do lugar é para cima, com decoração alegre e vibrante.

Gastronomia Brasília (DF)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BOTECO BRASÍLIA - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)

Após um longo dia de trabalho, já na metade da noite, fui levar Diana em casa quando resolvemos parar em um boteco para espairecer da tensão e do cansaço da jornada. Juntaram-se a nós Alberto e Karina. A escolha recaiu no Boteco, filial de Brasília da casa pernambucana também presente em outras cidades do país.

Endereço: SCLS 406, Bloco D, loja 35, Asa Sul, Brasília, DF.

Contato:  (61) 3443 4344.

Especialidade: comida de boteco, com destaque para as enormes coxinhas.

Quando fui: noite de 09 de outubro de 2013, quarta-feira. Éramos 04 pessoas. O bar tem decoração característica de botecos, especialmente as mesas e cadeiras de madeira, o chão forrado com ladrilho hidráulico e televisões ligadas em jogos de futebol. Preferimos ficar no salão mais ao fundo, em mesa escondida atrás da parede que divide os dois ambientes do bar.

Serviço: sistema de rodízio de alguns itens do cardápio, como empadas, coxinhas, espetos de lingüiça, de picanha, de frango, escondidinhos, entre outros, além dos copos de chopp. Embora seja rodízio, pague-se por cada item consumido, sempre anotado por um atento garçom que acompanha aqueles que servem comidas e bebidas. Wi-fi gratuito, mediante senha enorme fornecida pelo garçom. O wi-fi é fraco. Preferi navegar na rede 3G do meu celular. Os garçons são prestativos e passam constantemente nas mesas oferecendo os quitutes que saem do forno e da brasa a todo o instante.

O que bebi: uma garrafa de água mineral com gás de 350 ml (R$ 3,70), e um copo de caipirinha de lima da pérsia (R$ 7,60), que estava uma delícia, feita com cachaça leve e com sabor adocicado.

O que comi: comecei aceitando uma empadinha de frango (R$ 5,90),que tinha acabado de sair do forno, com massa podre e com recheio generoso. Em seguida, aceitei uma unidade da lingüiça toscana (R$ 6,50), cujo sabor deixou a desejar, pois não estava suculenta como eu gosto. Veio a primeira coxinha da noite, ou melhor, um coxão, aromática, bonita, com aquela cor cobreada. Pedi a de camarão (R$ 9,90), cuja massa tem camada fina, deixando muito espaço para os camarões que compõem o recheio. Mas a melhor mesmo é a coxinha de frango, a mais simples, que utiliza o próprio osso da coxinha da asa para dar sustentação ao salgado, no lugar do antigo palito (as coxinhas antigamente tinham um palito na ponta para segurá-las). Simplesmente deliciosa. Deu vontade de pedir outra, mas já estava pra lá de satisfeito. Também foram consumidos na mesa pelos meus amigos: coxinha de frango com catupiry (R$ 8,90), empada de queijo do reino (R$ 5,90), caldo de feijão (R$ 4,80), tomate sertanejo (R$ 10,90), lingüiça suína formiga (R$ 6,70), miniescondidinho de caranguejo (R$ 11,70), caipifruta (morango e lima – R$ 13,20 cada uma).

Valor que paguei do total da conta: R$ 51,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. Boa opção para um happy hour com amigos, apreciando as iguarias que passam a todo momento nas mesas.


Gastronomia Brasília (DF)

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

OLIVAE - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)

Mais um restaurante para conhecer na cidade. Convidei Diana, Karina e Fabiola para almoçar na segunda-feira no Olivae, que fica na chamada quadra dos restaurantes da Asa Sul.

Endereço: SCLS 405, Bloco B, loja 06, Asa Sul, Brasília, DF.

Contato:  (61) 3443 8775.

Especialidade: culinária contemporânea.

Quando fui: almoço de 07 de outubro de 2013, segunda-feira. Éramos 04 pessoas. O restaurante é pequeno, mas não tivemos dificuldades em sermos acomodados, pois apenas duas mesas estavam ocupadas. Ficamos perto da porta lateral que dá para a passagem entre os blocos. Chegamos pouco antes de 13 horas e por lá ficamos por mais de uma hora.

Serviço: garçons simpáticos, atenciosos. Assim que Diana reclamou que o seu filé estava frio, providenciaram a troca do prato de imediato. Cardápio enxuto, com opções de pratos executivos para o almoço de segunda a sexta. A apresentação do cardápio é simples: descrição dos pratos em folhas de papel reciclado presos em uma prancheta de material compensado. Wi-fi gratuito mediante fornecimento de senha. Há serviço de manobrista, cobrado à parte, mas não o utilizamos.

O que bebi: uma lata de 350 ml de Coca Cola Zero (R$ 4,50), em copo com muito gelo e, ao final, uma xícara de café espresso (R$ 3,80).

O que comemos: as meninas pediram o couvert da casa (R$ 9,20), que consistia de fatias de pães artesanais, manteiga saborizada, conserva de berinjela e de tomate cereja, único item que experimentei. A casa tem uma variedade de azeites portugueses, fazendo justo ao seu nome, dos quais três deles foram colocados à mesa para acompanhar o couvert. Todos nós preferimos escolher entre os pratos executivos. É uma espécie de menu, do qual o cliente escolhe uma das opções de carne, sendo que a salada de entrada e as guarnições são idênticas para todas. O molho da carne também é uma escolha do comensal. No caso, pedi um medalhão de mignon ao poivre (R$ 37,90), ao ponto, com o molho de pimenta verde (poivre vert) servido à parte em uma molheira individual de porcelana branca. A salada de folhas verdes e minimilho já vem servida junto com o filé. Regada com azeite gourmet., a salada estava saborosa. O meu filé veio frio, o mesmo acontecendo com as escolhas das minhas amigas, motivo pelo qual Diana reclamou e seu prato foi trocado. A carne estava no ponto correto e bem macia, permitindo que o molho completasse o seu tempero, mas ser servida fria mostrou que o descongelamento é feito “na marra“, após os pedidos serem anotados, o que prejudicou o seu sabor. As guarnições são oferecidas em sistema de rodízio, chegando quentinhas à mesa. Foram as seguintes as opções: batatas fritas cortadas em forma palito, que não provei; purê de mandioquinha, que estava com ótimo aroma e consistência, mas no paladar não surpreendeu; abobrinha e cenoura cortadas em juliene salteados na manteiga, estavam bem feitas, em consistência boa, não muito cozidas, bem saborosas; salada de trigo integral com hortaliças, bem insossa; e tomate recheado com farofa de pães e presunto, o melhor de todas as opções, quente, com recheio crocante, bem temperado e saboroso. Não compartilhei a sobremesa com minhas amigas.


Valor que paguei do total da conta: R$ 55,19.

Minha avaliação: * * 1/2. O restaurante precisa melhorar a preparação de seus pratos. Não se pode servir pratos frios.


Gastronomia Brasília (DF)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

BECO - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)



Meio sem rumo para almoçar, eu e Fabíola acabamos por passar em frente ao Beco Bar e Restaurante, lugar com cara de boteco carioca. Uma lousa na entrada chamava a atenção para o prato do dia: bisteca. Resolvemos experimentar, embora não tivesse ninguém no restaurante.

Endereço: SCLS 407, Bloco A, lojas 34/36Asa Sul, Brasília, DF.

Contato:  (61) 3443 7735.

Especialidade: cozinha de boteco.

Quando fui: almoço de 01º de outubro de 2013, terça-feira. Éramos 02 pessoas. Com tanta mesa à disposição, tanto no salão interno quanto no beco entre os blocos, preferimos ficar em uma mesa interna, perto de uma janela que dá para o tal beco. Chegamos um pouco antes das 13 horas e por lá ficamos por cinquenta minutos.

Serviço: cordial, atencioso. Os pratos chegaram rápidos. Há wi-fi mediante solicitação de senha.

O que bebi: uma lata, 300 ml, de Guaraná Antarctica Zero (R$ 4,50) e uma xícara de café Nespresso ao final (R$ 4,50).

O que comi: a casa tem um cardápio mais para petiscos, pois o forte é sua vertente bar. Para refeições, as opções são mais contidas, com alguns pratos executivos, massas e um prato do dia. Escolhi um dos clássicos de boteco, o filé Oswaldo Aranha (R$ 32,90). Antes do prato chegar à mesa, o garçom nos serviu uma cesta com torradinhas com manteiga e ervas. Quentes e bem saborosas. Pedi o filé ao ponto e ele veio quase esturricado. Estava bem temperado, mas ficou ressecado. O alho que veio por cima do filé estava bem crocante. Como acompanhamentos, apenas arroz branco e batata portuguesa (aquelas fritas bem fininhas e sequinhas). O garçom ainda nos trouxe uma panelinha de cerâmica com um pouquinho de feijão preto como cortesia. Seguindo firme na dieta, comi uma colher de sopa de arroz com feijão, deixando a batata de lado. Isto porque estou na fase de comer uma quantidade mínima de carboidratos por dia.


Valor que paguei do total da conta: R$ 44,00.

Minha avaliação: * * 1/2. Decoração no melhor estilo boteco carioca centenário, com piso de ladrilho hidráulico, mesas de madeira, gradis de ferro ornamentados e um grande balcão de madeira servindo de bar. Creio que deve ser bem melhor em happy hour, com todos os aspectos de bar em evidência.


Gastronomia Brasília (DF)

sábado, 28 de setembro de 2013

CORRIENTES 348 - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)



Ainda respeitando as restrições da dieta da proteína em sua segunda semana, foi a vez de voltar a uma casa especializada em carne. Como a ida ao Corrientes 348 tinha sido frustrada na sexta-feira, 20 de setembro, eu e Karina resolvemos ir mais cedo para não pegar fila de espera. Fomos felizes.


Endereço: SCLS 411, Bloco D, loja 36, Asa Sul, Brasília, DF.

Fone: (61) 3345 1348

Diferencial: o ponto da carne.

Especialidade: churrasco portenho.

Quando fui: almoço de 27 de setembro 2013, sexta-feira. Éramos dois. Chegamos às 12 horas, quando o restaurante ainda estava vazio. Sentamos em uma mesa para dois perto dos vasos de planta. Foi ótimo ter chegado cedo, pois logo a casa lotou e se formou a fila de espera. Ficamos por mais de uma hora no restaurante em um início de uma agradável tarde.

Serviço: bom, embora tenha sido necessário chamar o garçom por mais de uma vez (entendo que os garçons devem ficar atentos a todas as mesas). Logo quando sentei, notei que prato, talheres e guardanapo estavam com restos de fuligem e folhas, provavelmente trazidos pelo vento. Pedi para trocar tudo e fui prontamente atendido. A garçonete trocou todo o set, tanto o meu quanto o de Karina.

O que bebi: uma garrafa, 300 ml, de água mineral com gás São Lourenço (R$ 3,90), e uma xícara de café espresso (R$ 4,80) ao final.

O que comi: seguindo minha rigorosa dieta da proteína, desprezei o ótimo pão torrado com chimichurri que é servido como cortesia. Pedimos um ojo del bife (miolo do contra filé), porção para duas pessoas, com 600 gramas (R$ 119,00), acompanhado de surtidos tricolor, ½ porção (R$ 15,00), e brócolis salteado com cebola (R$ 16,00). A carne já vem servida em dois generosos pedaços, no ponto perfeito, com um pouquinho de sangue ao cortar e as gorduras que lhe dão sabor, temperada apenas com sal grosso. Quem quiser, pode colocar um pouco do molho chimichurri que acompanha as carnes do menu. Os legumes dos surtidos tricolor, pimentão vermelho, cebola e berinjela, são assados na brasa, tendo um leve sabor defumado. Muito bom. O brócolis salteado na cebola estava sem graça e ficou totalmente perdido em sabor quando comparado aos legumes.

Valor que me coube na conta: R$ 94,22

Minha avaliação: * * * *. Vale a visita. Carne sempre no ponto correto, temperada ao modo argentino e servida bem macia. Embora não tenha comido desta vez por causa da dieta, a panqueca de doce de leite é imperdível.

Gastronomia Brasília (DF)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

GALETERIA GAÚCHA - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Ainda respeitando as restrições da dieta da proteína em sua segunda semana, decidi ir a um rodízio de galeto, pois já estava cansado de comer carne vermelha ou peixe. A escolha recaiu na Galeteria Gaúcha, unidade da Asa Sul. Foi só entrar no restaurante para cair uma chuva forte, com direito a trovoadas. A cidade estava precisando deste refresco. Foi ótimo almoçar sentindo um cheirinho de terra molhada.


Endereço: SCLS 108, Bloco D, lojas 21/29, Asa Sul, Brasília, DF.

Fone: (61) 3242 2656

Diferencial: a fartura do rodízio, tanto do galeto, quanto dos acompanhamentos.

Especialidade: galeto assado na brasa, obviamente.

Quando fui: almoço de 24 de setembro 2013, terça-feira. Estava só. Sentei em uma mesa ao lado da janela, o que me permitiu sentir o cheiro de terra molhada enquanto a chuva caía forte. Permanecei no local por 45 minutos.

Serviço: amigável, parecendo serviço de bar. Como o rodízio é o forte da casa, foi só sentar, pedir a bebida e já colocaram na mesa o recipiente com a chapa que permanece quente, onde fica o frango assado e as vasilhas com os diversos e fartos acompanhamentos.

O que bebi: uma lata, 350 ml, de Guaraná Antarctica Zero (R$ 4,00), e uma xícara de café espresso Diletto (R$ 4,00) ao final.

O que comi: seguindo minha rigorosa dieta da proteína, não toquei em vários acompanhamentos colocados à mesa: macarrão à bolonhesa, maionese de batatas, polenta grelhada e polenta frita (estava com uma aparência ótima: douradas, sequinhas e aromáticas). Para acompanhar o galeto assado na brasa com bastante ervas e servido na chapa quente (R$ 45,00), em quantidade para lá de suficiente para uma pessoa, experimentei apenas a salada de alface, tomate, repolho roxo, rúcula, tiras de pimentão vermelho e cebola crua (que deixei de lado), regados com um fio de azeite extra virgem Galo. Além das ervas que já estão nos pedaços do galeto, reguei a carne com o vinagrete que também acompanha o rodízio. O franguinho é bem temperado, carne macia, quente, saboroso. Comi bastante, mas nem precisei pedir que me servissem mais, embora o garçom passou com uma nova leva de pedaços de galeto por duas vezes em minha mesa perguntando se eu estava servido.



Valor que me coube na conta: R$ 49,50

Minha avaliação: * * *. Local simples, mas com qualidade no que serve.


Gastronomia Brasília (DF)

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

BOTEQUIM INFORMAL - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Depois de uma longa reunião de trabalho, em uma sexta-feira bem quente em Brasília, resolvemos almoçar no restaurante 348 da Asa Sul, especializado em carnes. Lá chegando, deixei o carro com o manobrista. A fila de espera era imensa, quando ficaríamos, no mínimo, uns quarenta minutos antes de nos sentarmos. A fome era grande. Do outro lado da rua fica o Botequim Informal, franquia de famoso bar do Rio de Janeiro. Estava vazio e servia almoço, apesar de seu forte serem os petiscos próprios de bar, enchendo no final de tarde/início de noite. Conversei com o manobrista para o carro ficar com ele e atravessei a rua.

Endereço: SCLS 410, Bloco D, loja 34, Asa Sul, Brasília, DF.

Fone: (61) 3244 0421.

Diferencial: o ambiente descontraído, próprio dos botequins cariocas.

Especialidade: comida de boteco.

Quando fui: almoço de 20 de setembro 2013, sexta-feira. Éramos quatro pessoas. Sentamos em mesa no centro do salão. Poderíamos nos sentar em qualquer lugar, pois mesa vazia era o que não faltava. Chegamos após 14 horas, permanecendo no local por cinquenta minutos.

Serviço: amigável, como deve ser um serviço de bar. Rápido e bem próximo do cliente. Os pratos chegaram rapidamente à mesa. Há serviço de manobrista pago, embora eu não o tenha utilizado.

O que bebi: uma garrafa de água mineral com gás, 300 ml, São Lourenço, e uma xícara de café espresso Nespresso ao final.

O que comi: seguindo minha rigorosa dieta da proteína, não compartilhei a porção de pasteis que minhas companheiras de mesa pediram. Bonitos e aromáticos estavam. Dentre as opções possíveis para as minhas restrições alimentares, escolhi o filé de peixe grelhado, acompanhado de purê de batatas e salada de tomate, alface, mussarela de búfala e manjericão (R$ 20,90). Perguntei ao atencioso garçom se era possível retirar o purê de batatas e dobrar a salada. Resposta positiva. O prato é bem servido e estava muito bem montado. A salada não tinha tempero, motivo pelo qual a reguei com azeite extra virgem da marca Galo. O peixe era tilápia, em tamanho grande. Grelhado de modo que ficou dourado por fora e branquinho por dentro, com carne macia, com ótimo tempero, um sabor muito leve no paladar. Confesso que fiquei surpreso com a qualidade e o sabor do prato, pois tinha poucas expectativas pelo forte do local ser os petiscos típicos de bar.

Valor que me coube na conta: R$ 41,25.

Minha avaliação: * * * 1/2. Local para se voltar várias vezes na hora do almoço.

Gastronomia Brasília (DF)


domingo, 22 de setembro de 2013

UNIVERSAL DINER - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


As amigas e colegas de trabalho pediram para eu indicar um local animado, mas que também servisse jantar, para a despedida de Maíra, de mudança temporária para a Alemanha, viagem para estudar. Não pensei duas vezes: Universal Diner. Sugestão acatada, lá fomos nós para uma divertida noite de quinta-feira, com direito a cantar parabéns e colocar chapéus engraçados nas cabeças, tudo oferecido pelo restaurante. Depois que o Universal Diner mudou de endereço, foi a primeira vez que lá fui.

Endereço: SCLS 210 , Bloco C, loja 12/18, Asa Sul, Brasília, DF.

Contato:  (61) 3443 2089.

Especialidade: cozinha contemporânea, com toques de autor, sob o comando da chef Mara Alcamin.

Quando fui: jantar de 19 de setembro de 2013, quinta-feira. Éramos 11 pessoas. Ficamos na primeira mesa, logo à direita de quem entra. O restaurante não estava cheio. Cheguei por volta de 21 horas e só fui embora depois de meia noite, mas ainda deixei muita gente por lá, inclusive a homenageada da noite.

Serviço: alegre, prestativo, um pouco apressado para retirar copos e pratos da mesa, sem perguntar se estávamos satisfeitos. Assim, dois drinques foram levados de minhas amigas com o copo ainda com as respectivas bebidas, mas, após reclamarem com o garçom, vieram outras taças pela metade. Há wi-fi gratuito, mediante solicitação de senha. A música sai em volume um pouco alto para quem quer conversar, mas é ideal para quem quer dançar um pouco, mesmo que sentado na própria cadeira. Atenderam todos os nossos pedidos de músicas. Pedi algumas modificações em meu prato, como a retirada de uma geleia de frutas vermelhas, pois estou de dieta, e fui prontamente atendido. Os pratos não demoraram para chegar à mesa. Alguns preferiram ficar só nos petiscos, enquanto outros jantaram, meu caso.

O que bebi: uma garrafa de água mineral com gás, 300 ml, São Lourenço (R$ 5,50), e uma lata de Pepsi Light (R$ 5,50).

O que comi: salmão quitinete (R$ 65,00), prato do cardápio do Quitinete quando Mara ainda era sua proprietária. Originalmente, o prato consiste de um filé de salmão fresco com queijo brie e geleia de frutas vermelhas, acompanhado de risoto negro. Pedi para não colocarem a geleia, mantendo o restante do prato, embora eu não fosse comer o risoto. O salmão é bem servido e tem bonita apresentação. Assim que ele chegou à mesa, minhas amigas logo foram tirando uma prova do risoto, que franqueei para todos da mesa (não gosto de compartilhar comida do meu prato, mas como não ia comer o risoto, considerei que ele não fazia parte dele). O peixe estava ótimo, grelhado no ponto, com a carne tenra. A harmonização com o queijo brie, que veio em forma de molho, já derretido, foi perfeita. Acredito que a geleia dê um toque inusitado ao molho e ao peixe, mas deixa para a próxima. Gostei da minha opção.

Valor que paguei do total da conta: R$ 85,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. O restaurante é ótimo para se ir em grupos para comemorar alguma coisa. Sua decoração kitsch é um diferencial e um chamariz, mas a comida também é digna de nota.


Gastronomia Brasília (DF)

XIQUE XIQUE - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Na minha primeira semana de dieta da proteína, já no seu terceiro dia, estava sem saber onde almoçar, quando Karina começou a elencar restaurantes que tinham carne. Um dos indicados por ela foi o Xique Xique, onde eu não ia desde 1996. Acatei de bom grado a sugestão.

Endereço: SCLS 107 , Bloco E, loja 02, Asa Sul, Brasília, DF. Há outra unidade na Asa Norte.

Contato:  (61) 3244 5797.

Especialidade: no cartão de visitas e no cardápio está escrito que a casa é especializada em comidas típicas do Nordeste, mas, se analisarmos todo as opções, vemos que aquelas da culinária nordestina estão em número reduzidíssimo.

Quando fui: almoço de 18 de setembro de 2013, quarta-feira. Éramos eu e Karina. Ficamos no primeiro salão, em mesa de frente para a Igrejinha, com ampla visão para o exterior. O restaurante é grande e a maioria das pessoas estava no outro salão, que fica por trás do balcão de apoio aos garçons. Chegamos pouco antes de 13 horas e lá permanecemos uns cinquenta minutos.

Serviço: impessoal, com troca constante de garçons servindo a nossa mesa. O prato escolhido veio rápido, mas a conta demorou um pouco e mais ainda a Nota Legal. Para pegá-la, tive que levantar e ir até o caixa, onde ela já estava emitida, mas ninguém a levara à mesa. Há wi-fi gratuito, mediante solicitação de senha.

O que bebi: uma garrafa de água mineral com gás, 300 ml, Pureza Vital (R$ 2,50), da Nestlé e, ao final, uma xícara de café espresso (R$ 3,50).

O que comi: ao invés de pedir a carne de sol completa, prato para duas pessoas, resolvemos pedir os itens em separado, pois eu não comeria quase nenhum dos seus acompanhamentos e Karina só queria o feijão verde. Assim, nosso pedido consistiu em uma carne de sol fatiada (R$ 26,00), que pedimos ao ponto, porção de feijão de corda (R$12,00), que não comi, 2 ovos estrelados (R$ 3,00) e queijo coalho assado na brasa (R$ 11,00). A carne é bem servida, tendo umas oito fatias, mas ela veio muito perto de bem passada, com as bordas já com gosto de torrado. Estava bem temperada, mas não era macia. Ficou melhor quando coloquei uma colher de sobremesa de manteiga de garrafa. Realçou o sabor do tempero e deu maior maciez à carne. Os ovos fritos vieram bem passados, com a gema dura, e as bordas queimadas, mas como não falei o ponto que queria (gosto de ovo mal passado, com a gema bem mole e a clara branca), não reclamei. A porção de queijo coalho também é bem servida, estava assado adequadamente, pois não ficou borrachento na boca. Sobrou muita carne (dava para mais uma pessoa compartilhar conosco tranquilamente o almoço), o que me fez pedir ao garçom que colocasse as fatias intactas em uma embalagem para viagem.



Valor que paguei do total da conta: R$ 36,14.

Minha avaliação: * * 1/2. Mesmo passados 17 anos após a minha última ida ao Xique Xique, lembro-me que a carne era melhor no longínquo 1996. Fiquei a me questionar o que um filé à parmegiana ou um peixe a belle meunière tem de nordestino e porque estava ausente o baião de dois, autêntico representante da culinária cearense. O restaurante perdeu a identidade.


Gastronomia Brasília (DF)

quarta-feira, 20 de março de 2013

UNANIMITÀ - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)



Endereço: SCLS 408, Bloco C, loja C, Asa Sul, Brasília, DF.

Contatos:  (61) 3244 0666

Diferencial: o tamanho dos pratos, que servem muito bem três pessoas.

Especialidade: culinária italiana, no melhor estilo cantina chique, sob o comando do chef Dudu Camargo.

Quando fui: almoço do dia 17 de março de 2013, domingo. Éramos quatro pessoas. Fomos acomodados em mesa no primeiro salão. Chegamos após 14:30 horas, mas o restaurante ainda estava bem cheio. Permanecemos por lá por mais de uma hora e meia.

Serviço: simpático, com presteza, inclusive com boas dicas da quantidade a pedir do prato que os quatro escolheram unanimemente.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero, em copo com muito gelo e uma xícara de café espresso ao dinal.

O que comi: enquanto aguardava dois amigos, pedimos uma porção do pastel da casa (R$ 37,20). São 12 pequenos pastéis recheados com carne ou queijo. No caso, pedimos a porção mista. Os pasteis de carne são menores. O recheio é farto, mas não apreciei o sabor da massa, longe de um pastel como eu imaginava que seria, daqueles com bolhas na massa, que vem esfarelando. Quando o casal de amigos chegou, eles se serviram do buffet de antepastos, colocando apenas queijo no prato. Este buffet é cobrado por quilo. Para o prato principal, dividimos um prato e meio do polpettone alla casa. Muito bem servido, deu e sobrou. É um polpettone gigante feito de carne moída, calabresa e mortadela, recheado com mussarela de búfala, regado ao molho pomodoro, gratinado com mussarela e acompanhado de espaguete ao alho e óleo (R$ 113,80, valor da porção para duas pessoas). Como tinha gente na mesa que não gostava do molho alho e óleo, o garçom trouxe também uma parte do acompanhamento em molho pomodoro. O polpetone é bom, mas a mistura de calabresa e mortadela na carne moída torna seu sabor mais forte, fugindo do tradicional sabor desta iguaria nas melhores cantinas de São Paulo.


pastel da casa


polpettone alla casa

Valor total da conta: R$ 372,00.

Minha avaliação: * * *. Já foi melhor.

Gastronomia Brasília (DF)