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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

BENVINDO - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)


Endereço: Rua São Paulo, 2.391, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Contato: +55 31 2515 8883.

Especialidade: culinária contemporânea em ambiente que lembra os pequenos restaurantes franceses, sob o comando do chef Paulo Henrique Vasconcelos.

Quando fui: almoço de 29 de novembro de 2013, sexta-feira. Estava só, sem reserva. Cheguei no local após 13 horas e fui acomodado em uma mesa no aconchegante salão interno, onde fiquei por mais de uma hora.

Serviço: atendimento muito bom por parte dos garçons, explicando cada item do cardápio, além de serem prestativos a todo o instante. Há cardápio diferente para o almoço, que segue a linha menu executivo, com entrada, prato principal e sobremesa, cujo preço varia dependendo da opção escolhida do prato principal. Houve uma demora na chegada do prato principal à mesa, motivo pelo qual tive que perguntar o porque do atraso.

O que bebi: uma lata de Coca Cola em copo com muito gelo (R$ 5,00), uma garrafa de 300 ml  de água mineral com gás Prata (R$ 5,00) e um café espresso Nespresso ao final do almoço (R$ 5,00)

O que comi: o menu du jour (R$ 53,00), cuja entrada foi um tartare de salmão. O peixe estava leve e veio com uma maionese de wasabi que fez a diferença. Ainda acompanhou este prato um mix de alface. Em seguida, o prato principal: filet benvindo com ovo trufado, arroz cremoso e batatas. Prato muito perfumado por causa da trufa. O arroz estava molhadinho, muito bom, harmonizando perfeitamente com o ovo frito. Já a carne, estava um pouco além do ponto que gosto, embora tenha dito, ao fazer o pedido, que queria o filé ao ponto. Veio bem esturricada por fora. De toda forma, o tempero era agradável ao paladar. Ao final, um inusitado pudim de pipoca. Com bonita apresentação, a sobremesa nada mais era do que uma espécie de panacota com algumas pipocas estouradas enfeitando-a. Ainda havia uma espessa calda de caramelo decorando o prato e dando um forte sabor doce ao pudim.






Valor que me coube no total da conta: R$ 74,80.

Minha avaliação: * * * 1/2. As paredes internas revestidas por papel de parede e as luminárias que pendem de árvores na calçada dão um charme especial ao restaurante.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

WARI - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Marília de Dirceu, 226, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Contatos: 31 3024 4300

Diferencial: as pimentas que são importadas do Peru e processadas na casa.


Especialidade: culinária peruana, sob o comando do chef Edgar Julcarima.

Quando fui: jantar do dia 16 de fevereiro de 2013, sábado. Éramos três pessoas e nos sentamos em uma mesa no salão interno, pois o calor em Belo Horizonte estava demais. Se não fosse a temperatura, teríamos ficado em uma das mesas da varanda, pois são bem mais agradáveis.

Serviço: bom, com garçons muito atenciosos e prestativos.

O que bebi: uma garrafa de água mineral com gás Caxambu (R$4,00) para acompanhar as duas garrafas de vinho tinto que degustamos. Começamos com o italiano Barbera D'Asti Miliasso 2008 DOCG (R$ 83,00), com 12,5% de teor alcoólico. Vinho leve que harmonizou razoavelmente com as causas peruanas que compartilhamos de entrada, mas, como já esperávamos, foi um péssimo companheiro para a degustação de ceviches que também pedimos como entrada. Para o prato principal, degustamos o vinho tinto português Quinta do Correio Dão 2008 (R$ 71,00), com 13% de álcool. Meu prato misturava peixe, frutos do mar e arroz com feijão bem temperados, o que garantiu uma parcial combinação com o vinho. Sem analisar sob o aspecto da harmonização, preferi o primeiro vinho.




O que comi: dividimos duas entradas, ambas com mini porções de itens do cardápio. Iniciamos com uma degustação de ceviches (no cardápio eles escrevem cebiches, que também está correto) (R$ 42,00). São porções menores de quatro cebiches da carta normal da casa: clássico (com robalo, o melhor de todos, com destaque para o leche de tigre e os pedaços em cubo da batata doce peruana); nikei (com atum e um pouco mais picante que o clássico); carretillero (robalo e pequenos anéis de lula empanados, levemente picante com aji amarillo); e de camarones (cortados em fatias longitudinais com um molho mais denso). A segunda entrada foi uma degustação de causas peruanas (feitas com massa de batata e limão, recheadas com sabores diversos)(R$ 36,00). As causas vem em oito unidades, sendo quatro sabores: camarão, polvo, peixe e frango. A massa é bem amarela e estava muito leve, com o limão dando o toque ácido necessário para suavizar o sabor dos recheios. Gostei mais da que veio recheada com um pedaço de peixe empanado. Como prato principal, escolhi um clássico da culinária peruana, o tacu tacu (R$ 59,00). Bem servido, o prato consiste de arroz e feijão misturados e montados como uma tortilla, o que lhes confere uma consistência levemente crocante por fora. Ela é coberta com peixe e frutos do mar (pedaços de lula, polvo, mexilhão e camarões), salteada com pimenta e cebolas. Os frutos do mar estavam frios, o que me impediu de comê-los, mas o peixe empanado estava muito bom, bem como o arroz com feijão. Uma diferença para os outros tacu tacu que já havia experimentado é que este foi feito com feijão roxinho e não com o preto. Apesar dos frutos do mar frios, gostei do restaurante.


degustação de causas peruanas


degustação de ceviches 


tacu tacu


Valor individual da conta: R$ 153,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. Local agradável, bom atendimento, com excelentes opções de entradas.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

domingo, 9 de dezembro de 2012

TASTE VIN - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Curitiba, 2.105, Lourdes, Belo Horizonte - MG (www.tastevin-bh.com.br).

Contatos: 31 3292 5423.

Diferencial: a carta de vinhos. No restaurante também funciona uma loja de vinhos, com destaque para os rótulos franceses.

Especialidade: culinária francesa, sob o comando do chef Rodrigo Fonseca. É famoso pelos suflês, tanto salgados quanto doces.

Quando fui: jantar do dia 08 de dezembro de 2012, sábado. Éramos cinco pessoas, com reserva solicitada com oito dias de antecedência. Como garantem as reservas somente até às 20:30 horas, eu e meus pais chegamos um pouco antes deste horário, enquanto meu irmão e minha cunhada demoraram um pouco mais para chegar. Fomos acomodados no estreito salão da lateral direita de quem entra, onde cabem apenas três fileiras de mesas. Permanecemos no local por mais de duas horas. Afinal, estávamos comemorando os 50 anos de casados de meus pais.

Serviço: não tem o mesmo padrão. Enquanto o atendimento por telefone e a reserva são excelentes (houve necessidade de aumentar o número de pessoas na mesa na última hora e nos atenderam perfeitamente), mesmo padrão da recepção quando da chegada ao restaurante e do sommelier, não posso dizer o mesmo do serviço de garçons. O atendimento na minha mesa foi lento e relaxado, não condizendo com os prêmios que o restaurante tem acumulado ao longo dos anos. Fiz um post especial sobre o atendimento à nossa mesa na noite de sábado, 08 de dezembro de 2012 (para ler clique aqui).

O que bebi: uma garrafa de espumante brasileiro Dom Laurido Brut (R$ 86,00), leve e refrescante, como pedia a noite quente de Belo Horizonte. Acompanhou o espumante a excelente água naturalmente gaseificada Cambuquira.

O que comi: aceitamos o couvert da casa, chamado de tradition. Colocaram na mesa um cesto com pães diversos e torradas, acompanhados de mousse de pepino, queijo de cabra fresco, patê de campanha e tomates semi-desidratados (R$ 16,00). Pães frescos, saborosos, daqueles para se comer pensando em mais um. A mousse de pepino estava refrescante, levemente ácida por causa do limão que integra sua receita. Para a escolha do prato principal, fui direto na seção de suflês do cardápio. Não queria outra coisa que não fosse a especialidade da casa. Minha preferência foi pelo suflê que leva o nome do restaurante: soufflé taste-vin (R$ 75,00). Bem servido e com bela aparência, o suflê chegou à mesa com adorável perfume e bem quente. Em sua composição, camarão, queijo gruyère e champignon. A consistência do suflê é um caso à parte. Muito leve, mas rico em sabor e aroma. Aprovadíssimo. Em seguida, já que estava em um restaurante francês, pedi um créme brulée como sobremesa (R$ 19,00). Também é bem servido e já vem com a casca fina de açúcar queimado da cozinha, sem aquele incômodo de usar o maçarico perto do cliente. O creme de baunilha estava amarelinho, suave e doce na medida certa. O diferencial do prato é que usam açúcar mascavo para fazer a camada quebradiça que cobre o creme. Uma delícia. Como diriam os franceses, superbe!



soufflé taste-vin


créme brulée

Valor total da conta: R$ 460,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. O atendimento dos garçons foi um fator que prejudicou minha avaliação. Se fosse considerar apenas a comida, daria mais um asterisco.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

sábado, 7 de julho de 2012

SPECIALI - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Fernandes Tourinho, 805, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: pizza.

Quando fui: jantar do dia 1º de julho de 2012, domingo. Chegamos por volta de 21:00 horas. Éramos seis pessoas.

Serviço: rápido, com brigada de garçons atenta. Como é uma pizzaria, rapidamente as redondas chegam à mesa.

O que bebi: dividi com mais três pessoas da mesa dois vinhos tintos. Começamos com o espanhol Gazur 2009 (R$ 115,00), da casta tinto fino, produzido na região de Ribera Del Duero, tendo 14% de teor alcoólico. Forte, encorpado, próprio para recheios mais pesados. Já o segundo vinho foi um português chamado Rocim 2007 (R$ 92,00), produzido na região do Alentejo pela vinícola Herdade Rocim, com o mesmo teor de álcool do primeiro. Preferi o espanhol, inclusive no quesito harmonização com os sabores das pizzas que pedimos. Os vinhos foram acompanhados pela água com gás São Lourenço.

O que comi: iniciamos dividindo uma porção de bruschetta rossa (R$ 14,80), bem tradicional, com recheio de tomate, alho, manjericão e azeite. Muito gostosa, com o pão crocante e tomates frescos, bem vermelhos. Em seguida, pedimos duas unidades da pizza de brie com damasco (R$ 17,60, valor unitário), uma das muitas entradas do cardápio. É uma pizza em formato pequeno, com quatro pedaços. Agrada no paladar no primeiro ataque, mas fica enjoativa rapidamente, pois é muito doce. Não harmonizou em nada com o vinho espanhol. Finalizadas as entradas, chegaram as duas pizzas grandes, com 30 cm de diâmetro cada uma (seis fatias), que escolhemos. Embora podendo pedir as pizzas divididas em dois sabores cada uma, preferimos ficar em apenas dois recheios, um em cada pizza. Pizza cinghiale (R$ 49,10), molho de tomate, mussarela, calabresa de javali, parmesão e folhas de manjericão. A calabresa de javali não é tão forte quanto uma calabresa normal, mas tem um sabor marcante que domina os demais ingredientes. Saborosa, harmonizou excelentemente com ambos os vinhos consumidos. Pizza margherita originale (R$ 36,50): molho de tomate, mussarela de búfala, pimenta do reino, manjericão e orégano. Simples, tradicional e deliciosa, harmonizando melhor com o segundo vinho.

Valor total da conta: R$ 417,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * * 1/2. A pizzaria tem uma decoração moderna, com amplo espaço entre as mesas. Tem dois ambientes, sendo as mesas da calçada as mais disputadas. Havia um DJ executando seu set list. Sempre figura nas listas das melhores pizzarias de Belo Horizonte.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

sábado, 30 de junho de 2012

SORRISO RISOTERIA & CAFÉ - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)


Endereço: Rua Curitiba, 2.307, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: risotos.

Quando fui: jantar do dia 29 de junho de 2012, sexta-feira. Cheguei por volta de 21:45 horas. Éramos quatro pessoas.

Serviço: embora simpático, falta profissionalismo. Os garçons precisam de treinamento. Quando perguntei se tinham café descafeinado, um garçom respondeu que só tinham expresso (!). Ao navegar na internet em meu celular, apareceu uma rede wi-fi com o nome "sorriso_lourdes". Quando tentamos acionar, foi solicitada uma senha. Pedimos ao garçom e ele nos respondeu que não tinha o serviço de wi-fi ali. Não seria melhor responder que o serviço era de uso exclusivo da administração da casa? Fica ainda a pergunta: porque não liberar o acesso aos clientes? Quando chegamos, as poucas mesas do interior do restaurante estavam ocupadas, assim como a maioria das mesas mais altas colocadas na calçada, com velas acesas e vasinhos com flores. Ficamos em um local improvisado, quando duas mesas redondas, próprias para duas pessoas, foram colocadas juntas para nós sentarmos. A promessa seria de nos acomodar em mesa interna, assim que vagasse uma. No entanto, a noite belohorizontina estava propícia para aproveitá-la e ninguém saía do lugar. Muito antes pelo contrário, não parava de chegar gente, ficando na fila de espera. Acabamos por jantar nas incômodas cadeiras altas, muita mais propícias para tomar um drinque.

O que bebi: dividimos duas garrafas do vinho tinto Pharos Tempranillo 2009 (13,5%) produzido pela vinícola espanhola Bodega Clássica, na região de Rioja (R$ 75,00 cada garrafa). Acompanhou o vinho uma garrafa de água com gás São Lourenço. Ao final, bebi um xícara de café expresso Belotto.

O que comi: a carta tem algumas entradinhas inspiradas na culinária italiana, como bruschettas, e saladas, mas resolvi ficar somente em um pedido. Obviamente que escolhi uma das muitas opções de risoto: risoto de costelinha defumada com ora pro nobis (R$ 34,00). Os pedidos demoraram um pouco, pois o restaurante estava cheio. Os pratos são bem servidos e tem boa apresentação. O risoto estava no cozimento certo. O ora pro nobis, folhagem que gosto muito mas difícil de encontrar em restaurantes em Brasília, vem picado, quase cru, por cima do risoto, sem estar misturado. A costelinha defumada é tão cozida que fica praticamente derretida no prato, como se arroz, queijo e carne fossem um só ingrediente. Estava bom, mas não tinha nada de excepcional.

Valor total da conta: R$ 305,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. Peca pela falta de profissionalismo no serviço. Há outra unidade no bairro Anchieta.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)