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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

BENVINDO - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)


Endereço: Rua São Paulo, 2.391, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Contato: +55 31 2515 8883.

Especialidade: culinária contemporânea em ambiente que lembra os pequenos restaurantes franceses, sob o comando do chef Paulo Henrique Vasconcelos.

Quando fui: almoço de 29 de novembro de 2013, sexta-feira. Estava só, sem reserva. Cheguei no local após 13 horas e fui acomodado em uma mesa no aconchegante salão interno, onde fiquei por mais de uma hora.

Serviço: atendimento muito bom por parte dos garçons, explicando cada item do cardápio, além de serem prestativos a todo o instante. Há cardápio diferente para o almoço, que segue a linha menu executivo, com entrada, prato principal e sobremesa, cujo preço varia dependendo da opção escolhida do prato principal. Houve uma demora na chegada do prato principal à mesa, motivo pelo qual tive que perguntar o porque do atraso.

O que bebi: uma lata de Coca Cola em copo com muito gelo (R$ 5,00), uma garrafa de 300 ml  de água mineral com gás Prata (R$ 5,00) e um café espresso Nespresso ao final do almoço (R$ 5,00)

O que comi: o menu du jour (R$ 53,00), cuja entrada foi um tartare de salmão. O peixe estava leve e veio com uma maionese de wasabi que fez a diferença. Ainda acompanhou este prato um mix de alface. Em seguida, o prato principal: filet benvindo com ovo trufado, arroz cremoso e batatas. Prato muito perfumado por causa da trufa. O arroz estava molhadinho, muito bom, harmonizando perfeitamente com o ovo frito. Já a carne, estava um pouco além do ponto que gosto, embora tenha dito, ao fazer o pedido, que queria o filé ao ponto. Veio bem esturricada por fora. De toda forma, o tempero era agradável ao paladar. Ao final, um inusitado pudim de pipoca. Com bonita apresentação, a sobremesa nada mais era do que uma espécie de panacota com algumas pipocas estouradas enfeitando-a. Ainda havia uma espessa calda de caramelo decorando o prato e dando um forte sabor doce ao pudim.






Valor que me coube no total da conta: R$ 74,80.

Minha avaliação: * * * 1/2. As paredes internas revestidas por papel de parede e as luminárias que pendem de árvores na calçada dão um charme especial ao restaurante.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

WARI - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Marília de Dirceu, 226, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Contatos: 31 3024 4300

Diferencial: as pimentas que são importadas do Peru e processadas na casa.


Especialidade: culinária peruana, sob o comando do chef Edgar Julcarima.

Quando fui: jantar do dia 16 de fevereiro de 2013, sábado. Éramos três pessoas e nos sentamos em uma mesa no salão interno, pois o calor em Belo Horizonte estava demais. Se não fosse a temperatura, teríamos ficado em uma das mesas da varanda, pois são bem mais agradáveis.

Serviço: bom, com garçons muito atenciosos e prestativos.

O que bebi: uma garrafa de água mineral com gás Caxambu (R$4,00) para acompanhar as duas garrafas de vinho tinto que degustamos. Começamos com o italiano Barbera D'Asti Miliasso 2008 DOCG (R$ 83,00), com 12,5% de teor alcoólico. Vinho leve que harmonizou razoavelmente com as causas peruanas que compartilhamos de entrada, mas, como já esperávamos, foi um péssimo companheiro para a degustação de ceviches que também pedimos como entrada. Para o prato principal, degustamos o vinho tinto português Quinta do Correio Dão 2008 (R$ 71,00), com 13% de álcool. Meu prato misturava peixe, frutos do mar e arroz com feijão bem temperados, o que garantiu uma parcial combinação com o vinho. Sem analisar sob o aspecto da harmonização, preferi o primeiro vinho.




O que comi: dividimos duas entradas, ambas com mini porções de itens do cardápio. Iniciamos com uma degustação de ceviches (no cardápio eles escrevem cebiches, que também está correto) (R$ 42,00). São porções menores de quatro cebiches da carta normal da casa: clássico (com robalo, o melhor de todos, com destaque para o leche de tigre e os pedaços em cubo da batata doce peruana); nikei (com atum e um pouco mais picante que o clássico); carretillero (robalo e pequenos anéis de lula empanados, levemente picante com aji amarillo); e de camarones (cortados em fatias longitudinais com um molho mais denso). A segunda entrada foi uma degustação de causas peruanas (feitas com massa de batata e limão, recheadas com sabores diversos)(R$ 36,00). As causas vem em oito unidades, sendo quatro sabores: camarão, polvo, peixe e frango. A massa é bem amarela e estava muito leve, com o limão dando o toque ácido necessário para suavizar o sabor dos recheios. Gostei mais da que veio recheada com um pedaço de peixe empanado. Como prato principal, escolhi um clássico da culinária peruana, o tacu tacu (R$ 59,00). Bem servido, o prato consiste de arroz e feijão misturados e montados como uma tortilla, o que lhes confere uma consistência levemente crocante por fora. Ela é coberta com peixe e frutos do mar (pedaços de lula, polvo, mexilhão e camarões), salteada com pimenta e cebolas. Os frutos do mar estavam frios, o que me impediu de comê-los, mas o peixe empanado estava muito bom, bem como o arroz com feijão. Uma diferença para os outros tacu tacu que já havia experimentado é que este foi feito com feijão roxinho e não com o preto. Apesar dos frutos do mar frios, gostei do restaurante.


degustação de causas peruanas


degustação de ceviches 


tacu tacu


Valor individual da conta: R$ 153,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. Local agradável, bom atendimento, com excelentes opções de entradas.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

domingo, 9 de dezembro de 2012

TASTE VIN - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Curitiba, 2.105, Lourdes, Belo Horizonte - MG (www.tastevin-bh.com.br).

Contatos: 31 3292 5423.

Diferencial: a carta de vinhos. No restaurante também funciona uma loja de vinhos, com destaque para os rótulos franceses.

Especialidade: culinária francesa, sob o comando do chef Rodrigo Fonseca. É famoso pelos suflês, tanto salgados quanto doces.

Quando fui: jantar do dia 08 de dezembro de 2012, sábado. Éramos cinco pessoas, com reserva solicitada com oito dias de antecedência. Como garantem as reservas somente até às 20:30 horas, eu e meus pais chegamos um pouco antes deste horário, enquanto meu irmão e minha cunhada demoraram um pouco mais para chegar. Fomos acomodados no estreito salão da lateral direita de quem entra, onde cabem apenas três fileiras de mesas. Permanecemos no local por mais de duas horas. Afinal, estávamos comemorando os 50 anos de casados de meus pais.

Serviço: não tem o mesmo padrão. Enquanto o atendimento por telefone e a reserva são excelentes (houve necessidade de aumentar o número de pessoas na mesa na última hora e nos atenderam perfeitamente), mesmo padrão da recepção quando da chegada ao restaurante e do sommelier, não posso dizer o mesmo do serviço de garçons. O atendimento na minha mesa foi lento e relaxado, não condizendo com os prêmios que o restaurante tem acumulado ao longo dos anos. Fiz um post especial sobre o atendimento à nossa mesa na noite de sábado, 08 de dezembro de 2012 (para ler clique aqui).

O que bebi: uma garrafa de espumante brasileiro Dom Laurido Brut (R$ 86,00), leve e refrescante, como pedia a noite quente de Belo Horizonte. Acompanhou o espumante a excelente água naturalmente gaseificada Cambuquira.

O que comi: aceitamos o couvert da casa, chamado de tradition. Colocaram na mesa um cesto com pães diversos e torradas, acompanhados de mousse de pepino, queijo de cabra fresco, patê de campanha e tomates semi-desidratados (R$ 16,00). Pães frescos, saborosos, daqueles para se comer pensando em mais um. A mousse de pepino estava refrescante, levemente ácida por causa do limão que integra sua receita. Para a escolha do prato principal, fui direto na seção de suflês do cardápio. Não queria outra coisa que não fosse a especialidade da casa. Minha preferência foi pelo suflê que leva o nome do restaurante: soufflé taste-vin (R$ 75,00). Bem servido e com bela aparência, o suflê chegou à mesa com adorável perfume e bem quente. Em sua composição, camarão, queijo gruyère e champignon. A consistência do suflê é um caso à parte. Muito leve, mas rico em sabor e aroma. Aprovadíssimo. Em seguida, já que estava em um restaurante francês, pedi um créme brulée como sobremesa (R$ 19,00). Também é bem servido e já vem com a casca fina de açúcar queimado da cozinha, sem aquele incômodo de usar o maçarico perto do cliente. O creme de baunilha estava amarelinho, suave e doce na medida certa. O diferencial do prato é que usam açúcar mascavo para fazer a camada quebradiça que cobre o creme. Uma delícia. Como diriam os franceses, superbe!



soufflé taste-vin


créme brulée

Valor total da conta: R$ 460,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. O atendimento dos garçons foi um fator que prejudicou minha avaliação. Se fosse considerar apenas a comida, daria mais um asterisco.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

NIEMEYER RESTAURANTE E BAR - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Pium-i, 807, Carmo Sion, Belo Horizonte, Minas Gerais.

Fone: 31 2531 4972.

Especialidade: cozinha contemporânea, com destaque para risotos e galetos, sob o comando do chef Felipe Pastor.

Quando fui: jantar do dia 27 de outubro de 2012, sábado. Éramos três pessoas. Chegamos por volta de 21:30 horas, sem reserva prévia. A noite estava muito quente, motivo pelo qual as mesas no terraço que dá de frente para a rua eram as mais disputadas. Para nossa sorte, uma mesa acabara de vagar quando chegamos. Permanecemos no restaurante por duas horas.

 Serviço: eficiente e correto, embora alguns garçons ainda não dominem os itens do menu. Bom serviço de vinho. Pratos chegam à mesa em tempo correto, sem muita demora.

O que bebi: uma lata de Citrus Antarctica e compartilhei com os amigos uma garrafa do vinho tinto francês Château de Mauves Graves 2006 (R$ 77,00).



O que comi: fui direto no prato principal, escolhendo um galeto desossado assado acompanhado por risoto de parmesão. Não há uma nítida preocupação com a apresentação do prato. No entanto, os esforços parecem se concentrar no seu preparo, pois o galeto estava muito bem temperado, cozido no ponto certo, enquanto o risoto veio cremoso, com arroz carnaroli al dente. Aprovado.

Valor total da conta: R$ 195,00.

Minha avaliação: * * *. Restaurante novo, com apenas cinco meses de inauguração, mas que já atrai um bom público para uma região onde o domínio é de bares. Boa pedida para uma noite descompromissada. O salão interno é mais aconchegante, com toalhas nas mesas, e ar condicionado, mas se o tempo permitir, a melhor pedida é o terraço.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

sábado, 7 de julho de 2012

SPECIALI - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Rua Fernandes Tourinho, 805, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: pizza.

Quando fui: jantar do dia 1º de julho de 2012, domingo. Chegamos por volta de 21:00 horas. Éramos seis pessoas.

Serviço: rápido, com brigada de garçons atenta. Como é uma pizzaria, rapidamente as redondas chegam à mesa.

O que bebi: dividi com mais três pessoas da mesa dois vinhos tintos. Começamos com o espanhol Gazur 2009 (R$ 115,00), da casta tinto fino, produzido na região de Ribera Del Duero, tendo 14% de teor alcoólico. Forte, encorpado, próprio para recheios mais pesados. Já o segundo vinho foi um português chamado Rocim 2007 (R$ 92,00), produzido na região do Alentejo pela vinícola Herdade Rocim, com o mesmo teor de álcool do primeiro. Preferi o espanhol, inclusive no quesito harmonização com os sabores das pizzas que pedimos. Os vinhos foram acompanhados pela água com gás São Lourenço.

O que comi: iniciamos dividindo uma porção de bruschetta rossa (R$ 14,80), bem tradicional, com recheio de tomate, alho, manjericão e azeite. Muito gostosa, com o pão crocante e tomates frescos, bem vermelhos. Em seguida, pedimos duas unidades da pizza de brie com damasco (R$ 17,60, valor unitário), uma das muitas entradas do cardápio. É uma pizza em formato pequeno, com quatro pedaços. Agrada no paladar no primeiro ataque, mas fica enjoativa rapidamente, pois é muito doce. Não harmonizou em nada com o vinho espanhol. Finalizadas as entradas, chegaram as duas pizzas grandes, com 30 cm de diâmetro cada uma (seis fatias), que escolhemos. Embora podendo pedir as pizzas divididas em dois sabores cada uma, preferimos ficar em apenas dois recheios, um em cada pizza. Pizza cinghiale (R$ 49,10), molho de tomate, mussarela, calabresa de javali, parmesão e folhas de manjericão. A calabresa de javali não é tão forte quanto uma calabresa normal, mas tem um sabor marcante que domina os demais ingredientes. Saborosa, harmonizou excelentemente com ambos os vinhos consumidos. Pizza margherita originale (R$ 36,50): molho de tomate, mussarela de búfala, pimenta do reino, manjericão e orégano. Simples, tradicional e deliciosa, harmonizando melhor com o segundo vinho.

Valor total da conta: R$ 417,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * * 1/2. A pizzaria tem uma decoração moderna, com amplo espaço entre as mesas. Tem dois ambientes, sendo as mesas da calçada as mais disputadas. Havia um DJ executando seu set list. Sempre figura nas listas das melhores pizzarias de Belo Horizonte.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

MELLO MERCEARIA BAR E PIZZARIA - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)





Endereço: Rua do Ouro, 331, Serra, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: comida de boteco, com alguns clássicos da cozinha brasileira e internacional.

Quando fui: almoço do dia 01º de julho de 2012, domingo. Cheguamos por volta de 12:50 horas. Éramos quatro pessoas.

Serviço: fica em uma loja de pé direito alto, bem arejada, onde funcionou uma mercearia da família Mello (o símbolo do restaurante é um "M" com a inscrição "desde 1963"). Garçons atenciosos, cordiais e prestativos. Os pedidos chegam rapidamente à mesa. O forte da casa no quesito bebidas são as cervejas, com opções de vários países e de cervejarias artesanais brasileiras. para cada tipo de cerveja, há copos diferenciados e uma maneira especial de serví-la. Há serviço de wi-fi mediante senha fornecida pelo garçom. Estacionamento conveniado em frente ao restaurante. A decoração tem objetos antigos, como rádios, gramofones e balanças, além de alguns detalhes que marcam, como o piso de ladrilho hidráulico na entrada e os lustres feitos com baldes de leite.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero. Ric e Rogério, os dois cervejeiros da mesa, experimentaram dois exemplares de micro-cervejarias nacionais e uma cerveja dinamarquesa, a saber: Falke Bier Diamantina (R$14,90), feita em Ribeirão das Neves, MG; Opa Bier Edição Especial (R$ 17,90), feita em Santa Catarina;  e Faxe 10% (R$ 17,90), feita na Dinamarca. Por fim, Emi bebeu meia garrafa do vinho branco chileno Carmen Chardonnay 2010 (R$ 29,90).

O que comi: assim que cheguei, vi em duas mesas na calçada uma porção de bolinhas fritas que me chamou a atenção. Não tive dúvidas em perguntar do que se tratava. Eram bolinhas de angu recheadas com queijo minas (R$ 14,90), petisco bem mineiro, por sinal. Compartilhamos esta porção de entrada, quando foram servidas 12 unidades destas bolinhas de cor amarela, bem sequinhas. Vieram bem quentes, com o queijo derretendo por dentro. Maravilha de entrada. Alguns pratos tem a opção "individual" e "família". O garçom nos disse que o tamanho família servia até três pessoas, mas preferimos não arriscar. Cada dupla dividiu um prato "família". Eu e Ric pedimos um filé a parmegiana: filé mignon a milanesa com molho ao sugo e mussarela gratinada, acompanhado por purê de batatas e arroz branco (R$ 74,90). Embora não descrito no cardápio, uma travessa de maionese também veio à mesa como parte do nosso prato. Há muito tempo não comia uma maionese em restaurante com gosto de maionese feita em casa. Simples e saborosa. O prato é bem servido, mas não daria para três pessoas. Acho que tem tamanho suficiente para duas pessoas que comem bem. Gostei do filé, sem frescuras, bem comida de boteco, mas com tempero muito bom. Estava bem macio. Achei o arroz branco dispensável e o purê sem grandes novidades. Preferi ficar na carne com maionese.


bolinhas de angu recheadas com queijo minas


filé a parmegiana

Valor total da conta: R$ 288,20, incluindo as três cervejas e meia garrafa do vinho branco.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. O local é agradável para longos almoços de sábado/domingo, quando se pode ir sem pressa para experimentar as muitas entradinhas e, para quem gosta, apreciar a variedade de cervejas do cardápio.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

terça-feira, 3 de julho de 2012

AMADEUS - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)


Endereço: Rua Alagoas, 699, Savassi, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: culinária internacional.

Quando fui: jantar do dia 30 de junho de 2012, sábado. Cheguamos por volta de 23:00 horas. Éramos quatro pessoas.

Serviço: instalado no Royal Savassi Hotel, mas com entrada independente, é amplo, com dois ambientes. Sempre cheio. Embora tenha serviço a la carte, o forte é o buffet a quilo. Há um quadro na parede localizado em cima do buffet que reproduz bem a diversidade de opções do restaurante, onde consta a seguinte frase: "para as noites sem sabor, o Amadeus oferece cem sabores sob medida". Dentre as opções estão frios, saladas, pratos leves, pães, salgadinhos, carnes, aves, peixes, sopa, queijos, sushi e sobremesa. Há sempre alguma opção que agrade tanto a quem vai somente petiscar, quanto quem vai jantar. Os garçons são simpáticos, atenciosos (preciamos trocar uma taça de vinho por causa do cheiro que nela estava e por mais de uma vez um garçom nos pediu desculpas pelo ocorrido). O atendimento é rápido. Não há carta de vinhos, mas como o local também é conhecido como um wine bar, há uma adega com cinco mil título, onde o cliente vai, escolhe o que quer beber e a garrafa é enviada à mesa. Os preços dos vinhos são bem em conta, pois praticam preços de importador e não de restuarante. Na entrada, comandas individuais são entregues aos clientes, facilitando na hora do pagamento.

O que bebi: compartilhamos duas garrafas de vinho tinto, sempre acompanahdos da água sem gás Caxambu. Começamos com o vinho tinto Fattoria dei Barbi 2009 (R$ 71,25), com um corte sangiovese/merlot, com 14% de álcool, porduzido na região de Morellino di Scansano, Toscana, Itália. Seguimos com um ótimo vinho tinto francês, o Château Potensac 1999 (R$ 161,75), produzido na região do Médoc, Bordeaux, França. Ambos os vinhos tinham ótimo aroma e sabor, mas o francês era infinitamente melhor. Finalizei com uma xícara de café expresso Três Corações.

O que comi: optei pelo variado buffet a quilo, me servindo de petiscos inicialmente, como um pastel frito de queijo holandês, cortes de queijos e frios, anéis de lulas cozidos e pão de queijo. Em seguida, me servi de escondidnho de camarão, muito bom, por sinal, alcachofras cozidas e mais queijos e frios. Se nota que não me preocupei muito em harmonizar a comida com os potentes vinhos que tomamos. Ainda fui de sobremesa, com pequenas porções de tiramissú (sem graça), pudim de tapioca (bom), mousse de chocolate (ótima) e um bombom trufado.

Valor total da conta: R$ 398,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. O local é boa opção para final de noite, com variedade grande de pratos.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

LA TRAVIATA - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Avenida Cristóvão Colombo, 282, Savassi, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: culinária italiana, com forte presença de massas, pizzas e carnes.

Quando fui: almoço do dia 30 de junho de 2012, sábado. Cheguamos por volta de 16:00 horas. Éramos oito pessoas.

Serviço: instalado no miolo da Savassi em um casarão de dois pavimentos, tombado pelo patrimônio histórico, é uma autêntica cantina italiana, com direito a toalha quadriculada em vermelho e branco nas mesas e flores de plástico em garrafas vazias de Mate Couro. Garçons antigos, com cara de poucos amigos. Os pratos chegam muito rapidamente à mesa, especialmente as massas (a maioria do extenso cardápio).

O que bebi: enquanto a maioria da minha mesa tomava cerveja Original, consumi uma garrafa de Mate Couro Zero.

O que comi: spaghetti a carbonara (R$ 26,00). É bem servido, podendo ser tranquilamente dividido por duas pessoas que não comem muito. A massa estava al dente, mas a moda carbonara passou longe do que conheço, pois o prato não tinha aquele molho espesso, mas sim pedaços de bacon fritos bem sequinhos e ovo mexido rapidamente na frigideira. Não estava ruim, mas não chamaria o prato de a carbonara.



Valor total da conta: R$ 272,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. O local é agradável, sempre tem movimento, com comida honesta, barata e rápido atendimento.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

sábado, 30 de junho de 2012

SORRISO RISOTERIA & CAFÉ - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)


Endereço: Rua Curitiba, 2.307, Lourdes, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: risotos.

Quando fui: jantar do dia 29 de junho de 2012, sexta-feira. Cheguei por volta de 21:45 horas. Éramos quatro pessoas.

Serviço: embora simpático, falta profissionalismo. Os garçons precisam de treinamento. Quando perguntei se tinham café descafeinado, um garçom respondeu que só tinham expresso (!). Ao navegar na internet em meu celular, apareceu uma rede wi-fi com o nome "sorriso_lourdes". Quando tentamos acionar, foi solicitada uma senha. Pedimos ao garçom e ele nos respondeu que não tinha o serviço de wi-fi ali. Não seria melhor responder que o serviço era de uso exclusivo da administração da casa? Fica ainda a pergunta: porque não liberar o acesso aos clientes? Quando chegamos, as poucas mesas do interior do restaurante estavam ocupadas, assim como a maioria das mesas mais altas colocadas na calçada, com velas acesas e vasinhos com flores. Ficamos em um local improvisado, quando duas mesas redondas, próprias para duas pessoas, foram colocadas juntas para nós sentarmos. A promessa seria de nos acomodar em mesa interna, assim que vagasse uma. No entanto, a noite belohorizontina estava propícia para aproveitá-la e ninguém saía do lugar. Muito antes pelo contrário, não parava de chegar gente, ficando na fila de espera. Acabamos por jantar nas incômodas cadeiras altas, muita mais propícias para tomar um drinque.

O que bebi: dividimos duas garrafas do vinho tinto Pharos Tempranillo 2009 (13,5%) produzido pela vinícola espanhola Bodega Clássica, na região de Rioja (R$ 75,00 cada garrafa). Acompanhou o vinho uma garrafa de água com gás São Lourenço. Ao final, bebi um xícara de café expresso Belotto.

O que comi: a carta tem algumas entradinhas inspiradas na culinária italiana, como bruschettas, e saladas, mas resolvi ficar somente em um pedido. Obviamente que escolhi uma das muitas opções de risoto: risoto de costelinha defumada com ora pro nobis (R$ 34,00). Os pedidos demoraram um pouco, pois o restaurante estava cheio. Os pratos são bem servidos e tem boa apresentação. O risoto estava no cozimento certo. O ora pro nobis, folhagem que gosto muito mas difícil de encontrar em restaurantes em Brasília, vem picado, quase cru, por cima do risoto, sem estar misturado. A costelinha defumada é tão cozida que fica praticamente derretida no prato, como se arroz, queijo e carne fossem um só ingrediente. Estava bom, mas não tinha nada de excepcional.

Valor total da conta: R$ 305,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. Peca pela falta de profissionalismo no serviço. Há outra unidade no bairro Anchieta.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

terça-feira, 29 de maio de 2012

BAR E RESTAURANTE TEMÁTICO - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)




Endereço
: Rua Perité, 187, esquina com Rua Silvianópolis, Santa Tereza, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: comida de boteco. O slogan do bar é "tempero e jeito nordestino que o mineiro gosta", indicando que o cardápio tem iguarias da culinária nordestina, como a carne de sol com manteiga de garrafa. Um dos points da baixa gastronomia da capital mineira, é famoso por sua costela no bafo.

Ambiente: simples, como se espera de um boteco, com mesas de madeira com toalhas amarelas, paredes pintadas também em amarelo, mesas na calçada, devidamente protegidas com um toldo, alguns objetos de decoração nordestinos e monitores de televisão ligados.




Serviço: informal, simpático, como se espera de um bar. Os pratos pedidos chegaram rapidamente à mesa.

Quando fui: jantar do dia 25 de maio de 2012, sexta-feira. Éramos três pessoas. Chegamos por volta de 23:30 horas, perto da cozinha fechar, o que ocorreu uma hora depois.

O que bebi: duas latas de Pepsi Cola Light.

O que comi: iniciamos com uma picanha na chapa, com muita cebola e pimentões, acompanhada de arroz branco, feijão com farinha, mandioca cozida e manteiga de garrafa. No cardápio está escrito que o prato é para duas pessoas, mas serviu bem nós três. A capa de gordura da picanha estava suculenta, o que garantiu o sabor da carne. Claro que deixei a gordura de lado. A picanha estava bem macia. Pedimos mal passada, pois uma das que estavam na mesa já conhecia o bar e sabia que o mal passado não era o que os gaúchos e argentinos gostam. A carne veio no ponto que gosto, sem nenhum sangue, mas sem ser bem passada. Quanto aos acompanhamentos, não gostei do feijão, sem graça de tudo. A mandioca estava ótima. Não experimentei o arroz. Enquanto comíamos, vimos um prato diferente ser servido na mesa ao lado. Perguntamos ao simpático e diligente garçom que nos atendia do que se tratava. Era o prato com o qual o bar participara da edição 2012 do festival Comida Di Buteco, que havia terminado duas semanas antes, mas continuava a ser servido. Tem o inusitado nome de "tôvenotudo", com um banner pendurado no teto com sua foto e descrição. Resolvemos pedir uma porção, mas o garçom teve que verificar se ainda sairia, pois a cozinha já estava em processo de encerramento do expediente. Resposta positiva, veio logo à mesa a panela de barro com quatro trouxas feitas com uma massa de ovos recheadas com carne de sol desfiada e queijo canastra, mergulhadas em um molho de tomates. Experimentei apenas metade de uma das trouxas. Achei mais interessante a apresentação do que o sabor. O recheio estava frio e um pouco salgado.


picanha na chapa, com muita cebola e pimentões e manteiga de garrafa


arroz branco, feijão com farinha e mandioca cozida


"tôvenotudo"




Quanto paguei: R$ 35,73, valor individual.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. Vale pelo movimento, sempre cheio, pela simpatia no atendimento e pela mandioca cozida.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

RESTAURANTE DO JÚLIO - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Galeria São Vicente, Sobre-Loja, Centro (entradas pela Rua Santa Catarina ou pela Avenida Amazonas), próximo ao Mercado Central, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: prato feito, o famoso PF. O slogan do restaurante é "A Melhor Comida de BH".

Ambiente: fica em uma loja no segundo piso da escura Galeria São Vicente. O Restaurante do Júlio está localizado na varanda da galeria, ficando de frente para a entrada do Mercado Central da Rua Santa Catarina. Mesas e cadeiras de plástico fornecidas pelas companhias de cerveja estão espalhadas no local. O ambiente é muito simples. Escolhi uma mesa na varanda, pois o dia estava bem agradável. Nem parecia que eu estava no movimento centro da capital mineira.

Serviço: informal, como se estivéssemos em um ambiente caseiro. A própria responsável pela cozinha, usando touca e avental, atendeu a nossa mesa.

Quando fui: almoço do dia 28 de março de 2012, quarta-feira. Éramos quatro.

O que bebi: uma garrafa de Guaraná Zero Antarctica.

O que comi: há sempre duas opções de prato do dia. No caso, havia uma galinhada e um tropeiro. Escolhi o segundo. No ato do pedido, tinha que escolher a carne que vinha com o tropeiro: linguiça ou costelinha de porco. A carne suína foi minha opção. Foram duas colegas de trabalho de Belo Horizonte que fizeram o convite para o almoço no Restaurante do Júlio, que elas chamam de Bistrô do Júlio. Já sabendo da rotina do local e bastante conhecidas, inclusive pelo Júlio, que veio até a mesa para perguntar se estava tudo ok com nossos pedidos, elas mal sentaram, pediram para a senhora que nos atendeu trazer os legumes cozidos picados e a salada. Logo chegou à mesa vasilhas com alface, tomate, pepino, cará, cenoura, abóbora moranga, batata, tudo em grande quantidade. Todos estes acompanhamentos faziam parte do prato do dia. Já era muita comida quando chegou o enorme PF. Era tanta comida que mal dava para utilizar garfo e faca sem deixar um pouco de arroz sair do prato e cair na mesa. O PF veio com tropeiro, torresmo frito, couve, arroz branco, dois pedaços de costelinha de porco e um ovo frito encimando o feijão. As amigas chamam o ovo de zoiúdo. Mesmo para um glutão como eu, é muita comida, além de ser um prato pesado. Como disse uma outra amiga que viu a foto do prato que postei no Facebook: "É tudo que o médico me proibiu de comer!". Não pedimos café. Fizemos como todo mundo faz nas redondezas, ou seja, pagamos a conta, saímos da galeria, atravessamos a Rua Santa Catarina, entramos no Mercado Central para tomar um ótimo café expresso no Café Dois Irmãos, tradicional reduto para um cafezinho no mercado em funcionamento desde 1985.



Valor da conta: R$ 50,00 para os quatro. Não aceita cartão de crédito. Há muito não comia tanto pagando tão pouco. Aliás, eu nada paguei, pois as amigas fizeram questão de pagar, pois eu e um outro colega de Brasília éramos convidados.

Minha avaliação: ++. Para quem não se importa em comer comida pesada, em grande quantidade e pagar pouco, no Centro de BH e com tranquilidade, este é o lugar.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)