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sábado, 2 de janeiro de 2010

REVEILLON ENCHANTÉ 2010

Comemorei a virada do ano no Clube Espanhol. Reveillon Enchanté 2010, com shows de Vanessa da Mata, Ivete Sangalo e Psirico.
Estava pronto às 20 horas, quando combinamos de nos encontrar no meu quarto para estourar um champagne e brindar o ano novo. Todos os quatro vestidos como manda o figurino, com peças brancas e amarelas, brindamos com o excelente champagne Dom Perrignon Vintage 2000. Descemos às 21 horas para pegar um táxi, algo difícil na porta do hotel. Tivemos que andar até a rua transversal para conseguir um que estivesse livre. Trânsito lento na direção Ondina-Barra. Tivemos que descer bem antes do clube, pois o trânsito estava interrompido. Pagamos o táxi (R$15,00) e seguimos a pé até o Clube Espanhol, junto com uma ruma de gente. Chegamos ao local perto de 22 horas e na entrada para o camarote lounge, meu ingresso não foi aceito de imediato, pois o selo estava impresso de cabeça para baixo. O mesmo aconteceu com o de Ric. Esperamos uns cinco minutos para que conferissem no computador para liberarem nossa entrada. Pulseira no pulso para amplo acesso à pista em frente ao palco. Às 22 horas em ponto, Vanessa da Mata inicia seu show. Belíssimo, com ampla participação do público. No camarote, muita gente bonita, artistas de televisão e jogadores de futebol. Farto buffet que era reposto a todo instante. Bebida à vontade. Também pudera, o preço cobrado por cada ingresso tinha que ter tais regalias (R$990,00 por pessoa). Vanessa cantou até 23:30 horas e em quinze minutos o palco foi arrumado para a entrada de Ivete Sangalo. Emocionada, pois não cantava em Salvador havia seis meses, devido a sua gravidez, ela pulou e cantou, empolgando as cerca de 10 mil pessoas que pagaram diversos tipos de ingressos. O show durou três horas. Na virada, belo espetáculo no céu límpido de Salvador de fogos de artifício, tanto os do próprio clube quanto os que estouravam no Farol da Barra. Foram quinze minutos de fogos em noite de lua cheia. O show de Ivete foi ótimo, quando pulei e me diverti muito. Quando deu duas horas de show e ela começou a cantar pagodes da Bahia, voltei ao camarote para comer alguma coisa. Preferi uma massa para não ter problemas depois. Voltei à pista, onde fiquei até o fim do show de Ivete, que aconteceu às 02:45 horas. Mais uma pausa para troca de instrumentos no palco e entra, meia hora depois, a banda Psirico. Ficamos meia hora, pois nós quatro detestamos a voz do vocalista, Márcio Victor. Músicas chatas, sem letras. O pior é que o vocalista grita muito e não canta nada. Além disto, em todas as músicas há o nome da banda na letra. Uma necessidade de afirmação incrível. Resolvemos ir embora por volta de quatro horas da manhã, levando rosas brancas para ofertar à Iemanjá. Andamos até o local liberado para o trânsito e tomamos um táxi para o hotel (R$16,00). Antes de subir ao quarto, fomos até a praia ao lado do hotel e jogamos nossas oferendas à rainha das águas.
A nota negativa do reveillon só soubemos no meio do dia 01º de janeiro. Pelo jornal, descobrimos que uma mulher foi vítima de bala perdida no Clube Espanhol, durante a apresentação de Ivete. A bala teria vindo do lado de fora do clube. A mulher não corria perigo de morte e estava em casa, depois de devidamente medicada. Onde está a segurança?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

EM TERRAS BAIANAS



Cheguei em Salvador nesta quarta-feira, 30/12/2009, onde vou me despedir de 2009 e ver nascer 2010, ano que promete. Aeroporto de Brasília lotadíssimo. Filas quilométricas nos guichês e totens de auto atendimento da TAM. Usei a posição do fidelidade vermelho. Fiquei vinte minutos na fila. Voo sai no horário e pousa em Salvador ao meio-dia, horário local, sem o nefasto horário de verão. Passarei o ano em hora certa! Motorista de táxi emburrado, carro fedorento, corrida cara do aeroporto ao Mercure Salvador Rio Vermelho, hotel onde já estavam meus amigos desde a última segunda-feira. No check in do hotel, mais um stress, o quarto reservado com antecedência não foi o que me entregaram as chaves. Reclamei de pronto e exigi falar com a responsável pelas reservas. Ela usou o bordão "relaxe, você está na Bahia". Mandei ela catar coquinho. Me deram o quarto correto, no andar que havia previamente solicitado. Para piorar, o cofre do apartamento estava sem bateria. Liguei direto para a responsável pela reserva, perguntando se era perseguição. Ela se desculpou pela enésima vez e disse que eu aguardasse dez minutos para trocar a bateria. Disse que conhecia bem os dez minutos de baiano. Ela riu. Saí para almoçar e na volta o cofre já funcionava. Táxi até o restaurante (R$22,00). Conheço o Yemanjá (Avenida Otávio Mangabeira, 4.655, Jardim Armação) há muitos anos e nunca me arrependo de comer lá. Desta vez a história se repetiu. Ótimo atendimento, descontraído, com baianas sempre sorridentes e prontas para esclarecer nossas dúvidas. Enquanto aguardávamos nossos pratos, chegam Vanessa da Mata e Márcio Vítor (vocalista do Psirico) para almoçar. Os dois, mais Ivete, embalarão meu reveillon. Acarajé de entrada, com um vatapá maravilhoso (acho o melhor vatapá da cidade). Porção à parte de caruru no ponto, comme il faut. Para completar a agradável e quente tarde, um ensopado de polvo acompanhado por duas garrafas de um vinho branco brasileiro. Sobremesa para aqueles que aguentavam. Café expresso. Dispensável. Conta para quatro: R$386,00. Novo táxi para o hotel (R$24,00). Motorista de bom papo e divertido.