Depois de ficar o domingo inteiro em casa, cuidando da papelada para requerer o visto canadense, viajo, no final da tarde, pela Gol, para Campo Grande (MS), fazendo conexão em Cuiabá (MT). Logo no check in um problema. O sistema da empresa estava fora do ar e tudo ficou parado. Demorou cerca de quinze minutos e fui atendido. No entanto, não houve possibilidade de efetuar o check in no trecho Cuiaba-Campo Grande. As malas foram despachadas diretamente para a capital sulmatogrossense, mas eu deveria descer em Cuiabá e fazer novo check in, com tempo muito curto de conexão. Já na sala de embarque, encontro os dois colegas de trabalho que comigo viajam e descobri que ambos tinham o check in completo. O voo atrasou a saída em Brasília, aguardando conexão. Ao chegar em Cuiabá, informam que não haveria troca de aeronave e todos deveriam permanecer a bordo com destino a Campo Grande. Como não tinha check in, desci, mas ainda no pé da escada, contatei o pessoal de bordo e fui informado que eu era o único sem o tal check in, que foi um erro de Brasília, mas que já havia sido atendido off line e que retornasse ao avião e me sentasse em qualquer lugar, pois os assentos naquele trecho seriam livres. Voltei e fiquei no mesmo local que iniciei a viagem. O atraso de Brasília foi tirado em solo cuiabano.
Chegamos no horário previsto em Campo Grande e havia um colega nos esperando. Fomos direto jantar, com as malas ficando no carro do colega.

Fiquei no Ibis Campo Grande (Avenida Mato Grosso, 5.513 , Jardim Copacabana), aproveitando os pontos que tenho acumulados no extinto programa de fidelidade compliments da rede Accor para pagar a estadia de três noites. Fiz o check in já eram mais de 22:30 horas, hora local, uma hora a menos do que em Brasília.
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