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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

ESPERA NO AEROPORTO DE CAMPO GRANDE

Como sempre acontece quando tenho hora certa para levantar, meu relógio interno me desperta bem antes do despertador do celular. Fico deitado, olhando para o teto e refletindo. Melhor levantar e arrumar a mala, tomar um banho demorado, comer alguma coisa e fechar as contas no hotel. Foi o que fiz. Assim, chego mais cedo ao aeroporto de Campo Grande. Check in da Gol vazio, atendimento rápido. Viajo com uma colega de serviço. Ela já está no aeroporto e peço marcação de assentos nos dois trechos da viagem ao lado dela e sou atendido. Na sala de espera, momento de atualizar as leituras de e-mails e notícias na internet. Outros colegas chegam para outros voos e embarcam. Nós ficamos. A Gol anuncia atraso por motivos metereológicos. O atraso na saída será de uma hora e vinte minutos. Não há nada para passar o tempo no aeroporto, continuo plugado na internet. A Gol garante a conexão em Cuiabá no horário previsto.

TERÇA-FEIRA DE TRABALHO - AINDA EM CAMPO GRANDE

Acordei sem dores nesta terça-feira. Dia bonito, céu azul, um ventinho gostoso. Depois de tomar café da manhã no hotel, o motorista da regional me pegou e fui coordenar o segundo dia de trabalho em Campo Grande, desta vez com a presença de representantes de 20 regionais. Mais apresentações e esclarecimentos de dúvidas. Avaliação positiva do evento.

Para almoçar, com sol a pino e muito calor, fomos para o restaurante Ceará (Rua Dom Aquino, 2.249, Centro). Mesa grande, com todos os participantes do evento, decidimos fazer contas separadas por dupla, já que os pratos servem fartamente duas pessoas. Quando sentei, me informaram que meu prato já estava decidido: pintado ao urucum. Não reclamei, pois queria comer este prato famoso deste restaurante. Uma maravilha de peixe, assado com um molho de queijo. Acompanha arroz branco e pirão (este estava aguado). Comemos muito e ainda sobrou. Horas agradáveis no restaurante.
Após o encerramento, com entrega de flores às anfitriãs, fui, com alguns colegas, a pé para o bar que todos combinaram para se despedir da cidade. Andamos cerca de quarenta minuto que não vimos passar, pois conversávamos bastante. O bar se chama Miça (Avenida Afonso Pena, 4.103) e é muito grande. Sistema de comandas individuais e com generoso cardápio de drinks. O pessoal pediu um rodízio de sushi, mas preferi só beber uma coca cola, já que sairia para jantar com professores da Universadidade Católica de Mato Grosso do Sul que conheci em 2000, quando representei o governo brasileiro em um evento internacional sobre proteção à maternidade. Fiquei no bar até às 20 horas, quando peguei um táxi até o hotel par aguardar os amigos que me buscariam para jantar. Eles atrasaram um pouco e saímos somente perto de 21:30 horas. Fomos a um pequeno restaurante, cujo nome não guardei, onde comi peixe novamente. O papo foi legal, relembrando a cruzada nacional que fizemos em 2000 em relação ao tema da maternidade.
Voltei ao hotel já perto de uma hora da madrugada. Deitei logo e dormi.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

EM CAMPO GRANDE

Depois de ficar o domingo inteiro em casa, cuidando da papelada para requerer o visto canadense, viajo, no final da tarde, pela Gol, para Campo Grande (MS), fazendo conexão em Cuiabá (MT). Logo no check in um problema. O sistema da empresa estava fora do ar e tudo ficou parado. Demorou cerca de quinze minutos e fui atendido. No entanto, não houve possibilidade de efetuar o check in no trecho Cuiaba-Campo Grande. As malas foram despachadas diretamente para a capital sulmatogrossense, mas eu deveria descer em Cuiabá e fazer novo check in, com tempo muito curto de conexão. Já na sala de embarque, encontro os dois colegas de trabalho que comigo viajam e descobri que ambos tinham o check in completo. O voo atrasou a saída em Brasília, aguardando conexão. Ao chegar em Cuiabá, informam que não haveria troca de aeronave e todos deveriam permanecer a bordo com destino a Campo Grande. Como não tinha check in, desci, mas ainda no pé da escada, contatei o pessoal de bordo e fui informado que eu era o único sem o tal check in, que foi um erro de Brasília, mas que já havia sido atendido off line e que retornasse ao avião e me sentasse em qualquer lugar, pois os assentos naquele trecho seriam livres. Voltei e fiquei no mesmo local que iniciei a viagem. O atraso de Brasília foi tirado em solo cuiabano.
Chegamos no horário previsto em Campo Grande e havia um colega nos esperando. Fomos direto jantar, com as malas ficando no carro do colega.
A escolha foi a Pizzaria Romana (Rua Bahia, 463, Jardim dos Estados), que é anexa à Cantina Romana (Rua da Paz, 237, Jardim dos Estados), casa com mais de 30 anos de tradição. Casa cheia, ruidosa, como toda cantina italiana. De entrada, pedimos bruschetta e a surpresa: vieram torradas! Reclamamos e o garçon disse que aquilo eram bruschettas. Explicamos o que queríamos e ele levou as torradas embora. Deveríamos ter pedido bruschettas italianas. Pedimos e vieram deliciosas, embora com uma certa demora. Preferi, para jantar, pedir a opção do cardápio da cantina, já que era possível e dividi um fettucini ao pesto com a colega de trabalho. Embora com sabor agradável, o molho, com excesso de nata, era enjoativo, o que me fez comer pouco. Demoramos mais de duas horas no restaurante. Nosso colega de Campo Grande levou cada um em seu hotel, já que estávamos em hoteis distintos.
Fiquei no Ibis Campo Grande (Avenida Mato Grosso, 5.513 , Jardim Copacabana), aproveitando os pontos que tenho acumulados no extinto programa de fidelidade compliments da rede Accor para pagar a estadia de três noites. Fiz o check in já eram mais de 22:30 horas, hora local, uma hora a menos do que em Brasília.