Cloud Gate - Millenium Park
13 de outubro de 2009, terça-feira fria em Toronto. Antes de seis horas da manhã, todos já de pé, com as malas prontas. Check out às 06:25 horas (CAD 53, apenas extras). Café da manhã com o dia ainda escuro. 7 horas da manhã. Três táxis Lincoln estão nos esperando. Corrida até o aeroporto por CAD 60 por carro. Há terminal exclusivo para as companhias aéreas americanas. No check in da American Eagle, uma subsidiária da American Airlines, uma aborrecida funcionária nos atende e atrasa muito. Exige o pagamento de CAD 16 por bagagem despachada, o que não foi feito com os outros quatro que faziam o check in em outro balcão. Ela foi irredutível e tivemos que pagar. Pedimos para inserir o número do Smiles e ela afirmou que não havia acordo para tal. Falei firme que havia sim e ela teve que procurar e inserir nossos números. Ainda no balcão, ela quis ver nosso bilhete de volta para o Brasil e mandou que pesássemos as malas. Depois de checar o peso de cada uma, ela as etiquetou e mandou que as levássemos e passar pela imigração americana. Há um acordo com o governo canadense para que haja o controle de imigração e alfândega dos Estados Unidos no aeroporto de Toronto. Na fila, todos preenchem dois formulários para a entrada em solo americano. Stress no ar. Nossos amigos se dispersam. Eu e Ric somos os últimos a entrar na sala da imigração. Fila grande. Calçamos a cara, passamos óleo de peroba e fomos pedindo licença, avançando na fila até onde nossos amigos estavam. Nos guichês, fomos separados novamente. Ric e eu ficamos no guichê de um oriental que perguntou se éramos parentes. Respondi que moramos juntos. Ele pediu para que Ric esperasse na fila. Olhei no fundo dos olhos dele e disse em bom inglês: He is my husband. O queixo dele caiu e ele pegou nossa documentação e fez algumas perguntas. Primeiro para mim e depois quis que eu repetisse as mesmas perguntas para Ric e traduzisse as respostas para ele. Liberados pela imigração, enfim colocamos as malas na esteira. Próximo passo foi o raio X. Tive que tirar sapatos, cinto, relógio, casaco, notebook da mochila e tudo que estava nos bolsos da calça. No portão de embarque a notícia de que o voo estava atrasado. Meia hora de atraso, embarcamos num avião desconfortável, muito pequeno e com péssimo serviço de bordo. Tudo era cobrado. Gratuito somente o suco de cramberry com maçã. Horrível. No enorme aeroporto de Chicago, uma limousine nos esperava. Carro para 14 pessoas. Somos oito e bagagens. Sensação de sermos celebridades.





Noel,
ResponderExcluirToda viagem tem seus contratempos, não liga não.
E como dizia nossa amiga Scarlet, amanhã é outro dia!
Bjs
Pek,
ResponderExcluirVocê tem razão. No geral, a viagem está ótima.
Bjs.
Léo, nós dois que fomos embora estamos abismados com o rigor americano no aeroporto. Se bem que já era previsto, né! O que importa é que vcs chegaram bem a Chicago e agora aproveitam bastante a viagem. Ah, quem não quis ir ao outlet, D e R? Abraços de cá
ResponderExcluirLaertinho,
ResponderExcluirJá esperávamos este rigor, mas quando sofremos o rigor, ficamos muito chateados. Quem não foi ao outlet foi C e P.
Abç