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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

FILMOTECA ESSENCIAL - INTERNACIONAL (11)

Depois de ver Alien, O 8º Passageiro, revi o segundo filme da quadrilogia, ou seja, Aliens, O Resgate (Aliens), de James Cameron. A produção de 1986 é dos Estados Unidos e estrelada pela mesma Sigourney Weaver (Ripley) de todos os quatro filmes da série. Entre o primeiro e o segundo filme houve um intervalo de sete anos, mas no roteiro, passaram-se cinquenta e sete anos entre o final do primeiro e o início do segundo. Este filme é mais recheado de ação, com algums pitadas de humor. Prefiro esta sequência Alguns elementos que James Cameron usou neste filme se repetiram em Avatar, o mega sucesso que ele dirigiu recentemente, como quando Ripley dirige uma empilhadeira, em um momento transformer, lutando com a mãe alien. Em Avatar, há algumas cenas com esta mesma leitura., só que com armas de guerra gigantes, mas pilotadas por humanos. Em Aliens, Ripley retorna ao mesmo planeta onde encontraram o alien para resgatar setenta famílias de colonizadores humanos que se instalaram no local. O contato com a base foi interrompido, motivo pelo qual um time de fuzileiros foi enviado junto com Ripley. É claro que todos  os colonizadores foram usados pelos aliens como hospedeiros para o nascimento de seus filhos, restando apenas uma criança viva. Há vários aliens, incluindo uma rainha-mãe, que põe os ovos como em uma colmeia ou um formigueiro. A luta final de Ripley com a rainha mãe é sensacional. Gostei muito de rever este filme, que considero também obrigatório em qualquer coleção que tenha como tema a ficção científica.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

AVATAR

Depois de três tentativas frustradas de assistir Avatar (Avatar), de James Cameron, consegui entradas para a projeção em 3D, versão dublada, para terça-feira na última sessão da noite. Enfrentei uma grande fila na bilheteria do Cinemark Pier 21, em Brasília, para comprar o caro ingresso (R$22,00), uma hora e meia antes do início do filme. O bilheteiro avisou que a fila para entrar na sala de projeção começava a se formar quarenta minutos antes. Aproveitei que tinha tempo e jantei no TGI Friday's que existe no local. Escolhi uma massa ao molho Alfredo e frango. Pesado demais, mas como enfrentaria um filme de três horas de duração, não senti muito. Fui para a fila de entrada faltando meia hora para o início da sessão e já estava bem grande. Anunciaram no sistema de som que os ingressos para a minha sessão estavam esgotados. Muitos que ainda enfrentavam a fila para comprar não perderam a viagem. Compraram ingressos para o filme de ação Sherlock Homes, que também quero ver. Quinze minutos antes liberam a sala 12. Óculos na mão. Assentos bem posicionados. Somente traillers de filmes em 3D, a maioria é animação. Enfim, começa o filme. E que belo filme! O roteiro já foi explorado várias vezes no cinema. Um homem branco se infiltra em uma sociedade diferente para dela tirar proveito e acaba se envolvendo, ficando ao seu lado. Um Homem Chamado Cavalo, Dança com Lobos e tantos outros filmes são exemplos.Voltando a Avatar, achei um espetáculo para os olhos, uma orgia visual, uma filme de ação que é puro entretenimento, mas com conteúdo. Há discussões sobre opressão, tirania, meio ambiente, ganância, solidariedade, coletividade, espiritualidade, superação. Fiquei extasiado e a experiência em 3D torna o filme mais impactante. Ficar com os óculos durante quase três horas é um pouco cansativo. Tive que tirar em breves momentos, pois estava incomodando. Filme nota 10.