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terça-feira, 24 de janeiro de 2017
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
TERÇA-FEIRA DE TRABALHO - AINDA EM CAMPO GRANDE
Acordei sem dores nesta terça-feira. Dia bonito, céu azul, um ventinho gostoso. Depois de tomar café da manhã no hotel, o motorista da regional me pegou e fui coordenar o segundo dia de trabalho em Campo Grande, desta vez com a presença de representantes de 20 regionais. Mais apresentações e esclarecimentos de dúvidas. Avaliação positiva do evento.


Para almoçar, com sol a pino e muito calor, fomos para o restaurante Ceará (Rua Dom Aquino, 2.249, Centro). Mesa grande, com todos os participantes do evento, decidimos fazer contas separadas por dupla, já que os pratos servem fartamente duas pessoas. Quando sentei, me informaram que meu prato já estava decidido: pintado ao urucum. Não reclamei, pois queria comer este prato famoso deste restaurante. Uma maravilha de peixe, assado com um molho de queijo. Acompanha arroz branco e pirão (este estava aguado). Comemos muito e ainda sobrou. Horas agradáveis no restaurante.
Após o encerramento, com entrega de flores às anfitriãs, fui, com alguns colegas, a pé para o bar que todos combinaram para se despedir da cidade. Andamos cerca de quarenta minuto que não vimos passar, pois conversávamos bastante.
O bar se chama Miça (Avenida Afonso Pena, 4.103) e é muito grande. Sistema de comandas individuais e com generoso cardápio de drinks. O pessoal pediu um rodízio de sushi, mas preferi só beber uma coca cola, já que sairia para jantar com professores da Universadidade Católica de Mato Grosso do Sul que conheci em 2000, quando representei o governo brasileiro em um evento internacional sobre proteção à maternidade. Fiquei no bar até às 20 horas, quando peguei um táxi até o hotel par aguardar os amigos que me buscariam para jantar. Eles atrasaram um pouco e saímos somente perto de 21:30 horas. Fomos a um pequeno restaurante, cujo nome não guardei, onde comi peixe novamente. O papo foi legal, relembrando a cruzada nacional que fizemos em 2000 em relação ao tema da maternidade.
Após o encerramento, com entrega de flores às anfitriãs, fui, com alguns colegas, a pé para o bar que todos combinaram para se despedir da cidade. Andamos cerca de quarenta minuto que não vimos passar, pois conversávamos bastante.
O bar se chama Miça (Avenida Afonso Pena, 4.103) e é muito grande. Sistema de comandas individuais e com generoso cardápio de drinks. O pessoal pediu um rodízio de sushi, mas preferi só beber uma coca cola, já que sairia para jantar com professores da Universadidade Católica de Mato Grosso do Sul que conheci em 2000, quando representei o governo brasileiro em um evento internacional sobre proteção à maternidade. Fiquei no bar até às 20 horas, quando peguei um táxi até o hotel par aguardar os amigos que me buscariam para jantar. Eles atrasaram um pouco e saímos somente perto de 21:30 horas. Fomos a um pequeno restaurante, cujo nome não guardei, onde comi peixe novamente. O papo foi legal, relembrando a cruzada nacional que fizemos em 2000 em relação ao tema da maternidade.Voltei ao hotel já perto de uma hora da madrugada. Deitei logo e dormi.
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