Passei batido nos cinemas quando esteve em cartaz o segundo filme da nova série Star Trek, chamada no Brasil em tempos idos de Jornada nas Estrelas. Como fã de filmes de ficção científica, ao comprar os últimos presentes natalinos, adquiri a versão em BD para Star Trek - Além da Escuridão (Star Trek Into Darkness), produção americana de 2013. Como o primeiro filme da reinvenção da clássica série dos anos sessenta, coube a J.J. Abrams a direção. No elenco, os mesmos atores que deram vida aos principais personagens da saga: Chris Pine (Kirk), Zachary Quinto (Spock), Zoe Saldana (Uhura), John Cho (Sulu), Karl Urban (Bones), Simon Pegg (Scotty) e Anton Yelchin (Chekov). Além deles, ainda estão no elenco Benedict Cumberbatch (Khan) e Peter Weller (Marcus), além de nova rápida aparição de Leonard Nimoy, o eterno Dr. Spock da série televisa e dos seis primeiros filmes para as telonas, vivendo o Spock Prime. Achei interessante o modo como os roteiristas atualizaram a série, trazendo elementos de filmes de ação, com muita luta entre os personagens, com o vilão sempre com força, efeitos especiais e som de primeira, sem, no entanto, deixar a áurea e o romantismo da série de sessenta de lado. Para os fãs de carteirinha, há vários elementos que remetem aos capítulos antigos, como uma rápida cena com os inimigos eternos da Enterprise, os klingons, os intercomunicadores que, perto de um smartphone atual, soam antiquados, o teletransporte, a velocidade em dobra da espaçonave e o inimigo Khan. Para quem não conhece os filmes anteriores, o vilão é mais um entre tantos que ocupam a galeria de vilania dos filmes de ficção científica, bem construído e bem interpretado por Cumberbatch, mas para os conhecedores da saga, Khan é um dos mais poderosos vilões que a trupe da Enterprise já enfrentou, com um filme todo dedicado a ele: Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (Star Trek: The Wrath of Khan, 1982). Para quem viu este filme no início dos anos oitenta, o pedido de Spock para falar com o planeta Novo Volcano, quando aparece na tela o Spock Prime, é uma ligação interessante deste filme com aquele de 1982, pois Spock quer saber como Spock Prime conseguiu derrotar Khan. Não por acaso, o vilão dos filmes de 1982 e 2013 é Khan, e ambos os filmes são o segundo de cada série para o cinema. Quanto ao enredo, é aquilo que esperamos de um Star Trek, com Kirk e seus comandados fazendo de tudo para o bem prevalecer, valendo, inclusive, desobedecer ordens superiores. A amizade de Kirk e Spock se consolida. Para dar um toque de romance, Spock deixa aflorar seu lado humano namorando Uhura, agora em papel de destaque na série cinematográfica. Boa diversão.
Um pouco de tudo do que curto: cinema, tv, teatro, artes plásticas, enogastronomia, música, literatura, turismo.
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
PADRE
Gosto de filmes com o universo de vampiros. Fiquei curioso ao ler sobre o filme Padre (Priest), produção americana de 2011, dirigida por Scott Charles Stewart, pois uma das resenhas sobre a película dizia que era um dos melhores filmes de vampiros já realizados. Quando saiu o dvd, comprei de imediato. O filme tem no elenco Paul Bettany, como o padre do título, Cam Gigandet, Maggie Q., Karl Urban e Christopher Plummer, vivendo uma espécie de um todo poderoso bispo. A história se passa em uma época incerta, que fica entre um passado distante e um futuro indefinido, pois o figurino é todo antigo e há máquinas e equipamentos que indicam uma evolução para além dos nossos dias. O diretor conseguiu fazer uma leitura sui generis das entidades vampirescas, usurpando características de outros seres para compor suas criaturas. É óbvio que ele bebe de algumas fontes das produções de tv e/ou de cinema, de sucesso, tais como a minissérie V quando coloca os vampiros com uma rainha-mãe que gera os vampiros em casulos, como se fossem ovos; a trilogia Mad Max, com as motos no deserto; Cowboys & Aliens, na ambientação de faroeste com seres imaginários; de filmes de lutas marciais, especialmente os realizados por John Woo, por causa da coreografia, instrumentos mortais e a caractrerização de alguns personagens (sem falar na presença da atriz Maggie Q. como uma integrante da liga dos padres); de filmes ambientados na Idae Média, quando os personagens católicos eram uma constante e detinham um enorme poder. Enfim, o diretor consegue fazer um mix para agradar ao público atual que frequenta os cinemas, especialmente os jovens americanos. De padre, o protagonista só tem o nome, pois é uma verdadeira máquina de matar, é um caçador de vampiros, no melhor estilo Van Helsing. Apesar de toda a mistura e de tantas referências, o filme não decepciona e cumpre seu papel de entreter. Claro que ao fim, abre-se uma brecha para uma ou várias continuações. Gostei.
dvd
filme
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
STAR TREK
Aproveitando o ritmo lento no trabalho, cheguei em casa mais cedo nesta segunda-feira e coloquei mais um filme para rodar. Desta vez, escolhi a ficção científica Star Trek (Star Trek), produção americana de 2009, dirigida por J. J. Abrams. Não é uma refilmagem da série clássica da tv e tampouco dos filmes para cinema da mesma série. É um filme anterior ao início da jornada da Enterprise, quando os então cadetes formaram a primeira tripulação da famosa nave da Federação. No filme vemos os jovens James Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Scotty (Simon Pegg), Chekov (Anton Yeltin), Sulu (John Cho), em sua primeira viagem tendo que enfrentar um vilão romulano que veio do futuro, destrói o Planeta Vulcano e se prepara para destruir a Terra. O vilão é um irreconhecível Eric Bana. O filme faz uma interessante homenagem à série clássica ao colocar Leonard Nimoy, o ator que eternizou o vulcano Spock, no papel que o consagrou na tv. Ele também veio do futuro, juntamente com o vilão romulano, e tem um elucidativo encontro com o jovem Kirk, além de um encontro com o Spock jovem já no final do filme. Ainda tem Winona Ryder como a mãe humana de Spock. Sempre gostei de filmes de ficção científica. Achei este filme bom, embora não faça sombra aos dois primeiros filmes da série para o cinema.
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