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quarta-feira, 8 de junho de 2022

MISSÃO IMPOSSÍVEL - A FRANQUIA (MISSION: IMPOSSIBLE)


Missão Impossível
(Mission: Impossible), 1996, 110 minutos, dirigido por Brian De Palma. Minha nota: 8.
Missão Impossível II (Mission: Impossible II), 2000, 123 minutos, dirigido por John Woo. Minha nota: 7.
Missão Impossível III (Mission: Impossible III), 2006, 126 minutos, dirigido por J.J. Abrams. Minha nota: 6.
Missão Impossível: Protocolo Fantasma (Mission Impossible - Ghost Protocol), 2011, 133 minutos, dirigido por Brad Bird. Minha nota: 8.
Missão Impossível: Nação Secreta (Mission Impossible - Rogue Nation), 2015, 131 minutos, dirigido por Christopher McQuarrie. Minha nota: 7.
Missão Impossível: Efeito Fallout (Mission Impossible - Fallout), 2018, 147 minutos, dirigido por Christopher McQuarrie. Minha nota: 7.

Resolvi ver/rever a franquia Missão Impossível, estrelada por Tom Cruise, baseada em famoso seriado de televisão da década de 1960. Os dois últimos eu ainda não tinha visto. Vi os seis filmes na ordem cronológica de lançamento durante o mês de maio de 2022.

Após o sucesso do primeiro filme, que tinha menos de 2 horas, os filmes seguintes tiveram alguns minutos acrescentados em sua duração, chegando a ter quase duas horas e meia o último deles. 

Basicamente, temos uma equipe do MI6, serviço secreto americano, mais secreto que CIA e FBI juntos, comandada por Ethan Hunt (Tom Cruise), que precisa impedir algum criminoso ou organização criminosa para salvar o mundo. Sempre com locações em mais de um país, as cenas de ação sempre são destaques nos seis filmes. Claro que cada diretor deixa sua marca, como a direção fina e delicada de Brian De Palma, priorizando os detalhes das operações de Hunt, passando pelas inúmeras explosões e cenas de lutas marciais, marcas sempre presentes nos filmes dirigidos por John Woo, passando pela preguiça na direção de J.J. Abrams, até chegar a um equilíbrio entre ação, elegância e detalhes conseguido por Christopher McQuarrie, que será o diretor dos próximos dois filmes da franquia.

Puro entretenimento, com boa atuação de Cruise, com participações de várias estrelas do cinema nestes seis filmes, tais como Vanessa Redgrave, Angela Basset, Thandiwe Newton, John Voight, Emmanuelle Béart, Philip Seymour Hoffman, Laurence Fishburne, Jeremy Renner, Léa Seydoux, Rebecca Ferguson, Alec Baldwin, Henry Cavill, Michelle Monaghan, Sean Harris, Simon Pegg e Ving Rhames.

Diverte e anuvia o pensamento.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

STAR TREK - ALÉM DA ESCURIDÃO

Passei batido nos cinemas quando esteve em cartaz o segundo filme da nova série Star Trek, chamada no Brasil em tempos idos de Jornada nas Estrelas. Como fã de filmes de ficção científica, ao comprar os últimos presentes natalinos, adquiri a versão em BD para Star Trek - Além da Escuridão (Star Trek Into Darkness), produção americana de 2013. Como o primeiro filme da reinvenção da clássica série dos anos sessenta, coube a J.J. Abrams a direção. No elenco, os mesmos atores que deram vida aos principais personagens da saga: Chris Pine (Kirk), Zachary Quinto (Spock), Zoe Saldana (Uhura), John Cho (Sulu), Karl Urban (Bones), Simon Pegg (Scotty) e Anton Yelchin (Chekov). Além deles, ainda estão no elenco Benedict Cumberbatch (Khan) e Peter Weller (Marcus), além de nova rápida aparição de Leonard Nimoy, o eterno Dr. Spock da série televisa e dos seis primeiros filmes para as telonas, vivendo o Spock Prime. Achei interessante o modo como os roteiristas atualizaram a série, trazendo elementos de filmes de ação, com muita luta entre os personagens, com o vilão sempre com força, efeitos especiais e som de primeira, sem, no entanto, deixar a áurea e o romantismo da série de sessenta de lado. Para os fãs de carteirinha, há vários elementos que remetem aos capítulos antigos, como uma rápida cena com os inimigos eternos da Enterprise, os klingons, os intercomunicadores que, perto de um smartphone atual, soam antiquados, o teletransporte, a velocidade em dobra da espaçonave e o inimigo Khan. Para quem não conhece os filmes anteriores, o vilão é mais um entre tantos que ocupam a galeria de vilania dos filmes de ficção científica, bem construído e bem interpretado por Cumberbatch, mas para os conhecedores da saga, Khan é um dos mais poderosos vilões que a trupe da Enterprise já enfrentou, com um filme todo dedicado a ele: Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (Star Trek: The Wrath of Khan, 1982). Para quem viu este filme no início dos anos oitenta, o pedido de Spock para falar com o planeta Novo Volcano, quando aparece na tela o Spock Prime, é uma ligação interessante deste filme com aquele de 1982, pois Spock quer saber como Spock Prime conseguiu derrotar Khan. Não por acaso, o vilão dos filmes de 1982 e 2013 é Khan, e ambos os filmes são o segundo de cada série para o cinema. Quanto ao enredo, é aquilo que esperamos de um Star Trek, com Kirk e seus comandados fazendo de tudo para o bem prevalecer, valendo, inclusive, desobedecer ordens superiores. A amizade de Kirk e Spock se consolida. Para dar um toque de romance, Spock deixa aflorar seu lado humano namorando Uhura, agora em papel de destaque na série cinematográfica. Boa diversão.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

MISSÃO: IMPOSSÍVEL - PROTOCOLO FANTASMA

Gosto de filmes de ação. Muita correira, escapadas mirabolantes, perseguições, aparatos com tecnologia de ponta. Filmes deste tipo me atraem no intuito apenas de divertir. Nada mais do que pura diversão. A série Missão Impossível cumpre bem este papel. Assim, fui conferir o seu quarto título para os cinemas, Missão: Impossível - Protocolo Fantasma (Mission: Impossible - Ghost Protocol), produção americana de 2011, estrelada mais uma vez por Tom Cruise. Coube a Brad Bird a direção, famoso por conduzir as deliciosas animações Ratatouille e Os Incríveis, além de ter também dirigido dois episódios da longeva série Os Simpsons no início dos anos 90. Bird trouxe fôlego novo à série, pois injetou uma dose de humor certeira ao filme, especialmente com o personagem Benji Dunn (Simon Pegg). Cruise volta ao papel de Ethan Hunt, agente da IMF, que participa de uma malograda ação em Moscou com sua equipe, sendo expulso da organização, mas ganhando fôlego para descobrir, junto com seus amigos, quem sabotou a operação. A partir daí, são duas horas de muita ação em cenários de Moscou, Dubai, Mumbai, mostrando um aparato sem fim de instrumentos tecnológicos. O tal protocolo fantasma do título é utilizado em caso extremo, quando a organização IMF fica desautorizada e seus agentes agem sem nenhum apoio. O vilão da história, Kurt Hendricks (Michael Nyqvist), é o ponto fraco do filme. Não pela atuação do ótimo ator Nyqvist, mas pela total falta de vilania do personagem. A presença da bela Léa Seydoux é um atrativo. Ela interpreta Sabine Moreau, uma matadora que trabalha sob encomenda e só aceita pagamento em diamantes. Destaque para a cena em que Hunt escala o maior edifício do mundo em Dubai. Segundo as resenhas sobre o filme, Tom Cruise dispensou dublês na maioria das cenas perigosas. Muitos vão dizer que o filme já esgotou sua fórmula, que há cenas muito parecidas ou chupadas dos outros três filmes anteriores, e estas pessoas tem razão. Contudo, como escrevi no começo deste post, é filme para divertir, para desopilar o fígado, sem muito o que refletir, sem ter que procurar qual a mensagem subliminar do texto. É para sair do cinema satisfeito. Gostei.

filme
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

STAR TREK



Aproveitando o ritmo lento no trabalho, cheguei em casa mais cedo nesta segunda-feira e coloquei mais um filme para rodar. Desta vez, escolhi a ficção científica Star Trek (Star Trek), produção americana de 2009, dirigida por J. J. Abrams. Não é uma refilmagem da série clássica da tv e tampouco dos filmes para cinema da mesma série. É um filme anterior ao início da jornada da Enterprise, quando os então cadetes formaram a primeira tripulação da famosa nave da Federação. No filme vemos os jovens James Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Scotty (Simon Pegg), Chekov (Anton Yeltin), Sulu (John Cho), em sua primeira viagem tendo que enfrentar um vilão romulano que veio do futuro, destrói o Planeta Vulcano e se prepara para destruir a Terra. O vilão é um irreconhecível Eric Bana. O filme faz uma interessante homenagem à série clássica ao colocar Leonard Nimoy, o ator que eternizou o vulcano Spock, no papel que o consagrou na tv. Ele também veio do futuro, juntamente com o vilão romulano, e tem um elucidativo encontro com o jovem Kirk, além de um encontro com o Spock jovem já no final do filme. Ainda tem Winona Ryder como a mãe humana de Spock. Sempre gostei de filmes de ficção científica. Achei este filme bom, embora não faça sombra aos dois primeiros filmes da série para o cinema.