Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Santa Tereza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santa Tereza. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de junho de 2012

APRAZÍVEL - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)



Endereço: Rua Aprazível, 62, Santa Tereza, Rio de Janeiro, RJ.

Especialidade: culinária brasileira.

Ambiente: fica em um agradável local, com vários ambientes que seguem os desníveis da encosta de Santa Tereza, aproveitando, inclusive, a histórica e tombada murada do bairro, cuja ideia da construção remonta ao final do  Século XVIII. Nos ambientes, predominam objetos de decoração rústicos, muitos dos quais do rico artesanato brasileiro. Árvores enormes, vasos de plantas, mesas e cadeiras feitos em peças brutas de madeira, bancos com almofadas coloridas, sousplats em formato de flores com cores vibrantes, bonecas de cerâmica, muita palha, cestos com frutas naturais no balcão do bar, retalhos de azulejos, entre outros itens, fazem parte da decoração. A vista proporcionada pelo restaurante é deslumbrante. Ficamos em um gazebo, no local mais alto do restaurante, em local onde só tem uma mesa, cujo acesso se dá por uma escada de ferro em espiral.











Serviço: ótimo, desde o atendimento ao telefone, até a saída, quando utilizamos o serviço de carro executivo oferecido pela casa (serviço pago diretamente ao motorista). Tivemos um excelente atendimento pelo garçom Rico. Há wi-fi, mediante solicitação de senha. Para quem sentir frio, há mantas para empréstimo.

Quando fui: almoço do dia 07 de junho de 2012, quinta-feira, feriado de Corpus Christi, em dia nublado e frio no Rio de Janeiro. Éramos quatro pessoas.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero e uma xícara de café expresso ao final.

O que comi: pedimos três entradas para compartilhar. Além disto, escolhi um peixe como prato principal, sem sobremesa.

Entrada 1: palmito fresco assado servido na telha de bambu, com pesto de azeite, manjericão e castanha de caju. Prato leve, perfumado, intenso em sabor. Preferi o palmito ao natural, sem o pesto que o deixou com sabor muito forte. Uma entrada que deve ser provada.



Entrada 2: vieiras em crosta de camarão seco e castanha de caju, servida sobre creme de aipim e coco. São quatro unidades, servidas em conchas que ficam estáveis no prato porque o creme de aipim serve de "cola". No centro, um potinho com mais creme de aipim e coco ralado por cima. As vieiras estavam macias por dentro e crocantes por fora. Achei o creme de aipim dispensável.



Entrada 3: escondidinho em homenagem ao Nordeste. Vem em um ramequim pequeno, feito com purê de batata baroa recheado com carne seca desfiada, queijo fundido e parmesão gratinado. Servido muito quente, estava ótimo. A substituição da mandioca pela batata baroa deu uma personalidade ao prato. Muito bom.



Prato principal: peixe tropical. Servido em um prato com bordas pintadas em verde. Trata-se de um filé de cherne grelhado ao molho de laranja, tendo como acompanhamento arroz de coco com castanha de caju e metade em corte longitudinal de uma banana da terra assada. O cherne é um peixe que sempre aprecio, por sua cor, textura e sabor leve. Estava grelhado no ponto certo, bem macio por dentro. O arroz tinha pouco tempero, deixando o coco e a castanha de caju se sobressaírem, mas tinha um sabor delicado. O ponto forte do prato era a banana da terra. em bela apresentação, estava simplesmente divina. Prato aprovadíssimo.



Valor total da conta: R$ 610,12, ressaltando que foram consumidas três garrafas de cerveja Antarctica Original e duas caipiroscas de frutas, além de água e refrigerantes.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * * *. Para ir com tempo e curtir o ambiente, a vista, o cardápio e a companhia.

Gastronomia Rio de Janeiro (RJ)

terça-feira, 29 de maio de 2012

BAR E RESTAURANTE TEMÁTICO - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)




Endereço
: Rua Perité, 187, esquina com Rua Silvianópolis, Santa Tereza, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: comida de boteco. O slogan do bar é "tempero e jeito nordestino que o mineiro gosta", indicando que o cardápio tem iguarias da culinária nordestina, como a carne de sol com manteiga de garrafa. Um dos points da baixa gastronomia da capital mineira, é famoso por sua costela no bafo.

Ambiente: simples, como se espera de um boteco, com mesas de madeira com toalhas amarelas, paredes pintadas também em amarelo, mesas na calçada, devidamente protegidas com um toldo, alguns objetos de decoração nordestinos e monitores de televisão ligados.




Serviço: informal, simpático, como se espera de um bar. Os pratos pedidos chegaram rapidamente à mesa.

Quando fui: jantar do dia 25 de maio de 2012, sexta-feira. Éramos três pessoas. Chegamos por volta de 23:30 horas, perto da cozinha fechar, o que ocorreu uma hora depois.

O que bebi: duas latas de Pepsi Cola Light.

O que comi: iniciamos com uma picanha na chapa, com muita cebola e pimentões, acompanhada de arroz branco, feijão com farinha, mandioca cozida e manteiga de garrafa. No cardápio está escrito que o prato é para duas pessoas, mas serviu bem nós três. A capa de gordura da picanha estava suculenta, o que garantiu o sabor da carne. Claro que deixei a gordura de lado. A picanha estava bem macia. Pedimos mal passada, pois uma das que estavam na mesa já conhecia o bar e sabia que o mal passado não era o que os gaúchos e argentinos gostam. A carne veio no ponto que gosto, sem nenhum sangue, mas sem ser bem passada. Quanto aos acompanhamentos, não gostei do feijão, sem graça de tudo. A mandioca estava ótima. Não experimentei o arroz. Enquanto comíamos, vimos um prato diferente ser servido na mesa ao lado. Perguntamos ao simpático e diligente garçom que nos atendia do que se tratava. Era o prato com o qual o bar participara da edição 2012 do festival Comida Di Buteco, que havia terminado duas semanas antes, mas continuava a ser servido. Tem o inusitado nome de "tôvenotudo", com um banner pendurado no teto com sua foto e descrição. Resolvemos pedir uma porção, mas o garçom teve que verificar se ainda sairia, pois a cozinha já estava em processo de encerramento do expediente. Resposta positiva, veio logo à mesa a panela de barro com quatro trouxas feitas com uma massa de ovos recheadas com carne de sol desfiada e queijo canastra, mergulhadas em um molho de tomates. Experimentei apenas metade de uma das trouxas. Achei mais interessante a apresentação do que o sabor. O recheio estava frio e um pouco salgado.


picanha na chapa, com muita cebola e pimentões e manteiga de garrafa


arroz branco, feijão com farinha e mandioca cozida


"tôvenotudo"




Quanto paguei: R$ 35,73, valor individual.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. Vale pelo movimento, sempre cheio, pela simpatia no atendimento e pela mandioca cozida.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)