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domingo, 22 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de julho de 2012

AMADEUS - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)


Endereço: Rua Alagoas, 699, Savassi, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: culinária internacional.

Quando fui: jantar do dia 30 de junho de 2012, sábado. Cheguamos por volta de 23:00 horas. Éramos quatro pessoas.

Serviço: instalado no Royal Savassi Hotel, mas com entrada independente, é amplo, com dois ambientes. Sempre cheio. Embora tenha serviço a la carte, o forte é o buffet a quilo. Há um quadro na parede localizado em cima do buffet que reproduz bem a diversidade de opções do restaurante, onde consta a seguinte frase: "para as noites sem sabor, o Amadeus oferece cem sabores sob medida". Dentre as opções estão frios, saladas, pratos leves, pães, salgadinhos, carnes, aves, peixes, sopa, queijos, sushi e sobremesa. Há sempre alguma opção que agrade tanto a quem vai somente petiscar, quanto quem vai jantar. Os garçons são simpáticos, atenciosos (preciamos trocar uma taça de vinho por causa do cheiro que nela estava e por mais de uma vez um garçom nos pediu desculpas pelo ocorrido). O atendimento é rápido. Não há carta de vinhos, mas como o local também é conhecido como um wine bar, há uma adega com cinco mil título, onde o cliente vai, escolhe o que quer beber e a garrafa é enviada à mesa. Os preços dos vinhos são bem em conta, pois praticam preços de importador e não de restuarante. Na entrada, comandas individuais são entregues aos clientes, facilitando na hora do pagamento.

O que bebi: compartilhamos duas garrafas de vinho tinto, sempre acompanahdos da água sem gás Caxambu. Começamos com o vinho tinto Fattoria dei Barbi 2009 (R$ 71,25), com um corte sangiovese/merlot, com 14% de álcool, porduzido na região de Morellino di Scansano, Toscana, Itália. Seguimos com um ótimo vinho tinto francês, o Château Potensac 1999 (R$ 161,75), produzido na região do Médoc, Bordeaux, França. Ambos os vinhos tinham ótimo aroma e sabor, mas o francês era infinitamente melhor. Finalizei com uma xícara de café expresso Três Corações.

O que comi: optei pelo variado buffet a quilo, me servindo de petiscos inicialmente, como um pastel frito de queijo holandês, cortes de queijos e frios, anéis de lulas cozidos e pão de queijo. Em seguida, me servi de escondidnho de camarão, muito bom, por sinal, alcachofras cozidas e mais queijos e frios. Se nota que não me preocupei muito em harmonizar a comida com os potentes vinhos que tomamos. Ainda fui de sobremesa, com pequenas porções de tiramissú (sem graça), pudim de tapioca (bom), mousse de chocolate (ótima) e um bombom trufado.

Valor total da conta: R$ 398,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. O local é boa opção para final de noite, com variedade grande de pratos.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

LA TRAVIATA - GASTRONOMIA EM BELO HORIZONTE (MG)



Endereço: Avenida Cristóvão Colombo, 282, Savassi, Belo Horizonte, MG.

Especialidade: culinária italiana, com forte presença de massas, pizzas e carnes.

Quando fui: almoço do dia 30 de junho de 2012, sábado. Cheguamos por volta de 16:00 horas. Éramos oito pessoas.

Serviço: instalado no miolo da Savassi em um casarão de dois pavimentos, tombado pelo patrimônio histórico, é uma autêntica cantina italiana, com direito a toalha quadriculada em vermelho e branco nas mesas e flores de plástico em garrafas vazias de Mate Couro. Garçons antigos, com cara de poucos amigos. Os pratos chegam muito rapidamente à mesa, especialmente as massas (a maioria do extenso cardápio).

O que bebi: enquanto a maioria da minha mesa tomava cerveja Original, consumi uma garrafa de Mate Couro Zero.

O que comi: spaghetti a carbonara (R$ 26,00). É bem servido, podendo ser tranquilamente dividido por duas pessoas que não comem muito. A massa estava al dente, mas a moda carbonara passou longe do que conheço, pois o prato não tinha aquele molho espesso, mas sim pedaços de bacon fritos bem sequinhos e ovo mexido rapidamente na frigideira. Não estava ruim, mas não chamaria o prato de a carbonara.



Valor total da conta: R$ 272,00.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. O local é agradável, sempre tem movimento, com comida honesta, barata e rápido atendimento.

Gastronomia Belo Horizonte (MG)

sábado, 11 de julho de 2009

SÁBADO GOSTOSO EM BH

Minha mente borbulha. Vontade de escrever muito. Tenho mil ideias para novos textos de ficção. Fiquei mais leve e tranquilo ao saber que Chico Buarque e Carlos Heitor Cony, além de outros escritores e escritoras consagradas, levam para a ficção experiências vividas ou ouvidas de fatos reais que se tornam insumos para histórias fictícias. Também tenho isto de levar fatos reais para minhas histórias. Vou escrever um texto novo na próxima semana.

Hoje quero falar de BH.

Fontes da Praça da Liberdade - Belo Horizonte

Como é gostoso andar na Praça da Liberdade, um lugar lindo e agradável no coração da cidade. O sábado estava propício para uma caminhada relaxante na praça. Eu e Ri fomos para lá, já passava do meio dia, e tiramos algumas fotos dos prédios neoclássicos, do prédio moderno de Niemeyer e das palmeiras e fontes da praça. Não ficamos muito, pois a fome gritava alto, já que não tomamos café da manhã (acordamos depois do horário do café do hotel). Descemos a pé para a Savassi, vendo os prédios e lojas. Quando cheguei na esquina de Rua Sergipe com Rua Tomé de Souza, me lembrei do restaurante Dona Derna (Rua Tomé de Souza, 1.343, Savassi) e que ele fazia parte da Associação dos Pratos da Boa Lembrança. Ric faz coleção destes pratos e há vários deles decorando as paredes do apartamento em que moramos. A última vez que estive neste restaurante, ele ainda funcionava do lado par da mesma rua, em uma casa quase em frente de onde está nos dias de hoje. A outrora casa deu lugar a um edifício. Atualmente, o restaurante, já com 49 anos de existência, funciona no segundo andar de um sobrado, cujo térreo é ocupado por outro restaurante. O Dona Derna é um restaurante de cozinha italiana clássica. Chegamos por volta de 13 horas e não havia muita gente. Escolhemos uma mesa de canto e percebi como a decoração está ultrapassada, remetendo a um classicismo francês, com cadeiras estofadas de panos florais. Uma das paredes é coberta de espelho para dar uma sensação de amplitude e outra das paredes tem um papel também com motivos florais, clássico. Porém o restaurante está mal cuidado, com parapeitos e janelas descascadas e toalhas de mesa manchadas. É tradicional em BH, mas parece não se preocupar em renovar seu público, pois a grande maioria das pessoas sentadas e as que chegavam tinham acima de sessenta anos. Os garçons seguem a mesma linha, todos já antigos de casa e de idade. Todos muito simpáticos e de bom atendimento. Pedimos o couvert da casa - uma conserva de berinjela com gosto bem ácido, acompanhada de pães e torradas assadas com uma pasta de alho, cuja combinação com a berinjela fica ótima. Como pratos principais, Ric pediu uma galinha d'angola com polenta trufada e eu pedi o prato da boa lembrança, um cordeiro assado à caçadora, também acompanhado por polenta, porém sem trufas. O cordeiro estava muito saboroso, e a polenta, embora um pouco fria, estava com sabor leve e delicado. Preferi a polenta do prato de Ric, pois a trufa deu um sabor especial. Ric protagonizou uma cena no restaurante, pois pegou o osso com as mãos e raspou toda a carne. Um vexame, que ele fazia questão de ressaltar. Para fechar, apenas dois cafés expressos. A casa não oferece a opção de café descafeinado, uma pena. Se pagarmos a conta com cartão de crédito, o serviço deve ser pago a parte, mas há um aviso no cardápio. Paguei em cheque, coisa que não fazia há anos. Levamos o prato da boa lembrança, aumentando a coleção de Ric.

De lá, nova andança pela Savassi, até chegarmos ao Pátio Savassi Shopping (Avenida do Contorno com Avenida Nossa Senhora do Carmo, Savassi), onde comprei o presente da amiga que completa 50 anos. Ric aproveitou para comprar mais apetrechos para suas performances.

Sentamos no Cappuccini Café, dentro do shopping, para uma pausa e um belo cappuccino. Voltamos a pé para o hotel e paramos na Praça da Liberdade para mais fotos.






Edifício Niemeyer - Praça da Liberdade - Belo Horizonte - MG