Um pouco de tudo do que curto: cinema, tv, teatro, artes plásticas, enogastronomia, música, literatura, turismo.
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domingo, 12 de junho de 2011
X-MEN: PRIMEIRA CLASSE
sábado, 11 de dezembro de 2010
ENTERRADO VIVO
terça-feira, 16 de novembro de 2010
AEROPORTOS
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
WALL STREET - O DINHEIRO NUNCA DORME
terça-feira, 11 de agosto de 2009
DIA DA JUSTIÇA

domingo, 9 de agosto de 2009
DIA DOS PAIS
Escolhemos o filme O Contador de Histórias, de Luiz Villaça, em cartaz no Cinemark (Pátio Savassi Shopping). Tinha tudo para ser um bom filme: uma boa atriz, a portuguesa Maria de Medeiros, uma história real e emocionante, um elenco infanto-juvenil muito bem preparado, bem feito tecnicamente, mas faltou ritmo. Tem certas cenas muito arrastadas. Fiquei incomodado na poltrona do cinema, olhando as horas. Maria de Medeiros poderia ter sido melhor aproveitada. Destaco a presença pequena, mas marcante, de Chico Diaz. Para os belo horizontinos, um prazer ver nossa cidade na tela. Meus pais gostaram do filme. O público preenchia cerca de 2/3 da sala. Parece que fará um bom público ao longo de seu tempo de exibição nos cinemas brasileiros.
Na saída do cinema, aproveitando ainda o dia dos pais, chamo os dois para jantarmos e eles escolhem comer uma pizza (típico programa de noites de domingo). Há muito queria conhecer a 68 La Pizzeria (Rua Felipe dos Santos, 68, Lourdes). Pegamos um táxi na porta do shopping e, depois de uma longa volta desnecessária, chegamos à pizzaria. O local é muito bonito e estava com um bom público. Havia uma mesa na varanda, mas preferi o espaço interior, onde não se pode fumar. O atendimento é bem informal, mas muito bom. Pedimos a pizza da casa e também uma portuguesa. As duas estavam saborosas. Massa como eu gosto, nem grossa e nem muito fina. Bela noite.
sábado, 11 de julho de 2009
SÁBADO GOSTOSO EM BH
Fontes da Praça da Liberdade - Belo Horizonte
Como é gostoso andar na Praça da Liberdade, um lugar lindo e agradável no coração da cidade. O sábado estava propício para uma caminhada relaxante na praça. Eu e Ri fomos para lá, já passava do meio dia, e tiramos algumas fotos dos prédios neoclássicos, do prédio moderno de Niemeyer e das palmeiras e fontes da praça. Não ficamos muito, pois a fome gritava alto, já que não tomamos café da manhã (acordamos depois do horário do café do hotel). Descemos a pé para a Savassi, vendo os prédios e lojas.
Quando cheguei na esquina de Rua Sergipe com Rua Tomé de Souza, me lembrei do restaurante Dona Derna (Rua Tomé de Souza, 1.343, Savassi) e que ele fazia parte da Associação dos Pratos da Boa Lembrança. Ric faz coleção destes pratos e há vários deles decorando as paredes do apartamento em que moramos. A última vez que estive neste restaurante, ele ainda funcionava do lado par da mesma rua, em uma casa quase em frente de onde está nos dias de hoje. A outrora casa deu lugar a um edifício. Atualmente, o restaurante, já com 49 anos de existência, funciona no segundo andar de um sobrado, cujo térreo é ocupado por outro restaurante. O Dona Derna é um restaurante de cozinha italiana clássica. Chegamos por volta de 13 horas e não havia muita gente. Escolhemos uma mesa de canto e percebi como a decoração está ultrapassada, remetendo a um classicismo francês, com cadeiras estofadas de panos florais. Uma das paredes é coberta de espelho para dar uma sensação de amplitude e outra das paredes tem um papel também com motivos florais, clássico. Porém o restaurante está mal cuidado, com parapeitos e janelas descascadas e toalhas de mesa manchadas. É tradicional em BH, mas parece não se preocupar em renovar seu público, pois a grande maioria das pessoas sentadas e as que chegavam tinham acima de sessenta anos. Os garçons seguem a mesma linha, todos já antigos de casa e de idade. Todos muito simpáticos e de bom atendimento. Pedimos o couvert da casa - uma conserva de berinjela com gosto bem ácido, acompanhada de pães e torradas assadas com uma pasta de alho, cuja combinação com a berinjela fica ótima. Como pratos principais, Ric pediu uma galinha d'angola com polenta trufada e eu pedi o prato da boa lembrança, um cordeiro assado à caçadora, também acompanhado por polenta, porém sem trufas. O cordeiro estava muito saboroso, e a polenta, embora um pouco fria, estava com sabor leve e delicado. Preferi a polenta do prato de Ric, pois a trufa deu um sabor especial. Ric protagonizou uma cena no restaurante, pois pegou o osso com as mãos e raspou toda a carne. Um vexame, que ele fazia questão de ressaltar. Para fechar, apenas dois cafés expressos. A casa não oferece a opção de café descafeinado, uma pena. Se pagarmos a conta com cartão de crédito, o serviço deve ser pago a parte, mas há um aviso no cardápio. Paguei em cheque, coisa que não fazia há anos. Levamos o prato da boa lembrança, aumentando a coleção de Ric.
De lá, nova andança pela Savassi, até chegarmos ao Pátio Savassi Shopping (Avenida do Contorno com Avenida Nossa Senhora do Carmo, Savassi), onde comprei o presente da amiga que completa 50 anos. Ric aproveitou para comprar mais apetrechos para suas performances.
Sentamos no Cappuccini Café, dentro do shopping, para uma pausa e um belo cappuccino. Voltamos a pé para o hotel e paramos na Praça da Liberdade para mais fotos.
Edifício Niemeyer - Praça da Liberdade - Belo Horizonte - MG

