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quarta-feira, 20 de março de 2013

UNANIMITÀ - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)



Endereço: SCLS 408, Bloco C, loja C, Asa Sul, Brasília, DF.

Contatos:  (61) 3244 0666

Diferencial: o tamanho dos pratos, que servem muito bem três pessoas.

Especialidade: culinária italiana, no melhor estilo cantina chique, sob o comando do chef Dudu Camargo.

Quando fui: almoço do dia 17 de março de 2013, domingo. Éramos quatro pessoas. Fomos acomodados em mesa no primeiro salão. Chegamos após 14:30 horas, mas o restaurante ainda estava bem cheio. Permanecemos por lá por mais de uma hora e meia.

Serviço: simpático, com presteza, inclusive com boas dicas da quantidade a pedir do prato que os quatro escolheram unanimemente.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero, em copo com muito gelo e uma xícara de café espresso ao dinal.

O que comi: enquanto aguardava dois amigos, pedimos uma porção do pastel da casa (R$ 37,20). São 12 pequenos pastéis recheados com carne ou queijo. No caso, pedimos a porção mista. Os pasteis de carne são menores. O recheio é farto, mas não apreciei o sabor da massa, longe de um pastel como eu imaginava que seria, daqueles com bolhas na massa, que vem esfarelando. Quando o casal de amigos chegou, eles se serviram do buffet de antepastos, colocando apenas queijo no prato. Este buffet é cobrado por quilo. Para o prato principal, dividimos um prato e meio do polpettone alla casa. Muito bem servido, deu e sobrou. É um polpettone gigante feito de carne moída, calabresa e mortadela, recheado com mussarela de búfala, regado ao molho pomodoro, gratinado com mussarela e acompanhado de espaguete ao alho e óleo (R$ 113,80, valor da porção para duas pessoas). Como tinha gente na mesa que não gostava do molho alho e óleo, o garçom trouxe também uma parte do acompanhamento em molho pomodoro. O polpetone é bom, mas a mistura de calabresa e mortadela na carne moída torna seu sabor mais forte, fugindo do tradicional sabor desta iguaria nas melhores cantinas de São Paulo.


pastel da casa


polpettone alla casa

Valor total da conta: R$ 372,00.

Minha avaliação: * * *. Já foi melhor.

Gastronomia Brasília (DF)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

DUDU BAR - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)



Endereço: SCLS 303, Bloco A, Loja 3, Asa Sul, Brasília, DF. Também conhecido como Restaurante Dudu Camargo.

Especialidade: cozinha contemporânea, com cardápio amplo, sob o comando do chef Dudu Camargo.

Quando fui: jantar do dia 29 de agosto de 2012, quarta-feira. Comemoração do aniversário de 50 anos de uma amiga e colega de trabalho. Chegamos às 21:00 horas, ficando no restaurante até quase 01:00 hora da madrugada. Éramos dez pessoas. Sentamos na área externa em uma mesa quadrada que tem uma árvore no centro.

Serviço: atendimento bom, mesmo com o restaurante cheio. O hostess da casa não parece que trabalha no lugar, mais parecendo um frequentador, sendo muito simpático. Música mecânica pode incomodar um pouco quem prefere um lugar mais sossegado, mas não atrapalha a conversa. Os pratos chegaram em tempo adequado à mesa. Serviço de manobrista pago na conta. Há serviço de wi-fi mediante solicitação de senha. Para pagar a conta, houve uma demora excessiva ao passar os cartões na máquina.

O que bebi: o lugar é famoso pela extensa carta de drinques, sempre antenado com o que está bobando nos grandes centros metropolitanos. Assim, resolvi perguntar se tinha o drinque Aperol Spritz, mas o garçom nem sabia do que se tratava. Fiquei com uma dose de mojito e uma garrafa de água com gás São Lourenço. O mojito não me agradou. Estava com excesso de limão e pouco hortelã.

O que comi: não acompanhei os demais da mesa nas diversas entradinhas que pediram para compartilhar. Esperei a hora que todos estavam prontos para ordenar o prato principal, pedindo uma opção vegetariana do menu: panquecas de papel de arroz recheadas de verduras e legumes com creme de couve flor por cima (R$ 46,00). São duas unidades da panqueca, servidas em prato de porcelana branca. Não é bonito. Dos pedidos da mesa, foi o prato mais simplório e mais enxuto. Alguns fizeram piadinhas de que eu teria que passar num fast food depois para completar o jantar. Não foi preciso, mas realmente para quem tem muita fome, o prato não é suficiente. Antes de pedir, me certifiquei com o garçom que entre as verduras do recheio não havia espinafre. A massa da panqueca é quase transparente e um pouco elástica, como se espera de um papel de arroz, quase sem tempero, o que realça o sabor do recheio e do creme de couve flor. O recheio é bem seco, sendo difícil identificar quais verduras e legumes o compõem. Gostei. Ainda pediram uma taça alpina de sobremesa com várias colheres para compartilhar entre os presentes, mas fiquei de fora do doce. Nada de café.



Valor total da conta: R$ 1.089,00, ressaltando que houve consumo de vários drinques e bebidas, como duas garrafas de espumante e várias cervejas Bohemia e Teresópolis..

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. A casa tem três ambientes distintos: um lounge no segundo piso, com decoração moderninha, um ambiente mais sóbrio no térreo e uma disputada área externa, com muita cor e um bar muito bonito com destaque para as cores das frutas preparadas para as caipirinhas e caipiroscas da noite.

Gastronomia Brasília (DF)

sábado, 7 de maio de 2011

6º FESTIVAL GASTRONÔMICO BRASIL SABOR - BRASÍLIA 2011 - UNANIMITÀ

Sexta-feira sempre é mais tranquilo no trabalho. Aproveitei para deixar minha mesa zerada de processos. Tudo limpo, tudo no prazo correto. Hora de almoçar, chamo alguns colegas de trabalho para mais uma experiência gastronômica do 6º Sabor Brasil. O restaurante escolhido foi o Unanimità (SCLS 408, Bloco C, Loja 25, Asa Sul), mais um empreendimento do chef Dudu Camargo. Famoso por suas porções fartas, o prato do festival não segue esta linha do restaurante especializado na culinária italiana tipo cantina. É individual, mas bem servido, ao custo de R$ 33,00. Éramos três pessoas. Chegamos por volta de 13 horas. O restaurante estava lotado. Pedimos uma mesa, mas nos informaram que teríamos que esperar. Mas nem três minutos se passaram, avisaram-nos de que uma mesa ficara livre, mas era no lado de trás do restaurante, na área externa. Perguntei se era protegida do sol. Com resposta positiva, aceitamos sentar na mesa disponível. Não fazia tanto calor para ficarmos no ar condicionado. Fomos atendidos rapidamente. Dois pediram o prato do festival, enquanto o outro preferiu um picadinho de filé. Pela quantidade de pessoas no restaurante e por a maioria estar pedindo o mesmo prato, pensei que nossos pratos demorariam a chegar, mas isto não aconteceu. "Fetuccine ao molho de camarão e pesto de baru". Bem montado, com belo visual, onde o vermelho do molho de tomate (pomodoro como gostam de colocar no cardápio) se destacava. Claro que era tomate fresco o ingrediente utilizado no molho. Os camarões eram meros enfeites, sem adicionar sabor à pasta. Tal sabor era garantido pelo pesto de baru, bem leve, e pelo adocicado molho de tomate. O fetuccine estava ao dente, permitindo uma aderência adequada do molho. O maitre veio à mesa perguntar se os pratos estavam como desejávamos, aproveitando para dar uma dica para quem comia a massa. Como o molho era bem servido, formando um grande caldo no prato e por sua cor vermelho vivo, era melhor colocar o guardanapo na altura do pescoço. Ele ainda comentou que sabia não ser o mais elegante, mas com certeza pouparíamos de sujar, involuntariamente nossa roupa. Mais que depressa acatamos a sugestão. O prato não me desagradou, mas também não o considerei um "must be tasted". Correto, esta é a melhor definição para ele. Nada de sobremesa, apenas café expresso, mais um selo branco no segundo libreto (o quarto deles), e a conta. Neste restaurante, acabei me esquecendo de pedir a nota legal.


Fetuccine ao molho de camarão e pesto de baru


quinta-feira, 5 de maio de 2011

6º FESTIVAL GASTRONÔMICO BRASIL SABOR - BRASÍLIA 2011 - YOURS

Eram quase 21:30 horas de terça-feira, estava ainda no trabalho, quando amigos me convidaram para jantar. Eles queriam experimentar um prato do festival 6º Brasil Sabor, sugerindo irmos ao Your's (SHIS QI 11, Bloco I, Loja 16, Deck Sul, Lago Sul), um dos restaurantes do chef Dudu Camargo. Aceitei o convite, terminei de preparar uma resposta que deveria ser enviada na manhã da quarta-feira, saindo em seguida para encontrá-los. Demorei vinte minutos para chegar ao restaurante, onde meus amigos já apreciavam o couvert da casa. Logo que sentei, pedimos os nossos pratos. Todos escolheram a mesma opção, o prato do festival. O prato é individual, custa R$ 33,00, e consiste de um escalope ao molho rústico. Achei que demorou um pouco a chegar. Não gostei da apresentação. Faltou um incentivo aos olhos, pois não tinha cor. São dois pedaços de escalope envolvidos em um molho rústico de sálvia e presunto Parma, acompanhado de arroz cremoso de parmesão. A carne estava macia, saborosa, o presunto Parma estava cozido, perdendo um pouco o seu sabor característico. O pedaço do presunto vem em cima da carne. Achei o arroz enjoativo, tanto que não consegui comer tudo. Confesso que esperava mais do prato. Café descafeinado para terminar a noite agradável, onde o principal assunto foram Getúlio e Billy, os dois cachorros irmãos que estão em nossas casas. Vimos as diferenças e semelhanças de comportamento entre os dois, separados desde o último domingo e em casas diferentes de onde estavam acostumados. Conta paga, nota legal na mão e um novo libreto com um selo branco, iniciando uma nova série.


Escalope ao molho rústico - Your's

sábado, 19 de setembro de 2009

YOUR'S


Já que estava com muita fome ao final do espetáculo do Tanghetto, eu e Ric fomos jantar no Your's (SHIS CL Quadra 11, Bloco I, lojas 40/46, Lago Sul), um dos vários restaurantes do chef Dudu Camargo. Havia mesa disponível quando chegamos e logo pedimos uma entrada de bolinhos de arroz que, regados com azeite, estavam deliciosos. De prato principal, pedi um filé Torre Eiffel, ou seja, um filé coberto com queijo brie, escoltado com mel e arroz com amêndoas. A combinação de mel e filé não ficou boa. Preferi deixar o mel de lado e comer a carne com o queijo, que vem levemente grelhado. O filé estava bem feito, no ponto certo, como solicitei. O arroz estava sem têmpero, ficando insosso. De sobremesa, pedi um creme brulé. Ainda vou descobrir um restaurante em Brasília que faça um bom creme. Continuo a minha busca, pois achei o do restaurante sem doce nenhum. O serviço do restaurante é ótimo e o maitre veio à mesa perguntar sobre nossos pedidos e se desculpar pelo erro no pedido de Ric, pois ele pediu uma cerveja Bohemia e serviram uma Bavária. Embora o garçon identificasse o erro, Ric não quis trocar a garrafa.