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sábado, 3 de dezembro de 2011

BEIJO BANDIDO - NEY MATOGROSSO

No último domingo fui ver, pela segunda vez, o show Beijo Bandido, de Ney Matogrosso. Vi este show em julho de 2010 em companhia de minha mãe no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, quando paguei R$ 150,00 pelo ingresso, valor de inteira. Em sua passagem com o mesmo show pela segunda vez em Brasília, comprei ingresso pelo mesmo valor, no entanto, referente à meia-entrada, ou seja, o show na capital federal custou o dobro do que na capital mineira. Se compararmos o nível dos locais de ambos os shows, o Palácio das Artes dá de mil no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em termos de conforto, acústica e decoração. Chovia muito na noite de domingo. As dificuldades de estacionar no local são grandes e com chuva, pioram bastante. O auditório do centro de convenções estava lotado, mas sem as horrendas cadeiras extras. Ney começou o show praticamente no horário, pois as cortinas se abriram às 20:07 horas, quando o início estava marcado para 20 horas. A falta de educação do público de Brasília é inacreditável, pois com mais de meia hora de show, ainda chegava gente para se sentar nas primeiras filas, não se importando de atrapalhar quem chegou no horário e estava sentado apreciando o belo espetáculo proporcionado por Ney Matogrosso. O roteiro foi o mesmo de BH (para ler post do show, clique aqui), começando com Tango para Tereza. No bis, Ney voltou três vezes, encantando a plateia que, ao final, já se aglomerava nas proximidades do palco, tentando um melhor ângulo para fotografar o cantor. Também tirei algumas fotos, mas de longe, o que prejudicou na qualidade, mas que dão uma geral do palco e das cores que Ney usou em sua iluminação. Seguem algumas fotos do show de domingo:








música



segunda-feira, 19 de julho de 2010

BEIJO BANDIDO



Domingo à noite. 19 horas. Eu e minha mãe estamos no Palácio das Artes em Belo Horizonte para assistir ao show Beijo Bandido de Ney Matogrosso. Encontro com minha tia e uma amiga na plateia. Público majoritariamente feminino e acima de sessenta anos. Entrada custou R$ 150,00 a inteira. Ney começa no horário, com o teatro totalmente lotado. Apenas quatro músicos acompanham o cantor no palco. Cenário simples, com muito uso de projeções, algo raro nos shows dele. Nada de figurinos extravagantes como em Inclassificáveis, seu show anterior. Mesmo não sendo exagerado, o figurino é típico do cantor: terno claro de um pano brilhante, fundo vermelho escarlate no paletó, bota preta, gravata preta desarrumada de propósito, usada com a camisa semi aberta e um cinto bem chamativo. Matogrosso desfila todo o repertório de seu último trabalho que tem o mesmo nome dado ao show. Momentos de emoção ao cantar Fascinação. O show tem menos rebolado, com o cantor ficando sempre no meio do palco, sem se movimentar muito. Claro que há uns requebros, uns rebolados, senão não seria show de Ney Matogrosso. Quando ele tira o paletó, a plateia vai ao delírio, com muitos gritos de gostoso ecoando no teatro. Depois de cantar 14 músicas em exatamente uma hora, ele encerra o show. Se curva para agradecer ao público e se retira. Volta, depois dos pedidos de bis, canta mais duas músicas, desta vez com o público de pé e se retira novamente. Novos pedidos de bis. Ney retorna ao palco, canta mais três músicas, finalizando com a belíssima Fala, da época em que fazia parte do grupo Secos & Molhados. Ney se supera a cada show. Faz coisas diferentes, de difícil comparação. Com 68 anos, ainda está super em forma e com uma voz cada vez melhor. Vida longa a Ney Matogrosso. Gostei muito do que vi.