
Um pouco de tudo do que curto: cinema, tv, teatro, artes plásticas, enogastronomia, música, literatura, turismo.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
BIBI CANTA E CONTA PIAF

domingo, 13 de setembro de 2009
ENCERRAMENTO FESTIVAL CENA CONTEMPORÂNEA 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009
DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Escolho o 348 (SCLS 411, Bloco D, loja 36, Asa Sul). Restaurante lotado, ficamos em lista de espera. Não demorou muito e nos acomodaram em uma mesa para dois. A chuva começa a cair em Brasília. Pedimos uma salada completa de entrada, com muita folha verde, ojo de bife (miolo do filé) bem passado e arroz parrilleiro. Tudo muito bom, mesmo a carne estando quase esturricada (pedido de Ric). Ao final do almoço, stress. Ric me aborrece e vou embora de mau humor. Em casa, fico lendo os jornais e Ric sai sem dizer uma palavra. Isto está ficando comum. Deito e durmo um pouco.
Por volto de 18 horas, resolvo sair para tentar comprar ingresso para uma peça argentina que está na décima edição do Cena Contemporânea. A peça La Noche Canta Sus Canciones está em cartaz no Teatro SESC Garagem (W4 Sul, Quadra 713/913, Asa Sul). Quando chego na bilheteria, a notícia de que não há mais ingressos. Coloco meu nome na fila de espera. É o primeiro nome. Perto de 19 horas uma senhora chega e me oferece um ingresso (na verdade, ficamos conversando e ela me ofereceu ingressos para todos os dias, pois seu marido desistiu de acompanhar o festival). O teatro está lotado, com muitas pessoas sentadas no chão. Todos que ficaram na lista de espera conseguem entrar. O texto da peça é de Jon Fosse e a direção de Daniel Veronese. O elenco conta com os atores Eugenia Guerty, Diego Gentile, Elvira Onetto, Luis Gasloli e Claudio da Passano. São 55 minutos de duração em um teatro muito quente, pois desligaram o ar condicionado. Muitos se abanavam o tempo inteiro. A peça trata de uma noite na casa de um casal em crise. Encenada de forma bem natural, é uma história que pode acontecer e acontece a qualquer um. Vou usar uma frase de uma mulher que ouvi ao sair do espetáculo para classificá-lo: "Gostei, mas não me arrebatou".
De lá, comprei mais um ingresso da gentil senhora e fui conferir o espetáculo La Piste Là, da companhia Cirque Ailtal, residente na França (o espetáculo também integra o Ano da França no Brasil), em cartaz no Teatro Funarte Plínio Marcos (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 2). O teatro também ficou lotado, com gente sentado no chão. Ao contrário do primeiro, este circo/teatro/show foi arrebatador. Números sensacionais, de muito equilíbrio, leveza e emoção. Em cena os artistas Victor Cathala, Helmut Nunning, Kati Pikkarainen e Matías Salmenaho. A direção coube à Bursztyn. O número final é lindo, relembrando o famoso número da ginasta acrobata em cima de cavalos que andam em círculo no picadeiro. Ao invés de cavalos, os homens da trupe fazem o papel dos animais. Emocionante e muito ovacionado pela plateia.
sábado, 5 de setembro de 2009
CASA FIAT DE CULTURA
Entramos primeiro na exposição O Mundo Mágico de Marc Chagall - O Sonho e A Vida. Surpreendente. Já vi várias obras de Chagall,mas nunca em um número tão grande ao mesmo tempo. Obras de coleções particulares, como as 105 gravuras sobre passagens da Bíblia, particularmente retratando o Velho Testamento. As gravuras são lindíssimas. Também me chamou a atenção a série de gravuras baseadas no romance Dafne e Cloé. A paleta de cores que Chagall usa é impressionante. Para esta série de gravuras, o pintor desenvolveu um método que utilizava uma pedra para cada tonalidade de cor. Foram feitas 25 pedras diferentes como matrizes, significando que para concluir uma gravura foram necessárias 25 impressões (informações do folder e nas paredes da exposição). Não bastassem as obras de Chagall, a exposição ainda faz um paralelo das obras do pintor com obras de artistas brasileiros, como Cícero Dias, Ismael Nery e Tomás Santa Rosa. Também há gravuras de outro pintor contemporâneo de Chagall, Lasar Segall.sexta-feira, 5 de junho de 2009
YVES SAINT-LAURENT

