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domingo, 14 de outubro de 2012

AQUÁRIO DE DUBAI



Uma das mais concorridas atrações do Dubai Mall é o Aquário de Dubai (Dubai Aquarium). Muita gente fica encantada de frente para a maior parede de um aquário do mundo, segundo o livro dos recordes. Uma corda isola a parede, que mais parece uma imensa tela de televisão, da multidão que fica admirando os peixes, tirando fotos. A aglomeração fica maior quando os mergulhadores entram em ação para alimentar os tubarões. Para entrar no aquário, há diversos tipos de ingressos, incluindo um que permite mergulhar e ajudar na alimentação dos peixes. Escolhemos o bilhete combinado Dubai Aquarium + Underwater Zoo. Pagamos DHS 80 (R$ 44,20 ou U$ 21.80) por este ingresso. Passamos em frente ao telão, bem próximos da parede de vidro, seguindo até a entrada do maior atrativo do aquário, o túnel que nos permite ver enormes arraias e tubarões passando sob nossas cabeças. Gastamos uns quinze minutos observando os peixes, disputando espaço para uma boa foto. Ao sair do túnel, voltamos ao local da bilheteria, tendo que subir dois lances de escadas rolantes do shopping para entrar no Zoológico Subaquático. Nada de novo neste zoo, pois já tinha visto os mesmos peixes e animais marinhos em outros aquários e/ou zoológicos. Peixes coloridos chamam mais a atenção, assim como piranhas, que podem ser vistas de dois ângulos: de cima ou pela parede de vidro do tanque; além de alguns crustáceos que passeavam a passos largos nas areias dos tanques em que estavam expostos. No segundo piso do zoo ficam alguns animais do deserto, estes sim um diferencial, pois vimos desde pequenos escorpiões, até enormes lagartos que tinham luzes fortes em suas jaulas simulando o sol do deserto. Ainda neste piso, há uma visita que as crianças adoram, pois o caminho sobre uma simulação de uma floresta tropical se dá por passarelas suspensas no estilo ponte de madeira que balança ao atravessá-la. Não nos aventuramos nesta floresta. Ao sair, vimos alguns pinguins, em ambiente que simula o frio do Polo Sul. Como qualquer empreendimento de Dubai, a visita acaba em uma loja de souvenir com motivos ligados ao aquário, onde comprei dois pins para minha coleção, um do shopping e outro da fonte dançante, ou seja, nada a ver com o que acabara de visitar. Para quem conhece o Aquário de Lisboa, a visita do similar de Dubai é bem frustrante.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

UM DIA NO MAIOR SHOPPING DO MUNDO - DUBAI MALL


Visitar o Dubai Mall exige planejamento, pois ele é enorme, com vários atrativos, além de uma miríade de lojas de tudo quanto é estilo para todos os gostos. Nossa ideia era subir no deque de observação do Burj Khalifa, conhecer o Aquário de Dubai (Dubai Aquarium), almoçar em um de seus vários restaurantes, fazer compras e ver o show dançante da Fonte de Dubai (Dubai Fountain). Claro que isto tudo não seria possível com o grupo junto o tempo inteiro. Assim, decidimos o que faríamos no mesmo horário, sempre combinando nos encontrar em frente ao Dubai Aquarium, ponto mais central do shopping e de mais fácil acesso. Assim fizemos.
O primeiro local que visitamos foi o At The Top, o deque de observação do Burj Khalifa, cuja entrada se dá pelo shopping. Depois, cada um tratou de ir às compras, encontrando novamente para almoçar no Karam Beirut, especializado na culinária libanesa. Depois do almoço, mais compras, até novo encontro para visitar o Dubai Aquarium. Mais compras e novo encontro, desta vez para ver o show de luzes, som e água da Fonte de Dubai.
Para cada um destes programas conjuntos, há uma postagem específica neste blog.
Quanto às compras, confesso que fiquei perdido por haver centenas de opções. Comecei pela Shepora, pois queria comprar um perfume nada fácil de achar no Brasil, o Ninfeo Mio, da grife francesa Annick Goutal. Não havia, mas o vendedor, muito simpático, me disse que acharia na unidade da Bloomingdale's do shopping. Ele tinha razão. Encontrei, experimentei, gostei e comprei um vidro do perfume. Outra coisa que queria comprar era uma alpargata. Encontrei uma azul e branca na Top Man, braço masculino da inglesa Top Shop. Comprei. Assim, o que queria comprar, achei e comprei no Dubai Mall. O restante do bate perna acompanhei V, C ou D. S somente nos encontrava para os programas conjuntos. Passeamos pelos corredores do shopping, vendo vitrines e mais vitrines das lojas de todas as grifes que importam no mundo, inclusive algumas que é difícil encontrar lojas exclusivas. Desta forma, passamos por Tag Heuer, Montblanc, Louis Vuitton, Gucci, Prada, Pucci, Ermenegildo Zegna, Panerai, Zara, Puma, Nike, Adidas, Armani, Hermès, Vivienne Westwood, Alexander McQueen, Tom Ford, Top Shop, Sephora, Bloomingdale's, Galeries Lafayette, Lenôtre, Godiva, Lindt, Marc Jacobs, Chanel, Dior, entre diversas outras. Isto sem falar nas brasileiras Ipanema e Havaianas. Cada corredor do shopping é surpreendente em sua decoração. Parece que todo mundo, turistas e moradores, sempre resolvem passear no shopping, pois o movimento é intenso. Curioso também ver os árabes em suas roupas típicas, com mulheres sempre andando em grupos, todas de preto, mas com bolsas chiquérrimas nas mãos. Num destes corredores, paramos um pouco para um providencial café no meio da tarde na unidade da Fauchon Paris.


Dentro do shopping, há um enorme complexo de cinema, além de uma pista de patinação no gelo permanente, parte mais movimentada do centro de compras. Outra atração é a Waterfall, uma cascata cilíndrica que percorre os quatro andares do mall. Muito bonita, com esculturas de homens saltando sobre as águas da cachoeira.

Mantendo a tradição do mundo árabe, o shopping reservou uma área para seu mercado, o Gold Souk, com reprodução da arquitetura típica e lojas vendendo jóias e relógios. Este mercado dentro do shopping é enorme, com ruas largas, mas em forma de labirinto que dá para se perder dentro dele.


Ainda comprei algumas cadernetas Moleskine na papelaria da Bloomingdale's, pois o preço era convidativo.
Após o show da fonte dançante, em um mormaço incrível, já perto de 19:30 horas, resolvemos ir embora, depois de oito horas no Dubai Mall. Fomos para a organizada fila do táxi, perto da área de serviço do shopping, com bancos e pequenos spas para massagens. A fila era enorme, mas ninguém estava estressado. Ali, como em várias partes do centro de compras, vimos adesivos nos vidros alertando para as mulheres usarem roupas condizentes com a tradição local, com ombros e joelhos cobertos. Parece que a maioria das estrangeiras ignora tais avisos, pois elas desfilam de blusinhas com finas alças ou tops, além de mini saias e shortinhos micro. Total contraste com as túnicas negras que as mulheres árabes passeiam nos corredores e lojas do Dubai Mall. Após vinte minutos na fila e ainda longe de chegar nossa vez, um funcionário do shopping percebeu que nós cinco estávamos juntos, passando-nos na frente de todos para tomar um táxi maior, com capacidade para até sete pessoas. Voltamos exaustos e satisfeitos com nossas compras para o hotel.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A SAGA PARA CHEGAR AO DUBAI MALL


bilhete de metrô

A quinta-feira, dia 27 de setembro de 2012, foi dedicada ao maior shopping do mundo, The Dubai Mall, com suas 1.200 lojas e muitas atrações. Após mais um excelente café da manhã com iguarias da culinária árabe no Radisson Blu Deira Creek Hotel, pegamos informações junto à concierge como chegar de metrô ao shopping. Ela nos deu uma mapa, indicando a Estação Union, bem perto do hotel, onde pegaríamos a linha vermelha em direção à Jebel Ali, descendo na Estação Burj Khalifa/Dubai Mall. Nesta estação, deveríamos pegar um ônibus ou um táxi para chegar ao centro de compras. Decidimos que pegaríamos o metrô para conhecê-lo, já que tinha lido que ele é um dos mais modernos do mundo. Fomos a pé, em uma caminhada de dez minutos sob o sol forte do meio da manhã, do hotel até a Union, uma estação moderna, com traços futurísticos. Compramos o bilhete simples, só de ida, por DHS 3 (R$ 1,70 ou U$ 0.80). Estação limpa, ampla, com ar condicionado perfeito. Há vagões exclusivos para mulheres e crianças. Também há um vagão vip, no melhor estilo classe executiva. Nosso bilhete não dava direito a entrar no vagão vip. Os vagões são bem iluminados e muito limpos. A Union é uma estação de ligação entre as linhas vermelha e verde. Pegamos o trem da linha vermelha na direção Jebel Ali, descendo na sétima estação seguinte. Assim que o metrô sai da área mais antiga da cidade, ele passa a ser de superfície, em pista elevada, possibilitando apreciar a paisagem, dominada por prédios altos e modernos. Seguindo a informação da concierge, descemos na Estação Burj Khalifa/Dubai Mall. Não dava para ir a pé o restante do caminho. A ideia era sair da estação e tomar um táxi, mas quando saímos, notamos que esta opção seria difícil, pois não havia ponto de táxi e em frente ficava uma via expressa, sem possibilidades de parar um carro. Tínhamos que esperar algum táxi chegar com passageiros ou seguir a multidão que saía do metrô e esperar um ônibus para o shopping. Foi o que fizemos. Não havia fila, mas sim um aglomerado de pessoas que iam chegando a todo o instante. Veio o ônibus. Fomos um dos primeiros a entrar pela porta da frente. Parei em frente ao motorista e perguntei o valor da passagem. Ele disse que não vendia bilhetes dentro do ônibus. Vi que as pessoas nos observavam com cara feia e, para piorar, eu estava na área do ônibus reservada para mulheres e crianças. Descemos para buscar onde comprar os bilhetes. Neste momento, um táxi deixou uma passageira. C, S e D aproveitaram a oportunidade e entraram no táxi. Eu e V ficamos a ver navios. Como nenhum outro passava e tinha mais gente querendo um táxi, voltamos para dentro da estação do metrô, onde parei na primeira lanchonete, perguntando onde comprar o bilhete do ônibus. Para nossa surpresa, ele disse que nosso bilhete de metrô servia para o ônibus, sem nenhum acréscimo. Voltamos para o ponto, esperamos o próximo ônibus, entrei pela porta traseira para não pagar novo mico de ficar em área restrita a mulheres e crianças, quando fui acompanhado por V. Chegamos ao The Dubai Mall, indo direto para o Dubai Aquarium, local que havíamos combinado de nos encontrar. Começava o nosso dia no maior centro de compras do mundo.

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