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domingo, 5 de agosto de 2012

INVASÃO PARAENSE - PINDUCA

Invasão Paraense é o mais recente projeto musical em cartaz no CCBB de Brasília. Em três finais de semana de agosto músicos do Pará se apresentarão no centro cultural. A programação começou em grande estilo com Gaby Amarantos fazendo um show gratuito na área externa do CCBB na noite de sexta-feira, seis dias depois que ela fez uma apresentação eletrizante na Praça do Museu Nacional da República. Não fui na abertura do festival, porque tinha visto Gaby no museu, mas estive presente na segunda noite do projeto, quando Pinduca foi a atração no Teatro I, com ingresso custando R$ 3,00 (meia entrada para correntista do Banco do Brasil). O teatro ficou completamente lotado, com gente ocupando todas as cadeiras extras colocadas à venda. Muita gente jovem para ver um artista que tem uma longa estrada percorrida na carreira, conhecido como o Rei do Carimbó. Entre o público, alguns vestiam camisetas com a bandeira do Pará estampada. O cenário tem um painel ao fundo do palco imitando os equipamentos de uma festa de aparelhagem, muito popular em Belém. A banda que acompanha Pinduca é composta por nove músicos, que entraram juntos tão logo o telão no qual foi projetada uma pequena entrevista com a atração da noite subiu. Eles estavam uniformizados com calças brancas e camisas vermelhas com uma listra branca e uma estrela dentro da listra, numa alusão à bandeira paraense. Assim que fizeram uma introdução instrumental, duas dançarinas e um dançarino entraram dançando o carimbó, com figurinos bem coloridos. A galera já se agitou nas cadeiras, antes mesmo de Pinduca entrar. Quando ele apareceu, com seu inseparável chapéu de palha com abas enormes onde vários pequenos chapéus ficam pendurados, vestia uma bata com a mesma figura da bandeira paraense que estampava a roupa dos músicos. Pinduca iniciou com o sucesso Sinhá Pureza, fazendo com que parte do público se levantasse para ficar nas laterais e no fundo do palco dançando, de onde não mais saíram, pois o show é vibrante e dançante até o final. Outros sucessos conhecidos vieram em seguida, sempre com a plateia acompanhando. Assim, Tia Luzia, Tio José; O Pinto; Garota do Tacacá; Bala de Rifle; A Bailar Comantchera; Carimbó do Macaco; entre outras, foram interpretadas para delírio do público presente. Entre um set de quatro músicas e outro, o cantor conversava animadamente com a plateia, agradecendo a produção do projeto, e colocando as pessoas para dançar nas dependências do teatro, incluindo o palco, onde, por três vezes, chamou alguns dos presentes para subir e mostrar como se dança o carimbó. Seus dançarinos trocaram de roupa várias vezes e fizeram excelentes números de dança de salão, com sincronia, harmonia e alegria estampada no rosto das dançarinas. Pinduca perguntou se havia gente do Pará no teatro, o que foi respondido com muito barulho. Era a invasão dos paraenses no CCBB de Brasília! Quando ele cantou, a pedido da plateia, uma marcha alusiva aos vestibulandos que passaram no vestibular, o teatro se transformou em um baile de carnaval, com direito a trenzinho desfilando pela espaço. Ao cantar A Dança do Carimbó, ele dominou os presentes, com todo mundo batendo palmas e batendo os pés no chão, conforme pede o refrão da música. Imitou por mais de uma vez o treme de Gaby Amarantos, e ainda fez uma versão divertida para Volare, terminando o show com um standard da música nacional, quando as dançarinas estavam vestidas a la Carmen Miranda e o dançarino estava paramentado com uma malandro carioca. O público, de pé, o aplaudia e pedia mais. Retornou ao palco para cantar mais um sucesso de seu vasto repertório, Dona Mariana, com todo mundo dançando, inclusive eu. Foram quase duas horas de show alto astral, divertido, alegre e contagiante. Gostei muito.




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segunda-feira, 30 de julho de 2012

GABY AMARANTOS


Saí correndo da Funarte, onde vi o ótimo espetáculo Luís Antônio-Gabriela, em direção à Praça do Museu Nacional da República, ponto de encontro do Cena Contemporânea e local do show de Gaby Amarantos. Ric já me esperava com as pulseiras de acesso à área próxima ao palco, cortesia de nossa amiga da produção do festival. Apenas esperamos Fabíola, uma amiga do trabalho, para entrarmos na área reservada. Uma multidão já se espremia na grade que separava a área em que ficamos do público. Quem ficou na grade estava muito próximo do palco. O show integrava a programação do Latinidades - Festival da Mulher Afro-Latina-Americana e Caribenha, em parceria com o Cena. Eram pouco mais do que 23:30 horas quando anunciaram a cantora paraense. No palco, sua banda, composta por cinco instrumentistas e duas backing vocals. Gaby entrou com figurino desenhado pelo estilista Walério Araújo, todo preto, com alguns detalhes em dourado, além dos penduricalhos de fibra ótica, comuns nos trajes da cantora. De longe, a roupa parecia ser toda negra, mas quem estava perto, percebia que a blusa, transformada em uma espécie de mini macacão, era uma destas camisetas de malha com estampa da banda de heavy metal Iron Maiden. Não foi à toa que algumas taxas douradas, típicas dos metaleiros, foram aplicadas nos ombros da camiseta. Uma saia com uma calda longa, na qual ela pisou algumas vezes, mas sem perder a pose em nenhum momento, ficava por cima da blusa. Na parte da frente da saia, que era mais curta, saíam fios de fibra ótica, com luzes nas pontas, como se fossem tentáculos de um polvo. Como colar, no estilo de figurinos dos filmes de ficção científica da década de sessenta, mais fios de fibra ótica. Meias pretas que cobriam as pernas por inteiro e uma sapatilha preta com detalhes dourados completavam o figurino. Ela entrou poderosa, cantando de cara uma canção que foi sucesso na voz de Clara Nunes, Canto das Três Raças. Tudo a ver com o tema do festival Latinidades. Depois desta canção, falou um pouco sobre sua origem, em Jurunas, bairro da periferia de Belém, de seu orgulho em ser negra e não ter o padrão de corpo esbelto ditado pela sociedade. Foi um delírio da plateia que já estava nas mãos de Gaby desde a sua entrada no palco. Em seguida, vieram os sucessos Faz o T, com a galera acompanhando na coreografia de braços, Xirlei, a canção que mais gosto, e Ela Tá Beba Doida, cujo refrão era cantado em plenos pulmões pelos milhares de fãs presentes, incluindo uma alegre e ruidosa turma de jovens paraenses que se espremiam na grade e gritavam o nome de Gaby a todo o instante. Muito solta, Amarantos deu seu recado, cantando o que gostava, tanto músicas de seu repertório, quanto sucessos nacionais e internacionais (estes em versões bem humoradas). Assim, ela cantou  Vem Dançar Com Tudo, tema de abertura da novela Avenida Brasil, dançando o kuduro no palco, Ainda Bem, sucesso de Marisa Monte, em versão dançante ao ritmo do tecnobrega, Tchê Tcherê Tchê Tchê, sucesso de Gusttavo Lima, Fogo e Paixão, mega hit de Wando, também cantada em uníssono pela plateia, e versões hilárias, entre outras, para Loka, de Shakira, e Ring My Bell, sucesso da era disco na voz de Anita Ward, onde o refrão "ring my bell" se transformou em "eu não vou pro céu". Quando chegou a hora de cantar seu maior hit, Ex-Mai Love, tema de abertura de Cheias de Charme, ela dedicou a canção a uma das atrizes da novela, Chandelly Braz, que estava presente na área reservada, juntamente com os atores Samuel Toledo e Igor Angelkorte, parceiros de elenco da peça (Des)conhecidos, além de músicos da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. A coreografia de  braços como folhas de palmeiras ao vento dominou o público durante a música Ex-Mai Love. Galera da Laje e Chuva, duas outras canções que estão no cd Treme, foram cantadas após insistentes pedidos da turma paraense que estava atrás de mim. Outro pedido atendido foi Hoje Eu Tô Solteira, versão para o sucesso Single Ladies (Put A Ring On It), de Beyoncé, quando ela disse que tinha muito orgulho de ser comparada à cantora americana, sendo chamada de Beyoncé do Pará, mas que ela era Gaby Amarantos do Pará. Nova explosão da galera. Antes de começar a cantá-la, Gaby tirou a saia, deixando à mostra seus atributos que fazem jus à comparação. Com quase duas horas de show, ela se despediu do público, dizendo que voltaria em uma semana para a estreia do projeto Invasão Paraense no CCBB, que seu disco estava à venda nas lojas especializadas, livrarias, no iTunes e na internet para quem quisesse baixar, mostrando que não se importa muito com os downloads gratuitos e piratas que imperam na rede. Ela afirmou que o importante era que as pessoas ouvissem sua música e ficassem felizes. Saiu do palco, mas logo voltou, calçada com uma sandália Crocs todo cheia de purpurina dourada, repetindo dois de seus sucessos: Ex-Mai Love e Xirlei. Foi um show alegre, alto astral. Diversão máxima.






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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

GABY AMARANTOS - FESTA CRIOLINA

Depois de ver a performance de Gaby Amarantos no palco do CCBB na noite de domingo, quando foi convidada por João Brasil para uma participação especial em sua apresentação no projeto Sai da Rede, fiquei fã de imediato. Sabendo que ela faria um show na famosa festa Criolina, que acontece nas noites de segunda-feira no Bar do Calaf, não tive dúvidas em ir conferir seu show e, de quebra, conhecer a festa. Trabalhei até tarde, chegando em casa muito cansado, mas nada como um bom banho revigorante para recuperar as energias. Ninguém quis ir comigo, alegando, principalmente, que o show estava marcado para meia noite e que a terça-feira era dia de trabalho logo pela manhã. Fui só. Cheguei um pouco antes das 23 horas. Não havia fila para entrar. O valor cobrado a título de couvert artístico deve ser pago na entrada. Na noite desta segunda, o preço era único para homens e mulheres - R$ 20,00. Cadastro obrigatório na entrada, com número de telefone, nome e documento registrados. Não me deixaram entrar com a garrafa de água, mesmo sendo de plástico. Bebi todo o conteúdo que restava da água, peguei a comanda individual para a marcação do consumo durante minha estada na festa e entrei. Durante o dia, o Bar do Calaf, localizado no Setor Bancário Sul, é um restaurante normal, no sistema de buffet. Já almocei algumas vezes por lá, mas devido à dificuldade de estacionar durante o dia no local, não animo a voltar, mesmo sabendo que a comida é boa e sempre há opções da culinária espanhola. Como o local é dominado por bancos e órgãos públicos, à noite fica muito fácil achar vagas para estacionar o carro. Para a festa Criolina, as mesas internas são quase todas retiradas e espalhadas nos corredores ao redor do prédio, extrapolando a área do próprio restaurante. Apenas as mesas próximas à parede ficam na parte interna. Todas as mesas já estavam ocupadas quando entrei. Escolhi um local perto do palco, encostado no balcão, mas logo estava na pista dançando as excelentes músicas de artistas brasileiros independentes que o DJ programou em seu set list. Pouco a pouco, o local foi enchendo. Perto da meia noite a pista já estava lotada, assim como a área externa, com muita gente em pé bebendo a cerveja, muito elogiada pelos frequentadores por sua temperatura gelada. De tempos em tempos, uma bandeja com quibes quentinhos passava nas mesas. Sistema fácil, pois era só pegar o quibe, fornecendo ao garçom a comanda para a devida marcação do consumo. Meia noite e trinta, a diva paraense do tecnobrega subiu ao palco. Eu estava como um verdadeiro tiete, em local privilegiado, pois fiquei cara a cara com a cantora. Fazia parte da turma do gargarejo. Gaby Amarantos é um furacão, uma explosão de alegria. Chamada de a Beyoncé do Pará, fez jus ao apelido começando seu show com a sua versão para Single Ladies, chamada Tô Solteira. A mulherada gritava a plenos pulmões o refrão, enquanto Gaby imitava os requebros e jogadas de cabelo da diva americana. Muito extrovertida, com sintonia perfeita com o público, ela desfilou em cinquenta minutos seus maiores sucessos. A mais acompanhada pela galera foi Beba Doida. O refrão era gritado pelo público. Gaby subiu em uma mesa próxima ao palco, desceu para a galera, ficando perto de mim, ensinou a dançar o tecnobrega, e quando gritava "treme, treme, treme", todos obedeciam, fazendo o corpo parecer uma geleia de tanto que as pessoas se balançavam. Ela declarou seu amor pelo Pará, segurando uma bandeira do estado, mas ao ver a bandeira de Pernambuco, foi carinhosa com os pernambucanos. Nesta hora, perguntou pelos brasilienses, pelos de BH (eu mostrei que sou de lá), pelos cearenses, pelos amazonenses, pelos maranhenses. Ela disse que todos estavam em seu coração. Quando terminou, sem sair do palco, disse que faria o bis repetindo uma das músicas apresentadas. A galera pediu A Periquita. Ela disse que não tinha a base da música em seu Mac, mas logo o DJ Barata, residente da Criolina, improvisou um batidão e ela cantou o forró com letra pra lá de duplo sentido. O refrão, mais uma vez, era entoado por todos a plenos pulmões: "Quem vai querer a minha periquita? A minha periquita? A minha periquita?". A mulherada ficou assanhada. Gritavam como se cada uma perguntasse diretamente aos homens presentes. Gaby chegou a perguntar onde estavam os machos, pois via que até os homens cantavam o refrão. Com muitos gays na pista de dança, aproveitou para mandar seu recado contra a homofobia. No bis, voltou a cantar Tô Solteira, terminando acelerada com Beba Doida. Para quem não conhece a cantora e suas músicas, coloquei um gadget no alto deste blog com algumas canções desta cantora simpática, que mostrou uma energia descomunal no palco. Findo o show, ainda fiquei dançando ao som de um DJ pernambucano convidado, que começou seu set homenageando Gaby e o Pará com Sinhá Pureza (Pinduca), hit paraense eternizado por Eliana Pittman (aquela música grudenta que diz "carimbó, sreimbó é gostoso, é gostoso em Belém do Pará"). Para pagar a comanda é um pouco complicado, dependendo da hora em que se sai, pois forma-se uma fila grande em frente ao caixa. Quando fui pagar, apenas duas pessoas atendiam, uma só para quem pagasse em dinheiro e outra para pagamento com cartões. Fui embora quase três horas da manhã de terça-feira. Havia muito tempo que não dançava e me divertia tanto, mesmo estando sozinho na festa. Além do excelente show, também gostei muito da festa Criolina e pretendo voltar outras segundas-feiras no futuro próximo.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

JOÃO BRASIL - PROJETO SAI DA REDE


Domingo foi o encerramento do projeto Sai da Rede no Teatro I do CCBB de Brasília, com ingresso custando R$ 7,50 a meia entrada. Quando cheguei, havia fila de espera para ver se sobrariam ingressos, uma vez que a sessão já estava lotada. Quando soou o terceiro sinal, muitos lugares estavam vagos, mostrando que a política de cortesia do CCBB e dos produtores dos espetáculos devem ser revistas. Conheço gente que recebe sistematicamente cortesia para shows e peças de teatro no centro cultural e nunca foram trocar seus ingressos. Mas vamos ao que interessa mais, ou seja, o show.

Os anúncios de praxe são feitos, as luzes se apagam. Um aviso inusitado soou na caixa de som: "Aviso importante: o que vocês vão assisistir agora não é um show. É uma festa, portanto, todos devem ficar de pé". Foi a senha para a plateia se aglomerar no espaço junto ao palco, além de ocupar os corredores centrais, local utilizado não só para facilitar o acesso às cadeiras, mas também como rota de fuga em caso de emergência. As cortinas se abriram. No palco, muito gelo seco, e um grupo de mulheres estáticas em frente aos microfones. João Brasil, a atração da noite, estava ao fundo. As mulheres são integrantes do grupo de funk Sapa Bonde. Pelo nome, já sabemos que todas são lésbicas. O grupo era a primeiro convidado da noite. Elas incendiaram a plateia, cantando três músicas. Ao deixarem o palco, João Brasil prometeu que elas voltariam ao final. Antes de continuar seu set list, o DJ informou que a segurança do teatro solicitava a desobstrução dos corredores centrais, sob pena de pararem o show. João Brasil pediu desculpas pelo fato, mas disse não saber que a sua apresentação seria em um teatro. Como era uma festa, não tinha como ficar sentado. No seu set, cabe de tudo um pouco: Black Eyed Peas com Agepê, Carrapicho com Beatles, Lionel Richie com funk carioca, Boi Garantido, Boi Caprichoso, samba, soul, enfim, uma miscelânea que agradava a todos. Percebi que havia um certo stress nos funcionários do teatro, bem como em pessoas da produção. A segunda convidada da noite foi chamada ao palco. Marina Gasolina, funkeira, ex-Bonde do Rolê. De cara, ela pede para as ricas presentes mostraram os respectivos iPhones. Divertida, a música fala sobre este gadget objeto de desejo de 9 em cada 10 pessoas hoje no mundo. Ela também incendiou o público com sua performance, para lá de sensual. à esta altura, fotos e mais fotos com flash pipocam no teatro, a galera dançava e ocupava, novamente os corredores centrais. A movimentação dos seguranças e dos funcionários do teatro era intensa. Um novo set list é tocado por João Brasil. Ele recebeu um papel do roadie de palco. Chama a última convidada da noite, a fantástica Gaby Amarantos, diva do tecnobrega paraense, chamada também de a Beyoncé do Pará. As luzes se apagaram. Ela entrou com um colete cheio de luzes. Quando os primeiros acordes saíram do computador de João Brasil, o público entrou em êxtase. Quase todos conheciam as músicas de cor de Gaby. Ela começou cantando a clássica Águas de Março, em um ritmo bem dançante, emendando com seus sucessos Tô Solteira (uma versão da Single Ladie, de Beyoncé) e Beda Demais. Ela se despediu do palco, junto com João Brasil, que deixou rolando o sucesso oitentista All Night Long, de Lionel Richie. Alguém faz um sinal para fecharem as cortinas. As luzes se acescederam. Não houve bis. Parece que a direção do CCBB não deixou rolar mais festa. O público saiu muito satisfeito. O projeto foi encerrado com chave de ouro. Vida longa ao projeto. Creio que João Brasil deveria ter se apresentado nos amplos espaços externos do CCBB, com entrada gratuita. Seria mais apropriado, mas a apresentação no teatro não tirou o brilho da festa.


Sapa Bonde na abertura da festa comandada por João Brasil - CCBB Brasília


O nome do Sapa Bonde treme nos telões


O nome da segunda convidada de João Brasil, Marina Gasolina, aparece nos telões


Marina Gasolina incendeia a plateia na festa comandada pelo DJ João Brasil


João Brasil maneja seus computadores comandando a festa no encerramento do projeto Sai da Rede


João Brasil, a atração da noite de encerramento do projeto Sai da Rede no CCBB Brasília


Os telões anunciam a última convidada da noite, a diva do tecnobrega paraense Gaby Amarantos


 A diva Gaby Amarantos