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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

RISO - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)

Endereço: Rua Aníbal de Mendonça, 175, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ.

Contato: +55 21 2147 8259.

Especialidade: bistrô especializado em risotos, sob o comando do chef Daniel Kohler.

Quando fui: jantar de 16 de novembro de 2013, sábado. Éramos 08 pessoas, sem reserva. Chegamos após 22 horas e aguardamos no bar por cerca de meia hora, quando fomos acomodados no salão central do restaurante, localizado em um pátio coberto, com várias portas e janelas fechadas viradas para ele. No local também funciona uma galeria de arte. A decoração do bar é escura, com predominância da luz azul, enquanto o pátio de comidas tem o amarelo como o tom dominante. Ficamos mais de duas horas no local.

Serviço: quando chegamos, fomos recebidos por uma esguia e simpática recepcionista, que nos conduziu para o bar, onde os garçons eram muito atenciosos. As bebidas chegaram rapidamente à mesa. Quando passamos para o salão para jantar, o atendimento foi mais distanciado, mas continuou eficiente. Não gostei das cadeiras, baixas e desconfortáveis para quem fica muito tempo sentado.

O que bebi: comecei com uma caipirinha de frutas amarelas (R$ 21,00), adoçada com açúcar. Frutas bem maceradas, o que conferiu boa harmonia com a cachaça. Durante o jantar, preferi beber água mineral com gás Minalba (R$ 5,90).

O que comi: compartilhamos duas entradas. 1. ceviche de namorado picante (R$ 31,90), cuja apresentação nos surpreendeu, pois foi servido em uma louça rasa, com um molho mais próximo do pesto e o peixe fatiado em finas lâminas, mais parecendo um sashimi. Estava muito bom. 2. arancini de brie com tomate seco (R$ 29,00), ou seja, bolinhos de arroz arbóreo recheados com queijo brie e tomate seco. Este último ingrediente deixou o bolinho com sabor bem ácido. Não gostei. Como prato principal, não tive dúvidas em escolher a especialidade da casa, um risoto. São cerca de vinte opões, algumas delas bem inusitadas. Resolvi não ousar muito, ficando com o risoto de limão siciliano com filet de namorado grelhado (R$ 62,00). Não fui feliz. O risoto estava bom, mas o namorado grelhado, servido por cima do arroz, acabou com o sabor leve e perfumado do arroz.





Valor que me coube no total da conta: R$ 140,00.

Minha avaliação: * * *. Gostei de ficar no bar, local que considerei melhor do que o ambiente para as refeições. Acho que seria um bom local para ficar bebendo e beliscando umas entradinhas.

Gastronomia Rio de Janeiro (RJ)

domingo, 1 de dezembro de 2013

MARGUTTA - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)

Endereço: Avenida Henrique Dumont, 62, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ. (www.margutta.com.br)

Contato: +55 21 2259 3718 - margutta@margutta.com.br.

Especialidade: culinária italiana, sob o comando do chef Paolo Neroni.

Quando fui: almoço de 15 de novembro de 2013, sexta-feira. Éramos 05 pessoas, sem reserva. Chegamos por volta de 14:30 horas. O restaurante tinha um bom público, mas não estava lotado. Ficamos em mesa no salão do térreo. Permanecemos por mais de uma hora e meia no local.







Serviço: garçons simpáticos, explicando o cardápio e sugerindo o melhor do dia. Pratos chegam em tempo razoável à mesa. Para os colecionadores, o restaurante integra a Associação da Boa Lembrança.

O que bebi: uma dose de caipirinha de lima da pérsia. Durante a refeição, preferi beber uma lata de Coca Cola. Caipirinha bem feita. Estava adoçada no ponto e com boa maceração das frutas.


O que comi: compartilhei o couvert (coperto) com todos da mesa (R$ 16,00). Era um cesto com pães variados e torradas, acompanhados por couscous marroquino com camarão, pasta de gorgonzola, caponata de berinjela, molho de tomate da casa e manteiga. Nada de surpreendente, mas digno. Caro para o que oferece. Como prato de fundo, escolhi um polpettone alla Terenzio (R$ 49,00). É um prato aparentemente simples, mas se a liga da carne não estiver correta, atrapalha tudo. No caso, a liga era boa, estava bem aromático e chegou quentinho à mesa, ainda saindo fumaça, mas o tempero não me agradou. Era um polpetone gratinado com molho de tomate, encimado por uma pequena quantidade de mussarela de búfala (o queijo poderia ser mais farto). Acompanhou a carne um fettuccine all'Alfredo bem sem graça, com pouco gosto de manteiga, o que o distanciou deste clássico italiano. Não gostei. Não quis experimentar nenhuma das sobremesas do cardápio.





Valor que me coube no total da conta: R$ 116,00.

Minha avaliação: * * 1/2. Esta foi a segunda vez que fui ao Margutta e em ambas as ocasiões tive a mesma impressão. Não deu vontade de voltar.

Gastronomia Rio de Janeiro (RJ)

sábado, 2 de novembro de 2013

DOMINGO ECLÉTICO NO RIO DE JANEIRO


O domingo também foi um dia lindo no Rio de Janeiro, com muito sol, brisa e céu azul. Desta vez saímos um pouco mais tarde do hotel, por volta de 11 horas. Nosso destino era a Praça São Salvador. Fomos a pé. Todos os domingos acontece uma feira de artesanato nesta praça, o que leva muita gente para lá. Além de comprar os produtos dos artesãos, as pessoas se encontram para bater papo em alguma das barracas de bebidas/comidas da feira. Além disto, a partir de 10:30 horas, até 14:00 horas, uma orquestra de chorinho chamada Arruma o Coreto se reúne em torno do coreto da praça para tocar, despretensiosamente, clássicos do cancioneiro brasileiro, especialmente chorinhos. O mais interessante é que eles começam a tocar independentemente de todos os músicos terem chegado. Na medida em que um músico chega, ele se acomoda entre os demais integrantes do grupo e começa a tocar também. É muito bom. Pessoas de todas as idades, velhinhos acompanhados de enfermeiros, casais jovens com bebês nos carrinhos, gente paquerando, adolescentes, crianças, jovens, todos passeando na praça, curtindo a música instrumental e experimentando as iguarias gastronômicas da feira. Todos sabem que sou muito resistente a comer qualquer coisa que é vendida na rua, em barracas, mas não resisti ao pastel de carne. Tatá elogiou muito e resolvi experimentar. Enorme e muito gostoso. Dentre aqueles que ouviam o chorinho, encontramos um mineiro de Divinópolis, torcedor do Galo. Logo já estávamos entrosados e assim que uma música acabava, ele gritava Galo! e nós levantávamos o braço direito, imitando o craque Reinaldo quando fazia mais um gol pelo Atlético Mineiro. Assim passamos o final da manhã e o início da tarde. Quando a fome começou a apertar, resolvemos ir para Ipanema. Fomos de ônibus (R$ 2,75). Como era domingo, esperamos um pouco na parada até aparecer um que passasse na Praça General Osório, nosso destino, onde também há uma feira de artesanato aos domingos, só que em dimensões bem maiores. O trânsito estava um pouco travado nas imediações da praça. Descemos, mas optamos por não passar pela feira, embora Fernando o quisesse, pois tínhamos fome e Tatá queria se sentar, já que tinha ficado muito tempo em pé ouvindo o chorinho. Como estamos comemorando os cem anos de Vinícius de Moraes, resolvemos almoçar no Vinícius ou no Garota de Ipanema, o que tivesse mesa disponível. No Garota de Ipanema, Vinícius e Tom Jobim compuseram a música homônima, cuja partitura estampa as paredes do restaurante. Andamos cerca de 500 metros até a esquina de Rua Prudente de Morais com a Rua Vinícius de Moraes, onde ficam os dois restaurantes. O Vinícius estava muito cheio, com uma fila de espera maior do que a que tinha na porta do Garota de Ipanema. Esperamos cinco minutos para sentarmos em uma mesa neste último. Fernando desistiu de ficar conosco e voltou para a feira da General Osório, reaparecendo bem mais tarde. Nós almoçamos, sendo que Tatá foi embora antes, pois queria ver o jogo Atlético X Flamengo no Bar Picote. Nós vimos o mesmo jogo na televisão do restaurante. Por volta de 17 horas, pagamos a conta, resolvendo ver o por do sol no Arpoador. Para tanto, caminhamos pelo calçadão de Ipanema, vendo todo o movimento de turistas e cariocas na orla. A praia ainda fervilhava de gente. Chegamos ao Arpoador e logo nos acomodamos em um quiosque, mas o atendimento era tão sofrível que mudamos para outro, localizado ao final do calçadão, onde a visão para o Morro do Vidigal era perfeita. Assim, tomando uma água de coco, vimos o belíssimo por do sol por trás do morro, fenômeno que merece, diariamente, aplausos de quem o assiste da Pedra do Arpoador. Era hora de voltar para o Flamengo. Um pequeno estresse ocorreu entre Rose e Fernando por causa desta volta. Íamos de metrô, mas a fila para pegar o ônibus que nos levaria até a estação Siqueira Campos em Copacabana era surreal. Preferimos pegar um táxi, com Rose reclamando o tempo todo do trânsito, do engarrafamento. A corrida ficou em R$ 25,00. Paramos no Bar Picote, onde ainda nos sentamos. Depois de algum tempo, eu e Karina resolvemos voltar para o hotel, onde tomei um banho e me aprontei para mais uma noite na Lapa. Novamente a dupla Leo e Karina pegou um táxi em direção à Lapa (R$ 15,00 a corrida). Como era domingo, o movimento era bem menor do que na sexta-feira. A indicação de Edu Kriger era para ir ao Bar Semente (Rua Joaquim Silva, 138). O local é pequeno, mas tem uma programação de música ao vivo de primeira, onde o samba e o chorinho são as estrelas da noite. Nós fomos os primeiros a entrar no bar, o que nos possibilitou ficar em uma mesa ótima, perto da saída, sem movimentação de gente e com visão do palco, onde Júlio Estrela e grupo comandou o show, desfilando clássicos do samba na primeira parte e outros clássicos do chorinho na segunda parte de sua apresentação. O couvert artístico, estampado na comanda individual recebida na entrada, era R$ 23,00. Com fome, resolvemos comer um sanduíche paulista (R$ 15,00), um dos itens escrito em uma lousa no bar. Demorou para chegar, é simples, com recheio de mortadela e queijo, ambos levemente fritos, o que potencializou seu sabor. Ficamos até 1 hora da manhã no bar. Cansados, resolvemos pegar um táxi e voltar para o hotel, antes fazendo poses para fotos em frente aos Arcos da Lapa. Logo um táxi passou. A corrida ficou novamente em R$ 15,00. Terminava nosso agradável final de semana no Rio de Janeiro. Com gostinho de quero mais.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

GULA GULA (IPANEMA) - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)



Endereço: Avenida Henrique Dumont, 57, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ (www.gulagula.com.br) Há outras unidades no Rio de Janeiro.

Contatos: 21 2259 3084.

Diferencial: a localização em um sobrado da década de quarenta e os sucos de frutas.

Especialidade: culinária carioca, sob o comando da chef Nanda de Lamare. Cardápio enxuto, sempre com sugestões do dia.

Quando fui: almoço do dia 1º de janeiro de 2013, terça-feira. Éramos três pessoas. Chegamos depois de 15 horas, quando o restaurante estava lotado. Ficamos na lista de espera, mas não esperamos nem cinco minutos, quando fomos acomodados em uma mesa no segundo andar, na sala da esquerda após a escada.

Serviço: um pouco confuso, com erro na entrega do meu pedido de suco (pedi um suco de melancia com gengibre, mas entregaram um suco só da fruta. Trocaram assim que reclamei).

O que bebi: um copo de suco de melancia com gengibre (R$ 8,00). Refrescante e revigorante. Eu queria um suco de limão com gengibre, mas assim que pedi, a garçonete informou que estava faltando limão na casa. Até brinquei, dizendo que achava que ela diria que faltava gengibre. Ao final, um suave café espresso Nespresso.

O que comi: fui na seção de sugestões do dia, pois assim, o prato chegaria mais rapidamente à mesa. Escolhi aquela que levava o número 2: frango ao molho de mostarda, arroz integral com amêndoas e salada de rúcula (R$ 41,00). O prato é bem servido e tem bela apresentação. Vem um peito de frango grelhado, bem temperado, com o molho de mostarda por cima. Este molho estava suave, a mostarda não dominava o sabor, mas sim completava os temperos usados no frango. O arroz integral com amêndoas estava muito bom.




Valor individual da conta: R$ 66,00.

Minha avaliação: * * * 1/2.

Gastronomia Rio de Janeiro (RJ)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

PRIMEIRA VIAGEM DE GETÚLIO


Quando eu e Ric decidimos passar o réveillon com amigos no Rio de Janeiro, fomos convidados para levar Getúlio conosco. Seria a primeira vez que viajaríamos com ele. Estréia em alto estilo: viagem de avião, junto conosco na cabine. Para tanto, foi necessário comprar os bilhetes aéreos, o que fizemos pela internet. Em seguida, liguei para a TAM fornecendo o código da reserva e informando que levaria um cachorro comigo. A atendente deu todas as orientações, falando sobre os documentos que eu deveria providenciar. Tais orientações também estão disponíveis no site da TAM. Tive que observar as seguintes regras:

01) Aguardar a TAM dar retorno, por telefone, sobre o deferimento de meu pedido, o que aconteceu dois dias depois de minha ligação.
02) O cachorro deveria ser transportado em um kanel, ou seja, uma gaiolinha de pano flexível cujas dimensões são aprovadas pela TAM, à venda nos principais petshops. Enquanto estiver dentro do avião, o cachorro deve ficar o tempo inteiro dentro do kanel.
03) No avião, o passageiro que leva o cachorro deve sempre viajar na janela, colocando o kanel aos seus pés.
04) No momento do check in, eu deveria pesar o cachorro dentro do kanel. O peso de todo o conjunto não pode ultrapassar dez quilos.
05) Também no check in, eu teria que mostrar ao despachante um atestado emitido por um veterinário que o cachorro não tinha doença contagiosa e estava em condições para viajar. Tal atestado só tem validade de dez dias a partir de sua emissão.
06) Ainda no check in, eu deveria apresentar a caderneta de vacinação do cachorro, com todas as vacinas obrigatórias em dia.
07) É cobrada uma taxa fixa de R$ 90,00 + excesso de bagagem, considerando o peso total do cachorro e kanel. Valores são pagos no aeroporto, após concluído o check in.
08) Não há como fazer check in antecipado, seja no próprio aeroporto, internet ou celular. Ele é presencial e deve-se chegar no aeroporto com duas horas de antecedência para o voo.
09) Não há necessidade de dar remédio tranquilizante para o cachorro.

Tudo isto é válido apenas para um trecho. Ou seja, uma viagem de ida e volta, todos os procedimentos devem ser adotados para cada trecho.
Nossa viagem estava marcada para sair de Brasília no dia 27 de dezembro, com a volta no dia 02 de janeiro de 2013. Karina, nossa amiga, se ofereceu para nos levar ao aeroporto. Como bom mineiro que não perde o trem, marquei com ela de nos pegar em casa às 17:30 horas, sendo que o voo estava previsto para sair às 20:20 horas. Quando os ponteiros do relógio marcavam 17:25 horas, uma torrencial chuva caiu em Brasília, justamente no momento em que eu e Ric descíamos com as bagagens e Getúlio dentro do kanel. Ele estava indócil, pois era a primeira vez preso naquela gaiola. Karina chegou na hora marcada e teve que entrar na garagem do prédio para ninguém se molhar. Chovia muito, mas quando estávamos no meio do Eixão Sul, a chuva já tinha passado. Um engarrafamento inesperado nos pegou de surpresa. Uma longa fila se formava e o trânsito fluía muito devagar. Ambulâncias e carros de bombeiro com sirenes ligadas passaram por nós, indicando que havia algum acidente pela frente. Gastamos mais de vinte minutos em um pequeno trecho. Realmente era um acidente que envolveu quatro carros perto do zoológico da cidade. Assim que passamos pelo local, conseguimos acelerar, pois já eram 18:15 horas. Outra retensão nos aguardava na entrada do aeroporto, que estava com grande movimento de carros, como já esperávamos. Quando deu para Karina parar o carro, descemos rapidamente. Ela quis estacionar para se despedir da gente. Dissemos que não precisava, seria mais um trabalho para ela, mas Karina insistiu em nos encontrar em frente ao balcão da TAM, alegando que se tivesse algum problema com Getúlio que não pudesse embarcar, ela ficaria com ele. Muito gentil essa nossa amiga.
Utilizando do nosso cartão de crédito, fomos para o check in prioritário, onde um simpático despachante nos atendeu. Ele se surpreendeu com o nome do nosso cachorro. Primeiro, Getúlio foi pesado. O cachorro e seu kanel pesaram cinco quilos, peso que seria considerado como excesso de bagagem. Depois, ele fez nosso check in, confirmando o assento que eu havia pré-reservado quando da compra das passagens. Fiquei na janela, assento 14A e Ric ao meu lado, 14B. Em seguida, o despachante pediu a documentação de Getúlio para fazer os procedimentos do seu embarque, me entregando um papel onde estava o peso para pagamento do excesso de bagagem. Tive que me dirigir ao balcão de vendas da TAM, pois tal pagamento não pode ser feito no balcão do check in. Não havia fila na loja, pois havia muitos atendentes à disposição. O valor do excesso foi calculado, dando R$ 62,00. Somado à taxa fixa, paguei R$ 152,00 pelo trecho Brasília-Rio de Janeiro. Assim que recebi os comprovantes de pagamento, brinquei com a atendente, perguntando se eu poderia fazer um cartão fidelidade para Getúlio. Voltei para o balcão do check in, onde não enfrentei fila, pois precisava apenas finalizar o atendimento. Karina já estava de papo com Ric. Getúlio era pura impaciência dentro do kanel. Despedimo-nos de Karina, subindo para a praça de alimentação, onde fizemos um lanche rápido no BombocadoGetúlio ficou quietinho. Terminado o lanche, resolvemos entrar para a sala de embarque. Para passar no raio X, tive que tirar Getúlio do kanel, carregá-lo no colo, passando pelo detector de metais e, em seguida, recolocá-lo no kanel. Fomos para o portão 8, mas tinha muita gente, o que nos fez procurar um lugar mais longe. Conseguimos bancos vazios quase em frente à lanchonete Frango Assado. Com o cheiro da comida, Getúlio ficou mais impaciente e começou a choramingar, arranhando o kanel com sua pata. Tive que abrir um pouquinho a gaiolinha, deixando ele colocar a cabeça para fora. Fiz alguns carinhos nele e o recoloquei para dentro. Na hora marcada, chamaram para o embarque. Fui um dos primeiros a entrar, entregando a documentação de embarque de Getúlio no momento do embarque. Acomodei o kanel embaixo da poltrona à minha frente. Ele ficou bem quieto. Ainda no solo, ouvimos um comissário abordar uma mulher que estava sentada na poltrona 13C, dizendo que ela não poderia viajar com seu cachorro no colo e nem naquele assento, devendo  passar para a janela. Embora não estivessem juntas, ela trocou de lugar com a menina que sentava na 13A. Assim, dois cachorros ficaram muito próximos e isto teve consequências. O voo atrasou uma hora, porque teve que esperar passageiros de conexão cujos voos até Brasília estavam atrasados. Assim que o avião foi autorizado a decolar, por volta de 21:20 horas, Getúlio começou a ficar impaciente novamente, choramingando. Foi o avião tirar as rodas do chão para ele começar a latir. Muita gente ria e eu fiquei sem saber o que fazer. Abri um pouco o kanel, passei a mão na cabeça dele, mas ele continuava a latir. O povo ria. Uma mulher sentada na mesma fileira que a nossa, só que do outro lado, disse que Getúlio latia por causa do outro cachorro que estava à frente. Era verdade, pois foi só eu puxar o kanel para debaixo dos meus pés, retirando-o de debaixo da poltrona 13A, que ele parou. Ficou quieto o resto da viagem, só mexendo novamente quando o avião começou a descer. Acho que ele sentiu a pressão no ouvido. Tão logo estávamos em solo novamente e com o avião parado no finger, coloquei o kanel em meu colo, abri um pouquinho, deixando ele ficar com meio corpo para fora. Ele não sabia para onde olhar, excitado com tanta gente. Seu coração estava acelerado. Ele lambia muito minha mão. Acho que estava com sede. As malas demoraram a aparecer na esteira. O aeroporto estava muito quente, parecia que o ar condicionado não funcionava. Getúlio revirava dentro do kanel. Com a bagagem nas mãos, paramos no balcão que vende as corridas de táxi, comprando o bilhete para o trajeto até Ipanema. No táxi, tiramos Getúlio do kanel, com permissão do motorista. Assim que chegamos no nosso destino, já eram 23:40 horas. Ric nem subiu, colocando a coleira em Getúlio para dar uma volta, pois ele precisava fazer xixi. Eu subi com toda a bagagem, montando o aparato do cachorro na área e serviço do apartamento: comida, água, cama, brinquedo e tapete higiênico. Foi ele chegar e secar a vasilha de água de tanta sede que o bichinho estava. Deixamos ele na área e saímos para jantar. Teríamos cinco dias de Rio de Janeiro pela frente.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

UMA CARTA PARA MADONNA

Assim que se iniciou a venda de ingressos para os shows da MDNA Tour da cantora Madonna no Brasil, garanti os meus. Escrevo no pural porque comprei ingresso tanto para o show do Rio de Janeiro, inicialmente marcado para sábado, 01º de dezembro, como consta impresso no tíquete, quanto para o primeiro show de São Paulo, no dia 04 de dezembro. Ambos para a pista premium. Passados alguns dias, a data do Rio de Janeiro foi alterada para o dia 02 de dezembro, domingo, no mesmo horário e local, ou seja, 20 horas, Parque dos Atletas, onde aconteceu o Rock in Rio 2011 e o recente show de Lady Gaga, nos quais também marquei presença. Por motivos de trabalho, fiquei impossibilitado de ir ao show de São Paulo, mas não consegui vender meu ingresso. Conferi o aguardado show da turnê mundial mais rentável de 2012 somente no palco montado no Parque dos Atletas, no longínquo bairro do Recreio dos Bandeirantes. Cheguei ao Rio de Janeiro na noite de sexta-feira, dia 30 de novembro, para aproveitar o final de semana. A previsão do tempo indicava possibilidades de chuva para a noite do show. Assim, uma bota impermeável  e uma capa de chuva seriam essenciais. Levei a bota, deixando para comprar a capa na mão de algum camelô na porta do Parque dos Atletas. Na manhã de domingo, o Rio de Janeiro amanheceu radiante, com céu azul, poucas nuvens esparsas, uma leve brisa e muita gente nas ruas. Abri uma exceção e fui caminhar no calçadão de Ipanema. Aos domingos, uma das pistas da avenida fica interditada para o trânsito de automóveis, ficando tomada de pedestres que caminham, correm, andam de skate, de patins, conversam, se encontram, todos felizes. Uma turma exibia cartazes oferecendo abraços gratuitos. Tinha gente que parava e abraçava com vontade um dos integrantes desta turma. Outros paravam e tiravam fotos e outros fingiam que nem viam aquela forma de expressão, de comunhão com o próximo. Parei e abracei uma baixinha do grupo. Comecei minha caminhada na altura da Rua Aníbal de Mendonça, indo em direção ao Arpoador. No céu três aviões que rebocam faixas de propaganda, algo bem típico do Rio de Janeiro, levavam faixas alusivas ao show de Madonna, escritas em inglês. Diziam sobre uma carta enorme de fãs para a rainha do pop. Quando cheguei no cruzamento da Avenida Vieira Souto com Rua Joana Angélica, vi o fim de um extenso banner no chão e muitos promotores com a camisa da Renner, loja de departamentos que patrocina a turnê de Madonna no Brasil, chamando as pessoas que passavam para deixar uma mensagem para a cantora. Todos tinham canetas nas mãos. A tal carta enorme que uma das faixas aéreas mencionava estava na minha frente. Fui seguindo meu caminho, margeando a tal carta. Ela reproduzia textos, desenhos e fotos que milhares de fãs postaram no Twiter, todos fazendo referência à Madonna e sua turnê. Este banner acabou por formar a carta de fãs. Muitos pedestres paravam para ler alguma coisa, para tirar fotos, pegavam as canetas e escreviam ou desenhavam mensagens e declarações à cantora. Não parei, embora muitos monitores me abordaram com a caneta em minha direção, convidando-me para escrever qualquer rabisco. A carta terminava, ou começava, dependendo do ponto de referência de cada um, em frente ao Hotel Fasano, onde a cantora estava hospedada. Caminhei até o final da Praia do Arpoador, retornando pelo mesmo caminho de ida. Na volta, não resisti. Dei uma breve parada, peguei uma caneta e escrevi uma frase curta: "Mais um show!", pois seria a segunda vez que veria a cantora ao vivo em solo brasileiro (a primeira foi no início da década de 1990), assinei, registrei em foto, ganhei uma garrafa de água, algo providencial pelo calor que fazia, e segui minha caminhada até o Posto 11, já no Leblon. Quando completei uma hora de exercício, resolvi encontrar meus amigos que estavam na praia, na altura do Posto 10, em Ipanema. Quando eles me viram chegar, nem acreditaram. Fui além, mergulhando nas águas geladas do mar do Rio de Janeiro, algo que não fazia há mais de uma década, me energizando para o show da noite.

show

sexta-feira, 22 de junho de 2012

DOCE DELÍCIA - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)



Endereço: Rua Aníbal de Mendonça, 55, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ.

Especialidade: culinária brasileira, tendo o picadinho como carro chefe da casa.

Ambiente: loja despojada na esquina da Aníbal de Mendonça com Prudente de Morais, com vitrine de doces para o lado de fora, ambiente decorado com madeira, cores fortes nas pilastras e utensílios de cozinha pendurados no teto, como panelas, frigideiras, escumadeiras, colheres, caçarolas, entre outros. Nas mesas encostadas nas paredes há bancos de madeira no lugar de cadeiras, com confortáveis e coloridas almofadas.



Serviço: deficiente, com garçons e garçonetes muitas vezes desatentos para os chamados das mesas. O prato demorou a chegar, tendo sido necessário eu reclamar com uma das atendentes.

Quando fui: almoço do dia 10 de junho de 2012, domingo. Éramos duas pessoas.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero e um café expresso ao final do almoço.

O que comi: o prato mais famoso da casa, o picadinho delícia. Bem montado, o prato consiste de picadinho de filé mignon com molho, farofa de alho, ovo poché, banana à milanesa e arroz branco. A banana estava sem sabor, assim como o ovo poché. A farofa estava boa, não era forte, com a presença discreta do alho. O picadinho era honesto, mas confesso que já comi melhores no Rio de Janeiro.




Valor total da conta: R$ 119,13, incluindo duas cervejas long neck.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * 1/2. Em outras vezes que lá estive, fui melhor atendido, assim como comi melhor.

Gastronomia Rio de Janeiro (RJ)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

SALITRE IPANEMA - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)



Endereço: Rua Barão da Torre, 632, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ.

Especialidade: culinária internacional, com toques de bistrô. Na verdade é uma adega que possui um restaurante.

Ambiente: fica em um sobrado quase no final da rua, com uma simpática varanda e dois ambientes internos no primeiro piso. O maior deles abriga poucas mesas, com espaço bem grande entre elas, garantindo uma certa privacidade. No outro estão as estantes com a maioria dos rótulos expostos para venda. Neste salão menor estão algumas mesas. Onde não tem estantes de madeira, a parede é de tijolo aparente, dando um ar de que estamos realmente em uma adega, cujo luz baixa e a tonalidade são claramente inspiradas nas caves abertas à visitação pública nas vinícolas ao redor do mundo. Há uma bela escada para acesso ao segundo piso ao fundo, à esquerda, do salão principal, mas não conheci o andar de cima.




Serviço: bom, com uma brigada de garçons atenta às mesas. É verdade que quando fui estava com pouco movimento, pois a seleção brasileira de futebol jogava no mesmo horário contra a seleção americana. O garçom, de pronto, já me ofereceu a carta de vinhos, perguntando-me qual tipo de água ele poderia trazer. Também ofereceu o couvert, que não aceitei. Os meus pedidos não demoraram a chegar à mesa.

Quando fui: jantar do dia 30 de maio de 2012, quarta-feira. Estava só.

O que bebi: apenas uma lata de Coca Cola Zero. Ao final do jantar, um café expresso descafeinado.

O que comi: fiquei no duo entrada e prato principal.

Entrada: bruschetta pomodori basilico - são três unidades de bruschetta servidas em uma tábua de madeira. Pão italiano crocante na base com bastante recheio de tomate fresco picado, folhas picadinhas de manjericão, queijo parmesão ralado e lâminas bem finas de alho. Foi justamente a presença do alho que me fez não gostar desta entrada. Estava amargando muito. Nem colocando azeite melhorou o sabor.



Principal: nhoque de milho verde com ragu de perdizes - servido  em uma prato fundo de porcelana branca, tem bastante molho, e não poderia ser diferente, já que se tratava de um ragu. Primeiro provei a massa, leve e suavemente adocicada. Nunca tinha comida um nhoque feito com milho verde e gostei da experiência. No entanto, esta primeira vez poderia ter sido melhor, porque o ragu estava salgado e com um sabor forte que me desagradou. Acabei por deixar quase todo o ragu de perdiz no prato, comendo apenas a massa.





Quanto paguei: R$ 95,76.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * . Tinha tido boas referências do restaurante, dadas por mais de uma pessoa, mas a minha experiência não foi boa com a comida. Como sempre procuro voltar para nova tentativa, espero mudar minha opinião.

Gastronomia  Rio de Janeiro (RJ)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ALESSANDRO & FREDERICO CAFÉ - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)



Endereço: Rua Garcia D'Ávila, 134, loja D, esquina com Rua Barão da Torre, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ.

Especialidade: cardápio variado, com opções de café da manhã, massas, risotos, aves, carnes, sopas, sanduíches, omeletes, quiches e tortas doces.

Ambiente: moderno, com mesas ocupando a calçada em torno da loja onde funciona o restaurante. No interior, logo na entrada à direita, fica um balcão que deixa à mostra os pães produzidos na casa. Uma grande foto de dois surfistas carregando suas pranchas na saída do mar não deixa dúvida de que estamos no Rio de Janeiro, mais precisamente, em Ipanema. Todas as mesas tem um vasinho com uma orquídea e velas acesas durante a noite.




Serviço: simpático e eficiente. A garçonete que me atendeu soube tirar todas as minhas dúvidas, já que o cardápio é bem vasto. Os meus pedidos não demoraram para chegar à mesa, mesmo porque eram de fácil execução. Fiquei em mesa no salão interno, encostada na parede de vidro, com vista para a varanda da calçada e para a rua.

Quando fui: jantar do dia 29 de maio de 2012, terça-feira, quando cheguei por volta de 21:30 horas. Estava só.

O que bebi: apenas uma garrafa de água com gás Minalba, da qual não sou fã. Finalizei com um café descafeinado.



O que comi: pedi como entrada uma bruschetta parmegiana. São duas unidades em pão italiano, cujo top é de tomate, mussarela de búfala e berinjela. Depois de montada, ela é levada ao forno. Servidas quentinhas, estavam muito bem temperadas. Gostei. Já como prato principal, fiquei na dúvida entre um panini e uma omelete, decidindo pela última, com o recheio de shitake. Acompanha salada verde (nada mais do que folhas de alface). Já tinha ouvido falar bem da omelete da casa, mas não sei se escolhi mal o recheio, pois não achei grandes coisas. Estava bem feito, com o interior mais mole que o exterior, mas faltou algum tempero. Para melhorar o sabor, coloquei um fio de azeite extra virgem.


bruschetta parmegiana


omelete com salada verde

Quanto paguei: R$ 70,62.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. Não foi a primeira vez que jantei no Alessandro & Frederico Café, sendo que nas outras oportunidades comi massa e paninis, bem superiores à omelete. Mesmo não gostando do meu prato, é um local que recomendo, não só pela variedade de opções, mas também pelo ambiente, sempre cheio de gente bonita.

Gastronomia  Rio de Janeiro (RJ)

sábado, 2 de junho de 2012

MARKET IPANEMA - GASTRONOMIA NO RIO DE JANEIRO (RJ)



Endereço
: Rua Visconde de Pirajá, 499, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ.

Especialidade: culinária variável, com forte presença de ingredientes orgânicos. Comida saudável, sob os cuidados da chef Carol Figueiredo. Serve um ótimo café da manhã. Tem vasta oferta de sucos naturais, chás e smoothies. Além do menu normal, oferece um cardápio especial de verão, com pratos mais leves. Duas opções do dia estão disponíveis nas versões combo (entrada + principal ou principal + sobremesa) e PF. Para saber tais opções, além dos garçons informarem quando sentamos à mesa, há uma lousa negra na parede à direita de quem entra com algumas sugestões, incluindo os pratos do dia.

Ambiente: fica em local escondido na movimentada Rua Visconde de Pirajá. Sua entrada é por um beco que se abre em um jardim ao ar livre, onde ficam as mesas de madeira com cadeiras de plástico em cores vibrantes. Também há bancos que acomodam duas pessoas confortavelmente, posicionados próximos às árvores do jardim. Muitas plantas contribuem para conferir ao local um ar descolado e descontraído. Ainda há um ambiente interno, onde um bar serve de apoio à equipe do restaurante e onde estão mais mesas, em salão com ar condicionado. O beco de acesso tem uma parede com um mural colorido, onde frutas e legumes gigantes são os protagonistas. Também neste corredor ficam bancos para acomodar quem fica na espera de mesa. O local é tão tranquilo que nem se nota que estamos em uma rua muito movimentada de Ipanema.






Serviço: o atendimento na chegada é simpático e cordial. Cheguei em hora adiantada para o almoço, após 14:30 horas, mas ainda havia fila de espera. Chamaram-me rapidamente para me sentar. Fiquei em mesa no jardim. Os garçons, vestidos de preto, são informais e prestativos, mas são atrapalhados no servir. Uma certa demora nos pratos foi a tônica enquanto lá estive, presenciando uma senhora, que compartilhou o mesmo banco onde eu estava, reclamando que sua sobremesa não era servida.

Quando fui: almoço do dia 29 de maio de 2012, terça-feira. Estava só.

O que bebi: foi difícil escolher um suco entre as opções oferecidas no cardápio. As combinações são inusitadas, dando-me vontade de experimentar várias. Optei por um copo de suco de manga com gengibre. O suco é servido em um copo americano grande. De cor forte, combinando com a decoração da casa, o suco estava em ótima consistência. No entanto, não aprovei o sabor. Para mim, o gengibre  estava massacrando o doce natural da manga. Finalizei o almoço com uma xícara de café expresso Nespresso, que vem acompanhado por uma porção de brigadeiro de colher. Fiquei só observando o brigadeiro...


suco de manga com gengibre


Nespresso + brigadeiro de colher


O que comi: comecei com o couvert da casa, ou seja, pão orgânico de alecrim com azeite extra virgem Costa D'Oro e flor de sal. A porção individual conta com dois pães pequenos servidos em um saco de linhagem, o que lhe confere um ar descolado. O azeite é colocado em um pratinho de porcelana pela própria atendente que serve o couvert, sem a garrafa ficar na mesa, enquanto a flor de sal vem em um potinho de porcelana branca. Simples e gostoso. Escolhi o prato do dia, combo entrada + principal. A salada veio rapidamente à mesa em um bowl de cerâmica branca, contrastando com a excelente salada de quinoa escura, pepinos e tomates, ambos picados em cubos pequenos. Enfim, o prato principal, salmão grelhado, pesto de capim limão com azeite, acompanhado de purê de batatas com manjericão. Bem servido, o prato tem apresentação bonita. O pesto chega em um copinho americano, tipo os usados para tomar doses de cachaça, permitindo que o cliente coloque a quantidade que quiser no salmão, que estava bem grelhado, mas sem sabor diferenciado. O purê de batatas estava bem leve, com o sabor marcante do manjericão, que também contribuiu para lhe dar uma cor esverdeada. Além da quantidade de purê que decora o prato, servem-no em um pote de porcelana branca.


pão orgânico de alecrim com azeite extra virgem Costa D'Oro e flor de sal


salada de quinoa escura, pepinos e tomates


salada de quinoa escura, pepinos e tomates + suco de manga com gengibre


salmão grelhado, pesto de capim limão com azeite, acompanhado de purê de batatas com manjericão


salmão grelhado, pesto de capim limão com azeite, acompanhado de purê de batatas com manjericão


Quanto paguei: R$ 43,79.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. Ambiente agradável, descontraído, ótimo para um café da manhã tardio ou um almoço saudável. Vi tochas nos jardins, sendo informado que elas eram acesas à noite, contribuindo para manter o clima cool que o Market Ipanema tem.

Gastronomia  Rio de Janeiro (RJ)