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domingo, 6 de outubro de 2013

NIPPON - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)


Domingo preguiçoso... Já passavam das 14 horas quando resolvi ligar para David perguntando se ele já havia almoçado. A resposta foi um convite para almoçarmos juntos, mas tinha que ser depois das 15 horas. Aceitei, acabei de escrever um e-mail, tomei um banho e esperei a indicação de onde iríamos. Assim que recebi uma mensagem por Whatsapp com uma seleção de restaurantes para eu escolher, optei pelo Nippon, onde não ia há muito tempo.

Endereço: SCLS 403, Bloco A, loja 28, Asa Sul, Brasília, DF.

Contato:  (61) 3224 0430.

Especialidade: culinária japonesa.

Quando fui: almoço de 06 de outubro de 2013, domingo. Éramos 05 pessoas: eu, David, Roberto, Chico e Pedro. Tivemos que esperar um pouco para sentarmos, mesmo chegando após 15 horas.

Serviço: manobrista (R$ 7,00) eficiente; atendimento na entrada, quando colocamos o nome na fila de espera, muito bom. O sistema de rodízio de domingo é o mesmo das noites, com o cliente marcando em duas boletas os itens quentes e frios que deseja comer, indicando a quantidade. O restaurante cobra pelo desperdício, ou seja, é melhor escolher exatamente o que será consumido. Serviço de garçom um pouco lento, com demora na entrega de alguns itens que escolhemos no rodízio. Precisamos reclamar por duas ocasiões para o nosso pedido chegar à mesa. Pedi um refrigerante light em copo com gelo, sem limão, mas serviram-me um refrigerante normal, em copo com gelo e uma fatia de limão.

O que bebi: uma lata de 350 ml de Schweppes Citrus (R$ 4,90), em copo com muito gelo e um pedaço de limão, e, ao final, uma xícara de café espresso Diletto (R$ 3,50).

O que comi: Fomos no rodízio (R$ 67,90), utilizando os boletos para fazer as anotações de nossos pedidos de pratos quentes e frios com suas respectivas quantidades. De quente, comi um gioza recheado com carne,  tempura de legumes (berinjela, mandioca cenoura), tempura de camarão, e hot Philadelfia, enquanto nos frios, abusei de sushis e sashimis de salmão, camarão, atum e pepino. Gosto muito da comida do Nippon. Sempre bem cuidada, bem temperada e com ótima apresentação. Desta vez não foi diferente.

Valor que paguei do total da conta: R$ 90,36.

Minha avaliação: * * * 1/2. O restaurante é muito agradável, sem invenciones nos sushis e sashimis. Serve o básico da culinária japonesa que o Brasil conhece.


Gastronomia Brasília (DF)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

GUIA QUATRO RODAS

Há mais de duas décadas compro anualmente o Guia Quatro Rodas da Editora Abril. Ele sempre me foi útil na hora de viajar, especialmente para escolher restaurantes e atrações nas cidades para as quais viajo a trabalho ou a lazer. Neste final de semana, comprei a edição 2011 do guia. Sempre fiquei intrigado com a listagem de restaurantes que consta como indicação em cada cidade. É certo que não haveria como informar todos os restaurantes existentes nas cidades elencadas, mas o critério de escolha do guia deixa a desejar. Ficarei apenas com o exemplo de Brasília, onde moro. Na edição mais recente, houve uma novidade interessante: incluíram alguns locais que não são propriamente restaurantes, mas que são ótimas opções de lanches rápidos ou alguma coisa mais informal. Também incluíram um símbolo para indicar os locais que aparecem pela primeira vez no guia. No caso da capital do Brasil, algumas ausências são inexplicáveis. Cito quatro restaurantes consolidados na cidade, com alguns anos de vida agitada na gastronomia local e que não figuram como indicação no Guia Qautro Rodas: Oliver (Clube de Golf de Brasília), El Paso Texas e El Paso Latino (SCLS 404), e Nippon (SCLS 403). Todos os quatro restaurantes abrem tanto para almoço quanto para jantar, vivem cheios, tem ótima comida, bom atendimento, são bem decorados. O Oliver tem cardápio da cozinha internacional, fica em local agradável, com facilidade de estacionamento (fato raro em Brasília), boa relação custo X benefício, atrai executivos e políticos, tem uma famosa paella. O El Paso Texas e seu irmão mais novo, o El Paso Latino, estão sempre cheios, local apreciado por artistas que passam pela cidade, por pessoas do mundo da diplomacia (empregados das embaixadas localizadas na cidade), além de pessoas de todas as idades que apreciam um bom lugar para conversar, enquanto degustam as iguarias da culinária mexicana e latina, tem excelente serviço, comida gostosa, pratos bem montados (o prazer de comer já começa pela apresentação dos pratos), também tem uma ótima relação custo X benefício, o cardápio de comida peruana, incluindo o ceviche, do El Paso Latino é muito melhor do que o do Taypá (que foi indicado pelo guia como novidade nesta edição), além de ser muito bem localizado. O Nippon é antigo na cidade, concorridíssimo no almoço e no jantar, é bem decorado, respeita as tradições japonesas, a comida é ótima, bem localizado, preços bons, atendimento cordial. Enquanto estes quatro ficaram mais uma vez de fora do guia, temos a manutenção do restaurante Chão Nativo, um self-service comum, igual a milhares de outros na cidade, que não oferece nenhum diferencial. Realmente continuo sem entender a lógica do guia.

domingo, 1 de agosto de 2010

NIPPON

Depois de uma boa peça, nada melhor do que um encontro com amigos para jantar. Foi o que fiz na noite de sexta-feira. Dois amigos de Belo Horizonte vieram a Brasília e resolvemos jantar no Nippon (SCLS 403 - Bloco A - Loja 28 - Asa Sul), especializado em comida japonesa, como o próprio nome indica. Além dos amigos de BH, se juntaram a nós dois amigos da cidade, restabelecendo parte do G10. Quando eu e Ric chegamos, os quatro já estavam em uma mesa na lateral direita do restaurante que, como sempre, estava lotado. Prefiro sempre os pratos que traduzem a especialidade do restaurante. Assim, compartilhei com mais três da mesa um combinado de sushi e sashimi enorme, servido em uma daquelas tradicionais barcas de madeira. Os outros dois da mesa escolheram pratos quentes. O Nippon não inventa milhares de sabores para seus sushis, ficando no clássico da cozinha japonesa. Acho que isto ajuda a explicar o sucesso da casa, sempre cheia, tanto no almoço quanto para o jantar. O prato degustado estava bem feito e saboroso. No almoço, há um buffet a preço fixo. Ficamos por duas horas batendo papo, falando sobre viagens de férias, filmes, teatro, enfim amenidades que alegram a vida. Embora a maioria estivesse com vontade de comer sobremesa, as opções do cardápio não agradaram. Pedimos a conta, já no início da madrugada de sábado, e cada um voltou para casa, combinando um novo encontro para o almoço de sábado.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

DECEPÇÃO

Hoje o dia foi longo. Acordei cedo e fui trabalhar. Primeiro dia de reunião com representantes de todas as unidades regionais do órgão em que trabalho. A reunião começou às 9 horas e terminou às 18:15 horas, com intervalo para almoço de 12:15 às 14:00 horas. Após o término desta longa reunião, entrei em outra reunião que só terminou às 20:20 horas. Foi cansativo.

Para o almoço, novamente tive a companhia de Rogério e escolhemos o Nippon (SCLS 403, Bloco A, loja 28, Asa Sul), de culinária japonesa, como o próprio nome indica. Há muito não ia lá e fiquei surpreso com a melhora no sistema de buffet. Já era bom, agora está melhor, com várias opções de pratos quentes sendo servidas à mesa pelos garçons. Como sempre, o restaurante estava cheio e, ao final, pedimos a Nota Legal.



À noite, após a última reunião, fui direto para o Teatro Nacional Cláudio Santoro (Setor Cultural Norte), mais precisamente na Sala Martins Penna, para ver um espetáculo integrante do festival Cena Contemporânea 2009. A peça é Mercadorias e Futuro, texto, encenação e direção de José Paes de Lira, o Lirinha do grupo musical Cordel do Fogo Encantado. Co-dirige a peça a atriz Leandra Leal. Foi assisitndo este espetáculo, na companhia de duas amigas que encontrei na fila de entrada, que veio a decepção. Lirinha como ator é melhor cantor, sem dúvidas. A peça mistura Regurgitofagia, de Michel Melamed, com elementos do filme Deus e O Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, configurando um texto chato e sem graça. A plateia ria em alguns momentos, mas risos isolados. Para piorar, o microfone do ator pifou no início da peça e não houve como consertar. Para quem se propõe a seguir um festival, seja de música, cinema ou teatro, está sujeito a este tipo de decepção, pois procura-se assistir o máximo e tem-se tanto surpresas positivas quanto negativas. No caso, a surpresa foi muito negativa. Minhas amigas também não gostaram. Vi gente saindo bem antes do final da peça. Torço para esta ser uma exceção, pois ainda assistirei mais algumas até o próximo domingo.