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domingo, 17 de janeiro de 2010

THEATRO MUSICAL BRAZILEIRO

E começou minha temporada de artes cênicas. Assisti na sexta-feira, dia 15/01/2010, ao espetáculo Theatro Musical Brazileiro no CCBB de Brasília. Remontagem do sucesso de Luiz Antônio Martinez Corrêa, encenada há mais de vinte anos no Rio de Janeiro. Tem supervisão de Bibi Ferreira e direção de Fábio Pillar, com direção musical de Marcelo Alonso Neves. No elenco seis cantores-atores: Luiz Nicolau, Édio Nunes, Jorge Luís Cardos, Renata Celidônio, Helga Nemeczyk, e Mona Vilaro, além da atriz e mímica Carolina Nemetala. Montado como um sarau e com apoio de três músicos, doze canções são cantadas e interpretadas, com uma mímica mascarada fazendo a passagem de uma música para outra. Todas as músicas são do período 1860-1914. São músicas que não conhecia e de ritmos variados, como opereta, mazurca, valsa, tango e quadrilha. Foi interessante ter contato com estas músicas do repertório brasileiro, tão distantes de nós. O espetáculo dura apenas uma hora, mas é mais do que o suficiente, pois achei cansativo. A maneira de cantar é enfadonha. No fim, parece que você está vendo a mesma coisa há horas. Valeu pela curiosidade histórica. Nota 6.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

GASTRONOMIA

Acabo de checar na internet todos os cardápios dos 75 restaurantes participantes da segunda edição do Restaurant Week em Brasília. Interessante a proposta de oferecer um menu preparado para o festival (entrada, prato principal e sobremesa) a um preço fixo (R$27,50 no almoço e R$39,00 no jantar). Quem quuiser, acrescenta R$1,00 no preço do menu, valor que será revertido para uma instituição de assistência social. Vários restaurantes de ponta da cidade estão participando do evento, o que torna mais atrativa a ideia de experimentar os muitos sabores. Espero que não haja falta de ingredientes nos restaurantes considerados mais caros e que terão, com certeza, um aumento no fluxo de clientes neste período. Ocorreu em São Paulo situações desagradáveis aos frequentadores quando da realização do evento naquela cidade em 2009, uma vez que os restaurantes mais caros subestimaram o aumento nas vendas durante o festival, com pratos em falta e reservas não confirmadas. Com certeza farei uma peregrinação no período de 25 de janeiro a 07 de fevereiro, na medida do possível, pois nesta mesma época, já tenho duas viagens programadas para São Paulo (uma a trabalho e outra para ver o show de Beyoncé).

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

BEYONCÉ

Chegaram os ingressos (R$200,00 - pista) para o show da Beyoncé no próximo dia 06 de fevereiro no Morumbi, em São Paulo. Já sei todas as músicas que ela cantará no show, que tem duas horas e meia de duração. Adoro!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

AVATAR

Depois de três tentativas frustradas de assistir Avatar (Avatar), de James Cameron, consegui entradas para a projeção em 3D, versão dublada, para terça-feira na última sessão da noite. Enfrentei uma grande fila na bilheteria do Cinemark Pier 21, em Brasília, para comprar o caro ingresso (R$22,00), uma hora e meia antes do início do filme. O bilheteiro avisou que a fila para entrar na sala de projeção começava a se formar quarenta minutos antes. Aproveitei que tinha tempo e jantei no TGI Friday's que existe no local. Escolhi uma massa ao molho Alfredo e frango. Pesado demais, mas como enfrentaria um filme de três horas de duração, não senti muito. Fui para a fila de entrada faltando meia hora para o início da sessão e já estava bem grande. Anunciaram no sistema de som que os ingressos para a minha sessão estavam esgotados. Muitos que ainda enfrentavam a fila para comprar não perderam a viagem. Compraram ingressos para o filme de ação Sherlock Homes, que também quero ver. Quinze minutos antes liberam a sala 12. Óculos na mão. Assentos bem posicionados. Somente traillers de filmes em 3D, a maioria é animação. Enfim, começa o filme. E que belo filme! O roteiro já foi explorado várias vezes no cinema. Um homem branco se infiltra em uma sociedade diferente para dela tirar proveito e acaba se envolvendo, ficando ao seu lado. Um Homem Chamado Cavalo, Dança com Lobos e tantos outros filmes são exemplos.Voltando a Avatar, achei um espetáculo para os olhos, uma orgia visual, uma filme de ação que é puro entretenimento, mas com conteúdo. Há discussões sobre opressão, tirania, meio ambiente, ganância, solidariedade, coletividade, espiritualidade, superação. Fiquei extasiado e a experiência em 3D torna o filme mais impactante. Ficar com os óculos durante quase três horas é um pouco cansativo. Tive que tirar em breves momentos, pois estava incomodando. Filme nota 10.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

DIA DE ARRUMAÇÃO

É isto, tirei o domingo para arrumar gavetas e armários. Haja tranqueira! Sacos e mais sacos de lixo.

sábado, 9 de janeiro de 2010

FANTASIA


Terminei a noite de sexta-feira assistindo o desenho animado Fantasia (Fantasia), também integrante da lista da revista Bravo! 100 Filmes Essenciais. Produção de Walt Disney de 1940, tem oito histórias distintas ao som de grandes músicas clássicas. É longo, diferente, ousado ao misturar animação e música erudita. Não gosto de todas as histórias, por isso acho o filme chato. Se fosse para ver separado, destaco três momentos: o balé com avestruzes, hipopótamos, elefantes e crocodilos; a procissão religiosa ao som de Ave Maria de Schubert; e um breve momento quando o narrador pede à banda sonora mostrar graficamente os sons de vários instrumentos da orquestra. A direção desta animação coube a James Algar, Samuel Armstrong, Ford Bebe, Norman Ferguson, Jim Handley, T. Hee, Wilfred Jackson, Hamilton Kuske, Bill Roberts, Pauls Satterfield e Ben Sharpsteen. Vi uma versão italiana. É engraçado ouvir o nome de Mickey Mouse em italiano: topolino (o episódio mais fraco, na minha opinião, é estrelado pelo famoso camundongo).

CIDADÃO KANE



Seguindo ainda a lista da revista Bravo! 100 Filmes Essenciais, assisti, pela quarta vez na vida, o elogiado e classificado em primeiro lugar em várias listas mundo afora Cidadão Kane (Citizen Kane), também no lugar mais alto da lista da revista que já citei. Filme de estreia de Orson Welles, é uma produção americana de 1941, estrelada pelo próprio diretor. O filme quebrou a rotina do fazer cinema ao introduzir narrativa não linear, utilizando flashbacks, de focar as personagens de baixo para cima, dando uma dimensão de grandeza, além de outros recursos inovadores. Por isso, acabou alçado à condição de obra-prima e sempre reina como o mais importante filme já realizado de todos os tempos. Ele ocupa esta posição há mais de cinquenta anos. Apesar de todos estes aspectos, não é um filme que me chama a atenção. Acho a história chata. Definitivamente não gosto.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

FÉRIAS DE ABRIL

Hoje concretizei as férias de abril. Bilhete aéreo emitido para Nova York!
Também já comprados ingressos para os shows de Beyoncé, em São Paulo, e Coldplay, no Rio de Janeiro, ambos em fevereiro.
Viagem para BH também confirmada para o final de semana de 22 a 24 de janeiro.
Agenda cultural começa a ficar agitada!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

BBB 10

E vai começar o décimo BBB. Sigo e não sigo, pois inevitavelmente vira uma febre e todo mundo acaba falando, seja positivamente ou negativamente. Vi hoje na internet os quinze participantes. A Globo desta vez resolveu fazer uma mescla generalizada. Há dois gays assumidos e uma lésbica também assumida. Garotões malhados e garotas prontas para posar nuas também estão presentes. Já escolhi o meu preferido para ganhar o prêmio. É o maquiador Dicésar, também conhecido como a drag queen Dimmy Kieer, famosa na noite paulistana. Tem até cd gravado. Um luxo!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

DE VOLTA PARA BRASÍLIA

Segunda-feira. Sou acordado pela recepção do hotel. 7:30 horas. O recepcionista diz apenas "seu despertar senhor". Não pedi nenhum despertar. Ele se desculpou. Levanto e tomo café no hotel. Em seguida, piscina, onde fico por uma hora. Não estava aguentando o calor. Volto para o quarto, peço um late check out até 14:00 horas. Sou informado que poderiam conceder apenas até 12:30 horas. Não me dou por vencido. Peço que transfiram a ligação para a responsável pelas reservas, Lucimar. Ela pergunta se tudo está bem. Conto do despertar não solicitado e do late check out não concedido. Ela não titubeou e me concedeu o check out tardio no horário que precisava, ou seja, 14 horas. Arrumo a mala. Saímos para almoçar. Escolhemos o restaurante Dona Mariquita, indicado no Guia Quatro Rodas, próximo ao hotel. Com um calor abafado, caminhamos até o restaurante. Fechado, mesmo com uma placa indicando o horário de funcionamento (segunda a sábado, de 12 às 17 horas). Voltamos para a rua do hotel e paramos no restaurante Confraria das Ostras (Rua Fonte do Boi, 8, Rio Vermelho). Restaurante pequeno e sempre movimentado. No cardápio, uma extensa lista de pratos com ostras. Prefiro um robalo grelhado e risoto de nirá e shitake. O serviço é bom, com duas garçonetes bem simpáticas, mas os pratos demoram um pouco. O robalo estava com a crosta mais dura (é difícil achar um robalo que não tenha este problema quando grelhado). Em compensação, o risoto estava delicioso. Gostei. Nota 8. Conta para duas pessoas em R$101,20. No hotel, apenas descemos as malas e fiz o chek out. Táxi para o aeroporto (R$75,00). Aeroporto bem cheio, mas as filas da Gol andavam rápido. Embarque no horário. Voo tranquilo. Fiquei lendo durante todo o trajeto que nem senti a hora passar. O aeroporto de Brasília estava movimentado. É hora de voltar ao batente.

DOMINGO NO MAR

O dia amanheceu bonito no domingo. Repetimos tudo que fizemos na manhã de sábado. Café da manhã reforçado e muito cedo no restaurante do hotel. Toalhas, champagne, espumantes, taças de acrílico, máquinas fotográficas e protetores solares. Táxi (R$28,00) para o Terminal Marítimo da Bahia, no bairro Comércio, logo atrás do Mercado Modelo. O passeio estava programado para começar às 08:30 horas. Às 9:00 horas entramos no veleiro Hot Day III, onde já estavam o comandante Décio e sua companheira Rúbia, Luciano e Giovanna, André e Rita. O tempo fecha rapidamente. Chuva forte, mas rápida. Zarpamos em direção ao início da Baía de Todos Os Santos, cujo marco é o Farol da Barra. Margeando a costa de Salvador, pudemos observar os prédios antigos e os modernos edifícios, entre eles o Morada dos Cardeais, onde mora Ivete Sangalo. Tive a oportunidade de ver alguns locais de Salvador de um ângulo diferente, como o Elevador Lacerda, o Mercado Modelo, a marina, o casario antigo da Cidade Baixa, a Ladeira da Montanha, a Ladeira da Barra, a igreja Santo Antônio da Barra, a Praia do Porto da Barra e os dois fortes que a pontuam e o Farol da Barra. Muitas fotos e um dia ficando lindo, com céu azul, poucas nuvens e um sol bem forte. Do farol rumamos em direção à Ilha de Itaparica, passando por grandes navios da Petrobrás. Quando o relógio apontava os ponteiros para o meio-dia, o comandante içou as velas e ficamos velejando pelo mar calmo daquela região. Ficamos assim por um bom tempo, bebendo o champagne Taitinger e as garrafas do excelente espumante nacional Cave Geisse. Castanhas, damascos secos, azeitonas, atum, queijo brie, pão delícia e mini quiche de queijo eram os acepipes. Alguns ficaram enjoados. No veleiro havia, providencialmente, remédio contra enjoo. Quem precisou, tomou. Eu não comia e nem bebia nada para evitar qualquer revés estomacal. Apreciava o belo dia, conversando com todos. Motores ligados novamente, pois o vento era pouco e chegamos nos bancos de areia próximos à marina da Ilha de Itaparica. O veleiro foi até onde podia e desembarcamos em um pequeno bote. O comandante fez quatro viagens até os bancos de areia. A maré já tinha totalmente baixado, deixando aparecer uma linha branca de areia, onde muitos tomavam sol. Tomamos posição na areia e fomos tomar um belo banho nas águas mornas e calmas do local. Mais bebida e comida e muita alegria. Já com a maré em alta, os bancos foram desaparecendo e tivemos que voltar de bote ao veleiro. Hora de almoçar. O veleiro não pode atracar, pois havia um catamaran atrapalhando o embarque e desembarque. Novamente tivemos que usar o bote. Fui na primeira leva e logo nos sentamos no restaurante Portal das Águas (Rua 25 de Outubro, s/n, Ilha de Itaparica), localizado ao final do deck de embarque/desembarque. Comida típica baiana, com muitas opções de moquecas, ensopados, peixes e frutos do mar. Escolhi um prato de camarões empanados com coco ao molho agridoce e arroz de cenoura. Para acompanhar, apenas água mineral. Alguns da mesa beberam três garrafas de vinho branco português. O serviço não é bom. Lento e confuso. Esqueceram o pedido de um dos amigos, um prato idêntico ao meu. Quando chegou, era visualmente diferente do meu. Os camarões estavam com aspecto de fritos com pouco coco e o molho era escasso. Meu amigo pediu mais molho e foi atendido. Gostei médio do meu prato. Achei os camarões secos demais. Ro, já bastante alto, com "shows" hilários no mar, dormiu sentado na cadeira. Quase duas horas depois no restaurante, pedimos a conta - R$360,00 e pagamos mais R$20,00 de rolha por três vinhos que levamos e consumimos no local. Nota 6. Giovanna me levou para conhecer a Bica da Ilha, construída em 1842, localizada atrás do restaurante. Reza a lenda que mulher velha que dela bebe vira menina. Refresquei-me da sua água fria e voltamos para o veleiro. O sol já se punha. Vi cardumes de pequenos peixes pularem fora da água para alcançar alguns insetos. Zarpamos de volta, com um ótimo vento, espantando o calor e um céu lindo, muito estrelado. Atracamos no mesmo local da partida às 20:30 horas. Excelente passeio (R$1.000,00) e companhias agradáveis. Foi um dia de descansar o espírito. Táxi de volta para o hotel (R$27,00). Banho rápido e saio com Ro e Emi para jantar. Ric fica dormindo. Escolhemos o Zen Thai Restaurant (Rua Conselheiro Pedro Luiz, 311, Rio Vermelho). Poderíamos ter ido a pé, mas o cansaço falou alto. Pegamos um táxi (R$10,00). Restaurante com um ano de vida, cuja especialidade é a comida tailandesa, com suas misturas picantes e doces. Vários ambientes, todos com decoração de bom gosto. Preferimos ficar no salão principal. De entrada, cevice de robalo levemente picante. O peixe parecia um pouco cru, não estava macio. De principal, pedi uma massa de arroz com shitake, também levemente picante. Gostei. A sobremesa, uma gota de chocolate, é esquecível. A conta ficou em R$255,00. Nota 7,5. Voltamos de táxi para o hotel (R$6,00). Com muito sono, só foi deitar e pegar no sono.

sábado, 2 de janeiro de 2010

MUDANÇA DE PLANOS


Acordo muito cedo. O relógio marcava 6:00 horas da manhã. Levanto ainda sonolento e desço para tomar o café da manhã no restaurante Casarão, no próprio hotel. De hóspedes, apenas nós quatro. Só quando sentei, vi a chuva forte que caía. Nossa amiga liga e diz que o passeio de barco ficou adiado para domingo, devido ao mau tempo. Resolvo voltar para cama e durmo de novo. Só acordo com o telefone tocando. Era Emi chamando para almoçar. Escolhemos o restaurante Amado (Avenida Lafayete Coutinho, 660, Comércio). Estrelado e premiadíssimo, este restaurante fica em uma caixa de concreto, onde antes funcionava um armazém. Do lado de fora, é uma grande caixa alaranjada na Baía de Todos Os Santos. Por dentro, com pé direito bem alto, é um primor de decoração, com parede de vidro para o mar e seus muitos barquinhos. É um belo local. Tomamos espumante nacional para iniciar. Todos na mesa pediram peixe. A minha escolha foi uma anchova negra grelhada com risoto de aspargos frescos. O peixe estava ótimo, com tempero suave e marcante. O risoto é simples, sem firulas, mas com boa textura. Acompanhou o prato principal um vinho branco português que passa por madeira, motivo pelo qual ficou muito agressivo para o peixe. Não quis sobremesa, apenas café expresso. A conta ficou em R$774,00 para seis pessoas. Nota 09. Tiramos muitas fotos no local. De lá, seguimos para o Palacete das Artes (Rua da Graça, 284, Graça), onde funciona atualmente o Museu Rodin Bahia. Neste museu estão 62 peças emprestadas do Museé Rodin  Paris. Ficarão expostas neste espaço por três anos. São quatro peças em bronze expostas nos belos jardins do palacete e as demais, em gesso, estão no interior do casarão. Muito bem montada, a exposição tem informações nas paredes sobre as principais obras. Estão expostas as famosas esculturas em gesso O Pensador e O Beijo. Me chamou a atenção a terceira maquete da Porta do Inferno. Além das obras de Rodin, vale observar cada cômodo da casa, pois houve um trabalho de restauração primoroso, revelando detalhes e pinturas nas paredes e tetos. Anexo ao palacete, um moderno pavilhão em concreto que abriga exposições temporárias. No momento, estes espaços estavam vazios. A construção principal data de 1912, desenhada pelo arquiteto italiano Rossi Baptista para servir de  moradia para a família de Bernardo Martins Catharino.
Ficamos quarenta minutos no museu e resolvemos descer a pé a Ladeira da Barra. No caminho, paramos na simpática Igreja de Santo Antônio da Barra, construção do Século XVII. O responsável pela igreja foi gentil ao abrir os jardins laterais onde há uma vista deslumbrante da Baía de Todos Os Santos e da Praia do Porto da Barra. Perto da hora do sol se por, descemos até a famosa praia. Chegamos a tempo de nos juntar aos locais e aos turistas para, literalmente, aplaudir um belíssimo por do sol.
Em seguida, tomamos um microônibus com ar condicionado (R$4,00 a passagem individual) que faz o circuito Pelourinho-Avenida Paulo VI, na Pituba. Ótima opção para se deslocar por um grande trajeto turístico da cidade. Descemos no Rio Vermelho para comer um acarajé. As opções: o Acarajé da Dinha, com uma fila grande e o Acarajé da Regina, com menos gente e indicação de nossa amiga. Optamos pela segunda. Como já conhecia o da Dinha, fiz a comparação entre os dois. O de Regina é mais crocante. O meu foi frito no momento em que cheguei. Porém o sabor do acarajé da Dinha é melhor. Nota 05. Voltamos a pé para o nosso hotel.
Terminamos o sábado na melhor pizzaria da cidade, segundo os guias gastronômicos locais. Bem próxima do hotel, fomos a pé, depois de uma rápida chuva forte. Companhia da Pizza (Praça Brigadeiro Farias Rocha, Rio Vermelho). Fila de espera. Rapidamente nos acomodam em um dos vários ambientes da casa. Parece que o restaurante foi crescendo e alugando as lojas vizinhas, o que dá um ar de casa com vários "puxadinhos". Paredes com cores fortes. Fomos colocados em um ambiente com cara de improviso, com atendimento confuso, mas rápido. Pizza de massa fina. Chá mate gelado, feito no local, para acompanhar a pizza tamanho família, metade portuguesa, metade margherita especial. Sem novidades. Pizza de sabor mediano. Já comi melhores em casas mais modestas e sem prêmios. Conta para quatro em R$70,52. Nota 06.