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terça-feira, 23 de novembro de 2010

OVERBOOKING

As manchetes dos jornais desta terça-feira estampam que o Governo proíbe o overbooking no final do ano como uma das medidas para evitar o caos aéreo nos aeroportos brasileiros. Overbooking é uma prática entre as empresas aéreas que consiste em vendar mais assentos na aeronave do que a capacidade máxima do avião. Esta prática poderia até ser aceita no passado, quando as empresas permitiam que os consumidores fizessem suas reservas sem prazo para emissão das passagens aéreas. Hoje, quando fazemos uma reserva, os prazos para emissão são exíguos. Assim, todos pagam seus bilhetes antes de voar. A empresa não tem prejuízo, pois já houve o pagamento. Caso não voe, o passageiro pode remarcar seu voo em um prazo determinado, dependendo da tarifa praticada no momento da compra. Esta remarcação está sujeita a taxas e complementação de tarifa. A segurança de que o passageiro que comprou a passagem vai realmente voar é muito grande, não justificando mais esta prática nefasta do overbooking. Os órgãos responsáveis pelo controle da aviação no Brasil deveriam proibir de vez o overbooking, que só traz transtornos para quem viaja, tem o bilhete em mãos e se surpreende ao chegar no balcão da empresa para fazer o check in, descobrindo que não há mais lugar no voo adquirido. Para evitar tais transtornos, procuro fazer o meu check in pela internet (as empresas abrem esta possibilidade 24 horas antes do voo). Quando não é possível, chego bem mais cedo ao aeroporto, garantindo meu lugar no voo.
Vou viajar no dia 28 de dezembro de 2010. Vou chegar cedo ao aeroporto para evitar dissabores.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O ÚLTIMO HURRAH

Kitty me presenteou com o dvd O Último Hurrah (The Last Hurrah), produção americana de 1958 dirigida por John Ford e estrelada por Spencer Tracy. Confesso que nunca tinha ouvido falar neste filme. Como fiquei de molho em casa neste domingo, me preparando para um exame laboratorial na segunda, resolvi ver o filme. Um prefeito populista de uma cidade da Nova Inglaterra, Estados Unidos, Skeffington (Spencer Tracy) está às voltas com a campanha de sua reeleição, considerada como certa tanto por seus correligionários, quanto pela camada mais pobre da população local, a maioria de origem irlandesa. Os endinheirados locais se reúnem em um fechado clube e apóiam um candidato novo, pois são contra os métodos utilizados pelo prefeito. É o início da era de campanhas milionárias com aparições na TV. O candidato dos ricos tem sua vida mostrada em programa televisionado para toda a cidade. É o início do marketing político, pois o que é passado para o público não passa de invenções. É uma grande crítica ao sistema de campanhas políticas que iniciava nos Estados Unidos, mas que, respeitadas as devidas proporções, nada mudou nos dias atuais. Não há políticos bonzinhos. Não há para quem torcer. Todos são perversos, aproveitadores, oportunistas. Spencer Tracy está fantástico no papel do prefeito picareta. Tudo leva a crer que teremos um resultado, mas o final surpreende. Gostei bastante.

domingo, 21 de novembro de 2010

BANAL

Passei o sábado em casa. No início da noite, estava novamente no CCBB para ver mais uma peça. Horário diferente para o início de um espetáculo: 19:30 horas. O centro cultural estava lotado. Há uma exposição que ainda não vi, O Mundo Mágico de Escher, que está fazendo sucesso. Também acontece no mesmo local a quinta edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, ambos com entrada franca. Além destas atrações, há duas peças de teatro. Estava com Ric, mas ele acabou não entrando, pois perdeu seu ingresso. O pior é que eu lhe entreguei a entrada já no CCBB. A peça está em cartaz no Teatro II, sem lugar marcado. O espaço é pequeno. Para sentar, pequenos puffs brancos, mesma cor de todo o espaço. A sensação é que estávamos em uma caixa branca, o que veio se confirmar durante o espetáculo, pois ele se desenvolve em um museu de arte moderna chamado Cubo Branco. Trinta e nove pessoas conferiram o espetáculo Banal, com texto e direção de Alessandra Colasanti, e interpretado por Carol Portes, Fabrício Belsoff, Fernanda Félix, João Velho e Thiare Maia. É a segunda vez que vejo uma encenação com texto de Colasanti. Todos os dois são brilhantes, inteligentes, misturam a realidade com ficção, jogo bem frequente em Banal. Os atores ficam em pé a maioria do tempo. Em frente a cada um, um microfone. Ao fundo, uma projeção de fotos, muitas delas do acervo dos próprios atores e da diretora. Nas laterais, três televisões passam três vídeos diferentes. Durante a interpretação, fatos da vida real dos atores se misturam a situações de ficção. O tema é a violência urbana, em todas as suas formas: assassinato, roubo, furto, agressão física, coação psicológica, uso de droga, bala perdida. Citam até pequenos furtos que faziam quando crianças nas Lojas Americanas, Mesbla, Tok & Stok, Casa Mattos. O Rio de Janeiro é o local citado, mas podia ser qualquer cidade. João Velho, irmão de Rafael Mascarenhas, o filho de Cissa Guimarães que morreu atropelado em um túnel do Rio, quando andava de skate. Este fato é citado pelo próprio ator como parte do texto da peça. Alessandra Colasanti, filha dos escritores Affonso Romano de Sant'Anna e Marina Colasanti, mostra que teve uma excelente base em sua educação, pois o seu texto faz citações de Kandinsky, Woody Allen, Ingmar Bergman, Foucault, Caetano Veloso.Também há citações visuais de alguns dos grandes museus de arte mundiais: Centre Georges Pompidou (Paris), MoMA e Guggenheim Museum (New York), Museo del Prado (Madri). Há momentos de stand up comedy, afinal os atores estão de pé no palco o tempo inteiro, quando contam algumas piadas com elementos clássicos: a loura, o padre, a criancinha. De leve, faz uma crítica à educação atual dos jovens, quando  Thiare Maia conta a piada da professora que pergunta aos alunos o que o pai faz. Respostas óbvias aparecem, como médico, engenheiro, mas o último aluno responde que o pai toca fagote. A professora logo o corrige, é pa-go-de! Hilário. Vale a pena conferir este espetáculo. O senão fica pela falta de conforto dos tais puffs brancos, mas a peça tem pouco mais do que uma hora, o que ameniza a possibilidade de dores nas costas.

sábado, 20 de novembro de 2010

FRAGMENTOS DO DESEJO


Depois de um hiato de tempo sem ir ao teatro em Brasília, eu e Ric fomos conferir a peça Fragmentos do Desejo, em cartaz no Teatro I do CCBB da cidade. Ingressos a R$ 7,50, meia entrada. São cerca de 90 minutos de encenação. Novo espetáculo da companhia franco-brasileira Cia Dos À Deux, que tem no elenco Artur Ribeiro, André Curti, Maya Borker e Matías Chebel. Os dois primeiros são os responsáveis pela dramaturgia, coreografia, cenografia e direção, além da interpretação. Peça para teatro pequeno, motivo pelo qual as cadeiras das filas laterais foram cobertas com um pano, sem possibilidades de se sentar. Havia um bom público. Não há diálogos. O forte é o trabalho de corpo dos atores, juntando os estímulos visuais e sonoros. Há uma narração em off em poucas cenas, além de uma excelente dublagem em um cabaré, um dos pontos altos da peça. Trata-se dos desejos de quatro personagens cujas histórias se entrelaçam ao longo dos anos. O desejo do filho de se tornar uma mulher, de contar ao pai o que realmente ele é, o desejo do pai de se aproximar do filho, de ter um bom relacionamento com ele, o desejo de um cego pela "mulher" que ele ouve todas as noites no cabaré, o desejo de todos os personagens de serem amados, o desejo de viver a vida sem amarras, sem preconceitos. Confesso que, ao ler a sinopse, achei que seria cansativo pelo fato de não haver diálogos, mas cheguei ao final do espetáculo sem perceber que o tempo passara. A história é linda, bem contada, com um impacto visual interessantíssimo, com pouca luz, gelo seco e um excelente figurino. Vale a pena conferir.

BARBEIRAGEM

Marcas em meu braço esquerdo após uma endoscopia na Clínica Prodigest na última quinta-feira:

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AUDITIONS

A noite de terça-feira foi especial. Eu e Ric recebemos convites para o evento bianual da mineradora de ouro Anglo Gold Ashanti, o Auditions 2010. A quinta edição deste concurso de novos designers de jóias em ouro ocorreu no Palácio das Artes, tanto no Grande Teatro, quanto no Foyer Principal. Traje exigido: passeio completo. Cenografia de Gringo Cardia, luz de Maneco Quinderé. Show de Céu, Dj Hell, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Coral Lírico de Minas Gerais. O tema desta edição foi Sincronicidade, resgatando as antigas tradições para os dias atuais, o encontro do novo com o antigo, do moderno com o tradicional. Vinte e quatro finalistas de um total de mais de 1.800 inscritos. Na plateia, muita gente elegante e bonita. Celebridades davam o ar da graça: a Miss Brasil Natália Guimarães, as gêmeas do nado sincronizado Bianca e Beatriz, Reynaldo Gianecchini, Priscila Fantin, Paulo Zulu, Fernanda Takai, o reeleito Governador de Minas Gerais Antônio Augusto Anastasia, Fernanda Lima, que foi a apresentadora da noite juntamente com Rodrigo Hilbert, a Golden Girl da edição Luiza Brunet, Amaury Júnior. Também presentes diplomatas, diretores da empresa, empresários do ramo joalheiro. Foi uma bela festa, com a apresentação dos jovens do Programa Gente de Ouro, patrocinado pela mineradora. São jovens que foram escolhidos da comunidade de Marzagão, Sabará, para participar no projeto de capacitação na área das artes cênicas, como maquiagem, figurino, cenografia, iluminação. Durante um ano, Gringo Cardia os preparou para que eles pudessem fazer parte desta grande festa. Um ensaio fotográfico com modelos usando as jóias finalistas passava no telão ao fundo do palco. Os cenários escolhidos para este ensaio foram as Cavernas de Peruaçu, no norte de Minas Gerais, com seu enorme acervo de pinturas rupestres, e algumas das obras de Oscar Niemeyer na capital mineira, especialmente a Cidade Administrativa, nova sede do Governo do Estado. O Governador anunciou a peça vencedora: Mística, de autoria da dupla Heloísa Azevedo e Leandro Portela. Coube a Luiza Brunet anunciar a vencedora na categoria revelação: Cardume, de Thayane Carvalho da Silva. A cantora Céu arrasou na bela passarela montada no palco do teatro, que avançava para o setor frontal da plateia. O ponto alto do show foi o arranjo feito especialmente para a música Bubuia, quando Céu foi acompanhada tanto pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais quanto pelo Coral Lírico de Minas Gerais. Era o final de um espetáculo visual lindíssimo, que ainda teve uma bailarina e uma acrobata em números marcantes. Ao final da apresentação, todos os convidados se dirigiram ao Foyer Principal para um coquetel. Lá, todas as peças finalistas estavam sendo apresentadas pelas mesmas modelos que desfilaram no teatro. Muitos flashs pipocavam, eternizando estas jóias nas cada vez mais presentes câmaras digitais. O DJ Hell animava os convidados com uma boa música eletrônica. Bebida e acepipes à vontade. No início, era mais difícil chegar nas comidinhas, mas logo a passagem das bandejas virou uma constante. Saímos da festa no início da madrugada de quarta-feira. Quis o catálogo desta edição, mas já havia esgotado. Noite magnífica proporcionada pelos amigos de Belo Horizonte

terça-feira, 16 de novembro de 2010

AEROPORTOS

Acordamos cedo na segunda-feira para fazermos as malas. Foi só o tempo de aprontá-las, tomar café da manhã, fazer o check out no hotel e pegar um táxi para o Aeroporto Pinto Martins. Preferi ir mais cedo, pois sabia que o aeroporto de Fortaleza estaria lotado, afinal era fim de um feriado esticado, com muita gente voltando para casa. Dito e feito. A fila para o check in da TAM era quilométrica. Procurei a posição de atendimento ao cartão fidelidade vermelho. Não tinha ninguém. Check in rápido. Tivemos tempo para um lanche no Bob's da praça de alimentação local. 11 horas da manhã. Começava nosso chá de aeroporto. Nosso voo tinha horário de saída previsto para 12:59 horas. O chamado para o embarque ocorreu às 12:30 horas. Um pequeno atraso na saída para um voo lotado em direção à Salvador, onde fizemos uma conexão de uma hora. O novo voo saiu às 15:30 horas, com destino a Belo Horizonte, onde chegamos às 18:10 horas. Temos uma festa para ir em BH. Nossas malas rapidamente apareceram na esteira. Compramos uma corrida de táxi para o bairro Anchieta, onde ficaríamos hospedados no apartamento de amigos. Otimamente bem recebidos, ainda saímos para jantar. O restaurante escolhido foi o Ah! Bom (Rua Fernandes Tourinho, 801, Lourdes).  Quis um prato leve. Minha opção foi por um penne com berinjela com pomodoro. Muito bom! Findo o jantar, só queria saber de dormir. Foi o que fizemos.
A programação para terça-feira em BH consistia em cortar o cabelo, fazer algumas compras no shopping Pátio Savassi, almoçar com Kitty, assistir a um filme no cinema, voltar para o apartamento onde estamos para descansar para a festa da noite. Não cumprimos apenas a parte do cinema. Enquanto eu cortava o cabelo no local de sempre, Ric ficou no shopping, adiantando suas compras. Entrei em contato com Kitty, combinando o encontro para o Graciliano, restaurante localizado no shopping onde Ric estava. Antes de encontrar com a amiga, também fiz uma comprinha básica, pois precisava de uma mochila. O restaurante serve um buffet diferenciado na hora do almoço, com opções de quilo ou buffet livre. Ficamos com a segunda opção, pois a sobremesa estava incluída. Fazendo as contas, nossa opção foi mais barata do que se tivéssemos escolhido pesar o prato na balança. Kitty aproveitou o encontro para me presentear com um filme de John Ford que não tenho em minha coleção. Adorei. Caminhamos até a Praça da Savassi, onde nos despedimos. Pegamos um táxi de volta para o bairro Anchieta. Ao descer do táxi, Ric lembrou que havia deixado seus óculos de grau no restaurante. A sorte nossa foi eu ter pedido um cartão com o endereço do restaurante, ficando fácil telefonar. Ele ligou e seu óculos estavam guardados no local. Ric deu meia volta e foi buscar o objeto perdido. Aproveitei para descansar um pouco, pois a noite promete ser boa.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

FORTALEZA - DIA 6: BEACH PARK?

Há muitos anos que eu não ia ao Beach Park. Com o carro alugado, todos se reuniram logo depois da final do campeonato mundial de volei feminino, quando o Brasil, pela terceira vez, levou a medalha de prata. Mais uma vez, vice-campeão! Emi foi o único que protestou, pois não queria brincar no parque aquático. Como ele foi voto vencido, rumamos em direção ao litoral leste. Fizemos um longo percurso para sair de Fortaleza, indo até a Praia do Futuro, passando pelas dunas, Parque do Cocó, para, enfim, pegar a CE-040. Seguindo as placas, saímos da rodovia principal e entramos na rodovia que nos levaria ao Beach Park. Pegamos um engarrafamento incrível. Era só primeira e segunda nas marchas. Gastamos mais de meia hora em um trecho pequeno. Quando o trânsito fluiu, logo vimos uma série de placas anunciando novos empreendimentos imobiliários. De longe, também avistamos o enorme escorregador Insano do parque aquático, além dos cataventos do parque de energia eólica da região. Quanto mais perto estávamos, mais ficamos assustados com o que virou a região. Um imenso mar de condomínios, tirando a beleza que o local tinha anteriormente, quando o Beach Park dominava a paisagem. Na rua de acesso ao parque, notamos que seria difícil ficar ali. Os estacionamentos de ônibus estavam lotados, isto sem dizer dos estacionamentos para os carros de passeio. Vimos um istmo no caminho e resolvemos ir para lá, desistindo de visitar o parque. Voltamos para a estrada e continuamos em direção à Prainha. Entramos na cidade de Aquiraz, paramos o carro na rodovia, perguntando como fazíamos para chegar ao tal istmo. Obtivemos a informação de que deveríamos passar dentro de Aquiraz, pegando a rodovia CE-040 em direção à Iguape. Foi o que logo fizemos. Trânsito fluindo, pista dupla. Na região, um novo empreendimento está sendo construído, com inauguração prevista para 2012. Terá sete hoteis, condomínio residencial, clube de golf, shopping. Mais um paraíso sendo apropriado. Chegamos a Iguape já passava de meio dia. Praia pequena, bonita e muito movimentada. Não me pareceu que eram turistas, mas gente do local mesmo. Muitas barracas nos ofereciam lugar, mas todos insistiam em caminhar um pouco na areia. Paramos na pior barraca. Ficamos em um local improvisado. Todos tinham fome, motivo que nos levou a pedir uma porção de bolinha de queijo e de macaxeira frita. Nada de especial, muito pelo contrário. Meus amigos pediram uma cerveja Original. O garçom disse que todas as cervejas eram originais. Ficaram com a Antártica mesmo. Fiquei incomodado com o lugar. Parecia visível no meu rosto, pois todos falavam que iríamos embora dali rapidamente. A sugestão era seguir para outra praia, a Prainha. Eu estava cansado de sol e areia. Pagamos a conta. Quiseram passar no Centro das Rendeiras, onde compraram o artesanato de renda local. Achei tudo muito barato, mas não comprei nada, pois Ric já havia comprado toalhas de mesa e forros de bandeja no Mercado Central de Fortaleza. Ao terminar as compras, propus almoçarmos em Fortaleza. Para minha surpresa, todos foram unânimes em acatar a proposta. Voltamos para a capital pela CE-040, quando passamos em frente ao Centro das Tapioqueiras, famoso local de venda desta iguaria gastronômica. Não paramos. Nosso destino foi a Picanha do Cowboy (Avenida Dom Luiz, 685, Aldeota), restaurante que já havíamos almoçado nesta temporada. Já passava das 14 horas. Assim, conseguimos facilmente uma mesa para seis no recinto com ar condicionado. Pedimos as especialidades da casa: picanha grelhada, picanha de carneiro grelhada, carne de sol e carré de cordeiro, todos acompanhados de baião-de-dois, paçoca, feijão verde com nata e batata cozida. Do restaurante, voltamos ao hotel para um descanso. Dormimos até 18 horas. Era a hora combinada para nova saída. Cris não quis sair. Fomos para um relaxamento na melhor sauna da cidade, onde fiz uma massagem shiatsu que foi providencial, eliminando grande parte das dores que estava sentindo no pescoço. Saindo da sauna, deixamos Marcelo no hotel, seguindo em direção à Pizzaria Vignoli (Rua Frei Mansueto, 722, Varjota). É uma bela pizzaria, com a maioria das mesas em ambiente aberto. A noite estava muito agradável. A especialidade da casa é a pizza de massa fina. Muito fina, por sinal. Um detalhe interessante é que em toda mesa há uma caixa com luvas descartáveis de plástico. A maioria das pessoas come as fatias da pizza escolhida com as mãos. Escolhemos os recheios com ingredientes locais para uma pizza grande, ou seja, carne de sol e queijo coalho. Como a fome continuava, pedimos mais uma pizza média, desta vez, do tradicional sabor à portuguesa. Ro e Emi preferiram comer massa, que é servida dentro de um recipiente feito com a massa da pizza. Bebemos um vinho chileno para brindar a noite. Voltamos para o hotel, cansados e com sono. Nosso passeio à Fortaleza estava chegando ao fim.

sábado, 13 de novembro de 2010

FORTALEZA - DIA 5: FLECHEIRAS E LAGOINHA

Depois de ficar até quase duas horas da manhã jogando buraco no quarto de Marcelo e Cris, onde bebemos vinho e comemos pizza, fui dormir. O combinado era todos prontos na recepção do hotel às oito e meia da manhã do sábado para seguirmos no carro alugado até Flecheiras, no litoral oeste. Emi me despertou às 07:30 horas, dizendo que sairíamos às oito horas. Protestei, dizendo que não era o combinado e que não estaria pronto neste novo horário. Eu e Ric descemos para tomar uma rápido café da manhã, voltamos para tomar um banho, aprontando-nos para a viagem, incluindo passar protetor solar. Aproveitei para ver alguns lances do jogo Brasil X Japão pela semi final do campeonato mundial de volei. Neste meio tempo, o pessoal ligou mais quatro vezes para descermos. Fui ficando irritado com a insistência de sairmos mais cedo, afinal não era o combinado e não tínhamos nenhum compromisso com hora marcada durante todo o sábado. Às 8:22 horas estávamos no hall do hotel, sem saber o resultado final do jogo, que estava em seu quinto e decisivo set. No carro, liguei para minha mãe para saber o resultado, quando ficamos sabendo que o Brasil virara o jogo garantindo presença na final com a Rússia. Seguimos em direção à rodovia CE-85, passando pela Barra do Ceará, onde há um pedágio logo no final da ponte, no valor de R$ 2,00. É a mesma direção para Jericoacora. Eu afirmava que tinha ido para Jeri por uma rodovia que passava por Cumbuco, mas todos quiseram seguir o mapa, pegando outra direção, pela CE-85. A estrada é bem sinalizada, com bom asfalto e movimentada. No caminho, belas paisagens com carnaúbas e coqueiros. Chegamos em Flecheiras pouco antes das onze horas da manhã. Muito calor, mas com uma agradável ventania. Cenário ideal para a prática de kite surf. Flecheiras é um distrito da cidade de Trairi. Logo em sua entrada, vemos dunas de um lado e praia deserta do outro, num belo cenário. Fomos até o centrinho do local, estacionamos o carro em frente à Pousada Orixás, caminhando pouco metros até a praia. Escolhemos ficar nas mesas sombreadas do restaurante Maré Alta (Rua da Praia, 990), indicado na revista de turismo que eu lera em voz alta no caminho de ida. Pausa para uma água de coco gelada. Para renovar as energias, entrei na água clara do mar, furando ondas, abrindo os olhos na água salgada. Em seguida, caminhei pelas areias macias até o ponto onde os praticantes de kite surf entravam no mar. Muitas fotos. Voltei para nossa mesa, aproveitando o tempo para ler a revista Prazeres da Mesa do mês de outubro, com reportagem especial sobre a gastronomia cearense. Ficamos petiscando uma deliciosa macaxeira frita, sequinha, no ponto. Também pedimos uma isca de peixe, totalmente dispensável, sem sabor algum. O restaurante encheu na hora do almoço, sinal de que tem boa reputação. Pedimos duas peixadas cearenses (sirigado cozido ao molho de legumes, com ovo cozido, arroz branco e pirão de peixe), além de uma porção extra de baião-de-dois. O garçom avisou que nosso pedido demoraria a chegar, pois havia vários comandos na frente. Agradecemos a informação e não nos importamos, pois afinal era tempo de relax. A comida chegou depois de mais de uma hora. As duas peixadas são bem servidas, dando perfeitamente para nós seis almoçarmos. Foi terminar o almoço, pagar a conta para seguir viagem. Ainda paramos na praça do lugar, em frente ao cemitério e ao longo da rodovia para algumas fotos. Quando paramos nas areias das dunas, o carro atolou. Todos tiveram de sair para conseguirmos levar o carro de volta para o asfalto. Nosso próximo destino era Lagoinha. Chegamos já no final do dia, parando inicialmente no Mirante da Lagoinha, local apropriado para belas fotos panorâmicas. Nesta praia, também há prática do kite surf. Fizemos uma pequena caminhada na areia, parando na Barraca Dudé. Não gostei do lugar, muito sujo e com estilo final de feira. Ficamos pouco tempo ali. O suficiente para cada um beber qualquer coisa. A praia da Lagoinha é muito bonita, mas mal cuidada. Muito lixo, esgoto e construções abandonadas enfeiam a paisagem. Resolvemos voltar, pois já eram mais de cinco e meia da tarde e o sol se punha. Retornamos para Fortaleza em estrada movimentadíssima, já noite. Ao entrar na cidade, escolhemos, por erro, o caminho mais longo, mas sem pedágio, pegando a Avenida Bezerra de Menezes até o Centro, quando tomamos a direção do Centro Cultural Dragão do Mar. Ótimo sábado passamos no Ceará. Para jantar, escolhemos repetir o excelente Vojnilô, fazendo reserva para 21 horas. 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

FORTALEZA - DIA 4: ENCERRAMENTO DE EVENTO

Dormi mal, pois uma dor nas costas, na altura do pescoço, me incomodou muito. Estou precisando de ir a uma benzedeira urgente. Fui despertado pelo telefone. Era meu amigo e colega de trabalho já me aguardando na recepção para irmos para a última manhã de atividades do encontro nacional de nossa categoria. Disse que demoraria, liberando-o para ir na minha frente. Tomei meu café da manhã tranquilamente para só então sair. As atividades finais consistiam de uma série de moções que eram apresentadas pelos proponentes, abrindo-se para a plateia, em ótimo número, se manifestar. Em seguida, a moção era colocada em votação. Deixei a sala por um momento para atender a uma chamada de meu celular. Foi o bastante para meu nome ser citado em uma moção, acusando-me de ter mal tratado os novatos em treinamento realizado em setembro. Correram para me chamar para que eu pudesse me manifestar. Entrei sem saber de que estava sendo acusado. Imediatamente a mesa concedeu-me a palavra, quando esclareci a questão da alimentação durante o referido treinamento. Antes, alguns colegas já tinham pedido a palavra para tentar desqualificar a moção. Foi muito fácil para eu explicar, pois o nosso contrato com a escola onde foi o treinamento não previa alimentação, motivo pelo qual todos os servidores receberam diárias para todo o período da capacitação, incluindo o autor da moção, único não novato no treinamento. Diárias cobrem hospedagem, locomoção e alimentação, ficando a cargo de cada servidor usá-las como bem entender. A reclamação dizia respeito a uma das quatro semanas na qual o restaurante da escola ficou exclusivo para um evento que lá ocorria, sendo montada uma tenda para que todos os demais treinandos, instrutores e funcionários da escola, se quisessem, fizessem sua refeição nas dependências do local. Quem não quis, saiu para almoçar nos restaurantes que se situam na região. Conclui dizendo que a disponibilidade do restaurante era uma das alternativas para almoçar, mas não uma obrigação. Também informei que a escola colocou, durante todo o período, como forma de cortesia, três ônibus que faziam o trajeto setor hoteleiro-escola e vice-versa diariamente. Não havia necessidade deste transporte, pois todos estavam recebendo diárias para o período. A moção não foi aprovada. O autor retirou a acusação contra minha pessoa, mas continuou insistindo em se criar no nosso sindicato uma espécie de comissão para questões de ética. Ao deixar a tribuna, recebi incontáveis gestos de apoio e carinho, mostrando que o autor da malfadada moção estava totalmente isolado. Estou acostumado com este tipo de coisa. Terminadas as moções, foi lida e aprovada a tradicional carta produzida ao final dos encontros anuais, chamada Carta de Fortaleza. Antes das palavras finais, foi aprovada, por aclamação, a sede do próximo encontro, inicialmente agendado para setembro de 2011 na cidade de Maceió, Alagoas. Ao sair do auditório, ainda recebi vários cumprimentos pela firmeza nos meus esclarecimentos, incluindo integrantes da diretoria do sindicato. Ganhei duas fotos que foram tiradas quando da solenidade de abertura e de minha palestra, além de uma agenda 2011 e um macaco de pelúcia que grita ao apertar sua barriga. Este último foi um presente carinhoso de minha secretária. Ainda bem que voltei à Fortaleza, tendo oportunidade de fazer esta explicação. Eu, Marcelo e Ro saímos rapidamente, pois Emi, Ric e Cris já nos aguardavam na saída com o carro Doblò alugado. Como estava na hora do almoço, escolhemos o restaurante Regina Diógenes para almoçar. Tivemos dificuldades de achar um local para estacionar. Ao entrar no restaurante, com serviço de buffet self-service, não havia lugar para ficarmos. Demos meia volta, retornamos ao carro, seguindo para outro restaurante, o Sirigaddo (Rua Ana Bilhar, 1.173, Varjota), onde ficamos na área interna com ar condicionado. Só havia uma mesa disponível. Escolhemos a especialidade da casa, ou seja, o peixe sirigado (segundo informações locais, é outro nome para badejo). Escolhemos três opções, seguindo as indicações do cardápio que os pratos serviam duas pessoas. O prato de referência do local, uma das escolhas, o Trio Sirigado (lagosta, camarões e sirigado grelhados) é muito grande, motivo pelo qual o próprio garçom nos alertou que dois pedidos serviam bem a todos da nossa mesa. Ficamos, pois, com o trio e um Sirigado à Delícia (peixe grelhado, com molho branco, camarões, banana frita, purê de batata e palmito, acompanhado de arroz branco). Este tipo de prato é muito comum em Fortaleza. A comida foi mais do que suficiente. Diria que os pratos são justos, mas nada de excepcionais. Ao terminar de almoçar, decidimos por voltar ao hotel. Todos queriam descansar um pouco. O pouco virou muito. Todos acordaram no início da noite. Resolvemos não mais sair. Vinho, pizza e carteado seriam as companhias da noite, em um de nossos quartos.

MAPA E HOLTER

Descobri, ao colocar os aparelhos para os exames cardíacos MAPA e Holter, que sou extremamente dependente das tecnologias modernas. Sozinho em casa, sem poder abrir geladeira e freezer, sem usar o microondas, não utilizar controles remotos para ver TV, ouvir música, assistir a um filme em DVD ou BD (a entrada e a saída da garagem sempre uso o tal controle, nem tenho a chave), nem usar o computador e tão pouco falar ao celular. Assim foi meu período entre 18 horas da quarta-feira e 15:30 horas da quinta-feira. Restou a leitura. Para dormir foi um sufoco, pois o aparelho de medir a pressão apertava meu braço em intervalos programados de meia em meia hora, a partir de 23 horas, além de não poder deitar por cima dos dois aparelhos amarrados em uma faixa ao redor de minha cintura. Tive que cercar a cama com vários travesseiros para evitar que eu virasse durante o sono. Até que consegui dormir, mas acordei várias vezes com a pressão do aparelho. Ainda bem que havia marcado uma reflexologia para logo cedo. A massoterapeuta chegou às oito horas da manhã. Foi um momento relaxante. Na noite anterior, antes de dormir, fiz um "descarrego" em casa, defumando com ervas todos os cantos da casa. O apartamento ficou que é pura fumaça, sendo necessário abrir as janelas durante a madrugada para renovar o ar do quarto. Voltando à reflexologia, foi um momento sem pensar em dores na coluna que irradiam para o pescoço e a cabeça insistentemente nos últimos três dias. Sem poder tomar banho, pedi que o motorista me buscasse para ir ao trabalho, pois no momento em que o aparelho mede a pressão, deve-se ficar parado, sem se movimentar, evitando até mesmo falar, impossibilitando que se dirija um carro. No serviço, pouca coisa. Liguei rapidamente o computador para atualizar meus e-mails. Tudo está muito parado. Final de uma administração e à espera de quem comandará a pasta a partir do ano que vem. No horário marcado, com uma chuva forte caindo em Brasília, fui retirar os aparelhos. Da clínica, direto para casa, onde tomei um banho prolongado e arrumei a mala de mão, pois à noite peguei um voo lotado da TAM para retornar à Fortaleza, onde já me encontro atualizando este blog.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

DIA DE EXAMES

Jejum de doze horas. Antes das sete horas da manhã já estava no laboratório para colher sangue. Tive que ficar meia hora em repouso, pois um dos exames assim o exigia. Fui em seguida para o trabalho. As coisas estão um pouco paradas, sem muito documento tramitando. Aproveitei para adiantar alguns relatórios de final de ano. Almocei novamente no Terra Viva, pois é um restaurante onde tenho a certeza de que a comida é saudável, sem muita firula, apropriada para o momento por que estou passando. Aproveitei o tempo de almoço para ir ao CCBB e comprar ingressos para duas peças para os dias 19 e 20 de novembro: Fragmentos do Desejo e Banal. Às 17 horas eu estava na clínica Bio Cardios para novos exames. Desta feita, coloquei dois aparelhos no corpo, um para medir a pressão arterial (MAPA) de quinze em quinze minutos até 23 horas e deste horário até 7 horas, de trinta em trinta minutos, voltando para o intervalo de quinze minutos até a retirada do aparelho, prevista para 15:30 horas desta quinta-feira. O outro aparelho mede os batimentos cardíacos durante as 24 horas (Holter). São quatro eletrodos colados em meu corpo. Ambos os aparelhos estão em uma faixa ao redor da minha cintura. O aparelho para medir a pressão aperta o meu braço direito, anunciando que será difícil dormir. As recomendações são para não utilizar celular no período (deve ser mantido desligado), evitar controles remotos (tv, dvd, som, entrada da garagem do prédio), evitar abrir geladeira, freezer e microondas. Ou seja, nada do mundo moderno. Até mesmo o computador deve ser utilizado ao mínimo. Além disto, tenho que escrever em um formulário todas as atividades que realizo durante o período em que os aparelhos estão conectados ao meu corpo, anotando dia, horário, a atividade e se senti algum sintoma. Aproveitei o tempo em casa para fazer uma atualização da leitura de jornais antigos, chegando até os desta quarta-feira, e revistas dos meses de outubro e novembro. Hora de sair deste blog, pois tenho que desligar o computador. 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

DESCANSO E RELAXAMENTO

Não dormi a noite de segunda para terça-feira, pois tinha que estar no Aeroporto Pinto Martins em Fortaleza às 3:20 horas da madrugada. Reservei um táxi para me pegar no hotel às 3 horas. Não havia fila no balcão da Gol, mas fiz o check in nos totens de auto atendimento. Entrei imediatamente para a sala de embarque para tentar cochilar, mas não consegui. O avião decolou no horário, chegando em Brasília às oito horas da manhã, horário de verão, coisa que não há no Ceará. Como tinha deixado o carro no aeroporto, fui para casa com a intenção de tomar um banho e ir trabalhar. Vi a cama, deitei e só acordei com o interfone tocando. Já passava de meio dia. Era o porteiro querendo entregar correspondência registrada. Tomei o banho relaxante para ir almoçar no restaurante vegan Terra Viva. Comida saudável, bem preparada. Fui trabalhar. Coloquei em dia todos os documentos que estavam em minha mesa, bem como li e dei os devidos encaminhamentos a todos os e-mails que estavam em minha caixa postal eletrônica. Final do dia, volto para casa, pois contratei mais dez sessões de reflexologia e nesta noite de terça-feira seria a primeira sessão. Foi uma massagem totalmente relaxante. Até a dor de cabeça que insiste em permanecer deu uma trégua. Agora é dormir para iniciar uma série de exames solicitados pela médica cardiologista.

FORTALEZA - DIA 3: L'Ô RESTAURANTE

Com a mala de mão recheada de roupa suja já fechada, me arrumei para jantar com Ric, Ro e Emi. Marcelo e Cris preferiram ficar no hotel, alegando cansaço. Fiz uma reserva no restaurante contemporâneo L'Ô (Rua Pessoa Anta, 217). Conheci este restaurante na última vez em que estive em Fortaleza e gostei muito. Quis repetir a experiência. Cozinha contemporânea é a especialidade desta casa aberta em 2008. Fica em um local de pé direito alto, espaçoso, com dois ambientes. Um bar do lado externo para quem quer algo mais informal e um interior climatizado para o jantar. O serviço é bom. Todos os garçons são bem treinados e muito simpáticos. Logo uma entrada foi servida, com um delicioso caldo de mandioquinha com camarão, um pedaço de quiche de bacon com alho poró bem leve, ceviche de sirigado e uma espécie de picles de legumes que não tinha aquela acidez excessiva, muito comum neste tipo de conserva. Tudo muito bem feito. Para acompanhar, um espumante nacional, o Salton Brut. Em seguida, escolhemos os pratos principais. Curiosamente, eu e Ro escolhemos o mesmo risoto de abóbora com carne seca desfiada e castanha de caju, enquanto Ric e Emi pediram um duo de pato. Logo o garçom avisou que todo o estoque da casa para o duo de pato já estava comprometido com os pedidos que antecederam aos nossos. Ambos aceitaram a sugestão do garçom e pediram um carré de vitelo acompanhado por espaguete. Ric não estava bem e quando a comida chegou, ele não conseguiu comer. Pedimos para embalar para viagem o prato intocável. Para acompanhar os pratos, pedimos o excelente vinho tinto chileno Montes Alpha 2008, que precisou ser resfriado pois a temperatura de serviço estava altaO risoto estava delicioso, cremoso, com sabor delicado. A abóbora vem em cubos, consistente, evidenciando que é preparada em separado e somente misturada ao final do prato. Os três aproveitaram e já pagaram o jantar da próxima quinta-feira no mesmo local quando a chefe Carla Pernambuco do restaurante Carlota (unidades em São Paulo e Rio de Janeiro) vai preparar um menu degustação, um jantar harmonizado com vinhos. Infelizmente não chegarei a tempo para participar deste banquete, cujo preço individual é R$ 154,00 (já incluídos os 10% de serviço). Noite muito agradável. Pedimos um táxi de volta para o hotel. Na recepção, já solicitei um táxi para 3 horas da madrugada com destino ao aeroporto, pois meu voo para Brasília tem horário previsto para decolar às 4:25 horas. Coloquei o despertador do celular para eu acordar caso durma neste breve intervalo de tempo.