Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Kinoplex. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kinoplex. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

MEU PASSADO ME CONDENA: O FILME

Depois de muito tempo, resolvi ver um filme no cinema. A escolha recaiu na comédia brasileira Meu Passado Me Condena: O Filme, que estava em cartaz em uma das salas do Kinoplex do Boulevard Shopping. Fui na última sessão, em um dia útil. A sala recebia um bom público. Nada tinha lido sobre o filme, sabendo apenas que se tratava de uma comédia que tinha como pano de fundo um cruzeiro do Brasil para a Itália. Na direção, a jovem Júlia Rezende, filha do casal ligado ao cinema Sérgio Rezende, também diretor, e Mariza Leão, produtora de sucesso e também diretora. No seu primeiro longa, Júlia já mostra que herdou o talento dos pais, conduzindo com leveza uma comédia que tinha tudo para resvalar no pastelão, mas não o fez. Fábio Porchat (Fábio) e Miá Mello (Miá) tem uma química muito boa, com ótimo timing de comédia. Ele é um comediante nato, como há muito não se via em filmes nacionais, e ela me surpreendeu, pois seu papel é mais dramático, mas segura bem a onda quando está contracenando em cenas hilárias com Fábio. Outro casal excelente é vivido pelos experientes Marcelo Valle (Wilson) e Inez Viana (Suzana Mello), ex-casados, empregados do mesmo navio da Costa Cruzeiros e que adoram tirar proveito da fraqueza dos passageiros para fazer um dinheiro extra. Mesmo separados, mostram que são apaixonados. No contraponto do casal Fábio-Miá está um casal rico, mas infeliz, vividos pelos belos, mas insossos Alejandro Claveaux (Beto) e Juliana Didone (Laura). Fábio e Miá são recém casados e passam a lua de mel no cruzeiro. Beto e Laura também são casados e estão no mesmo navio. Beto é ex-namorado de Miá e Laura, uma antiga colega de sala dos tempos de colégio de Fábio. A confusão se forma, ainda com a forcinha dada por Wilson e Suzana, terminando  com tudo se ajeitando, como se prevê, em cenas rodadas na Itália. Algumas participações especiais pontuam o filme, como a de Stepan Nercessian, como o juiz de paz, e a ótima Elke Maravilha (Mirtes), como uma idosa que viaja para se divertir, especialmente bailar com os professores do navio durante as aulas de dança de salão. Ri muito de várias cenas durante a projeção de pouco mais de 100 minutos do filme. Meu Passado Me Condena é leve, sem mensagens subliminares. É uma comédia romântica deliciosa, feita para divertir o público. E consegue. Gostei.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

ELYSIUM

Nada como assistir a um filme em um cinema confortável, como o é a Sala Platinum do Kinoplex localizado no ParkShopping. Poltronas espaçosas, revestidas em couro, que reclinam, transformando-se em uma espécie de chaise longue, com local apropriado para colocar copos e vasilhame das guloseimas próprias de um cinema. Ainda temos o mimo de nossa compra de bebida e comida ser entregue quando já estamos confortavelmente instalados dentro da sala de projeção. Paguei R$ 20,00, meia entrada, por possuir o cartão de crédito Itaú Platinum, para ver Elysium (Elysium, EUA, 2013). Dentre as pessoas que consultei, o filme não é uma unanimidade. Alguns gostaram muito, enquanto outros odiaram. Como gosto de ficção científica, fui conferir esta produção americana dirigida pelo sul-africano Neill Blomkamp, mesmo diretor do elogiado Distrito 9 (District 9, 2009). No elenco, Matt Damon (Max), que interpreta o herói, e Jodie Foster (Delacourt), a vilã, além dos brasileiros Alice Braga (Frey) e Wagner Moura (Spider), cujas participações vão muito além de meros coadjuvantes. Braga é a mocinha da história e Moura tem um papel primordial no fechamento do enredo. E ambos estão muito à vontade em seus personagens. Blomkamp parece ter uma obsessão pelo futuro da humanidade, pois seu filme anterior, também uma ficção, tinha uma abordagem de cenários com muito lixo semelhante. Em Elysium, os ricos moram em uma estação orbital, onde tem todo o conforto, não contraem doenças e parecem ter encontrado a fórmula da vida eterna, enquanto os pobres vivem em um planeta devastado, sem perspectivas de vida, controlados pelos ricos e explorados ao extremo por eles, produzindo, inclusive, os robôs, chamados droides, que substituem os humanos como policiais ou atendentes em balcão de serviço público. O espaço aéreo da Terra é controlado pelos ricos. Elysium é o nome deste paraíso da riqueza. Tem um sistema presidencial, mas com um forte controle de segurança, cujo comando é exercido por Delacourt. Max sofre uma acidente de trabalho, quando é exposto a altas doses de radiação, o que lhe dá apenas cinco dias de vida. Para se salvar, precisa de ir até Elysium e entrar em uma câmara de cura. Para tanto, busca ajuda de Spider, uma espécie de Robin Hood sem escrúpulos, que envia os pobres, mediante um pagamento em dinheiro, para tentar entrar em Elysium, lhes dando também uma falsa identidade, carimbada na pele, para serem reconhecidos como cidadãos da estação orbital. Spider pede um favor para antes de dar a passagem de Max para sua salvação: sequestrar um empresário poderoso para fazer um download de tudo o que está em seu cérebro. Logicamente que nem tudo sai como planejado, sendo Max caçado por um agente de Elysium, envolvendo na caçada Frey e sua filha, que tem leucemia em estágio avançado. Após muitas lutas e explosões, o final, em certos termos, é o esperado. Ressalto algumas coisas interessantes que percebi durante o filme. As marcas famosas se fazem presentes, seja no mundo dos ricos (o símbolo da Versace aparece em uma das câmaras de cura), seja no mundo dos pobres (a bota de Max é Adidas). A língua comum entre os pobres é o espanhol, enquanto a riqueza se expressa em francês. O inglês é usado como se fosse uma língua universal. O filme não tem cores vibrantes, mesmo quando em Elysium. O diretor de fotografia optou por usar cores em tom pastel, deixando o ambiente da Terra quase sem cor, variando entre o sépia e o preto e branco. E Los Angeles, onde Max vive, é uma enorme favela, com lixo espalhado para todos os lados. Outro fato interessante é Wagner Moura xingando em bom português quando está com raiva. Boa diversão.

filme

domingo, 6 de maio de 2012

OS VINGADORES

Para quem segue minhas postagens, já sabe que sou fã de super-heróis. O meu preferido é o Batman, da DC Comics, mas há outros tantos que estão em minha lista de heróis. Não gostava do Homem de Ferro, mas desde que Robert Downey Jr. o encarnou nos cinemas, com toda sagacidade e ironia, rapidamente mudei de opinião. Desde que anunciaram que a Marvel iria juntar seus principais heróis no filme Os Vingadores (The Avengers), segui na internet as notícias sobre a película, além de assistir aos filmes solos dos demais vingadores: Hulk, Capitão América e Thor. No último sábado, perguntei aos meus sobrinhos que me visitavam o que queriam fazer no início da noite. Ambos não pestanejaram. Os Vingadores foi a escolha deles. Ótimo, mas condicionei que não fosse na versão 3D, pois costumo ter dores de cabeça ao final da projeção que utiliza esta tecnologia. Para minha surpresa, eles disseram que também não gostavam do 3D. Fomos ao Kinoplex do Boulevard Shopping para pegar a sessão das 18:10 horas. Chegamos com meia hora de antecedência. A fila em frente à bilheteria estava enorme. Antes de chegar nossa vez, os ingressos se esgotaram, mas, para nossa sorte e dos demais que lá estavam, a gerência resolveu abrir uma sessão no mesmo horário em outra sala, retirando um filme de menor apelo de bilheteria de cartaz (um aviso foi colocado em frente aos caixas informando que o tal filme não passaria na sessão das 18:00 horas por problemas técnicos). Paguei R$ 11,00 por cada ingresso, utilizando meu cartão de crédito Itaú para garantir a minha meia entrada. A sala ficou praticamente lotada. Dirigido por Joss Whedon, Os Vingadores é uma produção da Disney de 2012, que estreou primeiro no Brasil do que em seu país de origem, os Estados Unidos. Um cubo mantido trancado pelo governo americano tem o poder de abrir uma porta no espaço, possibilitando a entrada na Terra de Loki, irmão de Thor, que quer retomar seu poder no reino de Asgard. Nick Fury (Samuel L. Jackson) só vê uma alternativa para conter Loki (Tom Hiddleston), reunir os super heróis, dando forma ao projeto Os Vingadores. Assim, Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo), Thor (Chris Hemsworth), Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) se reúnem para combater o poderoso exército alienígena comando por Loki que invadiu e começou a destruir New York. Com muita perseguição, explosões, carros tombados, tiros, naves espaciais, ets que lembram lagartos (uma alusão ao seriado V?), a história é previsível, mas diverte muito. As melhores cenas são quando os heróis entram em conflito, dando estocadas um no outro, quando Tony Stark garante ótimos momentos, com diálogos repletos de ironia. Neste aspecto, o único que chega ao nível de Stark é Bruce Banner. Gostei também da Viúva Negra, com mais destaque durante o filme do que no Homem de Ferro 2, mostrando que ela pode ter um filme solo também. Outro destaque é Jeremy Renner, que teve que fazer um herói menos conhecido e que no enredo é dominado pelo mal no início, voltando ao grupo de heróis depois de uma luta com a Viúva Negra. Além deste elenco estelar de heróis, Os Vingadores ainda contam com a presença de Gwyneth Paltrow revivendo Pepper Potts, a secretária/namorada de Tony Stark e de Stellan Skarsgard revivendo o cientista Selvig, que aparece no filme solo de Thor. Por falar neste semi-deus, ele é o mais sem graça neste Os Vingadores. Até o Hulk consegue ser brincalhão, justamente com Thor, em uma das cenas finais do filme. Pura diversão.

filme

terça-feira, 13 de setembro de 2011

COWBOYS & ALIENS

Quando vi o trailler do filme Cowboys & Aliens não acreditei que fizeram um filme misturando dois gêneros caros a Hollywood: faroeste e ficção científica. A ficha custou a cair. Não sou fã de western, mas curto, e muito, os filmes que envolvem seres de outros planetas e galáxias. Como gosto dos atores Daniel Craig e Harrison Ford, que interpretam os principais personagens, resolvi conferir esta produção americana de 2011 dirigida por Jon Favreau. Além desta mistura de dois gêneros, ação e aventura não faltam, no melhor estilo 007 e Indiana Jones. Não foi à toa a escolha dos astros principais do filme, pois eles encarnaram James Bond e Indiana Jones. Além disto, Steven Spielberg é um dos produtores desta película de difícil caracterização: aventura, faroeste, ficção científica? Muitas das cenas nos remetem aos filmes dos dois personagens famosos do cinema americano mencionados acima. A história é fantasia pura. No velho oeste, em época de nenhuma tecnologia, aparecem naves espaciais carregando extraterrestres que querem o ouro do planeta Terra. A busca do ouro, motivo principal do gênero western, se faz presente de forma inusitada, assim como as estripulias de Jake Lonergan (Craig), um verdadeiro 007, especialmente quando persegue uma nave montado em um cavalo nos canyons da paisagem árida do velho oeste americano e pula na nave para salvar a mocinha Ella (Olivia Wilde). Referências não só à série do agente secreto americano, mas também à saga Star Wars (que nada mais é do que um western ambientado em cenário de ficção científica). Há cenas previsíveis; não faltam os personagens e elementos clichês dos faroestes (índios, saloon, uma cabana isolada, galopes de cavalos, canyons, o índio criado pelo homem branco, a utilização do laço para pegar um animal - no caso, um ET, entre outros); o final é o esperado por todos desde o início da história, mas o filme cumpre sua função de divertir. Li uma crítica que diz que o filme se leva a sério demais e é verdade. Se fosse mais solto, talvez corresse mais leve e entreteria mais, mas assim mesmo gostei do que vi. Assisti a este filme no Kinoplex do Boulevard Shopping, localizado no final da Asa Norte e que ainda não conhecia. Excelente sala, confortável, com ótimo sistema de som e visão da tela.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

LANTERNA VERDE

Fui ver Lanterna Verde (Green Lantern), de Martin Campbell, na sessão das 21:10 horas do Kinoplex do Pátio Brasil Shopping na noite do feriado. Não havia muito movimento. Paguei R$ 10,00 (meia entrada usando o cartão de crédito Itaucard) para ver mais uma produção americana de super herói que ganha as telas grandes. Confesso que sabia pouco deste personagem vivido pelo ator Ryan Reynolds. O filme não me agradou. O roteiro pareceu-me idiota demais, meio infantiloide. Tem muito efeito especial, um vilão sem forma feito em computação gráfica, um herói sem carisma, uma mocinha que parecia estar esperando o herói aparecer a qualquer momento, mesmo não existindo nenhum sinal de que isto aconteceria. E ainda há o desperdício de atores do quilate de Tim Robbins, vivendo um senador, Angela Bassett, como uma doutora envolvida em um projeto secreto do governo americano, e Peter Sarsgaard, vivendo Hector, um arremedo de vilão, previsível demais. Todos em desempenho pífio se compararmos com seus trabalhos anteriores. O destaque da fita são os efeitos especiais, com a cor verde, por motivos óbvios, dominando. Não gostei.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PLANETA DOS MACACOS: A ORIGEM

Terminada a maratona de teatro, é hora de me atualizar com o que está em cartaz nos cinemas. Aproveitei a noite de segunda-feira para aceitar um convite de dois amigos para ver Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of The Planet of The Apes). O local escolhido foi o Kinoplex do ParkShopping, onde o filme tinha uma sessão às 21 horas na Sala Platinum. Não conhecia esta sala. Já tinha ido em uma semelhante no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. Conforto sensacional. Vi o filme quase deitado, em poltrona de couro larga. Para tanto, o ingresso é mais caro, pelo qual paguei R$ 22,65 a meia entrada, utilizando o cartão de crédito Itaucard Platinum. Como estava sem acesso à internet no final da tarde, início da noite, meu amigo, gentilmente, fez a compra da minha entrada pela internet (Ingresso.com), já marcando os assentos. Chegamos meia hora antes no shopping. Tempo suficiente para matar a fome na praça de alimentação do centro comercial. Não quis arriscar nas opções self-service por causa da hora. Comprei um combo no Bob's. Terminamos de lanchar e fomos para a entrada da sala 6 do Kinoplex. O atendente pegou nossos ingressos, mas não conseguia gerar um novo ingresso, motivo pelo qual nos pediu para ir até a bilheteria fazer a troca. Não aceitamos, pois compramos na internet, pagando mais caro devido à taxa de conveniência, para evitar as filas da bilheteria. Achei um contrassenso. Ele disse que havia um problema no sistema e somente o gerente poderia fazer nova impressão. Ele mesmo foi fazer isto. Não esperei, pois o relógio já marcava 20:55 horas. Gosto de entrar na sala ainda com luz, sem atrapalhar as pessoas que já estão sentadas. O problema foi resolvido pelo gerente. Em relação ao filme, sou um fã da saga Planeta dos Macacos, especialmente o primeiro de todos. Gostei até da série que passou na televisão na década de setenta e do fiasco de 2001 dirigido por Tim Burton. Quando li que fariam um novo filme, aguardei com ansiedade. A história deste novo filme se passa antes dos acontecimentos do primeiro da série, estrelado por Charlton Heston, dirigido por Franklin J. Schaffner, com explicações convincentes de como os macacos ficaram inteligentes e de como os humanos foram dizimados da face da Terra. O novo filme é dirigido por Rupert Wyatt e estrelado por James Franco, Andy Serkis (deu verossimilhança ao chimpanzé César para o qual seus movimentos foram captados, tal como fez na trilogia O Senhor dos Anéis, quando deu vida à animação computadorizada de Sméagol/Gollum), Freida Pinto (vista em Quem Quer Ser Um Milionário?), John Lithgow, Tom Felton (o malvado Draco Malfoy, de Harry Potter. Em Planeta dos Macacos, também faz o papel de um vilão). O filme é mais interessante quando os macacos estão reunidos, seja no abrigo para símios abandonados (!), seja na ação eletrizante na Golden Gate que liga San Francisco a Sausalito, na Califórnia. A fotografia do filme resgata os filmes da década de setenta, com uma certa granulação nas imagens e cores pasteis. Algumas referências ao clássico de 1968 estão presentes: em uma cena, César está com um quebra-cabeça em 3D da Estátua da Liberdade; em outra, uma macaca se chama Cornélia (um dos macacos do filme original é Cornelius, interpretado por Roddy McDowall); e a cena final, no aeroporto de San Francisco, o display de partidas de voos dá destaque para um com destino a Nova York (para quem se lembra do fim do filme de 1968). Gostei, mas o filme não agrada a todos. Teve gente abandonando a sala antes do final da projeção e um dos amigos achou o filme com a cara das produções da Walt Disney.