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terça-feira, 12 de junho de 2012

MARZO - GASTRONOMIA EM BRASÍLIA (DF)



Endereço: SCLS 409, Bloco D, loja 36, Asa Sul, Brasília, DF.

Especialidadehamburger e alguns pratos executivos. Do mesmo grupo dos restaurantes Marietta e Marvin. O slogan da casa é Burger + Bar.

Ambiente: moderno, com pé direito alto, tanto interna, quanto externamente. A maioria das  mesas fica na varanda, que tem pilastras brancas contrastando com o chão negro. Preto também é a cor das mesas e das cadeiras. No salão interno, as paredes são cobertas por uma placa de madeira contendo fotos em preto e branco de grandes personalidades mundiais, tais como Einstein, Elvis Presley, Louis Armstrong, entre outros..

Serviço: segue o padrão Marietta/Marvin, sendo informal, mas mantendo certa distância do cliente. O cardápio é enxuto, focado nos sanduíches e algumas entradinhas (petiscos).

Quando fui: almoço do dia 06 de junho de 2012, quarta-feira. Éramos três pessoas.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero e um café Nespresso leggero ao final.

O que comi: escolhi uma das cinco opções do cardápio na seção dos pratos executivos. Experimentei o filet saturno. O prato é bem servido, com duas peças de filé mignon, que estavam no ponto e bem macias, legumes na chapa com molho shoyo (abobrinha, brócolis,  cenoura e cebola), batata rosti (no caso com bacon em cubos e parmesão ralado) e salada de alface, tomate cereja e palmito cortado em rodela. Prato simples, sem apresentar nada de novo, mas gostoso.


filet saturno

Quanto paguei: R$ 43,00, valor individual.

A avaliação a seguir leva em consideração a experiência por mim vivenciada durante a minha visita ao restaurante, desde o momento da reserva (quando há), passando pela recepção, acomodação na mesa, atendimento, tempo de chegada dos pedidos, até o pagamento da conta. Esta avaliação varia de um a cinco asteriscos, representados pelo símbolo (*), podendo ter a variação de meio asterisco, representada pelo formato (1/2).

Minha avaliação: * * *. Bom para quem tem pressa. Refeição rápida em ambiente charmoso.

Gastronomia Brasília

domingo, 13 de setembro de 2009

SÁBADO CHEIO DE EVENTOS

E o meu sábado foi pleno de eventos e encontros.
Inicialmente almocei com Ro e Emi e a mãe de Ro, que passa uma temporada em Brasília. Eles escolheram o novo Gazebo (SCES Trecho 02, lote 39 - Centro de Lazer Beira Lago). O lugar é lindo, com vista para a Ponte JK e o Lago Paranoá. O restaurante está com uma decoração bonita em dois andares que acomodam 150 pessoas. Ainda há o subsolo com a adega climatizada e um belo terraço. O serviço é eficiente e os garçons são bem treinados, sabendo esclarecer as dúvidas do cardápio. Por falar em cardápio, li no Correio Braziliense que ele foi elaborado pelo renomado chef francês Pascal Valero. Escolhi uma coxa de pato confitada em leito de risoto de abóbora, com sabor marcante. Para sobremesa, o petit gateau da casa, acompanhado de sorvete de canela. Achei o bolinho de chocolate seco e morno. Preferi o prato salgado. A nota destoante é para o couvert, com uma variedade de pães torrados. Poderiam colocar pães frescos também, pois combina mais com o espírito de comida francesa, culinária adotada pelo restaurante. O local onde está o restaurante ainda está em fase de urbanização, mas quando tudo ficar pronto, será, com certeza, um grande pólo gastronômico da cidade.





Do restaurante, direto para a peça Amor Bem Sucedido Não Interessa A Ninguém, uma colagem de textos de Nelson Rodrigues adaptados pelo diretor Fernando Guimarães para a finalização de uma oficina de trabalho da qual participou Ric. No elenco, além de Ric, André Brunelli, Cássia Gentile, Cleusa Cantuária, Karine Luiz, Jorge Paz e Ricardo Sala. O espetáculo é curto (50 minutos) e tem cenário bem simples, apenas um linóleo listrado de amarelo e branco no chão e duas cadeiras, também amarelas, uma em cada ponta. As esquetes se passam neste linóleo, sempre com um embate entre dois atores. Gosto muito dos textos de Nelson Rodrigues e achei a colagem feita por Fernando Guimarães muito interessante. A montagem merece entrar no circuito teatral brasiliense. A peça foi encenada às 17 horas no Espaço Cultural Mosaico (SCRN 714/715, Bloco D, loja 16, Asa Norte). Ao final, após cumprimentar Ric pelo belo desempenho e saber de Fernando que ele está cada vez melhor e que foi escolha dele fazer apenas um personagem, o diretor me incentivou a assistir o seu espetáculo que está no festival Cena Contemporânea 2009. Fui conferir então A Casa, uma livre adaptação da obra A Casa de Bernarda Alba, de Federico Garcia Lorca, dirigida por Adriano e Fernando Guimarães, em cartaz no Teatro Funarte - Sala Plínio Marcos (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, lote 2). Consigo comprar as derradeiras entradas (para mim e Ric) na bilheteria do teatro. O cenário todo branco chama a atenção e contrasta com o figurino negro do elenco, as atrizes Alice Stamato, Camila Evangelista, Clara Camarano, Jú Welasco, Kika de Moraes, Michelly Scanzi, Natália Leite, Suzana Outeiral e Valéria Rocha. A iluminação também é destaque. A interpretação das atrizes não é uniforme, mas não há nenhuma ruim. Destaco Michelly Scanzi e Valéria Rocha. A trilha sonora mistura música espanhola, rock pesado e música erudita. Gostei muito do que vi.


E de lá, saí voando para mais um espetáculo do festival, Duets, em cartaz na Sala Martins Penna (Teatro Nacional Cláudio Santoro, Setor Cultural Norte). Dança contemporânea de grupo de Israel. Foi uma decepção para mim. Curto, sem graça e um grande dueto sem música. Acho horrível dança sem música. Sempre entendo que música e dança estão intrinsicamente ligados. Quando não se tem a música, vira número de acrobacia e ginástica. Nem tudo pode ser perfeito...


Terminei a noite no grande espaço vazio ao lado do Museu Nacional (Praça do Complexo Cultural da República, Setor Cultural Sul) para ver o show em homenagem aos 50 anos de Brasília, que serão completados em 21 de abril de 2010, e integrante do Ano da França no Brasil. No palco duas virtuoses em seus instrumentos: Hamilton de Hollanda, brasiliense, com seu cavaquinho de sete cordas e Richard Galliano, francês, e seu acordeon. Show sensacional, com plateia jovem totalmente embevecida pelo que via e ouvia. Encontrei com uma amiga e um amigo e ficamos juntos o show inteiro (durou apenas uma hora) e depois dançamos um pouco na grande pista em que se transformou o espaço com a música das DJs Selma e Telma.


Já cansado e com fome, me despedi dos amigos perto de 1:30 horas e fui comer um sanduiche no Marvin (SCLS 103, Bloco A, loja 2, Asa Sul). Pedi um dos novos itens do cardápio, chamado Hollywood Burger, com creme de parmesão, alface e peito de peru integrando o sanduíche com o hamburger de carne bovina. Aprovei a novidade.

Em seguida, hora de dormir.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SANDUICHES, TRABALHO E TEATRO

Dia corrido. Agitado. Muito trabalho, muita reunião. Dia também de dar mais alguns passos rumo ao Canadá, de férias. Comprei dólares canadenses e o seguro saúde. Os dólares, reservei pelo telefone, fiz a transferência bancária e fui buscar na loja de câmbio mais próxima. O seguro saúde comprei por e-mail. Facilidades do mundo tecnológico. Fui buscar os dólares canadenses na hora do almoço e tinha pouco tempo para voltar ao trabalho, motivo pelo qual optei em comer um sanduíche no Burger King (Brasília Shopping, Praça de Alimentação - 2º Piso, Asa Norte). Resisti e não tomei refrigerante (lembrando que o refri tem refil grátis nesta lanchonete). Fiquei entretido à tarde com a elaboração de dois textos que me foram pedidos com prazos exíguos e quando dei conta já eram 18:15 horas.




Saí correndo, pois tinha ingresso para o espetáculo Aqueles Dois, da Luna Lunera Companhia de Teatro, grupo de Belo Horizonte - MG. A peça integra o Cena Contemporânea 2009 e se baseia em texto de Caio Fernando Abreu. Com direção e criação coletiva do grupo, o elenco conta com Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Rômulo Braga. A peça foi encenada no Teatro SESC Garagem (W4 Sul, Quadra 713/913, Asa Sul) e é sensacional. O teatro estava lotado, como de costume nesta edição do festival, e, ao final, o quarteto mineiro foi longamente aplaudido. A maneira como conduziram o texto de Caio Fernando Abreu é bem diferente, pois há apenas dois personagens, Saul e Raul, e os quatro interpretam ambos os personagens e ainda fazem o papel de narradores, de "alto falante" e ainda interagem com o público, lendo cartas e horóscopos. A trilha sonora é toda executada em um toca discos e apenas discos de vinil compõem a trilha: Carlos Gardel, Angela Ro Ro, entre outros. Saí em êxtase da peça, especialmente com o final.


Após o teatro, fui comer mais um sanduíche no dia, desta feita no Marvin (SCLN 110, Bloco A, loja 10, Asa Norte), onde aproveitei para experimetnar uma das novidades no cardápio, um sanduíche no pão ciabata com carne de hamburger e cenoura e abobrinha raladas e grelhadas na chapa, tudo com um molho especial. Gostei.

terça-feira, 14 de julho de 2009

TERÇA DE FILA

Parece até repeteco de post. Hoje, terça-feira, também foi dia de fila. Cedo fui para o CCBB de Brasília (SCES Trecho 2, Conjunto 22) para comprar entradas para a peça Simplesmente Eu. Clarice Lispector. Direção, adaptação e interpretação de Beth Goulart. A bilheteria abre às 9 horas. Cheguei lá 08:50 horas e a fila era imensa. Fiquei exatamente uma hora na fila. Consegui comprar os ingressos (R$7,50 cada um - meia entrada por ser correntista do Banco do Brasil) para o dia que queria, ou seja, sábado, 21 horas. Farei comentários aqui.

Como tinha um amigo e colega de trabalho na fila, um pouco atrás de mim, fiquei esperando tomando um cappuccino e comendo uma empada de palmito no bistrô que fica no local, o Bistrô Bom Demais (vão livre do CCBB). A empada estava gelada e mesmo passando alguns segundos no microondas, veio com o recheio frio. O cappuccino, em compensação, estava bem tirado e saboroso. Quando meu amigo comprou as entradas, fomos para o trabalho.

No serviço, preparo-me para uma audiência na parte da tarde em que acompanharia o Ministro. Perda de tempo, pois a audiência foi cancelada e só me comunicaram quando já estava indo para o local onde se realizaria.

Para almoçar, eu e minha chefe vamos à filial do Bar Brahma (SCLS 201, Bloco C, loja 33, Asa Sul), famoso na esquina da Avenida Ipiranga com Avenida São João, em São Paulo. A filial brasiliense tem como sócio local o já consagrado dono de bares e restaurantes Jorge Ferreira. O cardápio teve a consultoria de Olivier Anquier e é bem interessante. Com predomínio de pratos da culinária nacional, há um prato a cada dia dedicado a alguém que o consultor conheceu em suas andanças pelo Brasil. O prato de terça-feira é rabada com agrião da Rita, prato escolhido e aprovada por minha chefe. Eu escolhi um bife a cavalo, acompanhado de fritas e arroz branco. O tempero da carne é ótimo e estava muito macia. Gostei muito e o atendimento é muito bom. Um dos gerentes da casa foi até nossa mesa perguntar se os pratos estão a nosso gosto e se fomos bem atendidos. Na saída, fomos informados da programação noturna da casam sempre com música ao vivo e de show dos Demônios da Garoa que se realizará em agosto.
Aproveitamos que estávamos perto e fizemos uma fé na mega sena, acumulada em vários milhões.
Já de volta ao trabalho, coloquei em dia todas as respostas de e-mails e confirmei minha presença em eventos em Salvador, Campo Grande e São Luís.

No início da noite, um vapor básico e um lanche rápido no Marvin (SCLS 103, bloco A, Asa Sul), onde comi o sanduíche que mais gosto do cardápio, o Super Cheddar. Como o nome diz, é um grande sanduíche, em todos os sentidos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

SUBSTITUIÇÃO

Pela quarta vez em 15 dias a minha internet via cabo não está no ar. Penso seriamente em cancelar a assinatura do Vírtua/Net. É cara, acaba de ser reajustada, e não oferece um bom serviço. Liguei na central de atendimento e não houve possibilidade de reclamação, pois o sistema do call center estava fora do ar. Um abuso e um absurdo.
Ainda bem que tenho banda larga móvel, que não me trouxe problemas até a presente data.
Hoje foi o primeiro dia em que substituirei minha chefe, que entrou em férias por 10 dias. Logo no primeiro dia já tive que acompanhar o Ministro em uma audiência, além de agendar duas reuniões que seriam da alçada de minha chefe.

Fui almoçar só e escolhi o Capital Steak House (Pier 21), um restaurante na linha do Outback, do Roadhouse Grill e do TGI's Friday. Atendimento padrão, sem muito glamour e comida rápida. Escolhi o clássico do cardápio, uma costela de porco assada. Estava boa, mas a quantidade é enorme, mesmo para quem come muito, como eu. De entrada, acompanha uma Cesar Salad, que não estava boa, com croutons velhos, não estavam crocantes. Também há um pão quentinho meio adocicado e margarina também com um sabor doce. Das opções para acompanhar a carne, escolhi arroz branco, a mais simples e talvez a pior. O arroz estava sem tempero. Tive que regar o arroz com muito azeite.

Como estava um pouco tenso, resolvi sair do trabalho e fazer uma massagem. Foi ótimo. Relaxei muito e aproveitei para fazer uma sauna no local. Sai quase flutuando e com vontade de dormir. Mas como estava com fome, liguei para Ric e fomos para o Marvin (SCLN 110, Bloco A, Asa Norte). Pedi o tradicional, um máximo burger, com carne bovina. Adoro o tempero do hamburger do Marvin. Rapidamente comemos e voltamos para casa.