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domingo, 15 de maio de 2011

SÁBADO: COMPRAS EM TRÊS SHOPPINGS E O FILME THOR

Dediquei o sábado aos shoppings e, consequentemente, às compras. Saí cedo de casa para não pegar o tumulto de gente que costuma invadir estes centros de compras nos finais de semana. Fui, inicialmente, ao ParkShopping, pois queria comprar ingressos para o musical New York, New York, em cartaz no Teatro Bradesco, em São Paulo, para onde vou no próximo final de semana. Os ingressos são vendidos pela Ingresso Rápido que possui um ponto de venda nas lojas Fnac. Aproveitei a ida ao ParkShopping para comprar uma bateria sobressalente e uma bolsa para a minha nova câmara digital na loja Sony Style. A bateria custava R$ 189,00 e a bolsa R$ 69,00. Enquanto o vendedor buscava os dois itens fechados, fiquei mexendo no mostruário e achei um kit por R$ 209,00 contendo a bateria que eu precisava, uma bolsa e um tripé. Claro que optei por este kit, muito mais em conta. Também passei na Drogasil para comprar remédios, além de pegar os medicamentos gratuitos para controlar a pressão arterial que fazem parte da Farmácia Popular, já que fazia um mês que tinha usado a receita pela primeira vez (cada receita pode ser usada até quatro vezes para pegar os medicamentos, sendo uma vez por mês). Como a época da seca está chegando, comprei um novo umidificador de ambientes, pois o meu já tem mais de dez anos e está com várias partes quebradas, embora ainda funcione. Ficarei com os dois: o novo para colocar no quarto e o antigo para circular pelo apartamento. Na Fnac, além dos ingressos comprados para a sessão de sexta-feira, dia 20/05/2011, também comprei cartuchos para a impressora e revistas. Saindo do ParkShopping, onde fiquei por uma hora, fui para o CasaPark Shopping, bem próximo, para passar na Livraria Cultura para devolver um blu-ray e um livro que tinha comprado em duplicata no domingo passado. Somente quando cheguei em casa, vi que já tinha os dois itens. Fiz a devolução, ficando com crédito para a próxima compra. Já que estava ali, estava com tempo e não tinha grande movimento, fiz a compra, gastando mais do que os créditos. Foram cds, guias de turismo (pensando na viagem ao México para o mês de outubro próximo) e mais revistas. Quarenta minutos depois estava saindo do segundo shopping. Passei em casa, deixei as compras e saí novamente, desta vez com Ric, para almoçarmos. Escolhemos o Café Savana (SCLN 116, Bloco A, Loja 04, Asa Norte), onde fizemos o mesmo pedido: o prato do festival 6º Brasil Sabor. Como tinha um libreto com seis selos brancos, dos quais um era do Savana, não pagamos pelo "filet bourguignon" (meus comentários sobre este prato já foram postados, se quiser ler clique aqui). Do restaurante, fomos à Caixa Cultural, ou seja, saímos do final da Asa Norte para o início da Asa Sul, onde queria comprar ingressos para o show de Zizi Possi e para o show de Marina de La Riva. Para o primeiro não havia mais ingressos, todos esgotados para as apresentações dos dias 21 e 22 de maio, enquanto para o segundo, as entradas só começarão a ser vendidas a partir de meio dia do sábado, dia 21 de maio, já que o show está marcado para os dias 28 e 29 de maio. Fizemos o caminho de volta, parando para abastecer o carro, até o Shopping Iguatemi Brasília, onde chegamos por volta das 15:30 horas. Decidimos ver um filme. Escolhemos Thor, versão sem 3D, cuja próxima sessão seria às 16:40 horas. Tinha dois ingressos cortesia do Cinemark que troquei pelos pontos que tinha acumulado no programa Dotz. Fui até à bilheteria para trocar os ingressos e escolher os lugares. Tínhamos ainda uma hora antes do início do filme. Como tinha que comprar alguns artigos para colocar no banheiro e na área de serviço, passamos na Tok & Stok, onde também compramos algumas coisas para Getúlio. Gastamos todo o nosso tempo na loja. Só deu tempo de colocar as compras no bagageiro do carro e voltar para o cinema. Sala 2. Lotado de adolescentes, a maioria meninas, que falavam alto, riam muito. Um homem chamou a atenção delas. Calaram no ato. Sempre gostei do herói Thor. Via bastante os desenhos animados sobre este personagem da Marvel que veio de um reino distante, Asgaard, caindo na Terra, ajudando a combater o mal. O filme, uma produção americana de 2011, é dirigido por Kenneth Branagh, o que me surpreendeu um pouco ele dirigir um filme pipoca. No elenco, a recém oscarizada Natalie Portmam como Jane Foster, uma cientista que estuda fenômenos meteorológicos, sendo a mocinha da fita. Para o papel de Thor foi o escalado o ator Chris Hemsworth que provocou suspiros não só na mocinha da fita, mas também nas adolescentes barulhentas que viam o filme na mesma sessão. Para mim, ele não convenceu como herói, faltou um physique du rôle, como diriam os franceses. Anthony Hopkins faz o papel de Odin, o todo poderoso, rei de Asgaard e pai de Thor. Uma apagada Rene Russo faz a rainha e mãe do herói. O irmão de Thor, Loki, que é o seu maior inimigo, é vivido por Tom Hiddleston, que faz um atormentado personagem que, na verdade, ainda não é o grande vilão como nos quadrinhos e no desenho animado. Como este filme mostra a origem dos personagens, a vilania ainda está em construção. Para quem fica depois dos créditos finais, uma cena rápida mostra o ator Samuel L. Jackson recebendo Erik Selvig (Stellan Skarsgard), o mentor das pesquisas de Jane Foster, em uma unidade da S.H.I.E.L.D., organização responsável por unir os quatro heróis conhecidos como Os Vingadores (Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América). A cena é interessante e vale ficar até o final dos créditos, pois para quem conhece a história destes heróis, ela é elucidativa. Poucos ficam até acabar de passar todos os créditos. Como este expediente foi adotado nos dois filmes do Homem de Ferro e no do Hulk, imaginei que também poderia acontecer com Thor, o que de fato ocorreu. Ao final, uma mensagem avisa que Thor voltará em Os Vingadores, filme já em pré-produção, já que o último herói do quarteto também terá seu filme solo em 2011, o Capitão América. Durante o filme, há referências às empresas de Tony Stark, o Homem de Ferro. Achei o filme médio, com muito efeito especial e pouca história convincente. Saímos do cinema e, antes de ir embora, ainda passamos na Nespresso para comprar cápsulas de café, mas a loja estava lotada, com uma fila grande para ser atendida. Como ainda temos bastante cápsulas, deixamos para outra oportunidade. voltamos para casa no início da noite. Minha ideia era sair mais tarde para o Live P.A. no CCBB ou na esta Mafuá, que rolaria na La Ursa. No entanto, acabei ficando em casa, pedindo uma pizza da Fratello Uno pelo telefone.


domingo, 1 de maio de 2011

6º FESTIVAL GASTRONÔMICO BRASIL SABOR - BRASÍLIA 2011 - CAFÉ SAVANA

Comecei a maratona do 6º Sabor Brasil almoçando no Café Savana (SCLN 116, Bloco A, Loja 04, Asa Norte) na quinta-feira, dia 28/04/2011. O prato preparado para o festival gastronômico é o "Filet Bourguignon" (R$ 33,00, servindo uma pessoa), uma adaptação de um clássico da culinária francesa, o famoso boeuf bourguignon. No prato do Savana foi utilizado o filé mignon, enquanto na França costuma-se usar partes mais duras da carne bovina.  Nesta releitura, a carne ficou mais macia, méritos do filé mignon, deixando o prato mais leve. Bem servido e bem montado, quando chegou à mesa, já me despertou a vontade de experimentá-lo. O molho de legumes, onde a cenoura se sobressaía, vinho e bacon estava bem temperado e envolvia a carne de modo a deixá-la com um sabor especial. O acompanhamento, básico, foi ideal para o prato: batatas cozidas salpicadas de ervas. Muito bom. Finalizei com um café, enquanto aguardava o primeiro selo em meu catálogo do festival, lembrando que a cada seis selos em restaurantes diferentes, temos um dos seis pratos de graça em uma nova visita, respeitado o período de vigência do festival. A novidade deste ano é que a cada semana o selo muda de cor. Se os seis selos forem colados na mesma semana com a mesma cor, ganha-se dois pratos no mesmo restaurante. Ótimo incentivo para um almoço a dois. A primeira semana tem mais de sete dias, apenas para questões de ajuste à semana civil, cujo período vai de 28/04 a 08/05. A cor do selo desta semana é branca. Devemos ficar atentos, pois já soube de confusão em restaurantes onde foi colado um selo de cor diversa da branca. Iniciei bem minha maratona, pois gostei bastante do prato. A seguir, fotos do Café Savana e do prato do festival.



Café Savana


"Filet Bourguignon" - Café Savana

Gastronomia Brasília

sábado, 22 de janeiro de 2011

RESTAURANT WEEK - CAFÉ SAVANA - ALMOÇO

Para o almoço de sexta-feira, mais um restaurante que participa do festival Restaurant Week, o Café Savana (SCLN 116 - Bloco A - Loja 04 - Asa Norte). Éramos quatro pessoas do trabalho. Chegamos às 13 horas. Não havia mesa disponível. Aguardamos menos de dez minutos até vagar uma mesa pequena na varanda. Todos escolheram o menu preparado para o festival. Diferente dos outros dois que já experimentei nos dias anteriores, o menu do Café Savana tem duas opções para o prato principal, um com carne vermelha e outro com frango. O restaurante resolveu seguir sua tradição de ter duas opções diárias em seu cardápio executivo. Como estou sem poder comer carne vermelha (ácido úrico alto), fiquei com o frango. Mesmo com apenas dois garçons e todas as mesas ocupadas, não houve demora no atendimento. Eis o menu:

01) Salada de folhas - basicamente alface picada, com tomatinho cereja. Não gosto de tomate seco, por isso pedi para retirar do meu prato. Não há molho acompanhando. Reguei com um fio de azeite. Básico.

02) Le Poulet: filé de peito de frango grelhado com um molho de queijo e nozes enfeitando. Acompanha uma torta de ratatouille e arroz com brócolis. O melhor é a torta. Saborosa e leve. Achei o molho pesado para o frango, embora as nozes tenham contribuído para deixar o sabor do queijo menos marcante.

03) Torta mousse de chocolate com menta - Sem poder comer doce, deixei de experimentar.

Cofrinho à mesa para a contribuição para a instituição Nosso Lar. Cada um contribuiu com as moedas que tinha.

Menu bem simples, básico, bem feito, próprio para um almoço executivo durante a semana, quando estamos trabalhando. Para um final de semana, com mais tempo, é melhor buscar outras opções do festival.

Gastronomia Brasília

domingo, 15 de novembro de 2009

HOMENAGEM AO MALANDRO



Mais um show em meu final de semana cultural. Homenagem ao Malandro, com Maria Alcina e Jards Macalé. Homenagem a Moreira da Silva, o Kid Moringueira, o show (R$10,00 a inteira) teve lugar no teatro da Caixa Cultural, que tinha bom público, embora não lotado. O horário de espetáculos na Caixa é diferenciado. Para sábado, o show tem início às 20 horas, o que possibilita esticar a noite com mais tranquilidade, especialmente para quem gosta de jantar, como é o meu caso. O show é dividido em duas partes. Cabe à Maria Alcina abrir o espetáculo. Ela canta sete músicas acompanhada apenas por Sérgio Arara no violão e computador. As quatro primeiras fazem parte do repertório de Moringueira. Ela, apesar de não ter mais aquela movimentação de palco da década de setenta, continua uma showwoman. Interpreta as canções como se fossem textos teatrais, com sua voz grave e ainda potente. Seduz a plateia logo na primeira música, O Último dos Mohiacanos. As três últimas músicas de seu set são de seu repertório. As famosas e sempre presentes Kid Cavaquinho e Fio Maravilha. Antes de cantá-las, ela interpreta uma canção de seu mais novo disco, Maria Alcina Confete e Serpentina. Anuncia que o cd é premiado e que estaria à venda ao final do show. Ela se retira do palco e entra em cena Jards Macalé, apenas com seu violão. O segundo set, com também sete músicas, é menos interessante do que o primeiro. Não entendia a voz de Macalé em alguns momentos. Uma pessoa comenta, em cadeira atrás de mim, que ele tinha uma batata quente na boca. Ao final, Maria Alcina retorna e os dois fazem juntos a música Resposta do Amigo Urso, com Alcina nos vocais e Macalé no violão. O bis é de Maria Alcina, que repete a música Cachorro de Madame, cantada por ela no primeito set da programação. Gostei muito do set de Maria Alcina e não gostei da parte de Macalé. Após o show, eu, Ric, Emi e Ro fomos beber vinho e comer algo no Café Savana, onde ficamos até o início da madrugada de domingo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

DIETA DOS PONTOS - DIA 01

Café da manhã: 2 torradas integrais light (20 pts); 200 ml suco de abacaxi com soja (20 pts).

Lanche da manhã: caneca de chá verde (0 pts).

Almoço no Café Savana (SCLN 116, Bloco A, loja 4, Asa Norte): um filé de robalo grelhado (40 pts); folhas verdes (0 pts); tomate (0 pts); 8 colheres de sopa de brocólis, couve-flor, cenoura e vagem cozidos no vapor (40 pts); 1 azeitona (2 pts); 300 ml de suco de limão com adoçante (0 pts); 1 xícara de café com adoçante (0 pts).
No almoço tive a companhia de Marcelo. O prato estava muito bem apresentado com um visual convidativo para a degustação de cores e sabores.
Cupom fiscal com meu cpf, continuando no programa Nota Legal.



Lanche da tarde: caneca de chá verde com adoçante (0 pts); 1 maçã (15 pts).

Lanche da noite: 1 pão francês (40 pts); 1 fatia fina de mussarela (20 pts); 1 colher de café de margarina (5 pts); 200 ml de suco de abacaxi com soja (20 pts).

Lanche da noite 2: 2 torradas integrais light (20 pts); 1 colher de chá de geléia de laranja light (3 pts); 1 xícara de café descafeinado com adoçante (0 pts).

TOTAL PONTUAÇÃO DO DIA: 245 pts = 882 Kcal.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

DE VOLTA À SECURA

Quinta-feira, 30 de julho de 2009. Acordo cedo e faço o check out no Ibis Salvador. Táxi para o aeroporto. Vou pela orla, vendo o mar. De acordo com o taxista, uma terapia matinal. Aeroporto tranquilo. Voo no horário. Chego em Brasília e vou direto buscar o resultado da tomografia. Esperava um cálculo renal e vieram três. Um no rim esquerdo, medindo 3mm, um no rim direito, medindo 2mm e um já no ureter direito (deve ter sido a causa das cólicas recentes) medindo 5mm. Agora é beber muito líquido e levar ao médico para ver os procedimentos a adotar.
Hora do almoço. O clima na cidade está seco e muito quente.
Para almoçar, eu e minha chefe fomos ao Café Savana (SCLN 116, Bloco A, loja 4, Asa Norte) e eu pedi o menu preparado para o Brasília Restaurant Week (R$27,00): de entrada salada com frutas, chester e alface; o prato principal é medalhão de filé com molho a base de páprica, acompanhado por batata sauté e cenouras na manteiga (o molho estava muito picante) e para sobremesa cheesecake (para os que sempre estão em dieta, uma boa opção, pois não tem muito açúcar).


No trabalho, coloco as coisas em dia e ainda falo, durante uma hora, no auditório da Legião da Boa Vontade - LBV, para novos servidores.
Quando cheguei em casa, no início da noite, bateu um sono forte, o que me fez desistir de ler e acessar a internet. Deitei logo e dormi. Obviamente acordei às 3 horas da madrugada, totalmente sem sono, desarrumo a mala da viagem e atualizo meus e-mails particulares.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

DUAS LAUDAS

Estou cansado. Dia muito corrido. Fiz uma tomografia computadorizada para verificar se ainda há cálculo renal no rim direito. O tecnólogo que me atendeu, muito gentil, disse antes mesmo de iniciar o exame, que ele não poderia me adiantar nada. Somente o médico que analisa o exame poderá dar um diagnóstico. Assim, terei que esperar até a próxima terça-feira, quando o resultado fica pronto. Nunca tinha feito este exame e senti muito frio. A sala é gelada, mesmo com um edredon em cima de mim, fiquei sentindo frio. Ainda bem que o exame é rápido. Já no trabalho, foi um correria só para fechar um texto com o balanço das ações e resultados nos últimos dois anos. Ontem à noite solicitaram o texto de duas laudas para apresentar hoje, até o final do dia. É difícil compilar todos os resultados de programas e ações distintas e colocar em apenas duas laudas. Para complicar, dependo de seis pessoas para consolidar o texto, pois o coordenador de cada ação é o responsável por apresentar seus resultados. Mesmo informando que teria apenas duas laudas para tudo, houve gente que me entregou o texto de sua ação em três folhas.
No almoço, eu e minha chefe optamos pelo Café Savana (SCLN 116, Bloco A, loja 4, Asa Norte). Gosto deste café, pois é acolhedor, tem boa comida e um público eclético na hora do almoço. À noite, ele é um bar frequentado majoritariamente pelo público gay. Sempre há duas opções de pratos do dia (uma carne vermelha e um frango), além das alternativas do cardápio. Hoje, sai da rotina e não fiquei nas opções do dia. Comi uma torta de frango desfiado, tradicional da casa e sempre muito gostosa, acompanhado de salpicão de frango. Para esperar os pratos, é servido no almoço deliciosos pães de batata, sempre quentinhos. Foi um almoço agradável, que durou mais tempo do que costumamos ficar (mais de uma hora), e conversamos várias amenidades, fora do mundo de nosso trabalho.
À tarde, tivemos mais uma comemoração de aniversário no serviço, pois uma servidora novata de meu setor aniversariava neste dia e recebemos a visita de uma colega que se mudou para o interior do Pará. Além disto, uma bela surpresa quando uma antiga colega de serviço quando ainda eu trabalhava em Belo Horizonte, me fez uma visita. Foi muito bom revê-la, hoje curtindo sua aposentadoria.
Também recebi as confirmações dos bilhetes aéreos para as viagens para Campo Grande (MS) entre os dias 02 e 05 de agosto; para Belo Horizonte (MG) entre os dias 09 e 11 de agosto; e para São Luiz (MA) dias 12 e 13 de agosto.
Amigos me convidaram para passar o final de semana de 21 a 23 de agosto em Pirinópolis (GO), em uma bela pousada para degustarmos bons vinhos, aproveitando o frio que lá faz durante a noite. Estou tentado a ir, mas depende dos custos, pois ainda nesta semana que estamos terei que pagar a primeira parcela da viagem ao Canadá e ainda tem as férias a partir de 26 de agosto em Tiradentes (MG), quando participarei, com Ric e amigos, do XII Festival Gastrônomico da belíssima cidade histórica mineira.
Chegaram meus pedidos de cds: Aline Calixto (Aline Calixto); Ana Cañas (Hein?); Moyseis Marques (Fases do Coração); Mônica Salmaso & Pau Brasil (Noites de Gala ao Vivo); Da Lapa 2 (coletânea). Dvds: Que? (Roman Polanski) e Maria Bethânia (As Canções Que Você Fez Para Mim Ao Vivo). E ainda o livro Nove Noites de Bernardo Carvalho. Haja tempo (que não tenho) para conhecer tudo.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

SÃO PAULO OUTRA VEZ

Quinta-feira, vou para São Paulo novamente. Antes, dia de trabalho, sem muito documento a despachar e analisar.
Para almoçar, tenho a companhia de dois colegas de trabalho que há muito não almóçavamos juntos. Fomos ao Café Savana (SCLN 116, Bloco A, loja 4, Asa Norte), onde bebemos um bom vinho nacional (Casa Valduga Preimum Cabernet Sauvignon 2005) e aceitamos a sugestão da casa, um filé mignon ao molho de shitake e shimeji, escoltado por arroz com açafrão e purê de batatas. O filé estava macio, no ponto, com o molho bem suave, casando muito bem com a carne. O vinho foi servido em taças corretas. Foi um prazeroso almoço.
À tarde no trabalho, com agenda livre, fiz cobranças de temas pendentes para uma solução até o final da próxima semana.
A viagem para São Paulo será no início da noite, com previsão de chegada ao hotel apenas por volta de 23 horas. O frio me aguarda. Levo casaco e cachecol, pois em época de gripe suína, todo cuidado é pouco.

sábado, 16 de maio de 2009

LAVADORA E SECADORA DE ROUPAS


A manhã deste sábado foi para atualização deste blog e algumas leituras.
Liguei para minha mãe.
Recebo uma ligação, era Emi e Ro nos convidando para almoçarmos. Convite aceito. Restaurante escolhido.
Eu e Ric chegamos no Café Savana (SCLN 166, Bloco A, loja 4, Asa Norte) às 13:30 horas. Nossos amigos já lá estavam. Já haviam escolhido o vinho tinto chileno VEO. Escolhemos, todos, o prato do dia, um frango recheado de farofa e passas, acompanhado de arroz branco e purê de batata, batata baroa e alho poró. Havia já um bom tempo que não comia frango em restaurantes. Estava uma delícia. O sol castigou um pouco, batendo exatamente na mesa em que estávamos. Dois amigos que não víamos há muito tempo chegam ao restaurante. Conversamos um pouco e eles se sentam em outra mesa. Ficamos uma hora e meia, pagamos a conta, num total de R$220,88.
Ric e eu fomos para o ParkShopping, pois precisava comprar uma máquina de lavar roupas, já que a de casa já deu o que tinha que dar e vaza água para tudo quanto é lado. Fomos ao Ponto Frio do shopping e vimos todas as máquinas disponíveis. Escolhemos uma lavadora e secadora da marca LG com capacidade para lavar 8,5Kg. O preço estampado em uma etiqueta em cima da máquina era R$3.399,00. Resolvi levar, já que o vendedor disse que aquele preço poderia ser parcelado no cartão de crédito em dez vezes sem juros. Ao finalizar a compra, o vendedor ofereceu, por mais R$70,00 apenas, uma garantia estendida por mais um ano, o que levaria a garantia para dois anos. Garantiu, ao final, que a máquina seria entregue, com certeza, na segunda-feira, dia 18 de maio de 2009. Aceitei e fui ao caixa pagar. Ao receber o comprovante da compra e da garantia estendida, vi que o valor da máquina era R$2.899,00 e o restante era a tal garantia. Questionei, o vendedor disse que deu um desconto no valor exposto para colocar a garantia. Me senti lesado e enganado. perguntei se desistisse da garantia estendida, o preço da máquina cairia para o que estava no cupom da loja. Ele disse que não. Obviamente, irritado, cancelei a compra na hora. Ainda uma gerente veio tentar saber o que se passava e que tiraria a garantia, me dando uma nota no valor que estava na etiqueta, ou seja, R$3.399,00. Disse que aquilo era uma enganação e firmemente disse que queria o cancelamento da compra naquele instante e que a loja aprendesse a vender os seus produtos, sem tentar enganar os clientes. O vendedor ficou com cara de tacho, mas foi aconselhado por outro gerente a voltar para a frente da loja. Ele resolveria o cancelamento. Compra cancelada, pegaram os dados de meu cartão de crédito para procederem ao cancelamento junto à administradora do cartão. Disse que queria este comprovante também naquele instante. A caixa me disse que demorava vinte minutos e que podia esperar assentado. Disse que ficaria em pé, em frente ao caixa, para evitar que outras pessoas fossem atendidas na minha frente. O gerente sai de cena e volta com outra funcionária para fazer o procedimento do cancelamento da compra junto ao cartão. Em quinze minutos recebe o comprovante do cancelamento.
Estava revoltado. Ric comentou que era melhor comprar muito para relaxar, pois me conhece. Disse que estava bem e só queria comprar um blaser na Zara, pois precisava levar para a viagem ao Paraguai. Zara lotada de gente, assim como todo o shopping. Onde está a crise? Não é época de datas comemorativas, não está havendo liquidação nas lojas e todos comprando e comprando. Escolhi um blaser multifuncional, ou seja, combina com roupa clássica e com roupa esportiva. Ainda paramos no Bistrô Gourmet para um café e um refrigerante. Deixei o shopping com a certeza que comprar pela internet é menos estressante.
Cheguei em casa e, direto no computador, acesso o sítio eletrônico Submarino.com e constato que realmente estava sendo passado para trás. A mesma máquina, mesmo modelo e mesma marca tem o preço de R$2.578,00, com frete grátis para entrega em todo o Brasil. Claro que comprei feliz. A entrega será em sete dias úteis.
Hoje é dia de mais um show: Teresa Cristina. Post específico será feito.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O LADO B DE DOLORES



Manhã: compra de ingressos para o terceiro show do projeto sobre Carmen Miranda e para o terceiro show do projeto sobre Dolores Duran no CCBB.
Almoço: Café Savana (SCLN 116, Bloco A, loja 4, Asa Norte), com minha chefe. Escolho o prato do festival Brasil Sabor 2009, Medalhão Hungria (medalhão de filé mignon ao molho cremoso de páprica doce e picante, salpicado de bacon tostado, acompanhado de purê de batata-baroa com alho-poró e cenourinhas refogadas - R$24,20). O purê que veio em meu prato era de batata inglesa, ao invés de baroa, como descrito no banner e no livrinho do festival. Quinto prato que experimento no festival e ainda estou a procura de um que goste. O prato não é ruim, mas também não me entusiasmou para tornar a degustá-lo.
Tarde: recebo duas novas servidoras que trabalharão no meu setor. Ainda receberei mais sete até o dia 25 de maio, pois está havendo a substituição de terceirizados por servidores concursados. A tarde é completada por reuniões, que entram no início da noite. 
Corro para o CCBB, faço um lanche rápido no Bistrô Bom Demais (SCES, Trecho 2, Conjunto 22 - CCBB), antes do show começar. Por acaso, encontro uma amiga na bilheteria e, também obra do acaso, nossas cadeiras eram lado a lado.

E fui a mais um projeto no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília (SCES, Trecho 2, Conjunto 22). Em todas as terças-feiras de maio, o CCBB está apresentando "O Lado B de Dolores Duran". Perdi o primeiro show, pois não stava em Brasília na terça-feira, dia 05 de maio. Mas garanti meu ingresso (R$7,50 a meia, cliente BB. Obs: o show das 13 horas é gratuito), disputadíssimo, para o segundo show com Denise Duran, irmã de Dolores, Pery Ribeiro e Os Cariocas. O projeto é apresentado por Soraya Ravenle (1º e 4º shows) e Denise Duran (2º e 3º shows). Na noite de 12 de maio, a maioria dos presentes que lotavam o teatro eram pessoas já na faixa dos cinquenta, sessenta anos e que curtiram a música de Dolores nos 29 anos da curta vida da cantora. A irmã Denise fez uma breve apresentação sobre a vida de Dolores, solando duas músicas ao longo de todo o show. Nitidamente ela está sem voz, não conseguindo atingir determinadas notas musicais. Mas também não insiste, explica que ficou 40 anos sem cantar e agora faz uma participação especial aqui e acolá. O primeiro a ser chamado é Pery Ribeiro, apresentado como grande intérprete da bossa nova e das músicas de Dolores. Pery, sentado quase todo o set, conta casos sobre a homenageada, entremeando com músicas gravadas por ela, especialmente de Billy Blanco. Bem humorado, faz piadinhas para a plateia e também escorrega em algumas notas musicais. Sai de cena e Denise sola a segunda música, somente com um piano acompanhando-a. É a vez de Os Cariocas entrarem. As músicas escolhidas são conhecidas e os arranjos são muito bem feitos. O ponto alto é Estrada do Sol, de Tom Jobim e Dolores Duran. Ao final, antes do bis, todos se reúnem no palco e cantam A Noite do Meu Bem, com o acompanhamento da plateia. Gostei de ter visto um show com estes cantores, pois nunca os tinha visto ao vivo. A voz já não é a mesma em nenhum deles, mas vi que a emoção e o prazer de cantar, de se apresentar ao vivo, ainda é forte em todos. O tempo é mesmo implacável. Comprei o ingresso para o terceiro show, na terça-feira, dia 19 de maio.

Ao final do espetáculo, dirijo-me para a festa de inauguração do El Paso Latino (SCLS 404, Bloco C, loja 23, Asa Sul), novo restaurante de meus amigos. É o restaurante onde fui experimentar o cardápio no último dia 06 de maio, cujos comentários postei com o título Vem Aí Mais Um Sucesso neste blog. Chego já no final da festa. Conheço a decoração completa. Muito bonita. Vale a pena conhecer.

Música do dia: Nana Caymmi, seu novo cd. Relaxante, voz suave. Bom para ouvir em momentos que você está de bem com a vida.