artes plásticas
Um pouco de tudo do que curto: cinema, tv, teatro, artes plásticas, enogastronomia, música, literatura, turismo.
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
BERÇO DO BARROCO BRASILEIRO E SEU APOGEU COM O ALEIJADINHO
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
UMA TARDE NA CAIXA CULTURAL DE BRASÍLIA
sexta-feira, 22 de março de 2013
MARIANA AYDAR - CAVALEIRO SELVAGEM AQUI TE SIGO
música
show
sábado, 10 de novembro de 2012
DEBRET - VIAGEM AO SUL DO BRASIL
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exposição
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
PNEUMÁTICA
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exposição
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
CARLINHOS BROWN - O OLHAR QUE OUVE
Em cartaz na Galeria Acervo da Caixa Cultural em Brasília a exposição O Olhar Que Ouve. São telas e instalações do músico Carlinhos Brown. A mostra foi inaugurada em 06 de outubro e permanecerá aberta ao público, com entrada gratuita, até o próximo dia 02 de dezembro. Na entrada já há uma instalação, uma espécie de portal para a alegria. Assim que entrei, uma música em volume baixo saía da maior instalação da exposição. Eram marchinhas carnavalescas em performance instrumental. Tal obra se chama Caetanave e traz uma visão do artista sobre o carnaval baiano. Tem música, tem iluminação, parece a traseira de um trio elétrico, tem rede de pescador que para mim simboliza a corda que separa os foliões com abadá daqueles da pipoca, tem latinhas de alumínio em profusão, o que remete ao pessoal que coleta as latinhas de cerveja e refrigerante consumidos no corredor da folia, e tem serpentina. A instalação tem um toque de nostalgia, pois é de seus alto-falantes que saem as marchinhas, além do monte de serpentina que relembra os antigos carnavais pelo país afora. Também tem um toque de final de festa, com a rede percorrendo o mar de gente pelas ruas da cidade, levando consigo as latas de alumínio e as serpentinas caídas no chão. Dá para se sentir em meio ao turbilhão de gente que fervilha nas ruas de Salvador durante os dias de Carnaval. Outra instalação interessante está logo à frente de quem entra. Trata-se de uma pirâmide maia de vidro ou acrílico (não sei direito), com degraus em seus quatro lados. Em cada degrau estão duas plaquinhas brancas com o nome de um ritmo musical escrito nelas. Assim, temos jazz, samba, axé, rumba, choro, forró, reggae, entre outros, que reverenciam um único ritmo, o silêncio, que reina absoluto no topo da pirâmide, em forma de um CD. Crítica ou reverência? Fica a dúvida. As telas não deixam dúvidas de que o autor é Carlinhos Brown, pois a profusão de cores e movimentos está presente em todas elas. São telas abstratas, mas que transmitem um sentimento de alegria, de ritmo, de carnaval. Em um nicho na parede da direita de quem entra está a instalação que mais me chamou a atenção, pois nos faz refletir sobre a importância da água para o planeta. Parece ser o interior de uma casinha pobre, típica do interior do Nordeste, com terra vermelha nas paredes, com poucos móveis, bem rústicos. Mas ao centro, a religiosidade é forte com a presença de um oratório de madeira. No interior do oratório não há nenhuma imagem de santo, mas um copo de água que reverencia a imagem que passa ao fundo. Imagem projetada em uma tela de televisão, onde a água é a única estrela. É um filme curto, que passa desde a gota d'água até a formação de um imenso lago, oceano ou rio. Mais um momento de reflexão. Saí da exposição leve, como se a alegria contida naquelas obras tivesse me contagiado. Gostei muito e fiquei mais fã do artista Carlinhos Brown.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
TRANSIT
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
ROBERTO BURLE MARX - A FIGURA HUMANA NA OBRA EM DESENHO
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sábado, 30 de julho de 2011
DIREITOS HUMANOS IMAGENS DO BRASIL
quarta-feira, 27 de julho de 2011
TATIANA BLASS
terça-feira, 31 de maio de 2011
MARINA DE LA RIVA
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
DI CAVALCANTI DESENHISTA
Em cartaz na Caixa Cultural de Brasília, em sua Galeria Principal, a exposição "Di Cavalcanti desenhista". Fui conferir na noite da última terça-feira. Não me recordava de ter visto algum desenho deste grande artista brasileiro, apenas pinturas vieram à minha memória. Fiquei curioso. São 120 desenhos dispostos nas paredes do grande retângulo que é a Galeria Principal, ficando fácil ver pacientemente obra a obra, fazendo um percurso único. Segundo informações na parede, reproduzida no folder da mostra, os desenhos chegam pela primeira vez ao grande público. As obras faziam parte do acervo do colecionador Lucien Finkelstein. Há, inclusive, alguns retratos deste joalheiro feitos por Di Cavalcanti na exposição. As mulheres, especialmente, as mulatas e negras, tema recorrente na obra do pintor, estão largamente presentes. Desenhos que lembram os movimentos cubista e surrealista também estão entre os desenhos que vi ontem. A grande maioria dos desenhos é em tom preto, nos quais o artista usou lápis, tinta e/ou aguada sobre papel. O primeiro desenho é um auto-retrato de Di Cavalcanti. Também há um retrato do poeta Vinícius de Moraes com seu inseparável violão e três mulheres semi nuas. Gostei muito de conhecer este lado desenhista de Di Cavalcanti. O senão fica por conta de uma troca das placas que identificam dois desenhos que, transcorridos seis dias de exposição, ainda não foi observada pela equipe da Caixa Cultural. Pedi a um dos vigias do espaço que falasse com algum responsável pela exposição. Vale a pena conhecer e, de quebra, ver as outras expposições que acontecem no mesmo local, como as fotografias de André Cypriano, cuja exposição recebe o título "Capoeira - Luta, Dança e Jogo da Liberdade", em cartaz nas Galerias Píccola I e II. As fotos capturam o universo que envolve a capoeira em diversas cidades no Brasil, sem ficar apenas no momento do jogo em si. Todas as fotos tem pequenos textos que ajudam a compreender a história da capoeira em nosso país.
Quando eram 20 horas, entrei no Teatro da Caixa para acompanhar a última edição do ano do Teste de Audiência, onde mais um filme nacional ainda não finalizado foi mostrado ao público (desta vez a plateia era pequena), seguido de debate com o diretor Marcelo Machado. Como assinei um termo de compromisso para não comentar sobre o filme, apenas informo que é um documentário chamado Tropicália. Tanto as duas exposições quanto o cinema tiveram entrada gratuita. O curador do Teste de Audiência anunciou que o projeto entrará, em 2011, em seu quinto ano na Caixa Cultural de Brasília e em seu terceiro ano no mesmo espaço em Curitiba.
sábado, 4 de setembro de 2010
CENA CONTEMPORÂNEA - DIA 11
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
CENA CONTEMPORÂNEA - DIA 9
domingo, 20 de junho de 2010
MANÉ GOSTOSO
sexta-feira, 21 de maio de 2010
ITHAMARA KOORAX
domingo, 23 de agosto de 2009
OVERDOSE DE EXPOSIÇÕES
Exposição 01: Saint-Étienne Cité du Design - Centro Cultural Banco do Brasil - exposição que integra o calendário do Ano da França no Brasil. Achei interessante ver objetos que serão difíceis de usar, mas que tem um certo apelo ecológico. O que mais me chamou a atenção foi um móbile de corações de pelúcia no centro da galeria principal. Lúdico e reflexivo ao mesmo tempo.
Exposição 02: Justaposição Polar - Elder Rocha - Centro Cultural Banco do Brasil - mostra de artista brasiliense com grandes pinturas a óleo. O destaque fica para a pintura-instalação feita exclusivamente para a exposição. Fiquei um bom tempo sentado olhando os detalhes desta pintura. 
Exposição 03: Amor e Solidariedade - Abelardo da Hora 60 Anos de Arte - Centro Cultural Banco do Brasil - Pavilhão de Vidro e jardins. As esculturas expostas nos jardins são de uma beleza ímpar, a maioria enaltecendo a beleza feminina, mas a que mais chama a atenção é a que retrata uma família de retirantes, a expressão de dor e fome é muito realista. Destaco ainda uma série de gravuras com o título Meninos do Recife: embora feitas no início dos anos 1960, a dureza mostrada ainda é realidade em pleno século XXI.

Exposição 06: Tão Longe, Tão Perto - Museu Nacional - exposição montada e patrocinada pela Fundação Telefônica, em comemoração ao seu décimo aniversário no Brasil, conta a história da comunicação, especialmente das telecomunicações com dados curiosos e exibição de aparelhos antigos. Há interatividade. A mais longa de percorrer de todas que visitei neste domingo e a que tinha mais público, especialmente adolescentes. Achei curioso um jovem de 15 anos querer ver uma ficha telefônica, artigo de museu para esta geração. 
Exposição 08: Eternamente Dulcina - Uma Vida Dedicada ao Teatro - Caixa Cultural - linda exposição de objetos pessoais e fotos que relembram a carreira desta grande atriz do teatro brasileiro: Dulcina de Moraes. Pena que faltam informações em algumas fotos. O núcleo de vestidos, chapéus, lenços, bolsas e luvas da atriz é um show a parte. Vale ver o vídeo com depoimentos sobre a atriz de vários personagens da cena teatral brasileira. 



Exposição 11: Sur La Route/Na Estrada - ECCO - Espaço Cultural Contemporâneo - exposição integrante do calendário do Ano da França no Brasil - obras dos brasileiros Elyeser Szturm, Galeno, João Angelini, Paulo Faria, Vicente Martinez e Valéria Pena-Costa e dos franceses Assan Smati, Damien Deroubaix, Fabien Souche, Jean-Baptiste Sauvage e Marie Chartron. A faixa com uma cruz do lado de fora do espaço cultural faz parte da exposição. Interessante a cabeça enorme feita com placas de isopor de Assan Smati. Gostei, coisa rara, de quatro vídeoinstalações no segundo andar da galeria, especialmente as de João Angelini. O senão fica por conta das luzes apagadas no segundo andar e como já era final de tarde, a luminosidade externa não clareava o bastante para ver as obras expostas.
domingo, 9 de agosto de 2009
O VENENO DO TEATRO

Ricardo ganhou quatro ingressos para a peça O Veneno do Teatro, em cartaz no Teatro da Caixa Cultural (SBS Quadra 4, lotes 3/4, Setor Bancário Sul). Ele convida Emi e Rogério para nos acompanhar. A Caixa Cultural está testando um novo horário para as peças, 20 horas. Chegamos meia hora antes, pois há um sarau com músicas clássicas no foyer do teatro antes do início da peça. O objetivo é entrar no clima e na época da peça que se passa em Paris, em 1784. O texto é do catalão Rodolf Sirera e a peça é encenada pelos atores Bartholomeu de Haro e Beto Matos, da Cia Veneno do Teatro. A direção é de Bartholomeu de Haro. Sempre acho enfadonho peças de época, especialmente as que se passam na França. Esta foi diferente, o texto é interessante: um ator tem que representar uma peça escrita por um marquês. Este ator é envenenado pelo marquês que quer uma representação mais perto do real possível, já que o personagem da peça dentro da peça está morrendo. O marquês tem o antídoto para o veneno, mas só o entregará caso aprove a encenação do ator. O autor do texto discute questões bem atuais, como o jogo de aparências com as quais convivemos no dia a dia e de como nós transfomamos um entendimento errado em verdades absolutas. Nunca tinha visto os atores em cena e gostei de ambos. O teatro estava com menos da metade de sua capacidade. Uma pena.sábado, 1 de agosto de 2009
DIA DE DOR
Eu e minha chefe saímos tarde para almoçar e escolhemos o El Paso Texas (SCLN 404, Bloco B, Asa Sul). A minha intenção era comer mais um menu preparado para o Brasília Restaurant Week, mas ao ver o lindo buffet de comida mexicana, com alguns pratos da culinária peruana, preferi me deleitar com burritos, quesadillas e afins. O restaurante estava com bom público e a comida, como sempre, bem feita. O atendimento é um diferencial da casa. Sempre atentos e prestativos os garçons.
Já de noite, eu, Ro e Emi (Ric viajou para Palmas, Tocantins, a meu contragosto) fomos ao espetáculo teatral Educação Sentimental do Vampiro, texto de Dalton Trevisan, encenado pelos atores Duda Mamberti, Erica Migon, Guilherme Weber, Jorge Emil, Magali Biff, Maureen Miranda e Zeca Cenovicz, que integram a Sutil Companhia de Teatro, nascido em Curitiba, Paraná. A direção é de Felipe Hirsch e a cenografia de Daniela Thomas. São 18 contos de Dalton Trevisan que foram adaptados para a peça. Como são muitas as esquetes, o tempo de espetáculo é de aproximadamente 120 minutos. O teatro da Caixa Cultural (SBS Quadra 4, lotes 3/4) não tinha um bom público (ainda não consigo entender porque as peças neste teatro não enchem, enquanto no CCBB, mesmo mais longe, sempre estão com ingressos esgotados. Não pode ser o preço dos ingressos, pois são muito parecidos). Paguei R$10,00 o ingresso (meia entrada para assinantes do Correio Braziliense). Todas as esquetes da peça se passam em um clima noir, meio underground, meio submundo, com forte apelo sexual, como são os textos de Trevisan. No início, alguns do elenco pareciam estar nervosos, mesmo a peça já tendo estreado há dois anos, com erros no texto. Alguns esquetes são bem superiores aos outros e o que os une é o elemento sexual. Os atores e atrizes despem-se com muita naturalidade em cena. O universo pop é o inspirador de Felipe Hirsch, que optou por interpretações marcadas, lembrando um desenho animado ou uma história em quadrinhos. Elementos de filme noir são claramente identificáveis. A própria cenografia remete ao universo pop, com um grande painel de fundo lembrando os grafites dos centros urbanos. Destaco duas esquetes: a transa em um quarto de hotel em plena Sexta-Feira da Paixão e os solitários e pervertidos urbanos em uma sessão de cinema em pleno Natal. Há altos e baixos, tendo em vista a profusão de esquetes. Algumas são muito longas e acabam cansando, enquanto outras parecem mais do mesmo já encenado em outro momento da peça. Gosto do trabalho da Sutil Cia de Teatro, mas continuo preferindo A Vida é Cheia de Som & Fúria, encenada em 2000, e de Não Sobre O Amor, de 2008.
Para terminar a noite com chave de ouro, mesmo com uma dor insistente, mas não dilacerante, fomos nós três conhecer o mais recente restaurante de Dudu Camargo, inaugurado na última segunda-feira, 27 de julho de 2009. Chama-se Fatto (QI 9/11, Bloco C, loja 56, Lago Sul). Como já esperado, chegamos às 22:30 horas e não havia lugar. Muito cheio, especialmente do beautiful people, com suas roupas e acessórios de grife, ficamos na fila de espera por quarenta minutos. A maioria da galera jovem prefere ficar no lounge externo, enquanto os apreciadores de um bom prato e um bom vinho, se sentam na parte interna do restaurante. Decoração em tons de vermelho e preto predominam o ambiente interno. Serviço ainda ruim, com muitos garçons trombando uns nos outros. Ouvimos uma quebradeira de copos e louças no subsolo e isto desestabilizou o staff. Ficamos um bom tempo na mesa sem atendimento, o que foi feito somente depois que Emi chamou um garçon. Pedimos uma entrada de atum semi cru crocante com uma espécie de mousse de ervas, que estava perfeito, mas que custou muito a chegar à mesa. Tivemos que perguntar pelo garçon sobre o nosso pedido. Como prato principal, pedi um nhoque de batata baroa com linguiça, filé e javali. Simplesmente divino. Para acompanhar a comida, bebemos o vinho Caldas de Alves Souza, um tinto português, safra 2005, da região do Douro. O vinho se perdeu quando da harmonização com o meu prato (a mesma escolha de Ro). O prato de Emi tinha um aroma especial, pois era trufado (picadinhon de vitelo, acompanhado de uma massa). Ele elogiou bastante o prato. O contraponto da casa, que anuncia em seu letreiro ser um lugar para alquimia mediterrânea, com a outra casa de sucesso de Dudu Camargo, o Unanimità, é o tamanho de cada prato. Enquanto na casa já estabelecida vale a fartura, nesta nova casa, os pratos são diminutos, lembrando os restaurantes de comida francesa e de comida contemporânea. Um ponto negativo, difícil de solução a curto prazo, é o tamanho dos banheiros. Pequeno para o número de comensais que cabem no restaurante. E o pior é que como, pelo que parece da amostra desta sexta-feira, será adotado pela juventude abonada de Brasília, os banheiros ficam intransitávies depois de uma certa hora. Mictórios entupidos com papel, lixeiras servindo de vaso sanitário, chicletes jogados pelo chão e pilhas e pilhas de papeis jogados fora do cesto. Esta observação não foi só de nossa mesa. Percebi que uma senhora também reclamava com o gerente (pelo menos pareceu que o era) da situação de ambos os banheiros. Este gerente estava percorrendo todas as mesas perguntando sobre a impressão dos frequentadores e o que não havia saído a contento. Em nossa mesa, reclamamos da demora no atendimento, inclusive na hora de pagar a conta. Ro pediu a Nota Legal, mas não estavam emitindo, pois ainda não conseguiram as máquinas de emissão. Anotaram os dados para envio pelo correio. Aguardemos. Uma casa deve abrir com tudo em funcionamento, especialmente itens de obrigação legal, como a emissão de nota fiscal. Espero que os problemas apontados nestes primeiros dias sejam logo resolvidos, pois o cardápio é interessante e o sabor dos pratos é especial.terça-feira, 7 de julho de 2009
TESTE DE AUDIÊNCIA
Depois de uma pausa de um dia, volto a escrever aqui. E volto falando do projeto Teste de Audiência, evento mensal que ocorre na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul, Quadra 4, lote 3/4, Edifício Anexo à Matriz da Caixa), com entrada franca. O evento consiste em exibição de um filme nacional ainda não finalizado com um debate franco com a plateia e diretor ao final. Logo de entrada, os que comparecem ao teatro assinam um termo de compromisso que não expressarão nenhuma opinião sobre o filme, motivo pelo qual não direi nada aqui.
Ao sair, nós três fomos conhecer um novo espaço gastronômico na cidade, o Grão Contemporâneo (SCLN 103, Bloco A, loja 52, Asa Norte), um café super simpático. Fica no mesmo local onde outrora foi uma champanheria. Acolhedor, com uma decoração com muita madeira nas paredes externas e um amplo espaço externo, com teto de vidro. O cardápio é variado de opções rápidas, próprias para lanches, tais como sanduíches quentes e frios, saladas, sopas e bruschettas. Pedi um sanduíche quente de frango, que estava ótimo. Carece apenas de melhoria nas opções de vinho, pois somente há dois vinhos tintos e mais dois em meia garrafa. O atendimento é ótimo, muito prestativo e eficiente. O garçon soube responder a todas as perguntas que fizemos. Gostei muito e vou voltar mais vezes.






















