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quarta-feira, 13 de março de 2013

GASTRONOMIA NA CIDADE DO PANAMÁ - HARD ROCK CAFÉ



Endereço: Multicentro, Piso 2, Avenida Balboa, Cidade do Panamá, Panamá. (www.hardrock.com).

Contatos:  507 208 2800

Diferencial: a decoração com instrumentos musicais de bandas e astros do pop-rock.

Especialidade: hambúrguer.

Quando fui: jantar do dia 26 de fevereiro de 2013, terça-feira. Estava sozinho. Fiquei em uma mesa para quatro pessoas quase na entrada do restaurante, perto de uma pilastra que me impedia de ver o restante do salão principal. Permaneci no local por cerca de uma hora.

Serviço: preguiçoso, especialmente a recepcionista que me acomodou, inicialmente, em uma mesa alta que estava capenga, embora tivesse muitas mesas vazias. Eu troquei de mesa por minha conta. O garçom encarregado pela área onde eu estava era lento, demorando muito para trazer o cardápio. Por outro lado, meu prato chegou muito rápido, algo em torno de quinze minutos.

O que bebi: um copo de 400 ml de Coca Cola Light com muito gelo.

O que comi: para não errar, fui na seção do cardápio mais tradicional da rede Hard Rock Café, escolhendo um dos pratos de maior saída da casa, o legendary 10 Oz. Burger. Sanduíche em pão de hambúrguer clássico, recheado com tiras de bacon cortadas bem finas e muito crocantes, duas fatias de queijo cheddar, anéis de cebola frita bem crocantes, alface, tomate, picles e o famoso hambúrguer de carne bovina. Acompanha o prato uma generosa porção de batatas fritas cortadas em palito. O sanduíche estava muito bom, mas não gostei da batata, totalmente sem gosto.


legendary 10 Oz. Burger

Valor total da conta: U$ 29.

Minha avaliação: * * *. A música estava em volume mais alto do que o normal da rede.

Gastronomia Cidade do Panamá

segunda-feira, 4 de março de 2013

APAGÃO NO PANAMÁ


Hard Rock Hotel Panama Megalopolis

Cheguei à Cidade do Panamá às 14 horas da segunda-feira, dia 25 de fevereiro, no horário previsto. O desembarque foi rápido. Muita gente ficou no aeroporto para conexão. São poucos os que ficam no Panamá. Fui rapidamente para o controle de imigração, onde o código de barras de meu novo passaporte não foi lido por duas vezes, fazendo com que a atendente ficasse de cara amarrada, mas logo um sorriso apareceu no seu rosto e, enquanto ela fazia os procedimentos necessários, ficamos conversando. Ao ser liberado, ela me entregou um folheto com um cartão de seguro-saúde, cortesia do governo panamenho para o estrangeiro que desembarca no país, garantindo eventuais atendimentos no período de estadia de todo turista. Ela ainda me desejou uma ótima permanência no Panamá. Minha bagagem demorou uns vinte minutos para aparecer na esteira. Depois de pegá-la, fui para o controle alfandegário, onde entreguei o formulário que recebi durante o voo, devidamente preenchido, e passei mala, mochila e bolsa pela máquina de raio X. Em seguida, saguão de desembarque, onde procurei o cartaz "Megalopolis", conforme explicado em e-mail pelo Hard Rock Hotel Panama Megalopolis, uma vez que tinha contratado o serviço de traslado aeroporto-hotel-aeroporto por U$ 36 (R$ 72,00), mais taxas, com lançamento na conta do meu quarto. Um sorridente funcionário estava ao lado da placa. Quando me apresentei, perguntou se estava só, recebendo resposta afirmativa e me levando até o balcão da empresa. Lá, não acharam meu nome. Peguei o celular e mostrei o e-mail confirmando o traslado. A atendente me disse que estavam com problema de energia, motivo pelo qual não conseguiria checar no computador. Só então percebi que o aeroporto tinha luzes mais fracas. Ela pediu para eu esperar um pouco, sentado em uma cadeira em frente ao balcão, enquanto fazia meu recibo. Não demorou nem dez minutos o recibo ficar pronto, eu assinar e ser acompanhado até a van que me conduziu ao hotel. Eu não tinha contratado um serviço privativo, mas fui sozinho no carro. O motorista me disse que em dias normais o trajeto é cravado em 18 minutos, mas como o trânsito estava confuso mais para perto do hotel, levaríamos um tempo maior. Culpou o trânsito lento pela falta de energia na cidade. Aproveitei para pedir algumas informações sobre a cidade, especialmente sobre a necessidade de fazer câmbio. Não precisava de trocar dólares por balboa, a moeda local, uma vez que o dólar era moeda corrente no país. Disse também que à noite era recomendável não andar a pé por certas regiões e que para pegar um táxi, era melhor negociar o preço antes, pois não havia taxímetro. Levamos cerca de quarenta minutos para chegar ao hotel. As duas maiores entradas do enorme hotel estavam fechadas. O motorista me deixou em uma entrada menor, quase na esquina. Ao entrar, nada de música, como eu esperava, e tudo escuro. No check in, o recepcionista me disse que estavam com problemas de energia, mas que um elevador funcionava com gerador. Pediu desculpas pelo inconveniente, dizendo que estavam fazendo todos os esforços para minimizar os problemas com a falta de luz. Muita gente aguardava sentado nos diversos sofás da recepção e havia muita bagagem no lobby do hotel também. Os procedimentos do check in foram rápidos. O recepcionista me perguntou se preferia vista para o mar ou para a cidade. Devolvi a pergunta para ele, que me respondeu que preferia a vista da cidade. Tive a mesma escolha. Recebi a chave magnética do quarto 4036, ou seja, estava no 40º andar. São muitos elevadores espalhados pelo amplo saguão do hotel. Com certeza mais de dez. Peguei o mais próximo de onde fiz o check in, único que funcionava. Mas não tinha fila nenhuma. Subi sozinho. O quarto é enorme, com uma sala/cozinha, um bom banheiro e um quarto com uma janela que ocupa o lugar da parede, com uma ótima vista para a cidade, com um prédio de arquitetura torcida dominando a paisagem. O calor que fazia no quarto era grande. Tentei ligar o ar condicionado, mas não fui feliz. Tentei navegar na internet, mas também sem chances. Desfiz a mala, tomei um banho, tentei tudo de novo e nada. Resolvi descer. No corredor do andar, apertei os botões dos elevadores e não tive resposta. Andei por toda a extensão do andar, aproveitando para ver a decoração com objetos de artistas do pop-rock, no caso, instrumentos musicais que pertenceram a integrantes da banda Van Halen. Encontrei uma camareira do hotel que me disse que tinham desligado todos os elevadores, até mesmo o que funcionava com gerador. Ela me falou que a falta de energia era uma constante no país e que isto preocupava muito, pois afugentava turistas. Assim, descobri que a falta de energia era geral, todo o Panamá estava sem luz desde às duas horas da tarde, horário em que cheguei ao país. Voltei para o quarto. A energia passou a ficar intermitente, indo e voltando em espaços de dez minutos. O ar condicionado ligava, mas nem dava para refrigerar o quarto, pois logo desligava. O calor era insuportável e sendo moderno o hotel, não havia como abrir janelas, pois elas eram apenas uma parede de vidro. Às 16:30 horas, com mais de uma hora no quarto, resolvi tentar descer de elevador, na esperança de que algum funcionava com gerador. Nada feito. Decidi descer os quarenta andares de escada. No trigésimo andar já me arrependera, mas continuei. No décimo, as pernas já tremiam e cheguei em um ponto sem saída. Encontrei um pedreiro, pois o andar estava em obras, e ele me apontou por onde continuava a escada. Quando cheguei no térreo, minhas pernas não queriam obedecer ao comando da mente. Fui procurar um local para me sentar, sendo difícil de achar um sofá, cadeira ou poltrona vazios. Fiquei em um pequeno sofá de frente para a rua, ao lado de uma senhora idosa da República Dominicana. Ela me disse que era melhor garantir um local no sofá, pois se a luz não voltasse, dormiria ali mesmo. Fiquei um tempo conversando com ela. Quando cansei, subi um lance de escada, chegando ao enorme bar Mamies, onde pedi uma Coca Cola Light, mas fui avisado que não tinha gelo para colocar no copo. O refrigerante estava levemente frio. Aceitei assim mesmo. Tinha U$ 20 por dia para gastar nos bares do hotel, só pagando a gorjeta. Satisfeita a sede, resolvi conhecer o Multicentro, um shopping ligado ao hotel por uma passarela, onde os hóspedes tem descontos de, no mínimo, 10% em várias de suas lojas. A passarela começa bem próxima ao bar onde eu estava. No mesmo shopping fica a filial do Hard Rock Café da cidade. O shopping estava às moscas, sem luz e com todas as suas lojas fechadas, mas deu para ver as vitrines. O shopping é feio e tem o pé direito baixo em alguns corredores. Voltei para o hotel, ficando no saguão do térreo até a luz voltar, o que ocorreu por volta de 20:00 horas. Foi uma loucura para pegar os elevadores, pois todo mundo quis subir na mesma hora. Por questões de segurança, não colocaram todos os elevadores para funcionar. Enfim, a música voltou a preencher os espaços do hotel. Os vários painéis de LCD voltaram a transmitir mensagens e passar vídeos de shows. Os balcões principais do check in também voltaram a operar, assim como as portas principais do hotel. Alguns funcionários tentavam, em vão, organizar filas para o elevador, mas ninguém prestava muito atenção ao fato, embolando na hora de entrar. Esperei um tempo, subi, troquei de roupa, programei o ar condicionado, verifiquei que o wi-fi, gratuito e sem senha, funcionava, naveguei um pouco na internet e desci novamente para jantar, pois estava com muita fome. Os restaurantes do hotel estavam lotados e com filas de espera. Na verdade, os hóspedes não queriam se arriscar, saindo para jantar e ter novo apagão generalizado.  Fui até a concierge, pedindo para verificar se o Hard Rock Café estava aberto. Ela ligou e ninguém atendeu. Seu colega chegou e dissipou a possível dúvida: o restaurante não voltara a funcionar, pois o shopping ficou fechado. Pedi uma indicação para jantar. Ela fez algumas ligações, conseguindo retorno de uma delas. Anotou nome e endereço em um papel, dizendo que era bem próximo ao hotel. Ao ver o nome Gaucho, disse para ela que não tinha vindo do Brasil para comer em um restaurante com aquele nome. Ela sorriu, dizendo que procurara uma steak house, já que eu tinha falado no Hard Rock Café, e que o Gaucho era um restaurante argentino. Insisti para ela verificar outro restaurante, quando me veio à mente o La Mar, do chef peruano Gastón Acurio. Ao ligar, a concierge perguntou se a casa funcionava normalmente naquela noite e se precisava de reserva. Desligou o telefone e me disse que o restaurante estava funcionando, mas que nem todos os pratos do cardápio estavam disponíveis por causa da falta de energia. Deu-me o endereço, informando que poderia negociar o preço da corrida com um taxista na porta do hotel e que, se eu precisasse, um dos mensageiros poderia me ajudar. Agradeci e fui fazer a bendita negociação. Mesmo sabendo que estava sendo explorado, aceitei o preço de U$ 10 (R$ 20,00) pela corrida do hotel até o La Mar. O trânsito fluía bem, mas a película escura nos vidros do carro me impediam de ver a cidade. Chegamos no restaurante às 20:15 horas. Paguei e o motorista me peguntou se queria que ele me buscasse, mesmo valor, obviamente. Combinei com ele de estar na porta do restaurante às 21:30 horas. Tive uma hora e meia para degustar as iguarias da culinária peruana, cujas impressões estão em postagem específica. No horário combinado, o taxista me aguardava. No hotel, percebi, pela primeira vez, que os efeitos de ter descido quarenta andares de escada começavam a fazer estragos nas minhas pernas. Elas doíam muito, como se fossem dores musculares de quem está sem fazer exercício há muito tempo. Entrei no quarto, tomei um banho demorado, deixando a água quente cair forte nas duas pernas. Relaxado, deitei. Não demorou muito e já estava dormindo. Foi um sono profundo, em cama macia e confortável.

turismo

terça-feira, 15 de novembro de 2011

GASTRONOMIA NA CIDADE DO MÉXICO - HARD ROCK CAFÉ


HARD ROCK CAFÉ

Endereço: Campos Eliseos 290 - Col. Polanco.

Especialidade: culinária americana.

Ambiente: como toda unidade da rede, tem vários ambientes espalhados em dois pisos de uma casa, com direito a bar, espaço para pequenos shows, loja de souvenires. A decoração é a de sempre, ou seja, paredes lotadas de memorabilia referente ao mundo do rock. Destaque para uma camisa usada por Prince e duas motos Harley Davidson decorando o salão principal, uma no bar e outra no pé da escada que dá acesso ao segundo piso.





Serviço: péssimo. Demoraram a nos atender, embora muito vazio o restaurante. Faltava o essencial na mesa: guardanapos. Por se tratar de uma rede onde o hamburger é o carro chefe, faltava também nas mesas os sempre presentes molhos de mostarda e ketchup.

Quando fui: almoço do dia 30 de outubro de 2011, domingo.

O que bebi: apenas Coca-Cola Zero

O que comi: o tradicional do menu, o Legendary 10 Oz. Burger. Trata-se de um sanduíche de hamburger com bacon tostado, queijo cheddar, uma rodela de cebola empanada frita, tomate, alface e picles. Acompanhou o sanduba uma porção de batatas fritas. O sanduíche, sendo clássico, não tem erro, pois ele figura no cardápio do Hard Rock Café no mundo inteiro. No entanto, as batatas fritas estavam totalmente sem sabor, embora com uma excelente aparência.

Valor da conta: M 660 (U$ 50,70 - R$ 91,00) para duas pessoas.

Observação: Há wi-fi liberado, sem necessidade de senha.

Minha avaliação: +

Gastronomia Cidade do México (México)

sábado, 23 de abril de 2011

DE VOLTA PARA BOGOTÁ - HARD ROCK CAFÉ

Sexta-feira, feriado, eu e Ric deixamos o Sofitel Cartagena Santa Clara. Fizemos check out às 11 horas. Um carro já nos aguardava para nos levar ao Aeroporto Internacional Rafael Nuñes (40.000 COP o trajeto, valor lançado na conta do hotel). Em menos de quinze minutos já estávamos na fila do check in da Avianca. Voo AV 9759 com destino à Bogotá marcado para 12:15 horas. Aeroporto vazio, afinal, estávamos no meio de um feriado prolongado. A sala de espera tem bancos de madeira, bem diferentes do que estamos acostumados a ver. A Avianca chama para uma espécie de pré-embarque, onde todos tem que apresentar os respectivos cartões de embarque. Ao meio dia embarcamos. Não há pontes de embarque, mas há um corredor com muita madeira e plantas que nos leva até a pista, próximo à escada para entrar no avião. Dois funcionários da Avianca controlam o acesso dos passageiros, indicando se devem entrar pela porta dianteira ou pela porta traseira. Assim, rapidamente o embarque se completou. O avião, para minha surpresa, estava bem cheio. Muitos brasileiros que fariam uma escala em Bogotá e seguiriam viagem para San Andrés. O voo saiu no horário, chegando uma hora depois no Terminal 2 do Aeroporto El Dorado em Bogotá. Este terminal é destinado aos voos nacionais. Aguardamos as malas na esteira. Ao sair, fui chamado pelo meu nome. Era o mesmo motorista que nos pegou quando chegamos no dia 16 de abril em Bogotá. O clima estava agradável, com um tímido sol querendo aparecer. Trânsito muito tranquilo, pois era feriado. Chegamos em meia hora ao hotel. O valor do transporte (91.000 COP) será lançado em minha conta. No check in do Sofitel Bogotá Victoria Regia (Carrera 13, # 85-80) tudo já estava pronto. Foi necessário apenas apresentar um cartão de crédito para garantia e assinar a ficha que estava preenchida com meus dados. Por ter o cartão A-Club Platinum da Rede Accor, recebi um up grade de apartamento. Ficamos no sexto andar. O mensageiro que levou nossas malas disse que chovera bastante na parte da manhã, esfriando muito e que a previsão era de mais chuva para o final da tarde. Confirmei com o concièrge a reserva que havia solicitado na filial do restaurante peruano Astrid & Gastón para às 21 horas. Apenas deixamos as coisas no quarto, vestimos uma blusa de frio e descemos, pois estávamos com fome. Queria almoçar no Hard Rock Café. Pedi para o concièrge confirmar se estava aberto. Com a resposta positiva, eu e Ric fomos a pé para o restaurante, pois ficava a poucas quadras de distância do hotel. No caminho, notamos que o movimento era fraco nos restaurantes. A maioria deles estava fechado. Chegamos ao Atlantis Shopping, onde fica a unidade do Hard Rock Café Bogotá (Calle 81 # 13-05). O restaurante estava vazio, com poucas mesas ocupadas. Uma hostess nos conduziu a uma mesa. Logo chegou a garçonete que nos atenderia, falando muito rápido. Pedi que falasse mais devagar, pois não havia entendido nada. Ela sorriu e falou lentamente. Pedimos Nachos Hard Rock como entrada. Também fizemos os pedidos dos pratos principais, pois a experiência na Colômbia indicava que há uma demora na chegada dos pedidos à mesa. Mesmo sendo Sexta-Feira da Paixão e sendo de tradição católica, resolvi comer carne. Pedi um medalhão de filé mignon, acompanhado de purê de batatas e vagem. Os nachos demoraram. É um prato grande. Os salgados que ficam por baixo não recebem o molho. Assim, quem gosta deles puros pode puxar os da parte de baixo do prato. Os de cima estavam repletos de feijões pretos mexicanos, queijo derretido, jalapeños fatiados, sour cream e milho. Ainda comíamos a entrada quando nossos pratos chegaram. O aspecto do purê de batatas era feio e o sabor não existia. A vagem estava praticamente crua e sem tempero. Deixei os dois acompanhamentos no prato. Fiquei comendo nachos e o medalhão, separando o bacon. A carne não estava ruim, mas não tinha nada de interessante. Comi para matar a fome. Finalizei com um forte café expresso. Pela conta, pagamos 136.300 COP. Antes de sair, passei na loja do restaurante, como sempre faço, para comprar um pin com a logomarca do local. Sempre tais pins são caros. Este me custou 35.000 COP. Resolvemos dar uma volta para ver a memorabilia do Hard Rock Café Bogotá. Havia um vestido usado por Madonna em uma de suas turnês, um casaco de um dos integrantes da banda Marylin Manson, guitarras da banda Motley Crue, e várias fotos ligados ao mundo do rock, além de instrumentos musicais de bandas que não conheço. Na entrada, o destaque da memorabilia local. Em ambos os lados, objetos e fotos da colombiana Shakira, entre eles uma calça e uma guitarra. Ao sair, fomos dar uma volta no shopping. Pequeno, me lembrou mais uma galeria. A maioria das lojas estava fechada devido ao feriado. Para não dizer que estivemos na Colômbia e não demos uma passada no Juan Valdez Café, uma espécie de Starbucks local, sentamos na unidade que fica no térreo do shopping, bem próximo à entrada do Hard Rock Café Bogotá. Tomei uma água e Ric bebeu um expresso curto, fortíssimo. Sem muito coisa para fazer e, devido ao adiantado da hora, seria impossível visitar museus, decidimos voltar para o hotel. Chovia. De guarda-chuvas e capa, apressamos o passo até o hotel. Ao entrarmos no quarto, uma surpresa. Em um bonito arranjo, cinco macarrons, um cartão de boas vindas da gerente de relação com o hóspede e um cartão com direito a uma bebida no bar do hotel nos aguardava. Os macarrons estavam ótimos. Fiquei navegando na internet até perto de sairmos para o jantar, por volta de 20:40 horas.


Nachos Hard Rock - Hard Rock Café Bogotá


Medalhão de Filé Mignon - Hard Rock Café Bogotá


Guitarra de Shakira - Memorabilia - Hard Rock Café Bogotá


Calça usada por Shakira em um de seus shows - Memorabilia - Hard Rock Café Bogotá

Gastronomia Bogotá (Colômbia)



segunda-feira, 26 de abril de 2010

NEW YORK - DIA 2

Confirmando as previsões metereológicas, o domingo começou com chuva em New York e foi assim durante todo o dia e também a noite. Café da manhã no hotel, em um agradável restaurante com vista para os paineis luminosos da Times Square. Incluído na nossa diária, podemos pedir o que quisermos no cardápio específico para a primeira refeição da manhã. Foi quase um almoço! Depois, hora de bater perna pelas ruas novaiorquinas.  A melhor opção para dias chuvosos é visitar museus. Nossa decisão foi ir a dois museus. Optamos pelo metrô. Não sabíamos que o metrô de New York era tão confuso e sem sinalização. Para quem acha que tudo funciona bem nos Estados Unidos, ledo engano. Ao lado de nosso hotel há uma estação. Descemos as escadas. A bilheteria não estava aberta e as três máquinas de venda de bilhetes estavam quebradas. Outros turistas desceram e tiveram a mesma decepção. Olhamos o mapa e decidimos andar um pouco e pegar um metrô que fosse direto para os museus escolhidos, sem necessidade de baldeação. Andamos umas cinco quadras e entramos em outra estação. Um bilheteiro falava ao telefone e dele não largou quando quatro turistas franceses pediram informações, mandando-os comprar o que queriam nas máquinas ao lado da bilheteria. Na nossa vez, num visível mau humor, nos vendeu dois bilhetes para cada um. Tínhamos que pegar a linha V em uma certa direção, mas não há placas indicando as direções, como existem nos metrôs de São Paulo, Lisboa, Madri ou Paris. Ficamos perdidos, assim como vários turistas com mapas na mão. Pegamos o primeiro trem que chegou, descemos em outra estação onde tínhamos que pegar a linha F. No entanto, o que passou no local foi a linha E, cujo mapa da estação não apontava. Pegamos tal linha e descemos na estação indicada para nova baldeação, mas descobrimos que para fazer a tal conexão era necessário sair da estação, andar algumas quadras na rua, debaixo de chuva e pegar nova linha. Conclusão, o metrô é uma verdadeira esfinge, que demoramos mais de uma hora para decifrar e chegarmos perto do Central Park. Para piorar, a estação que tínhamos que descer estava fechada. Sem contar que as estações e seus acessos são imundos.Descemos na próxima estação e fomos para o Solomon R. Guggenheim Museum (1071, Fifth Avenue). Entramos na fila, mas descobrimos que com o cartão Explorer Pass, incluído em nossa diária do hotel, tínhamos o direito de não enfrentar a fila. Entramos direto, gastamos nosso passe livre (temos três ao todo), pegamos o áudio-guia e fomos conhecer o museu. Muito cheio. É interessante ver as pessoas do último andar subindo e descendo as rampas, num ritmo que parece um filme. O mais interessante do museu é sua arquitetura.O acervo exposto nas rampas não me empolgou, muita foto e vídeo instalações de artistas contemporâneos, que sempre considero uma chatice, com raras exceções. Havia uma foto feita por Rosângela Rennó, mineira de Belo Horizonte. Nas salas de exposição fora das rampas estavam as obras mais valiosas e de maior interesse, especialmente dos pintores franceses ou de artistas que escolheram a França para viver, tais como Picasso, Leger, Braque, Lam, Monet, Guaguin, entre muitos outros. Não a toa era a parte do museu mais cheia de gente. Gastamos uma hora no local, quando saímos e atravessamos o Central Park, onde, apesar da chuva e da lama, muita gente corria. Muitos filmes que foram rodados no parque vieram a minha cabeça. Do lado de lá do parque, fomos até o Dakota Building, prédio de luxo em cuja porta John Lennon foi assassinado. Hora de parar em algum local para almoçar. Andando a esmo, chegamos ao Sambuca (20 W 72nd Street), restaurante de comida italiana. Pedimos dois pratos (espaguete a carbonara e lasanha a bolonhesa) tamanho família. Deu e sobrou. Voltamos para nossa caminhada, em direção ao hotel. Chegamos na Colombus Circus, uma praça grande, com um portal do Central Park, um monumento a Cristóvão Colombo ao centro e um shopping, The Shops, onde entramos para conhecer. Havia duas estátuas de Botero em tamanho gigante, uma homem e uma mulher gordos e nus. Ganhamos chocolates com caramelo ao entrarmos na Godiva e paramos em uma loja de roupas, onde Ric e Ewerton fizeram compras. Na rua novamente, fomos margeando o Central Park até a 5th Avenue, onde está o chiquérrimo hotel The Plaza e a loja da Apple que funciona 24 horas. Um cubo de vidro de oito metros de altura com o símbolo da maçã mordida se sobressai. A loja fica no subsolo. Enorme e cheia de gente, com vendedores falando várias línguas, incluindo o português. Saímos com um iPod Nano. Voltamos para o hotel, muito cansados, com frio e debaixo de chuva fina. No hotel, comprei sete dias de acesso à internet por U$ 50 e atualizei este blog. Já tarde da noite e debaixo de uma pesada chuva, somente eu e Ric fomos jantar. Como chovia muito, optamos por algo mais próximo. Hard Rock Café New York (1501 Broadway) foi o restaurante escolhido. Pedimos um jumbo combo para dividir. Muita comida. Tiramos várias fotos. Havia roupas de Madonna, Freddy Mercury, Elton John, Jimi Hendrix, The Beatles, Elvis Presley. Nos displays, cenas ao vivo de vários restaurantes da rede espalhados pelo mundo, incluindo o do Rio de Janeiro. Voltamos ao hotel debaixo de um toró. Hora de descansar.