Ainda no sábado, após almoço no El Paso Texas, fomos para o ParkShopping, onde está a exposição "Dinossauros da Patagônia", montada na Praça Central, no piso térreo, com entrada gratuita. A exposição tem peças do Museu Paleontológico Egídio Feruglio (Mef), localizado na região da Patagônia, Argentina, onde se tem um dos maiores parques arqueológicos da América do Sul. São esqueletos de dinossauros de diversos tamanhos, com descrição em displays de seus possíveis hábitos. Também há bonecos de plástico que dão a ideia de como o esqueleto do dinossauro exposto era em sua forma viva. Exposição pequena, rápida de se ver, com grande fluxo de famílias. As crianças adoram. Os adultos também. Não foi diferente com o sobrinho de Ric, que corria de um lado para o outro, vendo os esqueletos, vendo os bonecos e querendo se fotografar perto de cada um deles. Como estava no shopping, para não perder o hábito, passei na Fnac e comprei algumas revistas e filmes em blu-ray. Já iniciava a noite. Era hora de voltarmos para casa.
Um pouco de tudo do que curto: cinema, tv, teatro, artes plásticas, enogastronomia, música, literatura, turismo.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 20 de março de 2011
FÉRIAS - DIA 23 - DOMINGO - 20/03/2011 - ÚLTIMO DIA NA EUROPA
Domingo lindo em Lisboa. Café da manhã fantástico do Sofitel Lisboa. Resolvemos pegar um metrô, a linha vermelha, também chamada Oriente, para ir até ao Shopping Vasco da Gama. Diferente de Milão, Bruxelas e Paris, o metrô da capital portuguesa é muito limpo, com amplas estações, todas elas bem iluminadas. O shopping estava lotado. Havia muita gente que participou da 21ª Meia Maratona de Lisboa na manhã deste domingo e estava a passear pelo centro de compras. Tive a impressão de que o Vasco da Gama foi ampliado desde a última vez que lá estive. Antes não tinha loja da Fnac e agora tem, onde acabei comprando três dvds. Paramos em uma loja de velas, atraídos pela vitrine. Acabamos comprando algumas peças. Para tirar a má impressão do jantar da noite de sábado, fomos almoçar no restaurante de comida típica portuguesa Serra da Estrela, localizado no segundo piso do shopping. Preferimos ficar em uma mesa interna. Serviço eficiente. Mal sentamos e nossa mesa estava cheia de acepipes portugueses, como queijo Estrela, presunto serrano, pães feitos na casa, entre outras delícias. Ric pediu um bacalhau de natas, enquanto eu fiquei com um arroz de pato. Os pratos vem quentes, muito bem servidos. Nem eu nem Ric conseguimos comer tudo. Não houve espaço para a sobremesa, embora a vitrine de doces portugueses estava tentadora, todos em tamanho GG. Voltamos para o hotel. Já se aproximava do meio da tarde e tínhamos que arrumar as malas, com a preocupação de nenhuma delas pesar mais do que 32 quilos, embora viajando em classe executiva, tenho o direito de despachar dois voulmes de até 32 quilos cada um, além de dois volumes de mão com o peso unitário de até 10 quilos. Deu tempo até para descansar um pouco. Tinha decidido deixar o hotel por volta de 19:30 horas. Assim, um bom banho às 19 horas foi necessário para deixar o corpo mais relaxado para a longa viagem até Brasília. O check out foi rapidíssimo. Pegamos um táxi para o aeroporto, cuja corrida deu 10 euros. O check in da classe executiva da TAP é separado, em um local de fácil acesso. Estava vazio. Foi tão rápido que nem vimos o peso das malas. Em alguns aeroportos da Europa já há uma passagem pelo raio X destinado aos passageiros viajando em executiva. No aeroporto de Lisboa esta linha se chama Green Way. Enquanto havia fila do outro lado, passamos muito rápido pelo controle de segurança. À direita do raio X está o balcão da alfândega onde quem pegou a documentação para devolução dos impostos, o tax free, ao fazer as compras na Europa, deve carimbar os papeis para retirar o dinheiro do imposto em balcão da Global Blue, localizado próximo à alfândega. Havia uma pequena fila para os carimbos porque os funcionários tinham saído para tomar um café (parece familiar!). Mas quando a funcionária voltou, foi um furacão no atendimento, ficando sem fila em menos de dez minutos. Recebi de volta 92 euros da compra do meu iPhone 4 em Paris. Passamos, então no duty free, onde fizemos compras de perfumes e vinhos. Em seguida, nos dirigimos à nova sala vip da TAP, bem grande, com dois pisos, incluindo duchas. Serviço de buffet muito bom, com algumas das especialidades da culinária portuguesa. Estou em um dos vários computadores da sala, atualizando este blog enquanto aguardo o embarque. A decolagem está prevista para 23:30 horas, com chegada em Brasília às 06:10 horas da manhã de segunda-feira, meu último dia de férias, que será destinado ao descanso do corpo para voltar ao batente na terça-feira.
terça-feira, 15 de março de 2011
FÉRIAS - DIA 18 - TERÇA-FEIRA - 15/03/2011 - PARIS
Amanheci com muita preguiça, com vontade de ficar na cama, mas tinha que tomar o café da manhã, acabar de arrumar o pouco que faltava da mala, fazer o check out no hotel, pois tínhamos horário marcado para sair de Bruxelas em direção à Paris. O check out foi rápido. Pegamos um táxi na porta do hotel e, em dez minutos, chegamos à Gare du Midi. A corrida ficou em 10 euros, incluindo o suplemento pelo transporte de duas malas. Esperamos em torno de uma hora para embarcar no trem Thalys 9326. Bilhetes de classe Confort 1 (primeira classe), carro 2, assentos 12 e 13. Enquanto subíamos a esteira rolante, vários policiais subiram correndo a esteira que descia. Alguém tinha sido roubado na plataforma e pegaram o ladrão. Entramos no trem. Uma funcionária da companhia, vendo o tamanho da minha bagagem, disse que teria que colocá-la no lugar para grandes malas, ao fundo do vagão. A de Ric coube no compartimento acima de nossos assentos. Coloquei a mala no local indicado. Enquanto o trem esteve parado na estação, com as portas abertas, uma gravação sobre a necessidade de ficar de olho nas malas não parava de ser anunciada pelos auto-falantes do comboio. No horário exato, às 12:13 horas, o trem partiu. Logo na saída, um funcionário passou perguntando quem precisava de um voucher para pegar um táxi em Paris. Pedi um formulário para preencher, que deve ser devolvido com pelo menos uma hora antes da chegada à Gare du Nord. Não é gratuito, pois há um valor entre 11 e 15 euros que se acrescenta ao valor da corrida, mas vale a pena, evitando-se ficar nas enormes filas de táxi que se formam na saída da estação em Paris. Preenchi o formulário e o devolvi ao atendente da empresas Thalys. Na primeira classe, o acesso à internet é gratuito, mediante a inscrição no site da empresa. Fiz esta inscrição rapidamente e comecei a navegar, mas o balanço do trem, a velocidade e o tamanho minúsculo da letra em meu computador me fizeram desistir rapidamente de ficar na internet. Devido à hora, foi servido um almoço com duas opções frias de refeição: salmão defumado e vegetariana. Fiquei com a segunda delas. A viagem dura apenas uma hora e vinte e dois minutos. Funcionários da alfândega belga passaram pelo vagão, mas não questionaram ninguém que ali estava. Chegamos em Paris, na estação Gare du Nord, no horário correto, às 13:35 horas. Ao final da plataforma de desembarque, fica o funcionário da empresa que recebe o voucher do táxi e indica quem é o motorista que nos levará. Um senhor com cara de poucos amigos foi o nosso motorista. O táxi fica estacionado no subsolo da estação, em local exclusivo para os caros reservados. O clima em Paris está mais firme, com sol e pouco frio. Nem precisou usar os dois casacos que tenho usado desde o início da viagem. A corrida ficou em 24,90 euros, já incluído o suplemento da reserva, no caso 11 euros (o valor depende da distância a ser percorrida), além do suplemento pelas duas malas, 1 euro para cada uma. Como o motorista tinha cara amarrada e não ajudou a retirar a mala de seu carro, fiz questão do troco integral, pois paguei com uma nota de 50 euros. No hotel Sofitel Paris Arc de Triomphe (14, Rue Beaujon), o check in foi muito cortês. A atendente começou a falar em inglês, mas como eu respondi em francês, ela passou a falar em sua língua natal. O concierge do hotel que estava de plantão no momento de nossa chegada era português. Assim, enquanto eu acabava os procedimentos do check in, Ric pediu ao concierge a confirmação de uma reserva que temos desde o Brasil no restaurante Spoon, o empreendimento moderno do renomado chef Alain Ducasse. Reserva confirmada para a noite desta terça-feira, às 20:30 horas. Recebi um up grade de quarto, tendo em vista que estou na mais alta categoria do cartão fidelidade da Accor. Tenho o cartão Platinum do A-Club. Deram-nos uma suite junior, recentemente remodelada, segundo informou a recepcionista. A decoração é moderna, com iluminação colorida, dando um aspecto de paz quando apenas as luzes azuis ficam acesas. Também há uma banheira no meio do quarto, um amplo banheiro com sauna interna, cuja temperatura é regulada pelo próprio hóspede. Acesso à internet gratuito. Água, café Nespresso e chá à vontade. O senão fica por conta do vaso sanitário que, seguindo a tradição francesa, está localizado em um cubículo à parte. As luzes de leitura na cabeceira da cama se ascendem com um leve toque em sua base. Como diria meu amigo, um luxo e sofisticação. Amo muito tudo isto! Já que estamos em algo tão chique, porque não começar nossa programação em Paris com uma caminhada sem rumo definido na Avenue des Champs-Elysées, a poucos metros de distância do hotel. Com um sol gostoso, espantando o frio, muitas pessoas lotavam as esplanadas dos cafés localizados nos dois lados desta famosa avenida. Entramos na Fnac, na Sephora, na Louis Vuitton e na Nespresso. Ao passar em frente à Ladurée (75, Avenue des Champs-Elysées), paramos para um café. No meu caso, não podia deixar de experimentar um dos famosos macarons desta casa fundada em 1862. Experimentei o sabor café. Sublime! Voltamos para o hotel, onde recebemos um mimo de boa noite, um mini urso de pelúcia.
Às 20:30 horas, conforme reserva, chegamos ao Spoon (12, Rue Marignan). Fomos a pé, gastando pouco mais do que quinze minutos desde o nosso hotel. Fomos acomodados em uma mesa na lateral. Na verdade, eles só ocuparam as mesas centrais depois que todas as laterais já estavam ocupadas. O restaurante fica em um hotel, cujo nome é o mesmo da rua, e pertence ao chef Alain Ducasse, que nele pratica uma cozinha simples, saudável e natural. É verdade. Todas as opções são, a princípio, muito simples, mas feitas com um toque tão diferente que os pratos são únicos. Um garçom francês que falava português nos atendeu (parece que há uma preocupação crescente das lojas, hoteis e restaurantes de Paris em ter algum funcionário que fale português). Como boas vindas, um conjunto de oito pastas com sabores e texturas de ervas, raízes e vegetais, acompanhados de mini mini panquecas. Pedi um creme de tofu com um peixe cortado bem fino que parecia se mexer no prato (era apenas a interação do peixe seco com o molho fazendo a sua hidratação) e cogumelos frescos levemente grelhados. Em seguida, veio o meu prato principal em uma panela de cerâmica. Um cozido de vegetais e frutas que estava maravilhoso. Estavam cortados em finíssimas lâminas e ao serem cozinhados juntos, não se identificava facilmente o que era o que. A doçura das frutas se misturou ao sabor dos vegetais acrescentados das ervas. Antes da sobremesa, um chá digestivo com limão e gengibre foi servido. Claro que pedi uma sobremesa, seguindo a sugestão do garçom, um cheesecake com calda de geleia de laranja. Superbe! Iniciamos bem a temporada parisiense.
Às 20:30 horas, conforme reserva, chegamos ao Spoon (12, Rue Marignan). Fomos a pé, gastando pouco mais do que quinze minutos desde o nosso hotel. Fomos acomodados em uma mesa na lateral. Na verdade, eles só ocuparam as mesas centrais depois que todas as laterais já estavam ocupadas. O restaurante fica em um hotel, cujo nome é o mesmo da rua, e pertence ao chef Alain Ducasse, que nele pratica uma cozinha simples, saudável e natural. É verdade. Todas as opções são, a princípio, muito simples, mas feitas com um toque tão diferente que os pratos são únicos. Um garçom francês que falava português nos atendeu (parece que há uma preocupação crescente das lojas, hoteis e restaurantes de Paris em ter algum funcionário que fale português). Como boas vindas, um conjunto de oito pastas com sabores e texturas de ervas, raízes e vegetais, acompanhados de mini mini panquecas. Pedi um creme de tofu com um peixe cortado bem fino que parecia se mexer no prato (era apenas a interação do peixe seco com o molho fazendo a sua hidratação) e cogumelos frescos levemente grelhados. Em seguida, veio o meu prato principal em uma panela de cerâmica. Um cozido de vegetais e frutas que estava maravilhoso. Estavam cortados em finíssimas lâminas e ao serem cozinhados juntos, não se identificava facilmente o que era o que. A doçura das frutas se misturou ao sabor dos vegetais acrescentados das ervas. Antes da sobremesa, um chá digestivo com limão e gengibre foi servido. Claro que pedi uma sobremesa, seguindo a sugestão do garçom, um cheesecake com calda de geleia de laranja. Superbe! Iniciamos bem a temporada parisiense.
domingo, 25 de julho de 2010
VOLTO A TER AGENDA CULTURAL CHEIA
Depois de algum tempo com rotina de trabalho-casa-trabalho, assistindo muita televisão (Passione) e filmes em dvd, aproveitei o sábado para conferir a agenda cultural de Brasília para os próximos dias. Consultei jornal, revista, folhetos recebidos pelo correio e internet, decidindo o que ver. Antes de escolher o restaurante para o almoço de sábado, passei, sempre na companhia de Ric, na bilheteria do Teatro Nacional para comprar entradas para as peças teatrais "Ensina-Me A Viver" e "Gorda". Em ambas, terei a companhia de Ric. Paguei meia entrada por ter o cupom Sempre Você do Correio Braziliense (assinantes). Depois de compradas estas entradas, fomos para o ParkShopping, pois precisava comprar presentes de aniversário para quatro pessoas, sendo que duas delas devo o presente, uma vez que fizeram anos alguns dias atrás. Almoçamos na Forneria Baco, no próprio shopping, aproveitando o festival de camarão, em cartaz aos sábados no local, pagando R$ 45,00 pelo buffet. Há uma grande variedade de pratos frios e quentes, além de pratos com camarão servidos à mesa. Aproveitei que estava por lá para verificar novos filmes em dvd na Fnac. Havia uma promoção de filmes já no mercado há algum tempo. Demorei um pouco para ver e escolher quais filmes levar para casa. Comprei 6 filmes por R$ 80,00. No caixa, registraram o preço unitário, cobrando R$ 120,00. Reclamei. Chamaram a gerente, pois sabiam do desconto, mas o sistema não permitia que ele fosse concedido. Calculadoras nas mãos, valor total da compra, dedução do desconto verdadeiro e paguei a conta certa pelos seis filmes. Ainda no shopping, comprei um aromatizador de ambientes, destes com palitos de madeira como difusor, na Tânia Bulhões Perfumes. Do ParkShopping uma pequena viagem até o CCBB, onde comprei entradas para a peça "Tempo de Comédia". O calor estava forte. Pausa para água, café, sobremesa e sorvete no Bistrô Bom Demais. Continuando o périplo de compras para eventos culturais, fomos para o Teatro Oi Brasília. Lá, comprei entradas, só para mim, para dois dias do festival I Love Jazz. No primeiro show, Elza Soares e Nivaldo Ornelas são uma das atrações da noite. Para estes shows, paguei meia entrada, também utilizando o cupom Sempre Você. Cansados, voltamos para casa, onde atualizei minha agenda com estes eventos, além de assinalar outros espetáculos cujas entradas ainda não estão à venda, como a mistura de balé, teatro, música e circo Antigravity, e a peça "Confissões de Mulheres de 30". Isto tudo sem falar na programação do Cena Contemporânea, que se inicia na última semana de agosto. Esta intensa programação começa nesta próxima terça-feira, 27 de julho, quando haverá mais uma sessão do Teste de Audiência do cinema brasileiro no Teatro da Caixa Cultural. Para completar o sábado intenso, fomos jantar para comemorar o aniversário de Cris no restaurante Dom Francisco da Asa Sul. Serviço eficiente, bons vinhos tintos, ótima companhia, delicioso galeto na brasa. Feliz aniversário Cristovão, já que hoje, 25 de julho, é o dia correto de seu nascimento.
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domingo, 1 de novembro de 2009
DIA DAS BRUXAS
Sábado, meu aniversário. Completo 46 anos. Amigos de São Luís, Maranhão estão hospedados em minha casa. Na noite anterior, quando chegaram, fomos ao Beirute (SCLS 109, Bloco A, lojas 2 a 4 - Asa Sul), tradicional bar de Brasília. Um dos amigos dividiu um apartamento comigo nos idos de 1996, aqui em Brasília e estava com vontade de voltar ao Beiras (como é chamado pelos frequentadores habituais) para relembrar as noites de sextas-feiras no bar. Foi ótimo. Cheio como sempre, o Beirute consegue reunir todas as tribos em uma harmonia sensacional.Voltemos ao sábado!
Acordei super disposto no dia de meu aniversário. Montamos uma fantástica mesa de café da manhã para recepcionar os hóspedes. Depois, hora de ir conhecer a ala nova do ParkShopping, inaugurada alguns dias antes. Colocamos o carro no novo estacionamento coberto (agora todo o estacionamento é pago). Enorme e distante da entrada para o centro de compras, há um transporte que leva os clientes do estacionamento a uma das entradas da parte superior. Pegamos o transporte. Passeamos bastante, pois meu amigo não conhecia as duas expansões anteriores. Quando entramos na ala nova, uma queda de energia. Lojas às escuras, mas apenas nesta nova parte do shopping.
Decidimos almoçar no Dom Francisco, localizado na praça de alimentação, mas com espaço próprio. Fila de espera para sentar. Enquanto aguardávamos, um espumante italiano é oferecido. Cortesia da casa. A senhora que espera ao meu lado conversa comigo. Sua filha está aniversariando e estavam ali para comemorar. A espera foi rápida e logo nós fomos acomodados em uma mesa na varanda. A chuva desaba do lado de fora. Em outra mesa tem gente comemorando aniversário, pois o indefectível parabéns para você é ouvido. Resolvo ir ao buffet. Destaco o crepe de palmito e a costela assada. Depois de mais de hora no restaurante, fomos às compras. Como comprei na Fnac e sou associado, ganhei um cupom de estacionamento grátis para as primeiras quatro horas. Ficamos quatro horas, assim não pagamos o estacionamento. Voltamos para casa. Descansamos um pouco. Abrimos uma Moet & Chandon e brindamos ao meu aniversário. Hora de sair de novo. Desta feita para o jantar de comemoração de meu aniversário e de Emi.
Mesa para oito pessoas no Alice (SHIS QI 17, Bloco F, loja 201, Fashion Park, Lago Sul). Jantar como eu gosto. Restaurante bacana, companhias agradáveis e excelente comida. Espumante para brindar os dois aniversariantes. Couvert com pães de nozes e passas feitos na casa. Deliciosos, com ou sem manteiga. Escolhi uma das sugestões do chef, ou seja, um risoto com canela e cordeiro. Sabor marcante, bem feito. Para acompanhar, vinhos tintos franceses. Como sobremesa, os dois que completavam anos ganharam um quindim com coulis de morango. Adoro quindim, mas não gostei da combinação com o morango. Separei a calda e comi o doce. Sozinho, estava divino. Completei com um café descafeinado. Resolvemos continuar as comemorações na minha casa. Dois se despedem. Os demais seguem para meu apartamento. No caminho, um sono repentino. Efeitos do remédio que tomei no final da tarde para as dores lombares. Em casa, abrimos um Seña 2005. Não consigo beber. O sono bate forte. Quando acaba a garrafa, os amigos vão embora. Deito e durmo rapidinho.
Decidimos almoçar no Dom Francisco, localizado na praça de alimentação, mas com espaço próprio. Fila de espera para sentar. Enquanto aguardávamos, um espumante italiano é oferecido. Cortesia da casa. A senhora que espera ao meu lado conversa comigo. Sua filha está aniversariando e estavam ali para comemorar. A espera foi rápida e logo nós fomos acomodados em uma mesa na varanda. A chuva desaba do lado de fora. Em outra mesa tem gente comemorando aniversário, pois o indefectível parabéns para você é ouvido. Resolvo ir ao buffet. Destaco o crepe de palmito e a costela assada. Depois de mais de hora no restaurante, fomos às compras. Como comprei na Fnac e sou associado, ganhei um cupom de estacionamento grátis para as primeiras quatro horas. Ficamos quatro horas, assim não pagamos o estacionamento. Voltamos para casa. Descansamos um pouco. Abrimos uma Moet & Chandon e brindamos ao meu aniversário. Hora de sair de novo. Desta feita para o jantar de comemoração de meu aniversário e de Emi.
Mesa para oito pessoas no Alice (SHIS QI 17, Bloco F, loja 201, Fashion Park, Lago Sul). Jantar como eu gosto. Restaurante bacana, companhias agradáveis e excelente comida. Espumante para brindar os dois aniversariantes. Couvert com pães de nozes e passas feitos na casa. Deliciosos, com ou sem manteiga. Escolhi uma das sugestões do chef, ou seja, um risoto com canela e cordeiro. Sabor marcante, bem feito. Para acompanhar, vinhos tintos franceses. Como sobremesa, os dois que completavam anos ganharam um quindim com coulis de morango. Adoro quindim, mas não gostei da combinação com o morango. Separei a calda e comi o doce. Sozinho, estava divino. Completei com um café descafeinado. Resolvemos continuar as comemorações na minha casa. Dois se despedem. Os demais seguem para meu apartamento. No caminho, um sono repentino. Efeitos do remédio que tomei no final da tarde para as dores lombares. Em casa, abrimos um Seña 2005. Não consigo beber. O sono bate forte. Quando acaba a garrafa, os amigos vão embora. Deito e durmo rapidinho.quinta-feira, 20 de agosto de 2009
DIETA - DE NOVO!
Resolvi, pela enésima vez, começar uma dieta. Pesei hoje só pensando na barreira que ultrapassei na última segunda-feira. A barreira dos cem quilos. Peso de hoje, início da dieta: 99,1 kg. Seguirei a dieta dos pontos que já utilizei anteriormente e surtiu efeitos. O caminho será longo, pois pretendo emagrecer 25 quilos. Provas de fogo e resistência virão em breve, pois na próxima semana vou para Tiradentes, Minas Gerais, para participar do festival gastronômico da cidade. Festins, almoços e jantares já reservados e pagos.
No café da manhã comi apenas duas torradas integrais com uma fina camada de geleia de laranja ligth. Para beber, apenas café Nespresso descafeinado. Já perto do meio dia, comi metade de um mamão papaia.

Para almoçar, eu e Marcelo fomos ao Café Cassis (ParkShopping, Entrada C1, Guará). Há um menu especial de pratos indianos. Escolhi o peixe assado com molho agridoce de tomate (um pouco picante, logo deixei de lado e comi só o peixe), acompanhado de pão paratha, chutney de frutas, farofa amarela e arroz branco. O peixe, tirando o molho, estava bem temperado e saboroso. Não comi a farofa e apenas provei o chutney. Ao final, um café descafeinado da Nespresso, uma raridade nos restaurantes da cidade. Pedi a nota fiscal com meu cpf, participando do programa Nota Legal do governo distrital para ter descontos no IPVA de 2010.
Já que estávamos no shopping, porque não exercer o prazeroso ato de comprar. Entramos na Fnac e comprei o novo disco da Céu (Vagarosa) e alguns filmes nacionais. Também passamos na Calvin Klein e compramos, eu e Marcelo, algumas peças.
No trabalho, muitas negociações em torno do orçamento deste ano e elaboração urgente de planilhas para entregar no início da noite. Saí do trabalho já mais de 20 horas.
Em casa, organizei as notas e cupons fiscais com meu cpf e fiz um lanche, comendo um pão francês com uma fatia de mussarela, com mais uma xícara de café descafeinado.
E termino a noite acompanhando o jogo do meu time no Brasileirão 2009, o glorioso Clube Atlético Mineiro.
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