Mais uma vez o algoritmo do Instagram me ajudou, pois apareceu para mim uma postagem patrocinada sobre o musical A Cor Púrpura que faria três apresentações em Belo Horizonte no Grande Teatro do Sesc Palladium. Assim que vi o anúncio, acessei o site da Sympla e comprei duas entradas inteiras, uma para mim e outra para Gastón, o que nos custou R$ 202,00. Sessão das 18:00 horas, dia 24/03/2022, um domingo.
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segunda-feira, 11 de abril de 2022
A COR PÚRPURA - O MUSICAL
Mais uma vez o algoritmo do Instagram me ajudou, pois apareceu para mim uma postagem patrocinada sobre o musical A Cor Púrpura que faria três apresentações em Belo Horizonte no Grande Teatro do Sesc Palladium. Assim que vi o anúncio, acessei o site da Sympla e comprei duas entradas inteiras, uma para mim e outra para Gastón, o que nos custou R$ 202,00. Sessão das 18:00 horas, dia 24/03/2022, um domingo.
sábado, 9 de abril de 2022
LOVE LOVE LOVE - GRUPO 3 DE TEATRO
Quando morava em Brasília, fui ao CCBB para ver uma peça com o Grupo 3 de Teatro. Era Contrações, do dramaturgo inglês Mike Bartlett, com direção de Grace Passô Fiquei impactado com o texto e com a encenação, especialmente de Yara de Novaes e Débora Falabella.
Eis que o algoritmo do Instagram me mostra uma postagem patrocinada sobre uma peça do Grupo 3 de Teatro em Belo Horizonte. Não tive dúvidas em comprar ingresso (inteira: R$ 59,00). Em 18 de março de 2022 estava eu no belo teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube para conferir Love Love Love, mais um texto de Mike Bartlett encenado pelo grupo.
A direção é de Eric Lenate. No elenco estão Débora Falabella, Yara de Novaes, Alexandre Cioletti, Augusto Madeira e Mateus Monteiro.
A trama acompanha três gerações de uma família inglesa, tendo como marco inicial a primeira transmissão ao vivo da televisão para 26 países, em 1967, de uma apresentação dos Beatles cantando a música All You Need is Love. A segunda fase é ambientada nos anos 1990 e a terceira e última etapa ocorre em 2014.
Em cena, conflito de gerações, sonhos de classe média, infidelidade conjugal, relacionamentos com altos e baixos.
Neste espaço temporal - 1967-214, vemos como o decorrer dos anos transforma as pessoas. Enquanto na juventude eram libertários, cheios de ideias, pregando o amor livre, mas quando se tornam pais, agem como os seus próprios pais. Aí me lembro da frase da música de Belchior eternizada na voz de Elis Regina: ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.
Todo o elenco está muito bem. Destaco Débora Falabella, ótima interpretando a jovem Sandra nos anos 1960 e Rose, a filha de Sandra, nos anos 1990 e em 2014; e Yara de Novaes, sempre maravilhosa no palco, desta vez dando vida à Sandra nas duas fases finais da peça.
Na fase final, Sandra convoca a família para exigir uma espécie de reparação à frustração de sua vida e fala que a geração dos pais dela é a grande responsável pela grande frustração de sua geração, pois eles nunca contribuíram em nada para mudar as coisas, se entregando para o consumismo e assistindo inertes aos acontecimentos mundiais.
O texto diverte e nos faz refletir.
Belíssimo espetáculo. Casa cheia, com público majoritariamente idoso.
domingo, 13 de fevereiro de 2022
CABEÇA, UM DOCUMENTÁRIO CÊNICO
Dei uma pausa nos filmes e séries, sempre vistos no aconchego de meu lar, para ir conferir o espetáculo Cabeça, Um Documentário Cênico, que integra a vasta programação do Festival Rock Brasil 40 Anos, em cartaz no CCBB de Belo Horizonte no período de 26 de janeiro a 21 de fevereiro de 2022.
Comprei a entrada antecipadamente na pré-venda para clientes Ourocard, pagando meia entrada, R$ 15,00, pelo aplicativo da Eventim. Eram dois dias de espetáculo, 02 e 03 de fevereiro, quarta e quinta-feira, Teatro I do CCBB BH, às 20:00 horas.
Lembro-me que este espetáculo esteve em cartaz em Brasília em 2017, mas eu já havia me mudado para Belo Horizonte, ficando com vontade de vê-lo. Enfim, pude conferir no dia 02/02/2022.
Seguindo os protocolos de segurança impostos pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte para conter o avanço da variante omicron da Covid 19, era obrigatória a apresentação de certificado de vacinação completo antes de fazerem a leitura do ingresso. Também por causa da Covid, o teatro abriu as portas meia hora antes do início do espetáculo. Eu cheguei cedo, aproveitando para conferir a bela exposição sobre Nise da Silveira - Nise, a revolução pelo afeto - no térreo do centro cultural. Às 19:30 horas apresentei meu certificado de vacinação com três doses, meu ingresso, entrando em seguida, acomodando-me no assento previamente escolhido no momento da compra.
Ao soar o terceiro sinal, a plateia era bem pequena. A ocupação nem chegava a 1/3 da capacidade do teatro. Todos os presentes usavam máscaras cobrindo boca e nariz. A peça teve início com dez minutos de atraso.
Cabeça, Um Documentário Cênico, escrito e dirigido por Felipe Vidal, que também atua no espetáculo, tem oito atores-cantores no palco, que formam uma banda que apresenta o icônico disco Cabeça Dinossauro, lançado em 1986 pelo grupo Titãs (meu grupo preferido do Rock Brasil). A apresentação, ao vivo, com os músicos também tocando os instrumentos, é potente. Eles executam as músicas do disco na ordem em que está no vinil, Lado A e Lado B. Inclusive, há um intervalo de dez minutos quando termina a execução do Lado A.
Fazendo ligações com as músicas, há uma contextualização com os fatos ocorridos em 1986, com paralelos para os dias atuais, além de depoimentos da vida pessoal de cada um dos oito integrantes do grupo, o coletivo teatral Complexo Duplo, sobre suas vivências em 1986. Também há uso de recursos multimídia, como projeções enquanto há os depoimentos dos atores, e até mesmo cenas de show dos Titãs (o final une a música O Que cantada no palco com um show do grupo paulista, ainda com Arnaldo Antunes no vocal).
Na contextualização político-social, entre outras, há menções ao crescimento das religiões neopentecostais ao longo das trinta décadas que separam o lançamento do vinil Cabeça Dinossauro, em 1986, e o ano de lançamento do espetáculo, em 2016.
E temos direito a um bônus track, Vai Pra Rua, que não entrou no vinil por falta de espaço e foi lançada no CD lançado em 2016 em comemoração aos trinta anos do disco.
Citações pontuais do Rock Brasil dos anos 1980 estão nas falas dos atores, como músicas do Kid Abelha, Barão Vermelho, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, entre outros.
Um ótimo espetáculo. Pena que o público era pequeno.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
PURO BLA BLA! - LOS BLA BLA
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
VE (NE) NUS
Fiquei neste último grupo.
Ao sair, vi as crianças que chamaram o pessoal da trupe teatral de extraterrestres. Meu sorriso desta vez foi mais longo.




