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domingo, 6 de maio de 2012

OS VINGADORES

Para quem segue minhas postagens, já sabe que sou fã de super-heróis. O meu preferido é o Batman, da DC Comics, mas há outros tantos que estão em minha lista de heróis. Não gostava do Homem de Ferro, mas desde que Robert Downey Jr. o encarnou nos cinemas, com toda sagacidade e ironia, rapidamente mudei de opinião. Desde que anunciaram que a Marvel iria juntar seus principais heróis no filme Os Vingadores (The Avengers), segui na internet as notícias sobre a película, além de assistir aos filmes solos dos demais vingadores: Hulk, Capitão América e Thor. No último sábado, perguntei aos meus sobrinhos que me visitavam o que queriam fazer no início da noite. Ambos não pestanejaram. Os Vingadores foi a escolha deles. Ótimo, mas condicionei que não fosse na versão 3D, pois costumo ter dores de cabeça ao final da projeção que utiliza esta tecnologia. Para minha surpresa, eles disseram que também não gostavam do 3D. Fomos ao Kinoplex do Boulevard Shopping para pegar a sessão das 18:10 horas. Chegamos com meia hora de antecedência. A fila em frente à bilheteria estava enorme. Antes de chegar nossa vez, os ingressos se esgotaram, mas, para nossa sorte e dos demais que lá estavam, a gerência resolveu abrir uma sessão no mesmo horário em outra sala, retirando um filme de menor apelo de bilheteria de cartaz (um aviso foi colocado em frente aos caixas informando que o tal filme não passaria na sessão das 18:00 horas por problemas técnicos). Paguei R$ 11,00 por cada ingresso, utilizando meu cartão de crédito Itaú para garantir a minha meia entrada. A sala ficou praticamente lotada. Dirigido por Joss Whedon, Os Vingadores é uma produção da Disney de 2012, que estreou primeiro no Brasil do que em seu país de origem, os Estados Unidos. Um cubo mantido trancado pelo governo americano tem o poder de abrir uma porta no espaço, possibilitando a entrada na Terra de Loki, irmão de Thor, que quer retomar seu poder no reino de Asgard. Nick Fury (Samuel L. Jackson) só vê uma alternativa para conter Loki (Tom Hiddleston), reunir os super heróis, dando forma ao projeto Os Vingadores. Assim, Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo), Thor (Chris Hemsworth), Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) se reúnem para combater o poderoso exército alienígena comando por Loki que invadiu e começou a destruir New York. Com muita perseguição, explosões, carros tombados, tiros, naves espaciais, ets que lembram lagartos (uma alusão ao seriado V?), a história é previsível, mas diverte muito. As melhores cenas são quando os heróis entram em conflito, dando estocadas um no outro, quando Tony Stark garante ótimos momentos, com diálogos repletos de ironia. Neste aspecto, o único que chega ao nível de Stark é Bruce Banner. Gostei também da Viúva Negra, com mais destaque durante o filme do que no Homem de Ferro 2, mostrando que ela pode ter um filme solo também. Outro destaque é Jeremy Renner, que teve que fazer um herói menos conhecido e que no enredo é dominado pelo mal no início, voltando ao grupo de heróis depois de uma luta com a Viúva Negra. Além deste elenco estelar de heróis, Os Vingadores ainda contam com a presença de Gwyneth Paltrow revivendo Pepper Potts, a secretária/namorada de Tony Stark e de Stellan Skarsgard revivendo o cientista Selvig, que aparece no filme solo de Thor. Por falar neste semi-deus, ele é o mais sem graça neste Os Vingadores. Até o Hulk consegue ser brincalhão, justamente com Thor, em uma das cenas finais do filme. Pura diversão.

filme

terça-feira, 23 de agosto de 2011

CAPITÃO AMÉRICA

Depois de ver três filmes de narrativa lenta, nada como dar um choque de adrenalina na mente. Ainda em Belo Horizonte, fui ao Cineart do Shopping Cidade, no qual paguei R$ 6,00 para assistir a uma sessão de Capitão América - O Primeiro Vingador (Capitain America: The First Avenger), produção dos Estados Unidos de 2011. Preferi uma sessão 2D, pois tenho muita dor de cabeça ao final da projeção de películas em 3D. O filme me surpreendeu. O diretor Joe Johnston conseguiu contar a história do Capitão América dando um toque humano na personagem, além do roteiro ter sido muito inteligente ao final, quando arrumou uma forma de transpor o herói dos anos quarenta para os anos dois mil, quando ele integrará o quarteto famoso nos quadrinhos - Os Vingadores, formado pelos heróis Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América, todos eles com "carreiras" solo no cinema. Chris Evans é Steve Rogers. No início, ele é franzino (graças à computação gráfica) com recusas seguidas em sua vontade de se alistar no exército americano, para participar da Segunda Guerra Mundial, lutando contra os nazistas. Ao tentar mais uma vez, ele é observado por um alemão judeu que fugiu para os Estados Unidos, se unindo ao governo para criar um supersoldado. Logicamente, Rogers é o escolhido como a cobaia, se transformando em um forte e musculoso homem, revelando todo o ótimo físico de Chris Evans, que já deu corpo a outro herói na telona, quando fez o Tocha Humana nos dois filmes do Quarteto Fantástico. Em um primeiro momento, o durão Cel Chester Phillips (Tommy Lee Jones), após o assassinato do cientista alemão que levou consigo a fórmula para a criação dos supersoldados, o recusa nas tropas. Rogers se rende, então, a um político, fantasiando-se de Capitão América e percorre o país em shows que enaltecem o poderio americano, convocando os jovens para participar da luta contra os nazistas. Tais shows vão parar nos campos europeus, tendo como plateia os soldados americanos, quando ele é ajudado pela bela Peggy Carter (Hayley Atwell), também do exército americano, pois rola um clima entre eles. Ele parte então para uma luta particular com o vilão Johann Schmidt/Caveira Vermelha (Hugo Weaving). O filme tem ação, tem humor, tem romance e não tem o ritmo frenético das últimas produções com heróis dos quadrinhos. Ao final, um perdido Capitão América se vê na frenética e reluzente Times Square, em plena Nova York nos anos 2000, quando é abordado pelo chefão da S.H.I.E.L.D., Nick Fury (Samuel L. Jackson), o mesmo que já tinha aparecido rapidamente nos filmes Homem de Ferro (o pai de Tony Stark, que viria a ser o Homem de Ferro, é o responsável pela criação do famoso escudo do Capitão América, e é o cientista milionário que ajuda o exército americano nos seus projetos secretos), Hulk e Thor. É a deixa para o filme que está sendo produzido para levar aos cinemas a história de Os Vingadores. Aguardemos pois. Quanto ao filme sobre o Capitão América, gostei muito.






terça-feira, 19 de outubro de 2010

HOMEM DE FERRO 2



Segunda-feira de chuva em Brasília. Foi ótimo para afastar o calor abafado que fez na parte da manhã. Às 18:30 horas, ao voltar para casa, vi um termômetro de rua marcar 18º C. Tinha a ideia de ir ao cinema, mas preferi ficar em casa para assistir o blu-ray de Homem de Ferro 2 (Iron Man 2), de Jon Favreau, produção americana de 2010. No elenco, Robert Downey Jr (Tony Stark/Homem de Ferro), Don Cheadle (Coronel Rhodes/War Machine), Gwyneth Paltrow (Pepper Pots), Sam Rockwell (Hammer, o vilão pensante da vez), Mickey Rourke (Ivan Vanko, o vilão), Scarlett Johansson (Natalie/Natascha/Viúva Negra) e Samuel L. Jackson (Nick Fury). São duas horas de filme com muita ação e uma trilha sonora de puro rock: AC/DC, The Clash, Queen. É bem mais movimentado do que o primeiro, pois aqui, o roteiro não precisou contar a origem do Homem de Ferro. Gostei muito das cenas gravadas na famosa pista de corrida de Mônaco, onde acontecem as disputas da Fórmula 1. Embora sejam totalmente inverossímeis (e deveriam ser, pois o próprio heroi o é), pois quando Ivan Vanko entra na pista durante a corrida, ninguém o detém e nem para a disputa, muito antes pelo contrário, pois ele provoca um acidente e os outros carros continuam acelerados. Pior, um carro comum (nem tão comum assim) entra na contramão para entregar a mala que se transforma em armadura para Tony Stark, o alvo do vilão. Para quem curte história em quadrinhos (HQ), este filme é recheado de referências, além, obviamente do próprio Homem de Ferro: aparece Nick Fury, o chefão da S.H.I.E.L.D., a Viúva Negra, interpretada com uma sensualidade extrema por Johansson, Máquina de Guerra (War Machine), o parceiro do Homem de Ferro, aparece o escudo do Capitão América entre alguns objetos antigos que estavam em uma caixa que a S.H.I.E.L.D. entregou a Tony Stark, já em uma cena perto do final do filme, há uma conversa entre Nick Fury e Tony Stark quando aparece um documento sobre os Vingadores, uma trupe de heróis combatendo o mal (para quem não sabe, o Homem de Ferro lidera esta trupe que é formada, entre outros, por Hulk, Capitão América e Thor) e, ao final dos créditos, há uma cena no Novo México onde o martelo de Thor é encontrado por uma expedição comandada plea S.H.I.E.L.D.. São evidências de que a Marvel está preparando uma série de filmes sobre seus super herois para os próximos anos. Como aprecio muito os filmes deste tipo, gostei deste segundo filme do Homem de Ferro. Ótima diversão.