Depois de reclamar por mais de uma vez, esperando duas horas e meia para ser atendido, um empregado da manutenção do hotel foi até o quarto verificar o vazamento do ar condicionado. Demorou uns vinte minutos, conseguindo parar a goteira. Fomos nos reunir com todos do grupo no quarto ao lado para troca das fotos. Como todos trouxeram seus notebooks, já baixamos as fotos tiradas nas diversas máquinas para cada um de nossos computadores. Ficamos com preguiça de sair para lanchar. Decidimos comer um sanduíche no bar do lobby do hotel mesmo. Enquanto esperávamos o lanche ficar pronto, a conversa girou sobre política e o governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, além de temas que envolviam amizade e ficar pobre. Dois amigos iriam voltar para Belo Horizonte no início da manhã do feriado de Finados. Assim, já nos despedimos quando voltamos para os respectivos quartos. Ao chegar no meu quarto, verificamos que o ar condicionado não refrigerava, apenas ventilava. Ligamos para reclamar novamente. A opção nos oferecida foi a troca de quartos, pois já não havia ninguém da manutenção no hotel (um hotel deste nível deve ter alguém para eventuais problemas durante as 24 horas do dia). Dissemos que seria um transtorno muito grande trocar de quarto, pois nossa saída se daria no final da manhã desta terça-feira. Não queríamos colocar tudo nas malas, levá-las para o novo quarto, para lá se instalar. Disse que um desconto na diária seria mais viável. Em minutos, ligaram novamente dizendo que encontraram uma solução. Nos dariam a chave do quarto ao lado, que estava vazio e com o ar funcionando, para dormir, sem necessidade de levar nossos pertences. Ficamos com as chaves dos dois apartamentos. Não levamos nada, apenas nossos corpos para dormir. O ar funcionava normalmente. Por volta de oito horas da manhã, a porta de nosso quarto se abre. Era a camareira que estava checando os quartos vazios. Levantamos e voltamos para o quarto inicial, onde estavam nossas coisas. A camareira ainda estava no corredor. Ela nos pediu desculpas, dizendo que na sua planilha constava a informação de que o quarto estava livre. Contei o que havia acontecido e ela nos pediu novas desculpas. Disse a ela que o quarto estava liberado a partir daquele momento. Resolveram nosso problema com o ar, mas esqueceram de lançar no sistema que o quarto fora ocupado. Mais uma falha do hotel Park Suites Manaus. Uma sucessão de erros tem ocorrido desde que chegamos. Fica a pergunta: é assim que Manaus recebe os seus turistas, nacionais e estrangeiros? É assim que o Amazonas está se preparando para ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014? Falta muito ainda para chegar em um nível razoável.
Um pouco de tudo do que curto: cinema, tv, teatro, artes plásticas, enogastronomia, música, literatura, turismo.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
CHEGADA EM MANAUS - AMAZONAS
Nosso voo estava marcado para sair de Brasília às 21:45 horas. Fizemos o check in pela internet, dando-nos possibilidade de chegar um pouco mais tarde ao aeroporto. Resolvemos ir de carro e deixá-lo no estacionamento local, pois o custo de quatro noites compensa, uma vez que táxi em Brasília é caro e ruim. Encontramo-nos com os amigos que estão conosco nesta viagem. Todos com apenas bagagens de mão e sentados na mesma fileira. Segundo as telas de informações do aeroporto, o voo da Gol estava no horário. Para minha surpresa, a sala de embarque estava menos cheia do que imaginava, mas a fila para embarcar em nosso voo estava imensa. Usei da prerrogativa de embarque prioritário tendo em vista meu cartão Smiles ser da categoria gold. O avião ficou lotado. O atraso na decolagem levou cinquenta minutos. Estava com fome, mas o serviço de bordo só foi servido após uma hora e quarenta de voo. Batatas fritas e refrigerante. Voo tranquilo, com muita conversa colocada em dia, inclusive sobre o nosso reveillon e a viagem de férias de 2011. O desembarque em Manaus foi rápido. Logo estávamos no saguão do Aeroporto Eduardo Gomes comprando, por R$ 49,00, uma corrida de táxi para o hotel Park Suites Manaus (Avenida Coronel Teixeira, 1.320 A), onde tínhamos uma reserva para o período de 29/10 a 02/11. Precisamos de dois táxis, pois cada um levava, no máximo, quatro pessoas. Éramos seis. Não gosto de vidro escurecido quase 100% nos carros, especialmente em táxi. O carro que pegamos tinha o vidro para lá de escuro, sem quase nenhuma visibilidade. No lado externo, tudo parecia mergulhado nas trevas. A corrida levou uns vinte minutos. No lobby do hotel, check in lento e com problemas, pois localizaram minha reserva apenas para uma pessoa, além de me entregarem uma ficha cadastral previamente preenchida, o que poderia ser útil, se a ficha contivesse meus dados. Eram dados de outra pessoa com o mesmo nome. A recepcionista disse que era só consertar o que estava errado, rabiscando o pré-impresso. Discordei no ato, pois não havia erro em relação aos meus dados pessoais. Eram dados de outra pessoa. Exigi uma ficha em branco para preenchimento no balcão, enquanto ela arrumava minha reserva, nos moldes que estava na confirmação enviada pelo grupo que controla o hotel. Disse que, além do e-mail impresso, eu havia ligado mais cedo para confirmar tudo, obtendo resposta positiva com o setor de reservas do hotel. Feito o check in, malas no quarto, descemos para jantar. Triste ilusão, pois já passava de meia noite. Todos os restaurantes da cidade, incluindo o do hotel, já estavam fechados. Entre o room service e o bar do lobby, preferimos o segundo. Pedimos nosso drink cortesia, recebido no ato do check in, e seis sanduíches. Depois de uma longa espera, quatro enormes sanduíches chegaram à mesa. O garçom entendeu mal, anotando apenas quatro pedidos. Foi melhor o erro, pois os sanduíches beirutes eram enormes, possibilitando a todos saciarem a fome e ainda sobrar. Depois de quase duas horas no lobby do hotel, subimos para os quartos. Era hora de dormir, pois um longo sábado nos aguardava, quando nos encontraríamos com mais dois amigos, completando o grupo de oito pessoas em passeio por Manaus. No quarto, ainda tive um contratempo, pois o vaso sanitário estava entupido, não dando vasão à água. Eu mesmo desentupi, jogando baldes de água, até a vasão ficar normal. Utilizei como balde o próprio cesto de lixo do banheiro. Cansado, foi deitar na cama e dormir.
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