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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

GASTRONOMIA EM VITÓRIA (ES) - CHOCOLATERIA BRASIL



Endereço: Rua João da Silva Abreu, 971, Loja 07, Praia do Canto, Vitória, ES.

Contatos: 27 3322 7783 ou 27 8145 9612 – e-mail: atendimento@chocolateriabrasil.com.br.

Diferencial: o brigadeiro de grana padano.

Especialidade: pâtisserie, com destaque para os brigadeiros, sob o comando da chef Flávia Gama.

Quando fui: chá da tarde do dia 01º de fevereiro de 2013, sexta-feira. Éramos duas pessoas e nos sentamos em uma mesinha no pequeno salão interno. Há mesas na varanda, de frente para a rua.

Serviço: muito bom, com eficiência e conhecimento dos itens do cardápio.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero, somente com gelo no copo, além de um ótimo café espresso da Nespresso.

O que comi: já conhecia os brigadeiros do lugar, pois minha amiga que me acompanhava já tinha me presenteado com uma caixa. Nossa visita à Chocolateria Brasil foi para comprar uma caixinha de brigadeiro no sabor grana padano para presentear uma amiga em comum. Aproveitamos que lá estávamos para também comer um doce. Havia duas belas tortas no balcão, com aspecto excelente. Resolvi experimentar a de doce de leite, como bom mineiro que sou. A torta é integralmente feita na casa, inclusive o doce de leite que compõe seu farto recheio. Simplesmente divina!


torta de doce de leite


Valor total da conta: R$ 94,05.

Minha avaliação: * * * 1/2. Há tanta opção de sabor para o brigadeiro que a dúvida é algo comum em quem frequenta o local. Belas caixas para presentear.

Gastronomia Vitória (ES)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

GASTRONOMIA EM VITÓRIA (ES) - SOETA



Endereço: Rua Desembargador Sampaio, 332, Praia do Canto, Vitória, ES. (www.soeta.com.br)

Contatos: 27 3026 4433 ou 27 8875 1388.

Diferencial: o menu degustação, com 27 passos. É uma orgia gastronômica que deve ser experimentada com tempo.

Especialidade: culinária contemporânea, dando destaque a alguns produtos genuinamente brasileiros, mas não se esquecendo de alguns clássicos da culinária internacional. Está sob o comando dos chefs Bárbara Verzola e Pablo Pavon.

Quando fui: jantar do dia 31 de janeiro de 2013, quinta-feira. Éramos cinco pessoas. Ficamos em mesa para seis em um ambiente fechado, como se fosse a varanda da casa onde está instalado.

Serviço: muito bom, com eficiência e presteza. Conjunto de louça bem diferente para cada prato, bonito e funcional. O ponto negativo fica por conta das taças em que servem espumantes e vinhos. Pelo nível do restaurante, estas taças deveriam ser de cristal.

O que bebi: água mineral com gás Pedra Azul Premium que acompanhou uma garrafa de espumante Chandon do Brasil (R$ 69,00) e o uma garrafa do vinho tinto Crasto Etiqueta Negra 2009 (R$ 84,00), produzido na região do Douro, em Portugal. O espumante fez um belo papel na harmonização com os primeiros pratos da degustação, a maioria deles elaborado com peixes ou frutos do mar. O vinho é muito bom, elegante, encorpado, com presença, pedindo uma harmonização com comida, o que casou com os pratos finais da degustação, antes das sobremesas.



O que comi: para servir o menu degustação (R$ 158,00), todos os integrantes da mesa devem pedi-lo. Não houve resistência de ninguém. Assim, durante quase três horas de jantar, degustamos os 27 pratos servidos no menu degustação da casa. Antes de dar o início, o garçom perguntou se havia alguma restrição alimentar, já que a composição dos pratos era surpresa, um autêntico menu confiance. As restrições podem ser individuais e o foram (kani, ovas e álcool). Eu não tive nenhuma. O início de tudo são chips de batata doce, crocantes e sequinhos. A seguir, os demais 26 passos da degustação da noite:
02) drinque de uísque com suco de maracujá, servido na casca da fruta. O ácido do suco combinou bem com a bebida.
03) torrada mexicana com guacamole. Ótima versão estilizada da tortilha típica da culinária mexicana. Tem bela apresentação, é bem crocante e muito saborosa. O guacamole estava com coentro em excesso para meu paladar.
04) pérola de vôngole. São dois vôngoles, um com coloração acinzentada, envolto em uma espécie de gelatina feita com a própria água do molusco; e outro com coloração escura, feito com shoyo. O melhor é comer o mais claro primeiro, pois o gosto do segundo é mais forte. Não apreciei o primeiro deles, com gosto de mar, enquanto o segundo estava ótimo.
05) pele de tilápia com sal de ervas. Parece uma pururuca, bem salgadinha. Muito bom.
06) cristal de caipirinha com açúcar demerara. Um dos melhores pratos da degustação (ou seria um drinque?). Tem que colocar rapidamente na boca, pois o cristal vai derretendo. Sensacional.
07) dois leites de macadâmia. São dois tipos, sendo um com a oleaginosa crua e o outro com ela torrada, fazendo um belo contraste no prato entre o branco e o creme. Por cima, há a mesma macadâmia, só que ralada. Prato sem graça, tendo mais beleza do que sabor.
08) tempura de quiabo. Exemplo de uma culinária fusion que impera no Soeta. O melhor prato da noite. Quiabo sequinho,muito bem temperado.
09) mini berinjela com pasta de gergelim. Sabor forte, nem sempre agrada a todos. Foi o que aconteceu na mesa. Como gostei, acabei comendo o que sobrou de quem não gostou.
10) azeitona italiana com toque de anchova. O prato me lembrou festas que frequentava na década de 70, onde a azeitona imperava entre os salgadinhos servidos. O prato é salgado e muito bom, pedindo uma bebida para suavizá-lo, o que fiz com o espumante.
11) papel de parmesão com toque de balsâmico. É um papel comestível, salgadinho por causa do queijo parmesão ralado que fica grudado nele. O aceto balsâmico é um diferencial neste prato. Inusitado e muito bom.
12) ostra fresca com ar de água do mar acompanhada de um cálice de chá gelado de maçã. Não gosto de ostra fresca e com este prato não foi diferente. Nem o chá de maçã, mais doce, amenizou o sabor de mar que a ostra tem.
13) tempura de ostra com ova de cavala. Aqui foi diferente, pois a ostra não estava crua. Crocante como deve ser um tempura. Achei interessante este prato com ostra vir em seguida a outro com o mesmo molusco, pois fica evidente a alteração de sabor em texturas diferentes. Muito bom.
14) salmão cozido a baixa temperatura com conservas asiáticas. Mesmo cozido, tinha a textura de um shasimi, o que tornou o prato diferente. Sabor leve e muito agradável ao paladar.
15) canapé de pignole. Simples e saboroso, preparando o paladar para a sequência de sabores mais fortes que viriam em seguida.
16) nhoque de polenta, queijo parmesão e um toque de café. O prato já começa a ser inusitado por ser feito de polenta. O nhoque derretia na boca, com uma leve sensação de explosão na língua. Um dos pratos que mais gostei.
17) carpaccio de filé com azeitona e kinkan. Suave. São dois sabores distintos. Um vem com um molho em forma circular feito com azeitona, dando um sabor mais salgado ao filé, enquanto o molho de laranjinha kinkan deu um toque ácido à carne. Preferi o segundo. A composição visual do prato, intercalando as cores dos molhos de azeitona e kinkan, é muito bonita.
18) fondue de camarão. São três peças de camarão levemente cozidos, com um molho de peixe. Um dos pratos mais “simples” da degustação.
19) espaguete com manteiga defumada e champignon. Aroma forte, sabor marcante. Harmonizou bem com o vinho tinto.
20) anéis de lula. Em um molho que leva o nome da casa, Soeta, os anéis estavam no ponto correto e muito saborosos.
21) sopa de champignon selvagem. Nacos de champignon escuro são servidos em um caldo ralo. Muito bom.
22) canapé de caça. O segundo prato que mais gostei. Uma fina barra de chocolate amargo faz a vez de base para uma também fina camada de fígado de ave. Sensacional a mistura de sabores. Não harmonizou com o vinho tinto, pois o prato tinha mais personalidade. Mesmo assim, uma experiência no paladar incrível.
23) rabada com vinho, tortinha de batata e agrião. Versão estilizada para o famoso prato da culinária brasileira. Muito bem feito.
24) chá de cogumelo e jambu. O jambu é bem discreto, apenas para dar uma leve sensação de dormência na boca. Aqui, o prato serviu para limpar as papilas gustativas para o início da sequência de sobremesas.
25) lago de violeta. Uma bela apresentação, onde o lago é uma fina camada de gelo, salpicada com violeta em pó e uma bola de sorvete de uva. O ideal é experimentar os sabores conjuntamente na boca. Refrescante.
26) mangue. Sobremesa que chama a atenção pelo formato, lembrando um mangue. É uma mistura de chocolate, banana e açaí. Não gosto de açaí, motivo pelo qual acho que ele estragou o que poderia ser um belo doce.
27) seleção de petit fours. Encerramento da degustação com vários docinhos, alguns lembrando doces de infância, como a maria mole. Ideal para acompanhar um café espresso bem tirado. Foi o que fizemos. No meu caso, pedi um café descafeinado, da marca Nespresso.


tempura de quiabo


canapé de caça

Valor individual da conta: R$ 247,00.

Minha avaliação: * * * * 1/2. Experiência sensorial interessante, onde paladar, olfato, visão e tato (muitos pratos são para comer sem talheres, diretamente com as mãos) são instados a sensações diferenciadas. Recebeu vários prêmios desde sua inauguração. Detém uma estrela no ranking do Guia Quatro Rodas.

Gastronomia Vitória (ES)

GASTRONOMIA EM VITÓRIA (ES) - ALEMÃO (KIOSQUE DO ALEMÃO)



Endereço: Rua José Miranda Machado, 14, Curva da Jurema, Enseada do Suá, Vitória, ES.

Contatos: 27 3345 2099 ou kiosque-alemao@hotmail.com.

Diferencial: estar na areia da praia, com linda vista para a Enseada do Suá. A relação custo/benefício e os enormes pastéis.

Especialidade: culinária capixaba, com destaque para pratos feitos com peixes e frutos do mar.

Quando fui: almoço do dia 31 de janeiro de 2013, quinta-feira. Como foi no intervalo de almoço de nossa reunião, éramos mais de trinta pessoas. Ficamos em várias mesas uma ao lado da outra no apertado salão interno do quiosque.

Serviço: próprio de bar, meio largado. E como tinha muita gente para atender, ficava mais difícil ter um bom atendimento. Os pedidos foram feitos antes de nossa chegada, por um colega do Espírito Santo, já que os pratos demoram um pouco para ficarem prontos.

O que bebi: duas latas de Coca Cola Zero, somente com gelo no copo.

O que comi: pedimos uns trinta pastéis de entrada. Eu experimentei o recheado com camarão. Pastel enorme com muito recheio. Era tão recheado que não ficava em pé quando segurado com as mãos. Não chegou engordurado à mesa, o que já é um ponto favorável. Delicioso. Dois deles valem por uma refeição. Em seguida, chegaram os dois pedidos: mariscada e peroá frito. A mariscada serve quatro pessoas e o peroá, duas. Foram pedidos quatro mariscadas e oito peroás. Experimentei apenas o peroá. Muito bem servido, vem acompanhado por batatas fritas e banana da terra, também frita, cortada em tiras, além de arroz branco. O peixe peroá é bem característico da região e estava bem temperado, com carne bem branca e macia. Deixei a parte da fritura de lado porque não sou fã de peixe frito, comendo só a carne. Gostei.


pastéis de camarão


peroá frito


Valor individual da conta: R$ 28,60.

Minha avaliação: * * 1/2. Lugar simples, perfeito para quem gosta de tomar cerveja gelada na beira da praia com conforto e banheiros limpos. Ótima relação custo/benefício.

Gastronomia Vitória (ES)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

GASTRONOMIA EM VITÓRIA (ES) - RESTAURANTE PIRÃO



Endereço: Rua Joaquim Lírio, 753, Praia do Canto, Vitória, ES. (www.piraovitoria.com.br)

Contatos: 27 3227 1165.

Diferencial: a moqueca de badejo com camarões, o prato que deu fama a casa.

Especialidade: peixes e frutos do mar, com destaque para as moquecas. Os pescados são comprados diariamente, o que garante que teremos sempre produtos frescos na composição dos pratos.

Quando fui: almoço do dia 30 de janeiro de 2013, quarta-feira. Éramos muitos, pois estava em uma reunião de trabalho, sendo o restaurante indicado por colegas do Espírito Santo como um local que deveria ser conhecido.

Serviço: simpático e eficiente, com os garçons informando que a moqueca demoraria em torno de 25 minutos para ficar pronta. Ofereceram um babador para proteger as roupas de eventuais respingos do molho da moqueca. Eles também servem os pratos dos clientes, evitando derramamentos desnecessários nas mesas. Em cada prato é encaixado um recipiente de inox, que serve como uma espécie de “cemitério de ossos”.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero, apenas com gelo no copo e um café espresso ao final do almoço.

O que comi: pedimos uma moqueca de badejo com camarão (R$ 144,00), que vem com 500 gramas de peixe e 200 gramas de camarão. É “la pièce de resistance” do Pirão. Com a informação que demoraria vinte e cinco minutos para chegar à mesa, resolvemos pedir bolinho de bacalhau de entrada (R$ 13,00 a unidade). O bolinho é de bom tamanho, chega quentinho, mas um pouco encharcado. Não economizam no bacalhau. Na boca, tempero bom, gostinho de quero mais. A moqueca chegou no tempo informado, servida em panela de pedra, típica do Espírito Santo. Estava fumegante, com uma linda cor e aroma sensacional. Vem acompanhada de arroz branco, quase sem tempero, e um pirão maravilhoso, ambos também servidos em panelas de barro. A moqueca serve tranquilamente três pessoas, ainda mais depois de comer um bolinho de bacalhau de entrada. Comprovou a fama que tem. Muito gostosa, com fartura de camarão e grandes postas de badejo.


bolinho de bacalhau


pirão e arroz branco


moqueca de badejo com camarão


Valor individual da conta: R$ 80,30.

Minha avaliação: * * * *. Boa relação custo X benefício. Figura no Guia Quatro Rodas há 23 anos com uma estrela pela qualidade de sua cozinha. O nome do restaurante vem do apelido de Hercílio Alves da Silva, o proprietário, conhecido como Pirão desde a infância. Decoração simples, com paredes lotadas de fotos do proprietário com famosos que almoçaram/jantaram por lá.

Gastronomia Vitória (ES)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

GASTRONOMIA EM VITÓRIA (ES) - VILLE DU VIN


Endereço: Rua Aleixo Neto, 1.702, Loja 04, Praia do Canto, Vitória, ES. (www.villeduvin.com.br)

Contatos: 27 3314 4070.

Diferencial: a loja de vinhos acoplada ao restaurante, onde o cliente escolhe o que quer beber, pagando o mesmo preço do varejo acrescido de 10% pelo serviço do restaurante.

Especialidade: cozinha de bistrô, com menu enxuto, com opções de peixes e frutos do mar, carnes, aves, risotos e massas (em torno de quatro opções de cada um), sob o comando do chef Robson Freitas.

Quando fui: jantar do dia 29 de janeiro de 2013, terça-feira. Éramos duas pessoas. Ficamos em uma mesa no interior do salão, com ar condicionado, já que a noite estava bem quente e chovia um pouco, pois, do contrário, sentaríamos na agradável varanda na calçada, de frente para um canal.

Serviço: médio, mas sem atrapalhar o nosso jantar. Serviço de vinho muito bom, incluindo excelentes taças de cristal. Há manobrista e wi-fi mediante solicitação de senha.

O que bebi: água mineral com gás Pedra Azul Premium que acompanhou uma garrafa do vinho chileno Valle Secreto Carménère 2010 (R$ 83,00), produzido no Valle do Cachapoal. O vinho foi indicação do sommelier da loja anexa ao restaurante. Precisou de uma breve resfriada em um balde com gelo, rapidamente providenciado pela garçonete.



O que comi: dividimos uma entrada, um carpaccio de polvo (R$ 25,00). Bem apresentado, são finas fatias de polvo ao molho cítrico e zest de limão siciliano, acompanhado com pães feitos na casa. Polvo com ótima textura cuja carne bebeu bem o molho. O cítrico do limão siciliano deixou o prato mais leve, embora com bastante azeite. Em seguida, veio o prato principal, um risotto de bacalhau (R$ 65,00). Bem servido, o prato é montado com lascas de bacalhau com arroz negro, azeitonas pretas, alho poró, tomate e azeite de oliva. Por cima do arroz, um pedaço do bacalhau assado levemente passado na fritura. Sabor diferente. As lascas do bacalhau pareciam muito com carne seca desfiada, inclusive na cor (por causa do molho utilizado) e no sabor. Gostei muito. Ao final, dividimos a sobremesa. Pedimos abacaxi no cointreau (R$ 18,00). Achávamos que a sobremesa viria dentro do abacaxi, mas não. O abacaxi vem cortado em pequenos cubos, envolto em uma fina rodela oca da casca da fruta, embebido em uma calda de cointreau. Completa o prato uma bola de sorvete de creme. Dispensável.


carpaccio de polvo


risotto de bacalhau


abacaxi no cointreau


Valor individual da conta: R$ 153,00.

Minha avaliação: * * * 1/2. Lugar despretensioso para se tomar um bom vinho. A conta dos vinhos chega em separado na mesa. Assim, ao pagar com cartão de crédito, ele deve ser passado duas vezes, uma para o bistrô e outra para a loja de vinhos.

Gastronomia Vitória (ES)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

GASTRONOMIA EM VITÓRIA (ES) - MAIS OPÇÃO



Endereço: Rua Chapot Presvot, 239, Praia do Canto, Vitória, ES. (www.restaurantemaisopcao.com.br)

Contatos: 27 3325 1065.

Diferencial: o pastel de frango, com muito recheio e os grelhados feitos na hora.

Especialidade: buffet a quilo, com uma especialidade diária e grelhados.

Quando fui: almoço do dia 29 de janeiro de 2013, terça-feira, cuja especialidade do dia vinha da culinária italiana: massas. Éramos seis pessoas. As mesas são coletivas e como o restaurante estava cheio, compartilhamos a mesma mesa com estranhos, mas isto não atrapalhou nossa conversa.

Serviço: os garçons que servem bebidas são muito lentos, assim como os que retiram os pratos utilizados. Para um lugar com a proposta de mesas coletivas, limpar os lugares que vão ficando livres é uma atividade que deve ser rápida e eficiente, pois sempre há gente com o prato nas mãos procurando um lugar disponível para se sentar. Os empregados que ficam no setor de grelhados são atenciosos e rápidos.  Para pagar, não é necessário esperar a conta na mesa, bastando se dirigir a um dos caixas localizados na saída do restaurante. Serviço de caixa bem eficiente.

O que bebi: uma lata de Coca Cola Zero, apenas com gelo no copo e um café espresso ao final do almoço.

O que comi: preferi os salgadinhos: coxinha, croquete de carne e o pastel de frango, que estava tão recheado que não ficava rígido quando segurado com as mãos. Massa gostosa e recheio bem temperado. Repeti só por causa deste pastel. Ainda me servi de berinjela cozida e jiló frito (que pensei que fosse abobrinha, só percebendo do que se tratava quando amargou minha boca). Ainda fui ao setor de grelhados e escolhi um bife de filé mignon, fino e macio, com excelente tempero.

Valor total da conta: R$ 22,67.

Minha avaliação: * * *. Boa relação custo X benefício. A variedade de opção me impediu de escolher o que colocava no prato. Era tanta coisa, que perdi a vontade.