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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

NEW YORK - DIA 4 - MANHÃ



02/11/2018 - Despertei mais tarde do que os dias anteriores, por volta de 07:15 horas. Dediquei um tempinho para ler mensagens, respondê-las e dar uma geral na internet. Às 09:00 estávamos tomando café da manhã no hotel.
Nossa jornada nesta sexta-feira começou às 10:30 horas, quando pegamos o metrô linha C, direção Downtown, na estação 34th St, descendo na estação High Street-Brooklyn Bridge, de onde fomos caminhando até o acesso à ponte do Brooklyn (Brooklyn Bridge). Nosso objetivo era percorrer toda a extensão da ponte a pé, algo que sempre quis fazer, mas ainda não tinha tido a oportunidade. Para chegar até ao acesso de pedestres, segui as indicações do Google Maps tão logo saímos do metrô. O tempo estava nublado, sem chuva, e frio. Ventava um pouco. Iniciamos nossa caminhada na ponte, sentido Brooklyn-Manhattan, às 11:03 horas. Fizemos muitas paradas para fotos, pois as vistas de ambos os lados do rio são sensacionais, especialmente dos arranha-céus que ficam em Downtown, do lado de Manhattan. Muita gente faz o mesmo, inclusive em tours guiados, tanto a pé, quanto de bicicleta. Há pistas exclusivas para bicicletas. A pista para caminhada e para bikes fica em um nível acima daquelas destinadas aos carros. No meio do caminho, tive que vistar meu casaco e colocar o capuz, pois o vento aumentou muito. Chegamos ao ponto final às 11:43 horas.
A ponte desemboca em frente ao prédio da prefeitura de New York, a City Hall. Ali foi nosso ponto de partida para mais uma bela caminhada, passando pelo parque ao lado, o City Hall Park, onde havia uma instalação artística com exemplares de árvores de Natal feitas com panelas e utensílios de cozinha. Demos uma volta neste pequeno parque, seguindo em direção ao Battery Park, descendo a Broadway. No caminho, mais paradas para fotos, pois a arquitetura local chama a atenção, bem como enormes esculturas que enfeitam calçadas e entradas dos edifícios. Passamos ao lado do Zucotti Park, com suas árvores de mesma altura todas enfeitadas com luzinhas amarelas, ao lado da Trinity Church, chegando ao famoso e tumultuado Charging Bull, o Touro de Wall Street. Desde final de 2016, em frente a ele, em posição bem abusada, está uma escultura de uma garota que enfrenta o touro indomável, a Fearless Girl, que foi colocada ali para mostrar a diferença salarial entre homens e mulheres de Wall Street. Fotos com a escultura da garota sem ninguém junto foi fácil de tirar, o que não foi possível com o touro, pois a multidão que quer tirar fotos abraçada à cabeça do bicho, bem como pegando em uma das suas bolas do saco, o que traria prosperidade para quem a toca, é de desanimar. Como eu já tinha estas fotos, Gastón não se animou muito, até que eu insisti para ele, pelo menos, tirar uma segurando o saco do touro. Fizemos igual aos asiáticos. Posicionamos e assim que uma pessoa saiu, Gastón correu para a parte de trás do touro. Ele posou alegremente para a foto.
Mais uns cem metros para baixo e estávamos em frente ao museu dedicado aos índios americanos. A sua fachada é imponente, mas o tema não nos interessou. Na pracinha em frente ao museu havia uma feirinha, onde compramos uma garrafa de água mineral sem gás por U$ 3. Desta praça para o Battery Park era só atravessar uma avenida. Na calçada do outro lado da avenida havia um montão de homens tentando vender excursões de barco para a Ellis Island e para a Estátua da Liberdade. Recusamos todos as ofertas, seguindo em frente pelas alamedas do parque. O dia continuava frio. Sentamos um pouco para apreciar o movimento dos turistas. A maioria passa por ali para embarcar em uma das embarcações que vai para as ilhas em frente, especialmente aquela onde está a estátua famosa. Também é do parque que sai o ferry-boat gratuito que vai até as duas ilhas, cujo trajeto leva uns 20 minutos. Gastón disse que não tinha interesse em ir até lá, muito menos eu. Demos por vista a estátua de onde estávamos. Continuamos nosso passeio pelo Battery Park, parando para ver o interessante Sea Glass Carrousel, um carrossel com figuras marinhas dentro de uma estrutura que lembra um aquário futurista. Confesso que tive vontade de andar, mas havia fila de espera, somente com crianças bem pequenas. Tocava música dos Beatles.
Era hora de sair do parque para almoçar.

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